Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4196185 Português

Leia o texto para responder à questão.



    Enquanto um mundo novo repleto de oportunidades se abre ao adolescente que vislumbra a fase adulta, é possível que aos seus responsáveis reste uma sensação oposta, de um mundo com menos brilho do que havia antes de os filhos crescerem. E não precisa nem que o tal ninho vazio se concretize — muitas vezes, a dor já começa antes.

    A educadora e pesquisadora do comportamento adolescente Carolina Delboni diz que, para muitos pais, a sensação nessa fase da vida é de que perderam os filhos. “E, como os pais não sabem se relacionar com essa ‘perda’, muitas vezes eles acabam se relacionando pela raiva”, afirma. Com isso, a distância em casa só aumenta: adultos num canto, magoados, e os jovens no outro, se sentindo incompreendidos e buscando compreensão lá fora.

    Também é papel dos pais, segundo Delboni, quebrar os estereótipos da adolescência — evitar cair na tentação, por exemplo, de acusar os filhos de serem lacônicos, de não saírem do quarto e do celular, ou de dizer que conversar com eles é impossível. “A gente tem o costume de rebater tudo o que vem do universo adolescente, de dizer que é coisa fútil, de chamar a música que eles gostam de ruim, de falar que o lugar que eles escolheram para ir passear não é o melhor etc. Sempre temos algo a dizer que mostra que eles deveriam estar fazendo diferente”, afirma a pesquisadora.

    Para ela, este hábito “corta todos os vínculos” com o jovem. “O que isso vai acrescentar às relações? Nada. Não vai melhorar o vínculo, pelo contrário, e ainda não vai tirar ele dali do celular. Por outro lado, você já experimentou perguntar o que ele está vendo? Pode ser que ele não mostre, mas você fez uma pergunta, demonstrou interesse. Nesse cotidiano, estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar em vez de nos deslocarmos para o canto dele, sem reclamar”.



(Marcella Franco. Estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar, diz educadora. Folha de S. Paulo, 12.10.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa que está de acordo com as ideias de Carolina Delboni, apresentadas no texto, acerca da relação entre pais e filhos adolescentes.  
Alternativas
Q4195926 Português
Leia o texto para responder à questão.

     Enquanto um mundo novo repleto de oportunidades se abre ao adolescente que vislumbra a fase adulta, é possível que aos seus responsáveis reste uma sensação oposta, de um mundo com menos brilho do que havia antes de os filhos crescerem. E não precisa nem que o tal ninho vazio se concretize — muitas vezes, a dor já começa antes.
    A educadora e pesquisadora do comportamento adolescente Carolina Delboni diz que, para muitos pais, a sensação nessa fase da vida é de que perderam os filhos. “E, como os pais não sabem se relacionar com essa ‘perda’, muitas vezes eles acabam se relacionando pela raiva”, afirma. Com isso, a distância em casa só aumenta: adultos num canto, magoados, e os jovens no outro, se sentindo incompreendidos e buscando compreensão lá fora.
    Também é papel dos pais, segundo Delboni, quebrar os estereótipos da adolescência — evitar cair na tentação, por exemplo, de acusar os filhos de serem lacônicos, de não saírem do quarto e do celular, ou de dizer que conversar com eles é impossível. “A gente tem o costume de rebater tudo o que vem do universo adolescente, de dizer que é coisa fútil, de chamar a música que eles gostam de ruim, de falar que o lugar que eles escolheram para ir passear não é o melhor etc. Sempre temos algo a dizer que mostra que eles deveriam estar fazendo diferente”, afirma a pesquisadora.
    Para ela, este hábito “corta todos os vínculos” com o jovem. “O que isso vai acrescentar às relações? Nada. Não vai melhorar o vínculo, pelo contrário, e ainda não vai tirar ele dali do celular. Por outro lado, você já experimentou perguntar o que ele está vendo? Pode ser que ele não mostre, mas você fez uma pergunta, demonstrou interesse. Nesse cotidiano, estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar em vez de nos deslocarmos para o canto dele, sem reclamar”.

(Marcella Franco. Estamos sempre querendo tirar o adolescente à força do seu lugar, diz educadora. Folha de S. Paulo, 12.10.2023. Adaptado)
Com base no texto, é correto afirmar que a adolescência
Alternativas
Q4194592 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Assinale a alternativa em que a vírgula isola uma expressão temporal
Alternativas
Q4194591 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

No 4º parágrafo, o vocábulo ‘almejar’ tem como sinônimo, no contexto em que foi utilizado, a palavra
Alternativas
Q4194590 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Segundo o autor, no caso específico da psicoterapia a idealização
Alternativas
Q4194589 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.


    Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.


    A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.


    Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.


    Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.


(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

O autor do texto afirma que a idealização dos profissionais de saúde em geral
Alternativas
Q4194586 Português

Leia a tira para responder à questão.


O efeito de humor da tira deriva, principalmente, do fato de que
Alternativas
Q4194455 Português

Leia o texto para responder à questão.


A criança está com raiva? Respire fundo


    Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.


    Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.


    O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.


    Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.


    Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.


    Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.


(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado) 

Para a autora do texto, no exemplo da criança de 2 anos que sente raiva do irmão que acabou de nascer,
Alternativas
Q4194454 Português

Leia o texto para responder à questão.


A criança está com raiva? Respire fundo


    Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.


    Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.


    O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.


    Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.


    Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.


    Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.


(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado) 

De acordo com Rosely Sayão,
Alternativas
Q4194452 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares. A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.


    Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.


    A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos. Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.


    Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.


    Eis uma reflexão para pais e educadores incentivarem a criança a estudar música.


(Elen Campos Caiado. Equipe Brasil Escola. mentemusical.com.br. Adaptado)

Com relação às aulas de música desde os primeiros anos, é correto afirmar:
Alternativas
Q4194451 Português

Leia a tirinha.


Imagem associada para resolução da questão


Da leitura, é correto concluir que

Alternativas
Q4193438 Português
Leia o texto para responder à questão.

A caverna conectada

    Sócrates explicava: “Imagine que todos os homens vivam em um mundo escuro, fracamente iluminado pelos seus smartphones. Tudo o que sabem das formas vem pela luz das telas. É uma imensa caverna onde só podem contemplar seus aparelhos”.
    Glauco começava a conceber o ambiente. Pela luz dos aparelhos, passavam imagens refletidas, pequenos vídeos, dancinhas, notícias falsas e trends*. Os moradores da caverna nunca viram o mundo, apenas suas telas iluminadas. Eles foram sendo adestrados a usar o indicador e passar adiante, sem análise. Na caverna, as coisas só existem se postadas. “Que coisa terrível!”, comentava Glauco. “Que vida medonha essas pessoas levariam!” “Sim!”, disse o sábio calvo, “se eles pudessem conversar, não acha que, nomeando as sombras que veem, pensariam nomear seres reais?”. O discípulo consentiu.
    “Agora imagine, caro, se um deles decidisse desligar o aparelho e saísse para o mundo real. Seria um caminho árduo até lá fora. Em um primeiro instante, os olhos doeriam diante da luz real. Enfim, uma pessoa liberta veria o Sol do real e não mais mensagens com imagens (e um texto com emojis).” 
    O filósofo continuava a incentivar que Glauco navegasse na alegoria. “E se a pessoa que viu o mundo real voltasse para a caverna e começasse a dizer dos objetos concretos, mas não mais do critério do real dado por likes e seguidores? ‘Existe um mundo fora do algoritmo’, diria o ser iluminado. É possível comer sem fotografar e ver o mar sem postar. O que vemos são simulacros, representações. Há algo lá fora!”
    O jovem Glauco amou a história. Imaginou com o mestre que o ser “iluminado” pelo Sol real seria desacreditado pelos outros habitantes da funda caverna. Sofreria até violência real. Que aula Sócrates tinha dado! Ao se despedir, o rapaz foi até o orientador e pediu uma selfie. Queria publicar no horário que lhe ensinaram a ter mais visualizações. Saiu da casa feliz. “O post sobre a prisão das redes está bombando!”, comentou Glauco, impactado com a sabedoria filosófica daquela república. Melhorou a luz da foto, colocou uma música e pronto! Agora tinha esperança de viralizar nas redes!

(Leandro Karnal, O Estado de S.Paulo, 8 de julho de 2022.Adaptado)

*Trends: tendências.
Assinale a alternativa cuja frase sugere uma crítica do autor à irracionalidade do homem.
Alternativas
Q4193437 Português
Leia o texto para responder à questão.

A caverna conectada

    Sócrates explicava: “Imagine que todos os homens vivam em um mundo escuro, fracamente iluminado pelos seus smartphones. Tudo o que sabem das formas vem pela luz das telas. É uma imensa caverna onde só podem contemplar seus aparelhos”.
    Glauco começava a conceber o ambiente. Pela luz dos aparelhos, passavam imagens refletidas, pequenos vídeos, dancinhas, notícias falsas e trends*. Os moradores da caverna nunca viram o mundo, apenas suas telas iluminadas. Eles foram sendo adestrados a usar o indicador e passar adiante, sem análise. Na caverna, as coisas só existem se postadas. “Que coisa terrível!”, comentava Glauco. “Que vida medonha essas pessoas levariam!” “Sim!”, disse o sábio calvo, “se eles pudessem conversar, não acha que, nomeando as sombras que veem, pensariam nomear seres reais?”. O discípulo consentiu.
    “Agora imagine, caro, se um deles decidisse desligar o aparelho e saísse para o mundo real. Seria um caminho árduo até lá fora. Em um primeiro instante, os olhos doeriam diante da luz real. Enfim, uma pessoa liberta veria o Sol do real e não mais mensagens com imagens (e um texto com emojis).” 
    O filósofo continuava a incentivar que Glauco navegasse na alegoria. “E se a pessoa que viu o mundo real voltasse para a caverna e começasse a dizer dos objetos concretos, mas não mais do critério do real dado por likes e seguidores? ‘Existe um mundo fora do algoritmo’, diria o ser iluminado. É possível comer sem fotografar e ver o mar sem postar. O que vemos são simulacros, representações. Há algo lá fora!”
    O jovem Glauco amou a história. Imaginou com o mestre que o ser “iluminado” pelo Sol real seria desacreditado pelos outros habitantes da funda caverna. Sofreria até violência real. Que aula Sócrates tinha dado! Ao se despedir, o rapaz foi até o orientador e pediu uma selfie. Queria publicar no horário que lhe ensinaram a ter mais visualizações. Saiu da casa feliz. “O post sobre a prisão das redes está bombando!”, comentou Glauco, impactado com a sabedoria filosófica daquela república. Melhorou a luz da foto, colocou uma música e pronto! Agora tinha esperança de viralizar nas redes!

(Leandro Karnal, O Estado de S.Paulo, 8 de julho de 2022.Adaptado)

*Trends: tendências.
A mensagem transmitida pela crônica pode ser corretamente assim resumida:
Alternativas
Q4193436 Português
Leia o texto para responder à questão.

A caverna conectada

    Sócrates explicava: “Imagine que todos os homens vivam em um mundo escuro, fracamente iluminado pelos seus smartphones. Tudo o que sabem das formas vem pela luz das telas. É uma imensa caverna onde só podem contemplar seus aparelhos”.
    Glauco começava a conceber o ambiente. Pela luz dos aparelhos, passavam imagens refletidas, pequenos vídeos, dancinhas, notícias falsas e trends*. Os moradores da caverna nunca viram o mundo, apenas suas telas iluminadas. Eles foram sendo adestrados a usar o indicador e passar adiante, sem análise. Na caverna, as coisas só existem se postadas. “Que coisa terrível!”, comentava Glauco. “Que vida medonha essas pessoas levariam!” “Sim!”, disse o sábio calvo, “se eles pudessem conversar, não acha que, nomeando as sombras que veem, pensariam nomear seres reais?”. O discípulo consentiu.
    “Agora imagine, caro, se um deles decidisse desligar o aparelho e saísse para o mundo real. Seria um caminho árduo até lá fora. Em um primeiro instante, os olhos doeriam diante da luz real. Enfim, uma pessoa liberta veria o Sol do real e não mais mensagens com imagens (e um texto com emojis).” 
    O filósofo continuava a incentivar que Glauco navegasse na alegoria. “E se a pessoa que viu o mundo real voltasse para a caverna e começasse a dizer dos objetos concretos, mas não mais do critério do real dado por likes e seguidores? ‘Existe um mundo fora do algoritmo’, diria o ser iluminado. É possível comer sem fotografar e ver o mar sem postar. O que vemos são simulacros, representações. Há algo lá fora!”
    O jovem Glauco amou a história. Imaginou com o mestre que o ser “iluminado” pelo Sol real seria desacreditado pelos outros habitantes da funda caverna. Sofreria até violência real. Que aula Sócrates tinha dado! Ao se despedir, o rapaz foi até o orientador e pediu uma selfie. Queria publicar no horário que lhe ensinaram a ter mais visualizações. Saiu da casa feliz. “O post sobre a prisão das redes está bombando!”, comentou Glauco, impactado com a sabedoria filosófica daquela república. Melhorou a luz da foto, colocou uma música e pronto! Agora tinha esperança de viralizar nas redes!

(Leandro Karnal, O Estado de S.Paulo, 8 de julho de 2022.Adaptado)

*Trends: tendências.
Na situação hipotética que Sócrates apresenta a Glauco, os moradores da caverna
Alternativas
Q4193297 Português
Leia o texto para responder à questão.

Alta demanda por produtos biodegradáveis

    Estudos mostram que a preocupação da população mundial com sustentabilidade é cada vez maior. Enquanto 86% dos consumidores querem a redução do desperdício de alimentos, 74% buscam consumir menos embalagens e 72% preferem as biodegradáveis.
    De acordo com Sandro A. Fernandes, da Associação Brasileira dos Agentes Digitais, o que define se uma embalagem é biodegradável é sua decomposição ocorrer naturalmente por meio da ação das bactérias, algas e fungos. Muitas embalagens convencionais, como as de plásticos, podem demorar até 450 anos para se decompor no ambiente, e as fraldas descartáveis – até 600 anos. “No caso dos biodegradáveis, com base em fibras, polpas vegetais e materiais naturais, esse tempo é reduzido a meses.”
    Uma preocupação, no entanto, é que os materiais biodegradáveis também possam ser decompostos no ambiente doméstico, ou seja, que não precisem, obrigatoriamente, de locais e condições especiais para que a decomposição ocorra. Pensando nisso, várias empresas colocaram seu time de inovação para trabalhar nesse processo e, hoje, a demanda por produtos biodegradáveis tem crescido vertiginosamente.


(Bianca Zanatta. O Estado de S.Paulo, 01.08.2021. Adaptado)
Assinale a alternativa correta a respeito das informações do texto. 
Alternativas
Q4193293 Português
Leia a crônica para responder à questão.

Fiscais de barriga

   Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:
    – Engordou, hein?!
  Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:
    – Balança de farmácia não presta!!
    E sai à procura de outra.
    O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :
    – Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.
   – Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me. – Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.
  Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:
    – Só falo porque sou seu amigo.
    Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1     fel: amargura, azedume.
2     argutos: muito atentos.
Considere os trechos do texto.

•  Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. (1º parágrafo)
•  ... depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final... (10º parágrafo)

As expressões destacadas têm, respectivamente, sentido equivalente a:
Alternativas
Q4193291 Português
Leia a crônica para responder à questão.

Fiscais de barriga

   Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:
    – Engordou, hein?!
  Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:
    – Balança de farmácia não presta!!
    E sai à procura de outra.
    O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :
    – Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.
   – Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me. – Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.
  Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:
    – Só falo porque sou seu amigo.
    Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1     fel: amargura, azedume.
2     argutos: muito atentos.
No terceiro parágrafo, a respeito das pessoas que utilizam balança de farmácia, o autor
Alternativas
Q4193204 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu pai


    Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.

    Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?

    Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.

    Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.     

   Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.

    A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.

    Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!

    Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.     

    Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.



(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir:



Comentando sobre canários, o autor declara que, quando ____________, se recorda de seu pai.

Alternativas
Q4193202 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu pai


    Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.

    Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?

    Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.

    Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.     

   Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.

    A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.

    Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!

    Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.     

    Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.



(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)

Considere os trechos do texto:



•  Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros...


•  Acompanhava as fêmeas chocando os ovos.



As formas verbais destacadas indicam ações que

Alternativas
Q4193200 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu pai


    Sempre que vejo um canário me lembro do meu pai. Cresci cercado por gaiolas, repleto de pássaros coloridos. Eu ajudava a dar alpiste e a encher os bebedouros de água. Acompanhava as fêmeas chocando os ovos. Era fantástico ver os filhostinhos piando. Minha mãe preparava uma papa de ração, que meu pai dava com colherzinha.

    Às vezes, eram tantos os cuidados que eu sentia ciúme. E se gostasse mais dos canários que de mim?

    Meu pai não foi dado a atenção de carinho. Talvez porque tenha sido criado num meio em que o homem não expressava os sentimentos. Talvez porque nunca recebi muito carinho do próprio pai. Saiu de casa aos 13 anos e foi morar com um irmão.

    Queria ter continuado os estudos, mas, casado e com filhos, não poderia seguir adiante.     

   Era ferroviário, telegrafista, uma profissão mal remunerada; porém a pobreza, em minha infância no interior, foi mais digna que a de hoje em dia.

    A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos. Seu maior compromisso era nos fazer estudar. Todos os esforços da família eram orientados para nossa educação. Até a fuga dos canários causaria menos dor a meu pai que ver um filho repetir de ano.

    Aos 13 anos, já anunciei meu desejo de ser escritor e ganhei dele minha máquina de escrever: era um modelo primeiro simples, comprado em prestações a perder de vista. Nunca esquecereii a sensação de sentir o cheiro de tinta e a letra surgindo no papel!

    Ao longo da vida, tive a chance de sentir seu apoio várias vezes. Ele sempre força por nós.     

    Meu pai era um homem simples, mas teve grandeza.



(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 2001. Adaptado)

Considere o trecho do texto.


A duras penas, consegui batalhar por um projeto de vida para os filhos.


No texto, a expressão destacada significa:

Alternativas
Respostas
12661: E
12662: C
12663: B
12664: C
12665: B
12666: E
12667: D
12668: A
12669: C
12670: C
12671: B
12672: C
12673: B
12674: D
12675: E
12676: A
12677: B
12678: E
12679: B
12680: B