Questões de Concurso Sobre português

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Q4329648 Português
Assinale o ítem em que não aparece pronome demonstrativo:
Alternativas
Q4329647 Português
Nas frases a seguir, indique em qual das alternativas, a circunstância expressa pelo advérbio em destaque é de intensidade:
Alternativas
Q4329646 Português
Identifique a alternativa em que o verbo está na voz ativa:
Alternativas
Q4329645 Português
Assinale a alternativa que completa convenientemente a lacuna da frase: “ Cândida foi a _____ colocada. ( 295ª) 
Alternativas
Q4329644 Português
TEXTO: PEQUENO PRÍNCIPE E A FLOR


    Sempre houvera, no planeta do pequeno príncipe, flores muito simples, ornadas de uma só fileira de pétalas e que não ocupavam lugar, nem incomodavam ninguém. Apareciam certa manhã na relva, e logo à tarde se extinguiam.

     Mas aquela brotara um dia de um grão trazido não se sabe de onde e o principezinho vigiara de perto o pequeno broto tão diferente dos outros. Podia ser uma nova espécie de baobá.

     Mas o arbusto logo parou de crescer e começou, então, a preparar uma flor.

     O principezinho, que assistia à instalação de um enorme botão, bem sentiu que sairia dali uma aparição miraculosa; mas a flor não acabava mais de prerpararse, de preparar sua beleza, no seu verde quarto. Escolhia as cores com cuidado. Vestia-se lentamente, ajustava uma a uma as suas pétalas. Não queria sair como os cravos, amarrotada. No radioso esplendor de sua beleza é que ela queria aparecer. Ah! Sim. Era vaidosa. Sua misteriosa toalete, portanto, durara dias e dias.

    E eis que numa bela manhã, justamente à hora do sol nascer, havia-se, afinal mostrado.

     E ela que se preparava com tanto mesmero, disse, bocejando:

     - Ah! Eu acabo de despertar... Desculpa ... Estou ainda toda despenteada ...

     O principezinhp, então, não pode conter o seu espanto.

    - Como és bonita!

    - Não é? – respondeu a flor docemente. – Nasci ao mesmo tempo que o sol ...

     O principezinho percebeu logo que a flor não era modesta.

    Mas era tão comovente!

    - Creio que é hora do almoço – acrescentou ela. – Tu poderias cuidar de mim ...


    E o principezinho, embaraçado, fora buscar um regador com água fresca e servira a flor!

    Ela era única, no seu planeta.


Antoine Saint-Exupéry
A relação estabelecida entre o pequeno príncipe e a flor sugere que: 
Alternativas
Q4329643 Português
TEXTO: PEQUENO PRÍNCIPE E A FLOR


    Sempre houvera, no planeta do pequeno príncipe, flores muito simples, ornadas de uma só fileira de pétalas e que não ocupavam lugar, nem incomodavam ninguém. Apareciam certa manhã na relva, e logo à tarde se extinguiam.

     Mas aquela brotara um dia de um grão trazido não se sabe de onde e o principezinho vigiara de perto o pequeno broto tão diferente dos outros. Podia ser uma nova espécie de baobá.

     Mas o arbusto logo parou de crescer e começou, então, a preparar uma flor.

     O principezinho, que assistia à instalação de um enorme botão, bem sentiu que sairia dali uma aparição miraculosa; mas a flor não acabava mais de prerpararse, de preparar sua beleza, no seu verde quarto. Escolhia as cores com cuidado. Vestia-se lentamente, ajustava uma a uma as suas pétalas. Não queria sair como os cravos, amarrotada. No radioso esplendor de sua beleza é que ela queria aparecer. Ah! Sim. Era vaidosa. Sua misteriosa toalete, portanto, durara dias e dias.

    E eis que numa bela manhã, justamente à hora do sol nascer, havia-se, afinal mostrado.

     E ela que se preparava com tanto mesmero, disse, bocejando:

     - Ah! Eu acabo de despertar... Desculpa ... Estou ainda toda despenteada ...

     O principezinhp, então, não pode conter o seu espanto.

    - Como és bonita!

    - Não é? – respondeu a flor docemente. – Nasci ao mesmo tempo que o sol ...

     O principezinho percebeu logo que a flor não era modesta.

    Mas era tão comovente!

    - Creio que é hora do almoço – acrescentou ela. – Tu poderias cuidar de mim ...


    E o principezinho, embaraçado, fora buscar um regador com água fresca e servira a flor!

    Ela era única, no seu planeta.


Antoine Saint-Exupéry
A descrição do preparo da flor (“Escolhia as cores com cuidado. Vestia-se lentamente...”) contribui para:
Alternativas
Q4329642 Português
TEXTO: PEQUENO PRÍNCIPE E A FLOR


    Sempre houvera, no planeta do pequeno príncipe, flores muito simples, ornadas de uma só fileira de pétalas e que não ocupavam lugar, nem incomodavam ninguém. Apareciam certa manhã na relva, e logo à tarde se extinguiam.

     Mas aquela brotara um dia de um grão trazido não se sabe de onde e o principezinho vigiara de perto o pequeno broto tão diferente dos outros. Podia ser uma nova espécie de baobá.

     Mas o arbusto logo parou de crescer e começou, então, a preparar uma flor.

     O principezinho, que assistia à instalação de um enorme botão, bem sentiu que sairia dali uma aparição miraculosa; mas a flor não acabava mais de prerpararse, de preparar sua beleza, no seu verde quarto. Escolhia as cores com cuidado. Vestia-se lentamente, ajustava uma a uma as suas pétalas. Não queria sair como os cravos, amarrotada. No radioso esplendor de sua beleza é que ela queria aparecer. Ah! Sim. Era vaidosa. Sua misteriosa toalete, portanto, durara dias e dias.

    E eis que numa bela manhã, justamente à hora do sol nascer, havia-se, afinal mostrado.

     E ela que se preparava com tanto mesmero, disse, bocejando:

     - Ah! Eu acabo de despertar... Desculpa ... Estou ainda toda despenteada ...

     O principezinhp, então, não pode conter o seu espanto.

    - Como és bonita!

    - Não é? – respondeu a flor docemente. – Nasci ao mesmo tempo que o sol ...

     O principezinho percebeu logo que a flor não era modesta.

    Mas era tão comovente!

    - Creio que é hora do almoço – acrescentou ela. – Tu poderias cuidar de mim ...


    E o principezinho, embaraçado, fora buscar um regador com água fresca e servira a flor!

    Ela era única, no seu planeta.


Antoine Saint-Exupéry
O trecho “Podia ser uma nova espécie de baobá” revela que o pequeno príncipe:
Alternativas
Q4329641 Português
TEXTO: PEQUENO PRÍNCIPE E A FLOR


    Sempre houvera, no planeta do pequeno príncipe, flores muito simples, ornadas de uma só fileira de pétalas e que não ocupavam lugar, nem incomodavam ninguém. Apareciam certa manhã na relva, e logo à tarde se extinguiam.

     Mas aquela brotara um dia de um grão trazido não se sabe de onde e o principezinho vigiara de perto o pequeno broto tão diferente dos outros. Podia ser uma nova espécie de baobá.

     Mas o arbusto logo parou de crescer e começou, então, a preparar uma flor.

     O principezinho, que assistia à instalação de um enorme botão, bem sentiu que sairia dali uma aparição miraculosa; mas a flor não acabava mais de prerpararse, de preparar sua beleza, no seu verde quarto. Escolhia as cores com cuidado. Vestia-se lentamente, ajustava uma a uma as suas pétalas. Não queria sair como os cravos, amarrotada. No radioso esplendor de sua beleza é que ela queria aparecer. Ah! Sim. Era vaidosa. Sua misteriosa toalete, portanto, durara dias e dias.

    E eis que numa bela manhã, justamente à hora do sol nascer, havia-se, afinal mostrado.

     E ela que se preparava com tanto mesmero, disse, bocejando:

     - Ah! Eu acabo de despertar... Desculpa ... Estou ainda toda despenteada ...

     O principezinhp, então, não pode conter o seu espanto.

    - Como és bonita!

    - Não é? – respondeu a flor docemente. – Nasci ao mesmo tempo que o sol ...

     O principezinho percebeu logo que a flor não era modesta.

    Mas era tão comovente!

    - Creio que é hora do almoço – acrescentou ela. – Tu poderias cuidar de mim ...


    E o principezinho, embaraçado, fora buscar um regador com água fresca e servira a flor!

    Ela era única, no seu planeta.


Antoine Saint-Exupéry
A respeito da caracterização da flor no texto, é correto afirmar que ela é apresentada como:
Alternativas
Q4329580 Português

Ο texto seguinte servirá de base para responder à questão.



COMBO-FAMILIA



Com a recente transformação da estrutura familiar, hoje formada por madrastas, padrastos e meios-irmãos, e diante do rearranjo veloz dos relacionamentos ao longo da vida, ficou comum a expressão "arcar com o pacote".


Quando alguém casa com mulher ou homem com filhos de outros casamentos, logo fala aos amigos que terá que comprar o pacote inteiro.


Mesmo soando como uma manifestação de amor ("se eu não te amasse não assumia todo o pacote"), a frase tem um quê de pesar. É, na verdade, uma confissão de sacrifício


A declaração é infeliz pois sublinha o apesar, ressalta o desconto, enfatiza a restrição. O pacote é uma inevitabilidade forçada, aponta os malefícios do benefício.


As crianças são tratadas com uma conotação de contrariedade Não adianta elogiar a companhia cometendo uma crítica velada à paternidade ou à maternidade.


Não adianta homenagear o namoro e atacar os filhos, compreendidos como fardo e juros de antigos amores


É necessário entender que o filho não é opcional, não se abandona o laço, é parte irreversível do caráter do pai e da mãe.


Na hipótese do pai e da mãe desprezarem as crias em nome de uma relação recente serão também péssimos amantes e cuidadores.


O natural é não falar nada, deixar as coisas acontecerem, permitir que a amizade nasça da espontaneidade e se fortaleça com o decorrer do tempo.


Não hả como gostar de alguém por antecipação, mas tampouco é justo desgostar prematuramente; que a rejeição não seja herança de condicionamentos culturais e preconceitos sumários com quem já tem um passado.


Recorrer à ideia de combo é anunciar nitidamente que está levando algo que se quer com algo que não se quer.


A gravidez desejada não acontece uma única vez na vida, com os pais da criança, acontece sempre que se inicia uma nova família com os filhos já crescidos.


(CARPINEJAR, Fabrício. Amizade é também amor. Bertrand Brasil. p. 143/144)

Analise as afirmativas e marque a alternativa correta:



I- "(...) filhos de outros casamentos (...)" a preposição indica posse.


II- "pacote, frase, restrição" apresentam mesma tonicidade, paroxítona.


III- "É necessário (...)" exerce função de sujeito da oração principal.


IV- Em "(...) frase tem um quê de pesar." acontece a substantivação da partícula quê.

Alternativas
Q4329579 Português

Ο texto seguinte servirá de base para responder à questão.



COMBO-FAMILIA



Com a recente transformação da estrutura familiar, hoje formada por madrastas, padrastos e meios-irmãos, e diante do rearranjo veloz dos relacionamentos ao longo da vida, ficou comum a expressão "arcar com o pacote".


Quando alguém casa com mulher ou homem com filhos de outros casamentos, logo fala aos amigos que terá que comprar o pacote inteiro.


Mesmo soando como uma manifestação de amor ("se eu não te amasse não assumia todo o pacote"), a frase tem um quê de pesar. É, na verdade, uma confissão de sacrifício


A declaração é infeliz pois sublinha o apesar, ressalta o desconto, enfatiza a restrição. O pacote é uma inevitabilidade forçada, aponta os malefícios do benefício.


As crianças são tratadas com uma conotação de contrariedade Não adianta elogiar a companhia cometendo uma crítica velada à paternidade ou à maternidade.


Não adianta homenagear o namoro e atacar os filhos, compreendidos como fardo e juros de antigos amores


É necessário entender que o filho não é opcional, não se abandona o laço, é parte irreversível do caráter do pai e da mãe.


Na hipótese do pai e da mãe desprezarem as crias em nome de uma relação recente serão também péssimos amantes e cuidadores.


O natural é não falar nada, deixar as coisas acontecerem, permitir que a amizade nasça da espontaneidade e se fortaleça com o decorrer do tempo.


Não hả como gostar de alguém por antecipação, mas tampouco é justo desgostar prematuramente; que a rejeição não seja herança de condicionamentos culturais e preconceitos sumários com quem já tem um passado.


Recorrer à ideia de combo é anunciar nitidamente que está levando algo que se quer com algo que não se quer.


A gravidez desejada não acontece uma única vez na vida, com os pais da criança, acontece sempre que se inicia uma nova família com os filhos já crescidos.


(CARPINEJAR, Fabrício. Amizade é também amor. Bertrand Brasil. p. 143/144)

Sobre o excerto "(se eu não te amasse não assumia todo o pacote)", é inadequado afirmar:
Alternativas
Q4329578 Português

Ο texto seguinte servirá de base para responder à questão.



COMBO-FAMILIA



Com a recente transformação da estrutura familiar, hoje formada por madrastas, padrastos e meios-irmãos, e diante do rearranjo veloz dos relacionamentos ao longo da vida, ficou comum a expressão "arcar com o pacote".


Quando alguém casa com mulher ou homem com filhos de outros casamentos, logo fala aos amigos que terá que comprar o pacote inteiro.


Mesmo soando como uma manifestação de amor ("se eu não te amasse não assumia todo o pacote"), a frase tem um quê de pesar. É, na verdade, uma confissão de sacrifício


A declaração é infeliz pois sublinha o apesar, ressalta o desconto, enfatiza a restrição. O pacote é uma inevitabilidade forçada, aponta os malefícios do benefício.


As crianças são tratadas com uma conotação de contrariedade Não adianta elogiar a companhia cometendo uma crítica velada à paternidade ou à maternidade.


Não adianta homenagear o namoro e atacar os filhos, compreendidos como fardo e juros de antigos amores


É necessário entender que o filho não é opcional, não se abandona o laço, é parte irreversível do caráter do pai e da mãe.


Na hipótese do pai e da mãe desprezarem as crias em nome de uma relação recente serão também péssimos amantes e cuidadores.


O natural é não falar nada, deixar as coisas acontecerem, permitir que a amizade nasça da espontaneidade e se fortaleça com o decorrer do tempo.


Não hả como gostar de alguém por antecipação, mas tampouco é justo desgostar prematuramente; que a rejeição não seja herança de condicionamentos culturais e preconceitos sumários com quem já tem um passado.


Recorrer à ideia de combo é anunciar nitidamente que está levando algo que se quer com algo que não se quer.


A gravidez desejada não acontece uma única vez na vida, com os pais da criança, acontece sempre que se inicia uma nova família com os filhos já crescidos.


(CARPINEJAR, Fabrício. Amizade é também amor. Bertrand Brasil. p. 143/144)

Assinale a alternativa em que a regência do verbo não é transitiva:
Alternativas
Q4329577 Português

Ο texto seguinte servirá de base para responder à questão.



COMBO-FAMILIA



Com a recente transformação da estrutura familiar, hoje formada por madrastas, padrastos e meios-irmãos, e diante do rearranjo veloz dos relacionamentos ao longo da vida, ficou comum a expressão "arcar com o pacote".


Quando alguém casa com mulher ou homem com filhos de outros casamentos, logo fala aos amigos que terá que comprar o pacote inteiro.


Mesmo soando como uma manifestação de amor ("se eu não te amasse não assumia todo o pacote"), a frase tem um quê de pesar. É, na verdade, uma confissão de sacrifício


A declaração é infeliz pois sublinha o apesar, ressalta o desconto, enfatiza a restrição. O pacote é uma inevitabilidade forçada, aponta os malefícios do benefício.


As crianças são tratadas com uma conotação de contrariedade Não adianta elogiar a companhia cometendo uma crítica velada à paternidade ou à maternidade.


Não adianta homenagear o namoro e atacar os filhos, compreendidos como fardo e juros de antigos amores


É necessário entender que o filho não é opcional, não se abandona o laço, é parte irreversível do caráter do pai e da mãe.


Na hipótese do pai e da mãe desprezarem as crias em nome de uma relação recente serão também péssimos amantes e cuidadores.


O natural é não falar nada, deixar as coisas acontecerem, permitir que a amizade nasça da espontaneidade e se fortaleça com o decorrer do tempo.


Não hả como gostar de alguém por antecipação, mas tampouco é justo desgostar prematuramente; que a rejeição não seja herança de condicionamentos culturais e preconceitos sumários com quem já tem um passado.


Recorrer à ideia de combo é anunciar nitidamente que está levando algo que se quer com algo que não se quer.


A gravidez desejada não acontece uma única vez na vida, com os pais da criança, acontece sempre que se inicia uma nova família com os filhos já crescidos.


(CARPINEJAR, Fabrício. Amizade é também amor. Bertrand Brasil. p. 143/144)

O parágrafo 4°, primeiro período "A declaração é infeliz pois sublinha o apesar, ressalta o desconto, enfatiza a restrição."apresenta falha de:
Alternativas
Q4329576 Português

Ο texto seguinte servirá de base para responder à questão.



COMBO-FAMILIA



Com a recente transformação da estrutura familiar, hoje formada por madrastas, padrastos e meios-irmãos, e diante do rearranjo veloz dos relacionamentos ao longo da vida, ficou comum a expressão "arcar com o pacote".


Quando alguém casa com mulher ou homem com filhos de outros casamentos, logo fala aos amigos que terá que comprar o pacote inteiro.


Mesmo soando como uma manifestação de amor ("se eu não te amasse não assumia todo o pacote"), a frase tem um quê de pesar. É, na verdade, uma confissão de sacrifício


A declaração é infeliz pois sublinha o apesar, ressalta o desconto, enfatiza a restrição. O pacote é uma inevitabilidade forçada, aponta os malefícios do benefício.


As crianças são tratadas com uma conotação de contrariedade Não adianta elogiar a companhia cometendo uma crítica velada à paternidade ou à maternidade.


Não adianta homenagear o namoro e atacar os filhos, compreendidos como fardo e juros de antigos amores


É necessário entender que o filho não é opcional, não se abandona o laço, é parte irreversível do caráter do pai e da mãe.


Na hipótese do pai e da mãe desprezarem as crias em nome de uma relação recente serão também péssimos amantes e cuidadores.


O natural é não falar nada, deixar as coisas acontecerem, permitir que a amizade nasça da espontaneidade e se fortaleça com o decorrer do tempo.


Não hả como gostar de alguém por antecipação, mas tampouco é justo desgostar prematuramente; que a rejeição não seja herança de condicionamentos culturais e preconceitos sumários com quem já tem um passado.


Recorrer à ideia de combo é anunciar nitidamente que está levando algo que se quer com algo que não se quer.


A gravidez desejada não acontece uma única vez na vida, com os pais da criança, acontece sempre que se inicia uma nova família com os filhos já crescidos.


(CARPINEJAR, Fabrício. Amizade é também amor. Bertrand Brasil. p. 143/144)

A crônica tem como tema:
Alternativas
Q4329524 Português
Assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado:
Alternativas
Q4329523 Português
Observe as frases abaixo e assinale aquela em que o pronome em destaque representa um pronome demonstrativo:
Alternativas
Q4329522 Português
Nas alternativas abaixo assinale com V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas a classificação dos adjetivos sublinhado nas frases: 

( ) Na curva perigosa dos cinquenta derrapei neste amor ( simples/ derivado)
( ) “Que pétala sensível e secreta me atormenta”. ( Carlos Drummond Andrade) (simples/ primitivo)
( ) São uns olhos verdes ( derivado / simples)
( ) Pensamento gentil de paz eternamente grata. ( simples / derivado )
( ) O cão espiou o dono desconfiado. ( primitivo / simples)

Nessas condições assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4329521 Português
Assinale a alternativa abaixo, que representa um substantivo sobrecomum:
Alternativas
Q4329520 Português
Identifique em qual das alternativas abaixo os dois substantivos estão flexionados corretamente no plural:
Alternativas
Q4329519 Português
Das palavras a seguir qual a que não representa um substantivo abstrato. Indique-a:
Alternativas
Q4329518 Português

TEXTO: O HOMEMDE NEGÓCIOS


    Uf! São pois quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e dois mil, setecentos e trinta e um.


    -Quinhentos milhões de que?


    - Hem? Ainda estás aqui? Quinhentos e um milhões de ...eu não sei mais ... Tenho tanto trabalho! Sou um sujeito sério, não me preocupo com ninharias. Dois, cinco, sete ...


    Quinhentos milhões de que? Repetiu o principezinho, que nunca na sua vida renunciara a uma pergunta, uma vez que a tivesse feito.


    O homem de negócios levantou a cabeça:


    - Há cinquenta e quatro anos que habito este planeta e só fui incomodado três vezes. A primeira vez há vinte anos, por um besouro caído não sei de onde. Fazia um barulho terrível 


, e cometi quatro erros na soma. A segunda foi há nove anos, por uma crise de reumatismo. Falta de exercício. Não tenho tempo para passeio. Sou um sujeito sério. A terceira ... é esta! Eu dizia, portanto, quinhentos e um milhões ...


    -Milhões de que?


    O homem de negócios compreendeu que não havia esperança de paz:


    - Milhões dessas coisinhas que se vêm às vezes no céu.


    - Moscas?


    Não, não. Essas coisinhas que brilham.


    Abelha?


    - Também não. Essas coisinhas douradas que fazem sonhar os ociosos. Eu cá sou um sujeito sério. Não tenho tempo para divagações.


    Ah! Estrelas?


    - Isso mesmo. Estrelas.



Antoine de Saint-Exupéry



O homem de negócios era um homem sério, não podia perder tempo. Ele não tinha tempo para que que? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
2321: B
2322: D
2323: C
2324: E
2325: D
2326: A
2327: B
2328: C
2329: A
2330: D
2331: B
2332: A
2333: B
2334: D
2335: C
2336: A
2337: E
2338: D
2339: D
2340: A