Questões de Concurso Sobre português
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I. Na expressão “Direção-Geral de Contrainteligência militar”, a palavra em destaque não possui hífen, pois sua primeira parte é um radical ou prefixo greco-latino que, diante de um segundo elemento iniciado por letra diferente (vogal ou consoante – com exceção de “h”), rejeita o uso deste sinal ortográfico.
II. Na passagem “São 35 lideranças civis e políticas, entre acadêmicos, juristas, ex-ministros, ex-parlamentares, diplomatas, empresários, dirigentes políticos e ex-governadores. Também assinam 36 militares da reserva, incluindo ex-ministros da Defesa, generais, vice-almirantes, coronéis e outros oficiais das Forças Armadas.”, todos os vocábulos destacados se valem do uso do hífen conforme a regra a qual inclui os elementos “ex” e “vice” no mesmo tópico.
III. O vocábulo destacado em “Direção-Geral de Contrainteligência militar” faz parte da lista de palavras que perderam a noção de composição e, por isso, não devem mais fazer uso do hífen, conforme o Novo Acordo Ortográfico.
IV. Na passagem “Mais de 150 venezuelanos, entre civis, militares da reserva e profissionais de diferentes áreas, enviaram uma carta à juíza Tomoko Akane, presidente da Corte Penal Internacional (CPI), situada em Haia, Países Baixos, em que pede medidas urgentes...”, a expressão em destaque poderia ser corretamente substituída por “onde” haja vista que cumpre papel coesivo referencial do topônimo “Países Baixos”.
De acordo com as regras gramaticais vigentes, tanto no quesito ortográfico quanto de elementos coesivos, apontase como correto o que foi dito somente em:
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
Sobre o emprego da vírgula, analise, a seguir, os trechos extraídos do texto.
I. Em “Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.” (5º§), o emprego da vírgula isolando o termo “assim” é facultativo por se tratar de uma conjunção conclusiva posposta ao verbo.
II. Em “Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo.” (7º§), a vírgula é obrigatória por tratar-se de um adjunto adverbial de tempo deslocado.
III. Em “[...] cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.” (7º§), a vírgula é utilizada para isolar um aposto explicativo que detalha o valor numérico mencionado anteriormente.
Está correto o que se afirma em
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
Texto II para responder a questão
Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura
Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar
Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.
Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.
O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.
Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/
Texto II para responder a questão
Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura
Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar
Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.
Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.
O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.
Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/
I. “Os dados são assustadores, apesar de questionáveis.”
II. “Na educação, o País avança, mas muito lentamente.”
III. “A responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro.”
Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
Texto II para responder a questão
Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura
Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar
Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.
Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.
O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.
Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/
Texto II para responder a questão
Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura
Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar
Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.
Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.
O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.
Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/
Texto II para responder a questão
Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura
Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar
Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.
Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.
O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.
Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/