Questões de Concurso
Sobre o sujeito moderno em filosofia
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(BERKOWITZ, Roger. Solidão total: Hannah Arendt e os fundamentos do totalitarismo. Cadernos Arendt, v. 2, n. 3, p. 113, 2021.)
A partir do texto, assinale a alternativa correta:
(KANT, I. Crítica da faculdade do juízo. Tradução adaptada.)
O conceito de __________, conforme pode ser inferido do excerto, refere-se a uma experiência estética que não reside nos objetos da natureza, mas na capacidade do sujeito de reconhecer em si uma dimensão que ultrapassa a sensibilidade, evidenciando a superioridade da razão.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Leia o excerto a seguir:
"O homem nada mais é do que aquilo que faz de si mesmo. Tal é o primeiro princípio do existencialismo. É também o que se chama subjetividade, e é isso que nos acusam sob esse mesmo nome. Mas o que queremos dizer com isso senão que o homem tem uma dignidade maior do que uma pedra ou uma mesa? Pois queremos dizer que o homem começa por existir, encontra-se, surge no mundo, e só depois se define. O homem, tal como o existencialista o concebe, se não é definível, é porque, no começo, ele não é nada. Ele só será depois, e será aquilo que fizer de si mesmo."
(SARTRE, J.-P. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural. Adaptado.)
A partir do excerto e considerando o conceito de "liberdade" em Sartre, analise as afirmativas a seguir:
I.A "liberdade", em Sartre, implica que o ser humano está condenado a construir a si mesmo por meio de suas escolhas, não possuindo uma essência pré-determinada.
II.A singularidade humana decorre da estrutura do "ser-para-si", que se caracteriza pela transcendência em relação à facticidade e pela abertura às possibilidades.
III.A condição humana, em Sartre, implica responsabilidade radical, uma vez que, ao escolher a si mesmo, o indivíduo projeta uma imagem de humanidade, conferindo dimensão ética à "liberdade".
É correto o que se afirma em:
"A ideia de que os brancos podem tudo e que os outros povos têm que se adaptar a esse mundo é uma violência permanente. Não somos todos iguais, e essa ideia de humanidade homogênea é uma ficção. Os povos indígenas têm outras formas de habitar a Terra, outras formas de se relacionar com a vida, com o tempo, com os rios, com as montanhas. Talvez seja hora de suspender o céu que está caindo sobre nós e reconhecer que existem muitos mundos dentro deste mundo. Adiar o fim do mundo é também reconhecer a pluralidade das existências e respeitar outras maneiras de viver."
(KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras. Adaptado.)
A partir do excerto e considerando a filosofia brasileira e latino-americana, especialmente no que se refere às perspectivas decoloniais e às cosmovisões indígenas, analise as afirmativas a seguir:
I.A crítica à ideia de humanidade homogênea implica reconhecer a pluralidade de modos de existência e questionar paradigmas universalizantes.
II.A cosmovisão indígena, conforme apresentada, propõe uma relação integrada entre seres humanos e natureza, rompendo com a separação moderna entre sujeito e objeto.
III.A perspectiva apresentada sustenta a superioridade epistemológica do pensamento ocidental como fundamento para o diálogo intercultural.
É correto o que se afirma em:
"Se não existisse o livre-arbítrio da vontade, não haveria justiça em premiar os bons nem em punir os maus. Pois o pecado não seria evitável, nem a ação boa poderia ser atribuída ao homem. Assim, é pela vontade livre que o homem se afasta do bem supremo e se volta para bens inferiores."
(Santo Agostinho. O Livre-Arbítrio. Adaptado.)
A partir do excerto e da filosofia agostiniana, assinale a alternativa correta:
Assinale a opção cujo método foi corretamente definido.
( ) O mal pode ser produzido por uma pessoa comum, burocrata, pouco reflexivo e medíocre, que assevera ter apenas “feito seu trabalho”.
( ) O mal pode ser cometido sem intenção perversa ou sadismo, quando as pessoas deixam de pensar e julgar por si mesmas.
( ) O mal é banal quando é rotineiro, quando não há senso de responsabilidade moral ou substituição do próprio julgamento pela obediência cega.
( ) O mal é banal não porque é pequeno ou insignificante, mas porque é corriqueiro e sem sentimento.
A alternativa com a sequência CORRETA é:
À luz do arcabouço teórico do criticismo kantiano, as proposições a seguir revelam-se exatas, à EXCEÇÃO de: