Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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(FERREIRA, Jorge; NEVES, Lucília de Almeida (Orgs.). O tempo da experiência democrática: da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964: Terceira República (1945-1964). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. p. 290.)
A crise política gerada pela renúncia de Jânio Quadros e a resistência à posse de João Goulart evidenciou as tensões internas do Brasil e sua inserção na polarização global, no contexto da Guerra Fria. Considerando esse cenário, assinale a afirmativa correta.
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil imperial: 1822-1889. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. pp. 225-226.)
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, trouxe profundas transformações na América portuguesa, marcando o fim do período colonial. Esse processo é reconhecido na historiografia nacional como
(GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo. O Brasil Imperial, volume 1: 1808-1831. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 311.)
A partir da reflexão sobre o processo de independência e a formação do Império Brasileiro, assinale a opção correta.
(GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, pp. 128-129.)
A partir do texto do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015), que analisa as consequências das independências na América Latina, considere os efeitos políticos, econômicos e sociais nas novas repúblicas, e assinale a afirmativa que corresponde corretamente ao impacto da independência na formação dessas novas nações.
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil colonial (1500- 1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 278.)
A biografia do aventureiro alemão Hans Staden (1525-1576) contribui para a compreensão das dinâmicas internas do Brasil Colonial, marcadas pelo envolvimento, confronto e alianças estratégicas entre povos indígenas e invasores europeus. Considerando esse contexto, assinale o item que apresenta corretamente essas dinâmicas de disputa.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a que corresponde corretamente a uma das guerras de independência do Brasil.
(TAVARES, Maria da Conceição (Org.) Celso Furtado e o Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2000. p. 38.)
Com base no texto da economista política luso-brasileira Maria da Conceição Tavares (1930-2024), analise as afirmativas a seguir sobre a história da economia colonial brasileira e sua inserção no sistema global e mercantilista europeu e assinale a correta.
(CUNHA, Manuela Carneiro da. Introdução a uma história indígena. In: CUNHA, Manuela Carneiro da. (Org.) História dos índios no Brasil. São Paulo: Cia das Letras/FAPESP, 1992. p. 12.)
As pesquisas arqueológicas conduzidas pela arqueóloga franco-brasileira Niède Guidon na Serra da Capivara, no Piauí, contribuíram para os debates em torno do povoamento da América. Sobre isso, assinale a afirmativa correta.
(PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São. Paulo: Brasiliense, 1987. p. 113.)
A respeito dos mecanismos e contradições da economia colonial na América portuguesa, marque a afirmativa correta.
(CASTRO, Carlos Félix Ferreira. História do Piauí. Teresina, 2006. p. 44.)
Analise as afirmativas a seguir, que tratam das ditaduras civis-militares na América Latina durante o século XX, com ênfase nos fatores internos e externos envolvidos na ascensão e consolidação desses regimes autoritários, e marque a alternativa correta.
(SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015. p. 455.)
Sobre os governos Vargas (1930-1945 e 1951-1954), assinale a afirmativa correta.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 245.)
Analise as afirmativas a seguir sobre a Primeira República (1889-1930) no Brasil e assinale a correta.
(NUNES, Odilon. Pesquisa para a história do Piauí: pré-história. Primeiros contatos com a terra. Teresina: FUNDAPI/Fund, Mons. Chaves, 2007. p. 55.)
Com base nas controvérsias historiográficas e arqueológicas sobre o povoamento do continente americano, especialmente a partir dos achados no território piauiense e das interpretações como a de Odilon Nunes, indique a opção correta.
“É fácil avaliar a terrível força da engrenagem que se compõe de agências de notícias, agências de publicidade e cadeias de jornais e revistas, sua influência política, sua capacidade de modificar a opinião, de criar e manter mitos ou de destruir esperanças e combater aspirações. [...] Sem considerar esses dados, que a fria realidade apresenta, é impossível, entretanto, discutir problemas como o da liberdade de imprensa, aspecto parcial do problema da liberdade de pensamento.”
(SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa brasileira. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1966. Col. Retratos do Brasil. Vl. 51. P. 6)
Sobre o sistema de comunicação no Brasil, é correto afirmar que
“Sobranceiros os chefes ao eleitorado, passivo e inconsciente na soberania das atas falsas e das eleições a bico-de-pena, libertos de compromissos com os partidos, as decisões políticas obedecem a combinações e arranjos elitários, maquiavélicos. O problema do político era o poder, só o poder, para os chefes e para os Estados, sem programas para atrapalhar ou ideologias desorientadoras.”
(FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Globo. 2001. p. 691-692)
A partir da advertência feita por Faoro, é correto afirmar:
Documento 1
“Contra o inimigo em fuga não usam mais os agudos dardos, mas valem-se de pesados espadões de madeira preta; correm com velocidade incrível, saltam inteiramente nus por entre espinhos e cardos, lançando horrendos brados e acometem os opositores em tal alvoroço, derrubando-os entre cantares e danças, correndo novamente, como acima mencionado, com grandes berros para o meio dos seus, invocando incontinenti o demônio a quem, sem demora, tudo anunciam em relação à batalha travada.
(WAGENER, Zacharias. “Thierbuch”. Brasil Holandês. Volume II. Rio de Janeiro: Editora Index, 1997, p.168)
Documento 2
“Não é bem que passemos já do rio da Paraíba, onde se acaba o limite por onde reside o gentio potiguar, que tanto mal tem feito aos moradores das capitanias de Pernambuco e Itamaracá [...] pela banda do Rio Grande são fronteiriços dos tapuias, que é gente mais doméstica, com quem estão às vezes de guerra e às vezes de paz, e se ajudam uns aos outros contra os tabajaras, que vizinham com eles pela parte do sertão.”
SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil em 1587 (1851), p. 337.) Disponível em: <htttp.dominiopublico.gov.br/dowload/texto/me0003015.pdf> Acesso em 10/04/2025.
Ao analisar os documentos que descrevem as perspectivas dos dois observadores acerca dos grupos indígenas da capitania do Rio Grande no período da colonização, conclui-se que tais pontos de vista
Leia a letra da canção a seguir.
PESADELO
Quando um muro separa, uma ponte une
Se a vingança encara, o remorso pune
Você vem, me agarra, alguém vem, me solta
Você vai na marra, ela um dia volta
E se a força é tua, ela um dia é nossa
Olha o muro, olha a ponte
Olha o dia de ontem chegando
Que medo você tem de nós?
Olha aí (olha aí, olha aí, olha aí, olha aí)
Você corta um verso, eu escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto
De repente, olha eu de novo
Perturbando a paz, exigindo o troco
Vamos por aí, eu e meu cachorro
Olha o verso, olha o outro
Olha o velho, olha o moço chegando
Que medo você tem de nós?
Olha aí (olha aí, olha aí, olha aí, olha aí)
O muro caiu, olha a ponte
Da liberdade guardiã
O braço do Cristo, horizonte
Abraço o dia de amanhã
Olha aí, olha aí, olha aí
(Artista: MPB4. Compositores: Mauricio Gomes Tapajós e Paulo Cesar Francisco Pinheiro. Álbum: Cicatrizes. Gravadora: Philips. Ano: 1972)
Supondo que a letra dessa canção foi parte integrante de uma atividade de culminância em sala de aula, cujo tema era “As ditaduras na América Latina e os processos de redemocratização.” Durante essa atividade, o professor solicitou que os alunos identificassem e discorressem sobre alguns aspectos abordados na letra da canção que mais se relacionassem com o tema estudado. Sendo assim, a sentença apresentada pelos alunos que melhor expressa essa relação é:
“Em meados de 1697, chegou a Salvador a notícia de que fora encontrado um ouro escuro e meio fosco misturado ao cascalho do córrego que havia no fundo de um vale coberto de mata úmida, varrido por finas rajadas de vento e cercado pela sequência de picos altíssimos que formam o maciço do Espinhaço: o córrego do Tripuí, cujo nome, de origem indígena, significa propriamente ‘água de fundo sujo’.”
SCHWARCZ, Lilia M. e STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. 2.ed. São Paulo: Companhia das letras, 2018. P. 109.
Esse episódio alude ao contexto da história colonial brasileira e está relacionado com