Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1gxeo. adaptado.adaptado)
Considerando os mecanismos de coesão textual empregados no período, assinale a alternativa CORRETA.
Como professor, tanto lido com minha liberdade quanto com minha autoridade em exercício, mas também diretamente com a liberdade dos educandos, que devo respeitar, e com a criação de sua _________ bem como com os ensaios de construção da autoridade dos educandos.
O curso de noções básicas de primeiros socorros deverá ser ofertado anualmente e destinar-se-á à __________ e/ou à reciclagem de parte dos professores e funcionários dos estabelecimentos de ensino e recreação, sem prejuízo de suas atividades ordinárias.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que é ser feliz?
Se você pensa que serei capaz de dar essa resposta, não se iluda. Mas, deve estar se perguntando: por que o título, então? Simples! Acordei e encontrei a crônica da Danuza Leão na Folha de S. Paulo falando sobre o tema. Fiquei alguns minutos pensando sobre isso e decidi me jogar no assunto, mesmo que ninguém, muito menos eu, seja capaz de esgotar tal questão.
Danuza defende que ser feliz é um verbo a ser julgado no passado, nunca saberemos se somos felizes no momento presente. Sempre o saberemos depois de algumas horas, meses ou anos. Quando estamos em “o momento de felicidade” nossa preocupação é viver e ao voltarmos os olhos para trás pensamos ou concluímos: como fomos felizes ou infelizes ali. Naquele amor correspondido, no nascimento do filho, na brincadeira da infância, no livro lido, no sorriso dado...
Hoje, por exemplo, estou com aquela sensação de felicidade. Acordei, folheei o jornal – um dos maiores prazeres que tenho aos domingos –, li de cabo a rabo, em seguida tomei um ótimo café da manhã preparado às escondidas, com carinho, e com pão de queijo quente. E para tudo ficar mais perfeito, deu aquela preguiça e cochilei antes que pensasse no almoço. Foi o dia de descanso perfeito. Foi: terceira pessoa do pretérito perfeito.
Por outro lado, alguns autores afirmam que não existe a felicidade e sim momentos de alegria. Logo, não discordando de Danuza, é uma outra forma de vê-la. Mesmo que seja no passado, é feita de início, meio e fim. Acaba! Não é um estado de espírito. Ninguém é feliz o tempo todo, apenas existem momentos assim.
Daí fico pensando, enquanto escrevo aqui, não estou feliz? Após tantos momentos anteriores de prazer? Talvez, daqui a meia hora conclua: sim, enquanto escrevia eu era! Já que ninguém é feliz, foi! (...)
FARIA, Celso. O que é ser feliz? Blog e-urbanidade. Disponível em <https://eurbanidade.com.br/o-que-e-ser-feliz-cronica-blog-e-urbanidade/>.
No trecho acima, a palavra destacada substitui corretamente o termo:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que é ser feliz?
Se você pensa que serei capaz de dar essa resposta, não se iluda. Mas, deve estar se perguntando: por que o título, então? Simples! Acordei e encontrei a crônica da Danuza Leão na Folha de S. Paulo falando sobre o tema. Fiquei alguns minutos pensando sobre isso e decidi me jogar no assunto, mesmo que ninguém, muito menos eu, seja capaz de esgotar tal questão.
Danuza defende que ser feliz é um verbo a ser julgado no passado, nunca saberemos se somos felizes no momento presente. Sempre o saberemos depois de algumas horas, meses ou anos. Quando estamos em “o momento de felicidade” nossa preocupação é viver e ao voltarmos os olhos para trás pensamos ou concluímos: como fomos felizes ou infelizes ali. Naquele amor correspondido, no nascimento do filho, na brincadeira da infância, no livro lido, no sorriso dado...
Hoje, por exemplo, estou com aquela sensação de felicidade. Acordei, folheei o jornal – um dos maiores prazeres que tenho aos domingos –, li de cabo a rabo, em seguida tomei um ótimo café da manhã preparado às escondidas, com carinho, e com pão de queijo quente. E para tudo ficar mais perfeito, deu aquela preguiça e cochilei antes que pensasse no almoço. Foi o dia de descanso perfeito. Foi: terceira pessoa do pretérito perfeito.
Por outro lado, alguns autores afirmam que não existe a felicidade e sim momentos de alegria. Logo, não discordando de Danuza, é uma outra forma de vê-la. Mesmo que seja no passado, é feita de início, meio e fim. Acaba! Não é um estado de espírito. Ninguém é feliz o tempo todo, apenas existem momentos assim.
Daí fico pensando, enquanto escrevo aqui, não estou feliz? Após tantos momentos anteriores de prazer? Talvez, daqui a meia hora conclua: sim, enquanto escrevia eu era! Já que ninguém é feliz, foi! (...)
FARIA, Celso. O que é ser feliz? Blog e-urbanidade. Disponível em <https://eurbanidade.com.br/o-que-e-ser-feliz-cronica-blog-e-urbanidade/>.
Os ____________, as tropas menos em uso, abriram os pequenos caminhos da região no transporte de produtos e, mesmo ocasionalmente, de pessoas. Em 1930, construiu-se a primeira estrada de rodagem regular, que foi bem conservada, através da cobrança de _____________, além das numerosas estradas municipais e _____________, que fazem as ligações com as propriedades rurais.
As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
I- “O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida [...]”.
II- “Sem perceber com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros [...]”.
III- “Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo [...]”.
IV- “E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.”
V- “Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar.”
Estão CORRETOS os trechos
I- ensinaram-na a enxergar a si mesma com os olhos dos outros.
II- fizeram comparações para lhe mostrar como ela deveria ser.
III- permitiram que ela fosse sempre espontânea, autêntica e livre.
IV- compreenderam que ela esperava deles, principalmente, afeto.
V- mostraram-lhe a importância do respeito à própria essência.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
I- deixar de temer a desaprovação.
II- evitar o julgamento alheio.
III- ser exigente consigo mesma.
IV- viver com liberdade.
V- ser fiel a si mesma.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
I- baixa autoestima.
II- insegurança.
III- negação do eu.
IV- disciplina.
V- maturidade precoce.
Estão CORRETOS apenas os itens
Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
Mas o grande perigo da crítica é um dedutivismo ingênuo que, partindo de uma pré-noção, acha no seu campo de pesquisas apenas aquilo que procura. Veja-se, por exemplo, o caso de Taine. Já Edmond Schérer, num dos seus "estudos" mais felizes, apontava os lados fracos da interpretação tainiana da arte ou da história literária. Em vez de proceder por indução, Taine deduz forçosamente de uma ideia preconcebida as componentes que deverão formar o caráter de uma época ou o espírito de uma literatura.
Sem dúvida, o crítico não pode prescindir de uma hipótese, como o cientista, para abrir uma picada no mato virgem dos fatos. Mas também não deve esquecer que, além da clareira mensurável, começa a exuberância das probabilidades, como uma floresta de interrogações. Respeitar o outro lado provável das coisas, admitir em tudo a parte do indeterminado é uma boa tática para quem não gosta de tropeçar em surpresas irônicas.
(Adaptado de: MEYER, Augusto, "Mas...", Machado de Assis (1935-1958). Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 2008, p. 65)
Nossa discussão será apropriada se tiver tanta clareza quanto comporta o assunto, pois não se deve exigir a precisão em todos os raciocínios por igual [...]. E é dentro do mesmo espírito que cada proposição deverá ser recebida, pois é próprio do homem culto buscar a precisão, em cada gênero de coisas, apenas na medida em que a admite a natureza do assunto.
(Adaptado de: Aristóteles. Ética a Nicômacos. Brasilia: Editora UnB, 3.ed., 1992, p.18)
Confrontando o trecho acima com o texto de Augusto Meyer, considere as seguintes afirmativas:
I. Enquanto Aristóteles demonstra conhecer seu objeto o suficiente para estimar o teor de suas proposições, Augusto Meyer considera, em sua abordagem, a possibilidade do novo.
II. Em ambos os textos, busca-se uma adequação entre método e objeto a ser analisado, a qual tem como ponto de partida a consideração das características do objeto.
III. Aristóteles, ao dizer que não se deve exigir a precisão em todos os raciocínios por igual assemelha-se, quanto ao método, a Taine, que, segundo Augusto Meyer, deduz forçosamente de uma ideia preconcebida as componentes que deverão formar o caráter de uma épоca.
Está correto o que se afirma em
Está correto o que se afirma em
I. Se, em Clastres, o que motiva a hipótese contrária às provas materiais é o uso da lógica, em Franco-Moraes, são provas materiais que subsidiam a percepção de diferenças em concepções de mundo.
II. Em Clastres, a lógica de La Boétie se contrapõe ao seguinte raciocínio indutivo: há dominantes e dominados em todas as sociedades observadas, logo, a hierarquia é imanente à sociedade.
III. Em Franco-Moraes, o fato de os indígenas terem permanecido na floresta como extrativistas e coletores corrobora o argumento de que a consideram como um ambiente cultural.
Está correto o que se afirma em
Qual dos fatos a seguir, se verdadeiro, enfraquecerá consideravelmente o argumento apresentado?