Questões de Concurso
Sobre ensino da arte em educação artística
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1.(__)Os museus são espaços formais de educação onde o público pode aprender de forma lúdica.
2.(__)No âmbito da fruição, os museus são atrações que despertam fascínio e curiosidade no público.
3.(__)O caráter educativo do museu de arte se estabelece a partir de um processo de infantilização do público.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Na segunda metade do século XIX até o início do século XX, podemos afirmar que a disciplina de Arte esteve voltada para o ensino:
Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS:
1.(__)Os estudantes precisam conhecer as obras de arte e a trajetória dos artistas para que possam criar produções cada vez mais originais e ricas.
2.(__)Os primeiros processos de criação ocorrem no início da vida adulta.
3.(__)Considerando que a arte é um dom e inata, a disciplina de Arte deveria ser optativa e de livre escolha dos estudantes.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I.O trabalho artístico não está apenas relacionado à questões estéticas, mas também à percepção e à sensibilidade.
II.A arte é uma linguagem que comunica intuições, emoções e processos imaginativos.
III.O chamado "conhecimento sensível" é fundamental para o desenvolvimento humano.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
1.(__)Ana Mae Barbosa foi uma das precursoras da chamada Arte-Educação no Brasil.
2.(__)Ana Mae Barbosa, nos anos 80, foi responsável por criar a chamada "Proposta Triangular".
3.(__)Os três eixos da Proposta Triangular são os seguintes: Fruição, Reflexão e Produção.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
No Plano de Aula, podemos afirmar que esse ponto se refere ao (à):
As noções de patrimônio artístico e cultural não são unânimes entre os diversos segmentos sociais interessados na área. Para Canclini:
“Sempre foram problemáticas as noções de patrimônio nacional ou da humanidade; parecem ainda mais equivocadas neste tempo globalizador que difunde bens e acontecimentos culturais de todos os continentes e que acentua as disputas entre patrimônios e adversários, entre atores públicos e privados e entre locais nacionais e transnacionais. Dizíamos que historicamente os patrimônios – museus nacionais, muralhas, etc.- reafirmam algo próprio, superestimado em face dos bens de outros, reiterando, portanto, sua lógica divisora. Se por acaso tivesse sentido nomeá-los patrimônios da humanidade não seria tanto porque poderíamos todos nos orgulhar de centenas de lugares distantes que nunca conheceremos, mas porque alguns deles, graças ao turismo intercontinental, que possibilita serem filmados ou associados a acontecimentos mundiais como as Olimpíadas, são difundidos como parte de um imaginário globalizado.” (CANCLINI, 2015, p. 81)
O discurso contemporâneo da valorização de saberes e bens culturais e os conflitos entre patrimônio local e bens universalizados, levantados pelo autor no texto acima, perpassam o dilema pós-moderno. No que se refere ao patrimônio material, pode-se aferir, a partir da fala de Canclini:
I. A BNCC (2017) propõe o ensino da Arte disciplinar com conteúdo próprio e que a abordagem das linguagens articule três campos conceituais: Produção, fruição e reflexão, para que os estudantes possam assumir o papel de protagonistas nesse processo.
II. A BNCC (2017) propõe o ensino da Arte como área de conhecimento humano e que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento: criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão, para que os estudantes possam assumir o papel de protagonistas nesse processo.
III. A BNCC propõe o ensino da Arte como área de conhecimento e que a abordagem das linguagens articule três dimensões do conhecimento: explorar, compreender e pesquisar, para que os estudantes possam assumir o papel de protagonistas nesse processo.
IV. A BNCC (2017) propõe o ensino da Arte como área de conhecimento, na perspectiva de contribuir para o desenvolvimento da autonomia reflexiva, criativa e expressiva dos estudantes, por meio da conexão entre o pensamento, a sensibilidade, a intuição e a ludicidade, para que os estudantes possam assumir o papel de protagonistas nesse processo.
V. A BNCC (2017) propõe o ensino da Arte como área de conhecimento, assim como a abordagem das linguagens possa promover, no Ensino Médio, o entrelaçamento entre culturas e saberes, para que os estudantes possam assumir o papel de protagonistas nesse processo.
Identifique as assertivas que correspondem ao questionamento, segundo a BNCC, e marque a alternativa correta:
Identifique as assertivas que correspondem à Estética do Cotidiano, na perspectiva de um paradigma contra hegemônico:
I. O ensino da arte ancorado nos padrões estéticos como um fenômeno único, considerando os cânones e regras, já estabelecidas historicamente, favorecem a Estética do Cotidiano.
II. O ensino da arte, ancorado nas culturas e diferenças estéticas, deixaria de considerar arte como um fenômeno único, para considerar a arte como uma forma de produção e reprodução cultural que favoreceria a Estética do Cotidiano.
III. A ressignificação da estética é fundante à estética do cotidiano, bem como o entendimento sobre a diferença do binarismo na arte entre a macroestética, modelo hemogeneizante, e a microestética, modo subjetivo de organização e produção dos indivíduos em diferentes grupos étnicos.
IV. Microestética tem relação com os fazeres especiais carregados de significação. Não se trata de reduzir este fazer, mas de usar como ponto de partida para compreensão do conceito de arte, para além de uma concepção tradicional, elitista e eurocêntrica.
V. A macroestética produzida historicamente, o conceito de belo e a perfeição são as bases para a Estética do Cotidiano.
Leia com atenção as alternativas abaixo e indique a correta:
Leia com atenção as alternativas abaixo e marque a que corresponde aos argumentos de Moura (2019):