Questões de Concurso Sobre português
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Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
A tira a seguir é referência para a questão.

Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
Leia o trecho da letra a seguir:
Deslocado
Conto os dias para mim / Com a mala arrumada
Já quase não cabia a saudade acumulada
Do azul, vejo o jardim / Mesmo por trás da asa
Mãe, olha à janela, que eu tou a chegar a casa
Por mais que possa parecer
Eu nunca vou pertencer àquela cidade
O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão
Não me provoca nada / Não me convoca casa
Disponível em: https://www.letras.mus.br/napa/deslocado/print.html.
Considerando os aspectos comuns às letras de “Deslocado” e “Voando Pro Pará”, o eu lírico de cada canção expressa:
1. Relação afetiva com um lugar de pertencimento.
2. Desejo de retorno a um lugar significativo.
3. Valorização do distanciamento como forma de liberdade pessoal.
4. Valorização de experiências ligadas à memória afetiva.
Assinale a alternativa correta.
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
Considere o seguinte trecho da música:
“E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir (...)”
O termo “point”, grifado no texto, é classificado como:
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
O texto a seguir é referência para a questão.
Lojas de conveniência para combater a solidão? Em Seul, tem
Quando se pensa numa loja de conveniência, a imagem que logo vem à cabeça é a de um quebra-galho para comer um sanduíche ou comprar algum item de emergência de madrugada. No entanto, em Seul, capital da Coreia do Sul, foi criada uma nova modalidade: as “lojas de conveniência para a mente”. O país enfrenta uma severa epidemia de solidão e está investindo num programa de locais acolhedores para quem se sente muito só.
Seul tem perto de dez milhões de habitantes e, nas últimas duas décadas, o número de lares com apenas um morador passou de 16% para 40% dos domicílios da cidade. Em 2022, uma pesquisa revelou que 62% se queixavam do isolamento e, mesmo entre os jovens, o índice era bastante alto. Em todo o país, foram computadas 3.600 “mortes solitárias” em 2023 – quando as pessoas morrem e ninguém se dá conta do ocorrido por semanas e até meses.
Para utilizar o espaço, os visitantes precisam apenas preencher um questionário com cinco perguntas. Ali, é possível fazer uma massagem nos pés, tomar uma sopa de noodles, assistir a um filme, ou simplesmente passar um tempo na companhia de outras pessoas. Ninguém é obrigado a conversar ou interagir. Para os idealizadores do projeto, estar próximo de outros seres humanos é o suficiente. Assistentes sociais estão disponíveis para quem precisa de um apoio maior.
No ano passado, o prefeito da cidade lançou “Seul sem solidão”, um programa com cinco anos de duração ao qual foram destinados 1.8 bilhão de reais. Em março, foram abertas as primeiras quatro lojas de conveniência para a mente. Em abril, foi disponibilizada uma linha direta que, em julho, já tinha recebido mais dez mil chamadas – o triplo do previsto. Desse total, 63% eram de gente de meia-idade; 31%, jovens adultos; e apenas 5% idosos.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/07/24/lojas-de-conveniencia-para-combater-a-solidao-em-seultem.ghtml. Adaptado.
O texto a seguir é referência para a questão.
Lojas de conveniência para combater a solidão? Em Seul, tem
Quando se pensa numa loja de conveniência, a imagem que logo vem à cabeça é a de um quebra-galho para comer um sanduíche ou comprar algum item de emergência de madrugada. No entanto, em Seul, capital da Coreia do Sul, foi criada uma nova modalidade: as “lojas de conveniência para a mente”. O país enfrenta uma severa epidemia de solidão e está investindo num programa de locais acolhedores para quem se sente muito só.
Seul tem perto de dez milhões de habitantes e, nas últimas duas décadas, o número de lares com apenas um morador passou de 16% para 40% dos domicílios da cidade. Em 2022, uma pesquisa revelou que 62% se queixavam do isolamento e, mesmo entre os jovens, o índice era bastante alto. Em todo o país, foram computadas 3.600 “mortes solitárias” em 2023 – quando as pessoas morrem e ninguém se dá conta do ocorrido por semanas e até meses.
Para utilizar o espaço, os visitantes precisam apenas preencher um questionário com cinco perguntas. Ali, é possível fazer uma massagem nos pés, tomar uma sopa de noodles, assistir a um filme, ou simplesmente passar um tempo na companhia de outras pessoas. Ninguém é obrigado a conversar ou interagir. Para os idealizadores do projeto, estar próximo de outros seres humanos é o suficiente. Assistentes sociais estão disponíveis para quem precisa de um apoio maior.
No ano passado, o prefeito da cidade lançou “Seul sem solidão”, um programa com cinco anos de duração ao qual foram destinados 1.8 bilhão de reais. Em março, foram abertas as primeiras quatro lojas de conveniência para a mente. Em abril, foi disponibilizada uma linha direta que, em julho, já tinha recebido mais dez mil chamadas – o triplo do previsto. Desse total, 63% eram de gente de meia-idade; 31%, jovens adultos; e apenas 5% idosos.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/07/24/lojas-de-conveniencia-para-combater-a-solidao-em-seultem.ghtml. Adaptado.
Leia o período a seguir:
Hospital que cobrava pacientes do SUS terá de ressarcir os pacientes em dobro.
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o período de acordo com a norma padrão do português escrito, mantendo seu sentido original.
Dê-nos uma chance, por favor. Espero que se saiam muito bem no jogo. Jamais se renda aos adversários. Eu nunca lhe implorarei clemência. Eu não vou fazê-los esperar tanto tempo.
CAZO. Em um futuro próximo. Disponível em https://blogdoaftm.com.br/charge-em-um-futuro-proximo/>
Na fala do personagem na charge acima, a expressão “em uma barra de rolagem infinita" tem o sentido de:
A palavra destacada no pensamento acima tem natureza:
Assinale a alternativa cuja forma verbal completa corretamente a lacuna acima.
TEXTO I
O homem, o menino e o burro

Um Homem e o seu filho iam um dia com o seu Burro para o mercado. Enquanto caminhavam ao lado do Burro, um homem do campo passou por eles e disse:
- Seus tolos, para que serve um burro senão para montar? Então o Homem pôs o Menino em cima do Burro e seguiram o seu caminho. Mas logo passaram por um grupo de homens, um dos quais disse:
- Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!
Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres, uma das quais disse à outra:
- É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear.
O Homem não sabia o que fazer, então acabou por levar o Menino junto de si em cima do Burro. Por esta altura, já tinham chegado à cidade e os transeuntes começaram a troçar e a apontar para eles. O Homem parou e perguntou-lhes de que é que estavam a zombar. Os homens disseram-lhe:
- Não tens vergonha de sobrecarregar esse teu pobre Burro com teu peso e o de teu filho?
O Homem e o Menino desceram e tentaram pensar no que fazer. Pensaram e pensaram, até que finalmente cortaram uma árvore, ataram os pés do burro a ele e levantaram o poste e Burro aos ombros. Foram andando no meio das gargalhadas de todos os que os encontravam até chegarem à Ponte do Mercado, quando o Burro, soltando uma das patas, deu um coice e fez com que o Menino deixasse cair a ponta do galho. Na luta, o Burro caiu sobre a ponte e, com as patas dianteiras atadas, afogou-se.
- Isto vai ensinar-vos, disse-lhes um velho que os tinha seguido: - Agradai a todos e não agradareis a ninguém.
ESOPO. 82 Histórias. Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabulas-esopo com.html#google_vignette.
TEXTO I
O homem, o menino e o burro

Um Homem e o seu filho iam um dia com o seu Burro para o mercado. Enquanto caminhavam ao lado do Burro, um homem do campo passou por eles e disse:
- Seus tolos, para que serve um burro senão para montar? Então o Homem pôs o Menino em cima do Burro e seguiram o seu caminho. Mas logo passaram por um grupo de homens, um dos quais disse:
- Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!
Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres, uma das quais disse à outra:
- É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear.
O Homem não sabia o que fazer, então acabou por levar o Menino junto de si em cima do Burro. Por esta altura, já tinham chegado à cidade e os transeuntes começaram a troçar e a apontar para eles. O Homem parou e perguntou-lhes de que é que estavam a zombar. Os homens disseram-lhe:
- Não tens vergonha de sobrecarregar esse teu pobre Burro com teu peso e o de teu filho?
O Homem e o Menino desceram e tentaram pensar no que fazer. Pensaram e pensaram, até que finalmente cortaram uma árvore, ataram os pés do burro a ele e levantaram o poste e Burro aos ombros. Foram andando no meio das gargalhadas de todos os que os encontravam até chegarem à Ponte do Mercado, quando o Burro, soltando uma das patas, deu um coice e fez com que o Menino deixasse cair a ponta do galho. Na luta, o Burro caiu sobre a ponte e, com as patas dianteiras atadas, afogou-se.
- Isto vai ensinar-vos, disse-lhes um velho que os tinha seguido: - Agradai a todos e não agradareis a ninguém.
ESOPO. 82 Histórias. Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabulas-esopo com.html#google_vignette.
TEXTO I
O homem, o menino e o burro

Um Homem e o seu filho iam um dia com o seu Burro para o mercado. Enquanto caminhavam ao lado do Burro, um homem do campo passou por eles e disse:
- Seus tolos, para que serve um burro senão para montar? Então o Homem pôs o Menino em cima do Burro e seguiram o seu caminho. Mas logo passaram por um grupo de homens, um dos quais disse:
- Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!
Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres, uma das quais disse à outra:
- É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear.
O Homem não sabia o que fazer, então acabou por levar o Menino junto de si em cima do Burro. Por esta altura, já tinham chegado à cidade e os transeuntes começaram a troçar e a apontar para eles. O Homem parou e perguntou-lhes de que é que estavam a zombar. Os homens disseram-lhe:
- Não tens vergonha de sobrecarregar esse teu pobre Burro com teu peso e o de teu filho?
O Homem e o Menino desceram e tentaram pensar no que fazer. Pensaram e pensaram, até que finalmente cortaram uma árvore, ataram os pés do burro a ele e levantaram o poste e Burro aos ombros. Foram andando no meio das gargalhadas de todos os que os encontravam até chegarem à Ponte do Mercado, quando o Burro, soltando uma das patas, deu um coice e fez com que o Menino deixasse cair a ponta do galho. Na luta, o Burro caiu sobre a ponte e, com as patas dianteiras atadas, afogou-se.
- Isto vai ensinar-vos, disse-lhes um velho que os tinha seguido: - Agradai a todos e não agradareis a ninguém.
ESOPO. 82 Histórias. Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabulas-esopo com.html#google_vignette.