Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
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(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
De acordo com as autoras, entre outros traços do fascismo europeu, no Estado Novo,
Por isso, nossa emancipação não deixou de ser particular e trivial.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia)
Considerando o contexto apresentado, para Schwarcz e Starling, a emancipação do Brasil foi
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia)
Por outro lado, segundo a obra em análise, Palmares
Os atos criminosos culminaram com a tentativa de explodir bombas no centro de convenções do Riocentro, a 30 de abril de 1981.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
É correto afirmar que as ações citadas eram
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
O referido Ato Adicional
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Nesse processo histórico, segundo Fausto, a Igreja
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. Adaptado)
O contexto apresentado pelo fragmento demonstra
I.
A sua obra Quarto de despejo alcançou sucesso inesperado e impressionante. Sua primeira edição, de 10 mil exemplares, esgotou em menos de uma semana. O poder desta obra de caráter social mede-se por seu impacto na capital paulista: o fim da favela do Canindé, na ocasião a maior e a mais problemática de São Paulo.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
II.
Em 1847 foi alfabetizado e, no ano seguinte, fugiu da fazenda e foi para São Paulo. Lá se casou, por volta de 1850, e frequentou o curso de Direito como ouvinte.
Em 1873 foi um dos fundadores do Partido Republicano Paulista. Nos anos seguintes, teve intensa participação em sociedades emancipadoras, na organização de sociedades secretas para fugas e ajuda financeira a negros, além do auxílio na libertação nos tribunais de mais de 500 escravos foragidos.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Os excertos I e II referem-se, respectivamente, a
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
O excerto trata da
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Para Munanga e Gomes,
Os pressupostos do Programa de Metas mostram que, no governo JK, ocorreu uma definição nacional-desenvolvimentista da política econômica.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Para Boris Fausto, no contexto citado, o nacional-desenvolvimentismo era uma política econômica que
As invasões holandesas que ocorreram no século XVII foram o maior conflito político-militar da Colônia.
Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Boris Fausto entende que essas invasões
O AI-1 tinha prazo de validade — terminaria em 31 de janeiro de 1966, data final do mandato de João Goulart. Em outubro de 1965, porém, Castello Branco liquidou com as ilusões de quem ainda acreditava em ditadura temporária, prorrogou o próprio mandato e baixou por decreto o AI-2. Além das medidas destinadas a fortalecer o Executivo, o AI-2 mudava as regras do jogo no caso da representação política: suprimia as eleições por voto popular direto para presidente da República e extinguia todos os partidos políticos então existentes.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
Uma das reações ao AI-2, segundo a obra citada, foi
Um evento com tantos contendores, como a Guerra do Paraguai, sempre deixa margem para diversas opiniões. Mesmo no caso brasileiro, as interpretações variaram, e muito. Há quem diga que a origem da guerra estaria condicionada à ambição desmedida de López e a seu caráter autoritário. Mais personalista, tal versão insiste em acusar o presidente paraguaio, sua política fraudulenta e a aversão que d. Pedro II teria ao seu perfil de caudilho. Há também quem explique o conflito a partir da política imperialista inglesa. Ciosa em manter sua influência financeira no local, a Inglaterra teria se imiscuído na guerra, forjando oposições e selando amizades. A seguir tal interpretação, López seria um paladino anti-imperialista, isolacionista, defensor de um modelo mais autônomo e vítima dessa conspiração internacional.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
A obra citada destaca a existência de uma terceira interpretação, que reconhece esse conflito como
Se o Brasil tornava ilegal a importação de escravos, a manutenção do escravismo no país perdia legitimidade. A partir daí, várias perguntas surgiam: em que prazo e de que forma acabaria a escravidão no Brasil? Quem substituiria a mão de obra escrava?
Uma parte da resposta se encontra na Lei de Terras, aprovada em 1850, duas semanas após a extinção do tráfico.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
A Lei de Terras
O período regencial caracterizou-se por forte instabilidade política, pela emergência de movimentos de contestação nas províncias e por disputas entre projetos centralizadores e federalistas.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Considerando o contexto histórico delimitado pelo excerto, são exemplos de grupos políticos defensores das ideias centralizadoras e federalistas, respectivamente,
Por volta de 1817, quem dissesse que dentro de cinco anos o Brasil se tornaria independente estaria fazendo uma previsão muito duvidosa. A Revolução Pernambucana, confinada ao Nordeste, fora derrotada. Por sua vez, a Coroa tomava medidas no sentido de integrar Portugal e Brasil como partes de um mesmo reino.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Para Boris Fausto, o processo de emancipação política do Brasil
A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão trata-se de um equívoco histórico. Há fatores que contribuíram e ainda contribuem para que tal equivoco persista entre nós.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, segundo a obra citada, um desses fatores.