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Estima-se que a cratera Serra da Cangalha, no estado do Tocantins, por exemplo, tenha sido formada por um meteorito que colidiu com a superfície com uma velocidade de cerca de 12 km/s, gerando 2,70 x 1020 Joules de energia.
A partir dessa estimativa, supondo o sistema conservativo, a massa calculada do meteorito que, há milhões de anos, gerou a cratera é de
A figura a seguir ilustra o procedimento, e o gráfico, construído a partir dos dados coletados, apresenta a relação da força de atrito estático máxima (Fat) em função da força normal (FN ) para as diferentes massas.
Considere g = 9,8 m/s2 e, a partir das informações apresentadas, assinale a alternativa que determina, corretamente, a força mínima, em N, necessária para movimentar um bloco de massa igual a 500 g.
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Os alunos realizam alguns testes e, em um deles, a bola caiu 70 cm, e o cronômetro registrou tempo de queda igual a 38 centésimos de segundo.
A partir desses dados, determinaram a aceleração da gravidade local, em m/s2 , aproximadamente igual a
O módulo da aceleração instantânea da partícula no ponto P é, em m/s2 , aproximadamente igual a
A degeneração retiniana periférica que tem maior probabilidade de evoluir para descolamento de retina se não for tratada é
Paciente de 35 anos de idade, branco, analista de sistemas, chega ao consultório referindo embaçamento visual OE há 2 semanas. Refere nunca ter usado óculos anteriormente e está em tratamento de H. pylori há 1 mês, segundo ele por muito stress no trabalho.
Seu exame oftalmológico revelou os seguintes dados:
Refração sob cicloplegia: OD: plano = 20/20
OE: +0.50 D.E. = 20/40 parcial
Biomicroscopia: sem alterações AO
Tonometria de aplanação: 13 mmHg AO.
Mapeamento de retina: OD: sem alterações.
OE: presença de descolamento seroso da retina em região macular de aproximadamente 1 DP de diâmetro.
A principal hipótese diagnóstica para esse caso é
Paciente de 69 anos, sexo masculino, branco, em tratamento com losartana potássica, hidroclorotiazida e sinvastatina, chega ao consultório queixando-se de diminuição súbita da AV em OD há 1 semana.
Seu exame oftalmológico revelou os seguintes dados:
Refração sob cicloplegia: OD: +0.50 D.E. = 20/60
OE: +0.25 D.E. = 20/25 Add + 2.50 J1 (só com OE)
Biomicroscopia: catarata cortical + AO.
Tonometria de aplanação: 17 mmHg AO (09:30 hs)
Mapeamento de retina: Estreitamento arteriolar e cruzamentos A/V patológicos AO. Hemorragias retinianas superficiais e exsudatos algodonosos em quadrante temporal superior OD. Edema macular OD.
A principal hipótese diagnóstica para esse caso é
Paciente de 34 anos, sexo masculino, branco, chega ao consultório queixando-se de piora da AV para longe. Refere não trocar de óculos há 2 anos. Nega uso de medicação de uso contínuo.
Seu exame oftalmológico revelou os seguintes dados:
Óculos em uso – OD: –4.75 D.E.
OE: –5.00 D.E.
Refração subjetiva: OD: –5.25 D.E. = 20/25
OE: –5.25 D.E. = 20/25 parcial
Biomicroscopia: fusos de Krukenberg em endotélio, transiluminação radial da íris e câmara anterior profunda AO.
Tonometria de aplanação: OD: 24 mmHg
OE: 26 mmHg (10:00 hs)
Gonioscopia: ângulo aberto e amplo e malha trabecular com pigmentação intensa AO.
Fundoscopia: escavação 0.4 x 0.4 OD e 0.5 x 0.6 OE, com padrão ISNT não mantido.
A principal hipótese diagnóstica para esse caso é