Questões de Concurso
Sobre o sujeito moderno em filosofia
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Nesse sentido, como Popper define a teoria científica?
Dadas as afirmativas acerca da posição filosófica do pensamento de Tomás de Aquino sobre essa relação,
I. A razão tem autonomia em seu âmbito, mas é aperfeiçoada pela fé.
II. A razão é a única fonte de verdade; a fé é relegada à esfera privada ou é negada.
III. A razão é incapaz ou perigosa; a fé é a única fonte de verdade.
IV. A razão é iluminada pela fé; a filosofia é subordinada, mas não autônoma.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
Como Kuhn define ciência a partir dessa visão?
A partir dessa formulação, compreende-se que, para Tomás de Aquino, as demonstrações da existência de Deus
Qual a perspectiva que melhor define o ceticismo moderno?
A velha marquesa de Quentin Massys (1466-1530). Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/36/Quentin_Matsys_-A_Grotesque_old_woman.jpg. Acesso em: 31 jan. 2026.
A pintura A Velha Marquesa (ou Uma Velha Grotesca), atribuída a Quentin Massys, retrata uma senhora idosa com traços exageradamente envelhecidos e vestimenta aristocrática, provocando no espectador uma reação ambígua que oscila entre o estranhamento, o humor e a contemplação estética.
Considerando-se os quatro momentos do juízo de gosto analisados por Kant na Crítica da Faculdade do Juízo, diante de uma obra como A Velha Marquesa, de Quentin Massys, o juízo sobre a pintura, para ser esteticamente puro, deve
Nesse contexto, assinale a alternativa que conceitua a Escola de Frankfurt.
I. Ambos rejeitam a ideia de que a ciência começa com observações neutras e generaliza indutivamente teorias. Para Popper, a observação é sempre orientada por teorias, e, para Kuhn, os paradigmas determinam o que é observado.
II. Para Kuhn, a ciência avança por um processo de conjecturas e refutações. Teorias são propostas, testadas e, se falseadas, substituídas por melhores.
III. Para Popper, a ciência alterna períodos de “ciência normal” (solução de quebra-cabeças dentro de um paradigma) com “crises” que levam a “revoluções científicas” (substituição de paradigmas).
verifica-se que está/ão correta/s
Historicamente, a ciência moderna construiu sua legitimidade a partir da valorização da observação controlada, da experimentação e da formulação de leis gerais, frequentemente associadas ao ideal indutivista. No entanto, essa concepção foi amplamente questionada ao longo do século XX, sobretudo por Karl Popper. Sobre esse teórico, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
(__) Para Popper, o traço distintivo da ciência não reside na verificação definitiva das teorias, mas em sua falseabilidade. Uma teoria é científica na medida em que formula enunciados que podem ser testados empiricamente e que, ao menos em princípio, podem ser refutados pela experiência.
(__) Popper sustenta que teorias científicas mais antigas tendem a ser progressivamente confirmadas à medida que resistem a testes empíricos sucessivos, aproximando-se gradualmente de uma verdade definitiva por meio do acúmulo de evidências favoráveis.
(__) A ciência, para Popper, avança por meio de um processo dinâmico de conjecturas e refutações. Os cientistas propõem teorias ousadas, com elevado poder explicativo e alcance abrangente, que são então submetidas a testes rigorosos.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta.
A epistemóloga feminista Lorraine Code problematiza a noção tradicional de conhecimento como crença verdadeira justificada, argumentando que o modelo epistemológico dominante pressupõe um sujeito cognoscente abstrato, desincorporado e descontextualizado. Code propõe que consideremos seriamente a pergunta "quem conhece?" em vez de focar somente em "o que é conhecido?".
A partir dessa perspectiva, qual crítica emerge em relação às teorias epistemológicas clássicas?
No contexto dos debates contemporâneos sobre epistemologia social e construção do conhecimento, a filósofa Miranda Fricker desenvolveu o conceito de "injustiça epistêmica". Nesse sentido, considere a situação a seguir.
Durante décadas, mulheres que relatavam experiências de assédio sexual no ambiente de trabalho tinham suas narrativas sistematicamente desacreditadas ou minimizadas. Além disso, a ausência de um vocabulário conceitual adequado e socialmente legitimado para nomear essas experiências dificultava tanto a articulação individual dessas vivências quanto o reconhecimento coletivo do fenômeno.
Qual alternativa interpreta adequadamente essa situação à luz da teoria de Fricker sobre as dimensões sociais da produção de conhecimento?
René Descartes. Princípios de filosofia. João Gama (Trad.). Lisboa: Edições 70, 1997 [1644], p. 30.
A partir desse fragmento da obra Princípios de filosofia, de René Descartes, assinale a opção correta acerca da filosofia cartesiana.
Duas pessoas, Ana e Beatriz, sofrem um grave acidente. O cérebro de Ana, perfeitamente preservado, é transplantado para o corpo de Beatriz, enquanto o cérebro de Beatriz é perdido. Após a cirurgia, a pessoa que desperta lembra-se da infância de Ana, reconhece os familiares de Ana, compartilha seus traços psicológicos, mas habita o corpo que antes era de Beatriz.
À luz das principais teorias sobre identidade pessoal, é correto afirmar que
Nesse sentido, é correto afirmar que(,)
Marcondes, Danilo. Textos básicos de Filosofia. 7 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 163).
A filosofia existencialista pressupõe uma resposta ética à questão “como o sujeito deve agir?”
A esse respeito, é correto afirmar que a resposta a essa pergunta é dada a partir da relação mútua entre a liberdade e
“Até hoje admitia-se que o nosso conhecimento se devia regular pelos objetos; porém, todas as tentativas para descobrir a priori, mediante conceitos, algo que ampliasse o nosso conhecimento, malogravamse com este pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular pelo nosso conhecimento, o que assim já concorda melhor com o que desejamos, a saber, a possibilidade de um conhecimento a priori desses objetos, que estabeleça algo sobre eles antes de nos serem dados. Trata-se aqui de uma semelhança com a primeira ideia de Copérnico; não podendo prosseguir na explicação dos movimentos celestes enquanto admitia que toda a multidão de estrelas se movia em torno do espectador, tentou se não daria melhor resultado fazer antes girar o espectador e deixar os astros imóveis” (Kant, 2001, p. 43).
A esse respeito, é correto afirmar que essa analogia consiste em