Questões de Concurso Sobre português

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Q4329517 Português

TEXTO: O HOMEMDE NEGÓCIOS


    Uf! São pois quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e dois mil, setecentos e trinta e um.


    -Quinhentos milhões de que?


    - Hem? Ainda estás aqui? Quinhentos e um milhões de ...eu não sei mais ... Tenho tanto trabalho! Sou um sujeito sério, não me preocupo com ninharias. Dois, cinco, sete ...


    Quinhentos milhões de que? Repetiu o principezinho, que nunca na sua vida renunciara a uma pergunta, uma vez que a tivesse feito.


    O homem de negócios levantou a cabeça:


    - Há cinquenta e quatro anos que habito este planeta e só fui incomodado três vezes. A primeira vez há vinte anos, por um besouro caído não sei de onde. Fazia um barulho terrível 


, e cometi quatro erros na soma. A segunda foi há nove anos, por uma crise de reumatismo. Falta de exercício. Não tenho tempo para passeio. Sou um sujeito sério. A terceira ... é esta! Eu dizia, portanto, quinhentos e um milhões ...


    -Milhões de que?


    O homem de negócios compreendeu que não havia esperança de paz:


    - Milhões dessas coisinhas que se vêm às vezes no céu.


    - Moscas?


    Não, não. Essas coisinhas que brilham.


    Abelha?


    - Também não. Essas coisinhas douradas que fazem sonhar os ociosos. Eu cá sou um sujeito sério. Não tenho tempo para divagações.


    Ah! Estrelas?


    - Isso mesmo. Estrelas.



Antoine de Saint-Exupéry



A atitude do principezinho durante o diálogo mostra que ele é:
Alternativas
Q4329516 Português

TEXTO: O HOMEMDE NEGÓCIOS


    Uf! São pois quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e dois mil, setecentos e trinta e um.


    -Quinhentos milhões de que?


    - Hem? Ainda estás aqui? Quinhentos e um milhões de ...eu não sei mais ... Tenho tanto trabalho! Sou um sujeito sério, não me preocupo com ninharias. Dois, cinco, sete ...


    Quinhentos milhões de que? Repetiu o principezinho, que nunca na sua vida renunciara a uma pergunta, uma vez que a tivesse feito.


    O homem de negócios levantou a cabeça:


    - Há cinquenta e quatro anos que habito este planeta e só fui incomodado três vezes. A primeira vez há vinte anos, por um besouro caído não sei de onde. Fazia um barulho terrível 


, e cometi quatro erros na soma. A segunda foi há nove anos, por uma crise de reumatismo. Falta de exercício. Não tenho tempo para passeio. Sou um sujeito sério. A terceira ... é esta! Eu dizia, portanto, quinhentos e um milhões ...


    -Milhões de que?


    O homem de negócios compreendeu que não havia esperança de paz:


    - Milhões dessas coisinhas que se vêm às vezes no céu.


    - Moscas?


    Não, não. Essas coisinhas que brilham.


    Abelha?


    - Também não. Essas coisinhas douradas que fazem sonhar os ociosos. Eu cá sou um sujeito sério. Não tenho tempo para divagações.


    Ah! Estrelas?


    - Isso mesmo. Estrelas.



Antoine de Saint-Exupéry



Segundo o texto, por que o homem de negócios diz que não tem tempo para passeios?
Alternativas
Q4329515 Português

TEXTO: O HOMEMDE NEGÓCIOS


    Uf! São pois quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e dois mil, setecentos e trinta e um.


    -Quinhentos milhões de que?


    - Hem? Ainda estás aqui? Quinhentos e um milhões de ...eu não sei mais ... Tenho tanto trabalho! Sou um sujeito sério, não me preocupo com ninharias. Dois, cinco, sete ...


    Quinhentos milhões de que? Repetiu o principezinho, que nunca na sua vida renunciara a uma pergunta, uma vez que a tivesse feito.


    O homem de negócios levantou a cabeça:


    - Há cinquenta e quatro anos que habito este planeta e só fui incomodado três vezes. A primeira vez há vinte anos, por um besouro caído não sei de onde. Fazia um barulho terrível 


, e cometi quatro erros na soma. A segunda foi há nove anos, por uma crise de reumatismo. Falta de exercício. Não tenho tempo para passeio. Sou um sujeito sério. A terceira ... é esta! Eu dizia, portanto, quinhentos e um milhões ...


    -Milhões de que?


    O homem de negócios compreendeu que não havia esperança de paz:


    - Milhões dessas coisinhas que se vêm às vezes no céu.


    - Moscas?


    Não, não. Essas coisinhas que brilham.


    Abelha?


    - Também não. Essas coisinhas douradas que fazem sonhar os ociosos. Eu cá sou um sujeito sério. Não tenho tempo para divagações.


    Ah! Estrelas?


    - Isso mesmo. Estrelas.



Antoine de Saint-Exupéry



O que o homem de negócios estava fazendo quando o principezinho começou a conversar com ele?
Alternativas
Q4329036 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Algoritmos que fazem política


Vivemos em um mundo regido por algoritmos. Eles ditam boa parte dos nossos movimentos, as notícias que lemos, os impostos que pagamos e as pessoas com quem nos relacionamos, além de influenciarem políticas públicas e resultados de eleições. Na última década, o aumento do poder do hardware dos computadores e a grande quantidade de dados disponíveis para análise impulsionaram o avanço dos algoritmos de aprendizado de máquina, que passaram a obter resultados expressivos em aplicações como a detecção de fraudes no imposto de renda ou em licitações.

Ao propor que os algoritmos sejam compreendidos como instituições, os autores de Política dos algoritmos fogem de abordagens superficiais, tanto daquelas que os tratam, em um extremo, como agentes autônomos animados quanto das que os reduzem a ferramentas neutras. Por fim, o livro enfatiza a necessidade de a sociedade impor limites ao modo como os algoritmos são inseridos em nossas vidas, ressaltando que valores da ética, da responsabilidade e da democracia devem prevalecer.


KON, Fabio. Algoritmos que fazem política. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 1 jun. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/algoritmos-que-fazem-politica/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Considerando os mecanismos de concordância, regência, referência pronominal e relações sintáticas presentes no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4329035 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Algoritmos que fazem política


Vivemos em um mundo regido por algoritmos. Eles ditam boa parte dos nossos movimentos, as notícias que lemos, os impostos que pagamos e as pessoas com quem nos relacionamos, além de influenciarem políticas públicas e resultados de eleições. Na última década, o aumento do poder do hardware dos computadores e a grande quantidade de dados disponíveis para análise impulsionaram o avanço dos algoritmos de aprendizado de máquina, que passaram a obter resultados expressivos em aplicações como a detecção de fraudes no imposto de renda ou em licitações.

Ao propor que os algoritmos sejam compreendidos como instituições, os autores de Política dos algoritmos fogem de abordagens superficiais, tanto daquelas que os tratam, em um extremo, como agentes autônomos animados quanto das que os reduzem a ferramentas neutras. Por fim, o livro enfatiza a necessidade de a sociedade impor limites ao modo como os algoritmos são inseridos em nossas vidas, ressaltando que valores da ética, da responsabilidade e da democracia devem prevalecer.


KON, Fabio. Algoritmos que fazem política. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 1 jun. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/algoritmos-que-fazem-politica/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Após a leitura do texto, analise as afirmativas a seguir a respeito das estratégias argumentativas e dos sentidos produzidos pelo texto.

I.Ao afirmar que os algoritmos "ditam boa parte dos nossos movimentos", o autor faz uso de linguagem não literal para intensificar a percepção de influência dos sistemas algorítmicos sobre a vida social.
II.A referência aos algoritmos de aprendizado de máquina funciona apenas como exemplificação técnica, não contribuindo para sustentar a tese central do texto.
III.A defesa de que valores éticos e democráticos devem prevalecer pressupõe que a incorporação dos algoritmos à sociedade não constitui um processo inteiramente neutro.

E correto afirmar que estão corretas a(s) afirmativa(s): 
Alternativas
Q4329034 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Algoritmos que fazem política


Vivemos em um mundo regido por algoritmos. Eles ditam boa parte dos nossos movimentos, as notícias que lemos, os impostos que pagamos e as pessoas com quem nos relacionamos, além de influenciarem políticas públicas e resultados de eleições. Na última década, o aumento do poder do hardware dos computadores e a grande quantidade de dados disponíveis para análise impulsionaram o avanço dos algoritmos de aprendizado de máquina, que passaram a obter resultados expressivos em aplicações como a detecção de fraudes no imposto de renda ou em licitações.

Ao propor que os algoritmos sejam compreendidos como instituições, os autores de Política dos algoritmos fogem de abordagens superficiais, tanto daquelas que os tratam, em um extremo, como agentes autônomos animados quanto das que os reduzem a ferramentas neutras. Por fim, o livro enfatiza a necessidade de a sociedade impor limites ao modo como os algoritmos são inseridos em nossas vidas, ressaltando que valores da ética, da responsabilidade e da democracia devem prevalecer.


KON, Fabio. Algoritmos que fazem política. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 1 jun. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/algoritmos-que-fazem-politica/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Com base no texto, analise as afirmações.

(__)Em "grande quantidade de dados disponíveis", a retirada do termo "grande" preservaria a classe gramatical do núcleo do sintagma, mas alteraria a intensidade semântica da expressão.
(__)Em "os impostos que pagamos", o vocábulo "que" desempenha função de pronome relativo e estabelece mecanismo de coesão textual.
(__)Em "passaram a obter resultados expressivos", a palavra "expressivos" poderia ser substituída por "significativos" sem prejuízo relevante do sentido contextual.
(__)Em "além de influenciarem políticas públicas e resultados de eleições", a forma "além de" estabelece relação semântica predominantemente aditiva.
(__)No trecho "valores da ética, da responsabilidade e da democracia", a repetição da preposição com o artigo é facultativa e sua eliminação produziria necessariamente erro gramatical.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q4328664 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo

A dificuldade crescente de acesso à casa própria e o aumento do custo da moradia têm levado pesquisadores e gestores públicos a olhar com mais atenção para o aluguel social como parte da solução para a crise habitacional. De acordo com o Censo do IBGE, cerca de 22% das famílias brasileiras viviam em domicílios alugados em 2022, e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais mostrou que 67,7% dos municípios afirmam possuir alguma política de aluguel social. Cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Recife adotam o instrumento por meio de iniciativas municipais ou federais, nas quais as unidades residenciais são oferecidas pelo poder público, que pode intermediar a oferta ou ser proprietário dos imóveis, enquanto o morador paga um aluguel que não compromete excessivamente sua renda.

O déficit habitacional envolve diferentes formas de precariedade, como moradias inadequadas e o chamado ônus excessivo do aluguel, situação em que famílias com renda de até três salários mínimos comprometem mais de 30% do orçamento com o pagamento da moradia. Em São Paulo, esse problema é especialmente expressivo: em 2022, 65% desse público ultrapassava esse limite, segundo dados da Fundação João Pinheiro.


GARCIA, Ana Beatriz. Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 7 jul. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/aluguel-social-como-alternativa-a-crise -habitacional-em-sao-paulo/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Considerando as regras de concordância verbal aplicáveis ao trecho "em 2022, 65% desse público ultrapassava esse limite", assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4328663 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo

A dificuldade crescente de acesso à casa própria e o aumento do custo da moradia têm levado pesquisadores e gestores públicos a olhar com mais atenção para o aluguel social como parte da solução para a crise habitacional. De acordo com o Censo do IBGE, cerca de 22% das famílias brasileiras viviam em domicílios alugados em 2022, e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais mostrou que 67,7% dos municípios afirmam possuir alguma política de aluguel social. Cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Recife adotam o instrumento por meio de iniciativas municipais ou federais, nas quais as unidades residenciais são oferecidas pelo poder público, que pode intermediar a oferta ou ser proprietário dos imóveis, enquanto o morador paga um aluguel que não compromete excessivamente sua renda.

O déficit habitacional envolve diferentes formas de precariedade, como moradias inadequadas e o chamado ônus excessivo do aluguel, situação em que famílias com renda de até três salários mínimos comprometem mais de 30% do orçamento com o pagamento da moradia. Em São Paulo, esse problema é especialmente expressivo: em 2022, 65% desse público ultrapassava esse limite, segundo dados da Fundação João Pinheiro.


GARCIA, Ana Beatriz. Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 7 jul. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/aluguel-social-como-alternativa-a-crise -habitacional-em-sao-paulo/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Considerando as informações apresentadas no texto e as relações estabelecidas entre a crise habitacional, o déficit de moradia e as políticas públicas mencionadas, assinale a alternativa cuja interpretação está em conformidade com o ponto de vista defendido no texto.
Alternativas
Q4328662 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo

A dificuldade crescente de acesso à casa própria e o aumento do custo da moradia têm levado pesquisadores e gestores públicos a olhar com mais atenção para o aluguel social como parte da solução para a crise habitacional. De acordo com o Censo do IBGE, cerca de 22% das famílias brasileiras viviam em domicílios alugados em 2022, e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais mostrou que 67,7% dos municípios afirmam possuir alguma política de aluguel social. Cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Recife adotam o instrumento por meio de iniciativas municipais ou federais, nas quais as unidades residenciais são oferecidas pelo poder público, que pode intermediar a oferta ou ser proprietário dos imóveis, enquanto o morador paga um aluguel que não compromete excessivamente sua renda.

O déficit habitacional envolve diferentes formas de precariedade, como moradias inadequadas e o chamado ônus excessivo do aluguel, situação em que famílias com renda de até três salários mínimos comprometem mais de 30% do orçamento com o pagamento da moradia. Em São Paulo, esse problema é especialmente expressivo: em 2022, 65% desse público ultrapassava esse limite, segundo dados da Fundação João Pinheiro.


GARCIA, Ana Beatriz. Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 7 jul. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/aluguel-social-como-alternativa-a-crise -habitacional-em-sao-paulo/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Com base no trecho "A dificuldade crescente de acesso à casa própria e o aumento do custo da moradia têm levado pesquisadores e gestores públicos a olhar com mais atenção para o aluguel social como parte da solução para a crise habitacional", analise as afirmações a seguir e registre V, para verdadeiro, e F, para falso:

(__)Em "acesso à casa própria", o uso do acento grave ocorre pela fusão da preposição exigida pelo substantivo acesso com o artigo feminino que acompanha o substantivo casa.
(__)Em "têm levado", o acento circunflexo na palavra "têm" é empregado porque a palavra é uma oxítona com terminação "-em".
(__)No trecho "com mais atenção", a preposição com expressa ideia de modo, indicando a maneira como pesquisadores e gestores públicos passaram a observar o aluguel social.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q4328661 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo

A dificuldade crescente de acesso à casa própria e o aumento do custo da moradia têm levado pesquisadores e gestores públicos a olhar com mais atenção para o aluguel social como parte da solução para a crise habitacional. De acordo com o Censo do IBGE, cerca de 22% das famílias brasileiras viviam em domicílios alugados em 2022, e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais mostrou que 67,7% dos municípios afirmam possuir alguma política de aluguel social. Cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Recife adotam o instrumento por meio de iniciativas municipais ou federais, nas quais as unidades residenciais são oferecidas pelo poder público, que pode intermediar a oferta ou ser proprietário dos imóveis, enquanto o morador paga um aluguel que não compromete excessivamente sua renda.

O déficit habitacional envolve diferentes formas de precariedade, como moradias inadequadas e o chamado ônus excessivo do aluguel, situação em que famílias com renda de até três salários mínimos comprometem mais de 30% do orçamento com o pagamento da moradia. Em São Paulo, esse problema é especialmente expressivo: em 2022, 65% desse público ultrapassava esse limite, segundo dados da Fundação João Pinheiro.


GARCIA, Ana Beatriz. Aluguel social como alternativa à crise habitacional em São Paulo. Pesquisa FAPESP, São Paulo, 7 jul. 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/aluguel-social-como-alternativa-a-crise -habitacional-em-sao-paulo/. Acesso em: 26 ago. 2026. (Adaptado.)
Considerando o trecho "Em São Paulo, esse problema é especialmente expressivo: em 2022, 65% desse público ultrapassava esse limite, segundo dados da Fundação João Pinheiro", analise as afirmativas a seguir. 

I.Os dois-pontos introduzem dado que especifica a avaliação enunciada imediatamente antes.
II.A vírgula após "Em São Paulo" isola adjunto adverbial deslocado para o início do período.
III.A vírgula anterior a "segundo dados" separa oração coordenada de valor conclusivo.
IV.A vírgula posposta a "em 2022" separa o sujeito do predicado da oração iniciada após os dois-pontos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4328455 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
Leia a passagem abaixo retirada do texto I: - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda!. Pode-se dizer que os sinais de pontuação presentes no fragmento, pela ordem, são:
Alternativas
Q4328454 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
“- Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.”. Sobre a palavra em destaque, analise cada afirmação abaixo antes de julgar o que será pedido.

( ) Trata-se de um substantivo coletivo referente a lobos e cães.
( ) Possui um dígrafo o qual permanece na mesma sílaba em separação silábica.
( ) Trata-se de um substantivo feminino que se encontra no singular.
( ) É um substantivo coletivo referente a “cães”, o que provocou pânico na Raposa.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se, pela ordem, a sequência:
Alternativas
Q4328453 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
Leia: “Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.”. Segundo as regras de conjugação da Língua Portuguesa, pode-se apontar corretamente que a palavra em destaque se encontra no:
Alternativas
Q4328452 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
Assinale a alternativa cuja expressão em destaque tenha sido corretamente usada segundo as regras ortográficas vigentes da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4328451 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
Assinale a alternativa cuja separação silábica das palavras esteja incorreta segundo a Gramática. 
Alternativas
Q4328450 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
Leia as afirmações abaixo, antes de julgar o que se pede.

I. Em “Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer.”, encontram-se destacados dois artigos definidos femininos referentes à Raposa.
II. Em “Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore.”, as palavras destacadas são monossílabos pertencentes à mesma classe morfológica: Pronome.
III. Em “Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer.”, o pronome em destaque foi usado como elemento coesivo para recuperar o substantivo “Galo”.
IV. Em “Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:”, a palavra destacada é um Adjetivo que se encontra no grau diminutivo pelo processo de sufixação.

Pode-se dizer que se encontra correto o que se afirmou apenas em:
Alternativas
Q4328449 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
“No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta.”. Em relação ao fragmento, pode-se afirmar sobre as palavras destacadas que:
Alternativas
Q4328448 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
De acordo com a leitura do texto I, a passagem nele que deixa clara a real intenção da raposa em relação ao galo está em evidência na seguinte alternativa:
Alternativas
Q4328447 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
Pode-se dizer sobre o tipo e o gênero textual em destaque que se trata de um texto
Alternativas
Q4328446 Português
TEXTO I

O GALO E A RAPOSA



(Esopo)

   No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:

   - Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!

   O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.

   - Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.

   - Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.

   - O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!

   - Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?


Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopocom.html#google_vignette. Adaptado.
A partir da leitura do Texto I, pode-se entender como mensagem principal para o leitor a seguinte ideia:
Alternativas
Respostas
2341: C
2342: D
2343: C
2344: E
2345: D
2346: A
2347: E
2348: D
2349: C
2350: C
2351: B
2352: D
2353: E
2354: C
2355: C
2356: D
2357: A
2358: A
2359: B
2360: E