Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4203367 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
Os resultados da pesquisa sobre a percepção de habitantes de países em desenvolvimento e desenvolvidos mostraram que  
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Q4203366 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
Ao dizer que “vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais”, o autor 
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Q4203364 Português
Leia o texto 1 para responder à questão

Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No texto, com o propósito de não repetir a palavra “bancos”, usou-se a seguinte expressão:  
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Q4203363 Português
Leia o texto 1 para responder à questão

Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

Uma das ideias presentes no texto é a de que:
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Q4203362 Português
Leia o texto 1 para responder à questão

Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No segundo parágrafo do texto, ao comparar a entrega do recibo na Idade Média com o uso do cartão na atualidade, o texto visa garantir a 
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Q4202069 Português
Cerca de 4.500 famílias de áreas rurais de Rondônia passaram a ter energia elétrica


O gerente de construção e manutenção da Energisa, Carlos Alexandre de Oliveira, explica que a construção de redes de energia é complexa e envolve centenas de profissionais desde a fase do projeto até a conclusão. "Para se ter uma ideia da grandiosidade do programa, apenas nesse ano, foram construídos 607 quilômetros de redes de energia e instalados quase 8.600 postes. Uma dedicação imensa para que as pessoas tenham energia de qualidade para cultivar, produzir e viver na área rural", afirmou.

Para solicitar a ligação de energia, o proprietário do imóvel ou representante da comunidade deve entrar em contato com a Energisa, apresentando a documentação necessária e endereços dos interessados. A instalação é gratuita para potência instalada de até 15 Kva (Kilovate Ampére) e é importante que a família resida na propriedade para a qual está solicitando a ligação. O pedido pode ser feito pela atendente virtual Gisa (www.gisa.energisa.com.br), Agência Digital (www.energisa.com.br) ou na agência física em um dos 52 municípios do estado.

Cerca de 4.500 famílias de áreas rurais de Rondônia passaram
 a ter energia elétrica em casa em 2022 (msn.com). Adaptado.
Cerca de 4.500 famílias que moram em áreas rurais de Rondônia passaram a ter energia elétrica em casa em 2022. A Energisa investiu cerca de R$ 61 milhões na construção de redes de energia para que a eletricidade chegasse até as localidades mais distantes do estado.
Baseado nessas informações e no texto, assinale a opção CORRETA. 
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Q4201904 Português
Quem são os sobre-educados, brasileiros com ensino superior que não encontram trabalho qualificado

O mercado de trabalho brasileiro carrega uma estatística perversa. Entre as pessoas ocupadas com ensino superior completo, 5,4 milhões não conseguem exercer um trabalho na área de formação e que exija alta qualificação, mostra um levantamento da consultoria IDados. Na prática, o elevado contingente dos chamados sobre-educados - equivalente à população da Noruega - mostra que o Brasil desperdiça recursos aplicados no ensino superior e, sobretudo, boa parte do seu capital humano.

"O Brasil é um país que investe muito em educação de nível superior. Esse dado indica que parte desses recursos não está atingindo o objetivo principal", afirma Ana Tereza, pesquisadora do IDados e responsável pelo levantamento. "Essas pessoas sobre-educadas recebem mais na comparação com aquelas que têm um nível médio. Não é um capital humano totalmente perdido, mas, frente ao trabalhador que está em uma ocupação que exige ensino superior, elas ganham menos."

"Duas coisas podem ter acontecido. Primeiro, a pessoa ocupava um trabalho de nível superior, ficou desempregada durante a pandemia e, agora, não consegue encontrar um trabalho de nível superior", afirma Ana. "E segundo, a entrada dos jovens na força de trabalho pode levá-los a ocupar esses cargos de nível superior, fazendo com que a sobre-educação aumente entre os mais velhos."


Quem são os sobre-educados, brasileiros com ensino superior que não encontram trabalho qualificado (msn.com). Adaptado.
O texto fala de uma situação nada agradável no Brasil, já que há pessoas com nível de educação superior sem conseguir atuar em sua área.
De acordo com o texto, afirma-se que:
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Q4201742 Português
Como identificar um "serial dater"

Eles gostam do processo de cortejar os outros e fazê-los desenvolver sentimentos. Existem duas tendências que transformam uma pessoa em um serial dater: ou eles são viciados em dinâmicas de poder ou sentem muito medo de rejeição. É por isso que é importante identificar os sinais de um serial dater.

Você deve estar pensando que apenas homens podem ser serial daters, mas também existem mulheres que assumem esse papel.

Os serial daters, geralmente, têm movimentos programados que usam ao sair com alguém. Para alcançá-los, eles tornam os encontros mais longos e românticos.

Apesar de gestos românticos mostrarem afeto, um serial dater usa-os com frequência e logo no início. Seu principal objetivo é cortejar para que a vítima se apaixone rapidamente.

Com a finalidade de capturar empatia, eles têm o hábito de se retratar como vítimas, podendo culpar o ex pelas coisas terem dado errado, ou dizer que estavam em um relacionamento abusivo ou tóxico - mesmo que esse não fosse o caso.

Os serial daters tentam namorar dentro de um círculo de amigos para ganhar confiança rapidamente e, em seguida, interrompem as coisas de forma ainda mais rápida. Além disso, é mais fácil para eles encontrarem o próximo alvo.

O fator determinante para um serial dater é ganhar a atenção de várias pessoas em um curto espaço de tempo. Ele pode dizer que se sente para baixo porque teve dificuldade no trabalho por exemplo. E, embora as razões nem sempre sejam falsas, inventar isso com frequência pode significar que ele ou ela é um serial dater.


Como identificar um "serial dater" (e não cair em ciladas) (msn.com). Adaptado.
O mundo do namoro e do flerte está cheio de diferentes tipos de pessoas e os "serial daters" são um deles. Se você não está familiarizado com o termo, um serial dater é alguém que arruma inúmeros encontros, mas nunca entra em um relacionamento realmente.
De acordo com o enunciado e o texto, assinale a opção CORRETA. 
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Q4201678 Português

Leia o texto 5 e responda à questão.



Texto 5


texto_2.png (255×242)


Disponível em: @guilherme_bandeira. Acesso em: 08 out. 2022.

O que gera o humor no quadrinho é 
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Q4201675 Português

Leia o texto 4 e responda à questão.



Texto 4 


texto_1.png (391×782)


(Fernando Sabino)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/. Acesso em: 07 out. 2022.  

O texto “Conversinha mineira” trata de 
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Q4201674 Português

Leia o texto 3 e responda à questão.



Texto 3 


texto_3.png (400×302)


Disponível em: https://espacodoleitor2019.wixsite.com/website/post/carta-de-leitor-falando-dos-textos-da-chc-edi%C3%A7%C3%A3o-de-n%C2%BA-298. Acesso em: 07 out. 2022. [[ipsis literis]

O texto explica como foi a leitura de um artigo intitulado e a autora salienta que “ele também fala de bioacústica”. Da leitura do depoimento entende-se que “bioacústica” refere-se à união de Biologia e de Acústica com o objetivo de 
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Q4201670 Português
Leia os textos 1 e 2 e responda à questão.


Texto 1

O Brasil avançou no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em todas as etapas de ensino, mas apenas nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, cumpriu a meta de qualidade nacional estabelecida para 2019. Os resultados foram divulgados hoje (15) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Medido a cada dois anos, o Ideb é o principal indicador de qualidade da educação brasileira. O índice registrado nos anos iniciais no país passou de 5,8, em 2017, para 5,9, em 2019, superando a meta nacional de 5,7 considerando tanto as escolas públicas quanto as particulares. Nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º, avançou de 4,7 para 4,9. No entanto, ficou abaixo da meta fixada para a etapa, 5,2. No ensino médio, passou de 3,8 para 4,2, ficando também abaixo da meta que era 5.

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-09/brasil-avanca-no-ideb-mas-apenas-ensino-fundamental-cumpre-meta. Acesso em: 07 out. 2022.


Texto 2

História:

No final da década de 20, as terras, atualmente pertencentes a Diorama, Montes Claros de Goiás, Iporá, Israelândia, Jaupaci e outros municípios, pertenciam à área da cidade de Goiás que era então a capital do estado e que tinha um grande município.

Enfim, somente no dia 17 de Dezembro de 1958, Diorama conquistou sua autonomia político-administrativa e foi divulgado sua emancipação no Diário Oficial do estado e a cidade foi desmembrada da cidade de Goiás.

Geografia:

A área do município é de 687.348 km². Faz divisa ao norte com Montes Claros de Goiás, ao sul com Iporá, ao leste com Jaupaci e ao oeste com Arenópolis. Sua densidade demográfica é de 3,61 habitante por quilometro quadrado. A Renda Per Capita em 2017 (a soma de todas as riquezas dividido pela população) é de R$ 19.636,56. O Índice de Desenvolvimento Básico da Educação (IDEB) recebeu nota 6,8 (2015) nos anos iniciais do ensino fundamental. A frota de veículos (automóveis, motos e caminhões) em 2018 foi de 1003. Com pequena diferença, a maioria da população é do sexo masculino. A distância de Diorama para a capital Goiânia é de 245 quilômetros de Goiânia. [Ipsis literis]

Disponível em: https://diorama.go.gov.br/pagina/id/2/?historia-do-municipio.html. Acesso em: 08 out. 2022. 
Na leitura dos textos 1 e 2, observa-se que a média do IDEB de Diorama nos anos iniciais de 2015 foi 
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Q4201445 Português
Leia o texto para responder a questão de número.


        Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

        Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

         No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

        Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.


(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.
Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).
Em “... segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)...” (1o parágrafo), o termo destacado expressa
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Q4201444 Português
Leia o texto para responder a questão de número.


        Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

        Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

         No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

        Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.


(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.
Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).
A respeito dos acidentes de trânsito, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que
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Q4201443 Português
Leia o texto para responder a questão de número.


        Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

        Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

         No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

        Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.


(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.
Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).
De acordo com os dados apresentados no texto, é correto afirmar que 
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Q4201441 Português

Leia a tira para responder a questão.

 


(Galvão Bertazzi. Vida besta. Folha de S.Paulo. 20.09.2023)

No contexto da tira, o termo iniquidade tem como sinônimo
Alternativas
Q4201439 Português

Leia a tira para responder a questão.

 


(Galvão Bertazzi. Vida besta. Folha de S.Paulo. 20.09.2023)

Assinale a alternativa que explica corretamente o efeito de humor da tira.
Alternativas
Q4201317 Português
Analise o texto a seguir.

Com seus três metros e meio de altura de puro bronze, armado de bateia e bacamarte, o bandeirante da Avenida Goiás faz uma referência ao ciclo do ouro, primeiro motivador da colonização da região pela coroa portuguesa. “Se reduzirmos este símbolo ao genocídio indígena, vamos ignorar o ciclo das bandeiras que garantiram a ampliação nacional e a unidade linguística brasileira”. Não que uma coisa justifique outra – esclarece o historiador Sérgio Duarte. Afinal, as estátuas nos mostram de onde viemos, e não para onde desejamos ir.
Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/reportagens/a-queda-das-estatuas-e-reparacao-historica-262618/. Acesso em: 2 out. 2022. [Adaptado].

O texto apresenta uma reflexão sobre a polêmica atual envolvendo os monumentos aos bandeirantes. De acordo com o texto, essa polêmica se origina no fato de que os bandeirantes estão associados, ao mesmo tempo, à matança de indígenas e 
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Q4201313 Português
Leia o texto a seguir.

Com base na análise do funcionamento do modelo dos aplicativos de transporte, verifica-se que o crescimento profissional do motorista depende do número de corridas realizadas em determinados horários e da avaliação subjetiva dos passageiros. Nesse cenário, observa-se que a mulher acaba prejudicada pelas seguintes razões: dificuldade de realização de maior quantidade de corridas, restringidas pela dupla jornada de trabalho e, principalmente, pelo medo de dirigir em determinados locais e horários, devido à falta de segurança, além do risco de recebimento de notas baixas/ruins exclusivamente pelo fato de serem mulheres.
COLODETTI, A. P. O. A.; MELO, M. C. O. L. As relações de gênero no contexto socioeconômico e cultural brasileiro: estudo com mulheres motoristas de aplicativos de mobilidade urbana. Cad. EBAPE.BR, v. 19, n. 4, Rio de Janeiro, out./dez. 2021. [Adaptado].

De acordo com o texto, a situação apresentada é reflexo da 
Alternativas
Q4201297 Português

Leia o texto 2 para responder à pergunta.


Texto 2


texto_1.png (415×128)


Disponível em: <http://www.jairkobe.com.br/tirinha-79/> Acesso: 07 set. 2022. 

No texto 2, o humor é gerado pela desconsideração, por parte do personagem, 
Alternativas
Respostas
12621: B
12622: D
12623: D
12624: C
12625: D
12626: E
12627: B
12628: E
12629: A
12630: D
12631: B
12632: A
12633: A
12634: A
12635: C
12636: E
12637: B
12638: D
12639: B
12640: A