Questões de Concurso
Comentadas sobre fisioterapia na oncologia em fisioterapia
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Considerando as condutas fisioterapêuticas indicadas, é CORRETO afirmar que:
Assinale a alternativa correta.
I- A DLM é composta por manobras com ritmo lento, contínuo, com baixa pressão manual, aplicadas somente sob o membro edemaciado.
II- Além de melhorar o fluxo da linfa, a DLM é um recurso terapêutico que contribui para a melhora da consistência e da conformidade tecidual da cicatriz cirúrgica.
III- Os movimentos das manobras de reabsorção seguem a direção distal para proximal, conduzindo o fluido intersticial em direção aos gânglios linfáticos ativados.
IV- São consideradas contraindicações da DLM apenas infecções e inflamações agudas localizadas no membro edemaciado.
É CORRETO o que se afirma em:
Sobre o CDF, assinale a alternativa CORRETA.
Diante das alterações e disfunções decorrentes do pós-operatório de mastectomia, as quais impactam diretamente a funcionalidade e a qualidade de vida da mulher, assinale a alternativa CORRETA quanto aos aspectos que devem ser contemplados na avaliação fisioterapêutica na fase inicial após a mastectomia.
Considerando os objetivos e conduta do fisioterapeuta no tratamento e prevenção de complicações decorrentes da mastectomia, assinale a alternativa CORRETA.
Paciente do sexo feminino, 44 anos, com leucemia mieloide aguda, foi submetida à transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH) alogênico há 20 dias. Encontra-se em isolamento protetor devido à imunossupressão, apresenta fadiga intensa, fraqueza muscular global e descondicionamento físico. A equipe de fisioterapia é solicitada para elaborar plano de reabilitação.
Considerando o contexto do pós-transplante de célulastronco hematopoiéticas, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 67 anos, com diagnóstico de câncer de pulmão e metástases ósseas em fêmur direito, é avaliado pela equipe de reabilitação. A radiografia evidencia lesão osteolítica acometendo mais de dois terços do córtex ósseo, associado a dor funcional moderada. O escore de Mirels calculado é 10.
Considerando a escala de Mirels para avaliação do risco de fratura patológica, a interpretação do escore e a conduta fisioterapêutica indicada são, respectivamente,
Paciente do sexo feminino, 49 anos, no 10º dia pós-operatório de mastectomia com linfadenectomia axilar à direita, comparece à fisioterapia com queixa de dormência e formigamento na face medial do braço e região axilar direita. Refere sensação de “pele grossa” e desconforto ao toque na região. O exame físico não evidencia alterações motoras no membro superior.
Considerando a topografia dos sintomas e o procedimento cirúrgico realizado, a estrutura nervosa provavelmente acometida é
Paciente do sexo masculino, 58 anos, com antecedente de infarto agudo do miocárdio há 2 anos e uso de antiagregante plaquetário, sofreu fratura transtrocantérica de fêmur direito após queda e foi submetido a fixação com haste cefalomedular. No segundo dia de pós-operatório, apresenta-se hemodinamicamente estável, com liberação ortopédica para carga parcial.
Considerando o risco aumentado de tromboembolismo venoso e complicações cardiorrespiratórias, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 65 anos, com câncer de pulmão avançado (estágio IV) com metástases ósseas e hepáticas, está em cuidados paliativos exclusivos. Apresenta dispneia em repouso, dor moderada controlada com opioides, fadiga intensa, caquexia e declínio funcional progressivo (Karnofsky 40%). A família questiona sobre o papel da fisioterapia nessa fase.
Considerando os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é:
Paciente do sexo feminino, 58 anos, submetida a mastectomia com esvaziamento axilar há 8 meses, desenvolveu linfedema de membro superior direito estágio II, segundo classificação da Sociedade Internacional de Linfologia. A avaliação revela diferença de perímetro de 4 cm entre os membros, fibrose tecidual palpável, sinal de Stemmer positivo e relato de sensação de peso e desconforto no membro acometido.
A abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento do linfedema nessa paciente é
Paciente do sexo masculino, 72 anos, com diagnóstico de câncer de próstata metastático com lesões ósseas em coluna lombar (L2, L4) e fêmur proximal direito, está em tratamento com hormonioterapia e radioterapia paliativa. Apresenta dor lombar moderada (EVA 5/10) e foi encaminhado para fisioterapia. A avaliação revela risco de fratura patológica conforme protocolo de Mirels (escore 9).
Considerando o risco de fratura patológica e os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é
Paciente do sexo feminino, 45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.
Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 68 anos, com diagnóstico de câncer de pulmão de células não pequenas em estágio IIIA, está em tratamento quimioterápico neoadjuvante. Durante avaliação fisioterapêutica pré-operatória para ressecção pulmonar programada, apresenta dispneia aos médios esforços (mMRC 2), VEF1 de 65% do previsto, capacidade funcional reduzida (TC6M = 380 metros) e fraqueza muscular periférica. O fisioterapeuta elabora programa de reabilitação préoperatória.
O objetivo principal da pré-habilitação oncológica nesse paciente é
Paciente do sexo feminino, 52 anos, submetida à mastectomia radical modificada à direita com esvaziamento axilar há 3 semanas, para tratamento de carcinoma ductal invasivo. Durante avaliação fisioterapêutica, apresenta limitação da amplitude de movimento, com flexão de 120° e abdução de 100° do ombro direito, além de dor à movimentação e início de aderência cicatricial na região axilar. No momento, não há sinais de linfedema.
Considerando a fase pós-operatória e os princípios da reabilitação oncológica, a conduta fisioterapêutica indicada é