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Q3954908 Português
Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, afirma que Morro da Garça entrou na literatura devido a João Guimarães Rosa. De acordo com Boaventura Leite (1987), na obra de Guimarães Rosa, qual o significado de Morro?
Alternativas
Q3954905 Português
Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, relata os meios de comunicação da época. Considerando os meios de comunicação abordados na obra de Boaventura Leite (1987), analise o seguinte fragmento de texto.

Os ____________, as tropas menos em uso, abriram os pequenos caminhos da região no transporte de produtos e, mesmo ocasionalmente, de pessoas. Em 1930, construiu-se a primeira estrada de rodagem regular, que foi bem conservada, através da cobrança de _____________, além das numerosas estradas municipais e _____________, que fazem as ligações com as propriedades rurais.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são: 
Alternativas
Q3954892 Português

Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.  


  


Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?. Acesso em: 23 jan. 2026. 

As vírgulas presentes, no primeiro e no terceiro quadro do texto 02, foram usadas, de acordo com a norma, para separar um 
Alternativas
Q3954891 Português

Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.  


  


Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?. Acesso em: 23 jan. 2026. 

A palavra “mal-humorada”, presente nas falas do texto, foi formada pelo processo de  
Alternativas
Q3954890 Português
Sobre o uso do verbo “andar” no texto, é CORRETO afirmar que, 
Alternativas
Q3954889 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Assinale a alternativa em que todas as palavras do texto foram acentuadas graficamente seguindo a mesma regra. 
Alternativas
Q3954888 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Na passagem “Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas.”, a vírgula separa o trecho “Por muito tempo”, de acordo com a norma, por se tratar de uma  
Alternativas
Q3954887 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Na passagem “Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.”, a conjunção “entretanto” insere uma ideia de  
Alternativas
Q3954886 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Analise os trechos a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa como recurso de expressão.

I- “O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida [...]”.

II- “Sem perceber com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros [...]”.
III- “Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo [...]”.
IV- “E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.”
V- “Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar.”

Estão CORRETOS os trechos 
Alternativas
Q3954885 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
De acordo com a autora, na sua criação, seus pais

I- ensinaram-na a enxergar a si mesma com os olhos dos outros.
II- fizeram comparações para lhe mostrar como ela deveria ser.
III- permitiram que ela fosse sempre espontânea, autêntica e livre.
IV- compreenderam que ela esperava deles, principalmente, afeto.
V- mostraram-lhe a importância do respeito à própria essência.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3954884 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Segundo a autora, para vencer o vício em aprovação, é necessário

I- deixar de temer a desaprovação.
II- evitar o julgamento alheio.
III- ser exigente consigo mesma.
IV- viver com liberdade.
V- ser fiel a si mesma.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3954883 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
De acordo com o texto, uma criação muito rígida gera, nos filhos.

I- baixa autoestima.
II- insegurança.
III- negação do eu.
IV- disciplina.
V- maturidade precoce.

Estão CORRETOS apenas os itens
Alternativas
Q3954852 Inglês
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


Why Audits Fail: A Story of Missteps and Lessons Learned

24 January 2025


Let's look at three common reasons why audits fall apart and see what we can learn from them.


1. ______[subtítulo]_____


Picture an auditor walking into a company with a checklist and a laptop, ready to make sense of the chaos. But instead of finding clarity, they're handed a series of false assumptions. Maybe management paints an overly rosy picture of their processes. Or worse, the evidence provided is incomplete or outright fabricated. Imagine the frustration of trying to solve a puzzle when pieces are deliberately hidden or swapped out.

Sometimes it's not malicious -management might not even realize their statements are misleading. But the result is the same: the auditor can't do their job, and critical issues go unnoticed. 


2. ALack of Skilled Resources


Now imagine the audit team itself. Maybe they're new, overwhelmed, or simply don't have the expertise needed to navigate the complexities of this organization. Instead of spotting red flags, they miss them - or worse, don't even know where to look. Auditing isn't easy. It takes specialized knowledge to dig into systems, spot gaps in controls, and interpret what the data is really saying. Without skilled resources, even the most thorough audit plan can fall apart.


3. No Support from the Organization


Finally, imagine the company itself. The audit team asks for access to critical systems but gets stuck waiting for approval. Employees avoid answering questions because they're either too busy or worried about saying the wrong thing. The systems in place are outdated, making it impossible to track down reliable data. At this point, it's like the auditor is running a race with their shoelaces tied together.

Auditors can't succeed without support. They need access to systems, cooperation from employees, and tools that make their job easier -not harder. When the organization doesn't provide this support, even the most well-intentioned audit is doomed.


How to Avoid a Failed Audit


So, how can we change the ending to this story? It comes down to preparation and collaboration. Here are a few things every organization can do:

- Be Transparent: Don't hide problems. Audits are there to help, not punish.

Invest in Skills: Train your audit team and give them the tools they need to succeed.

Foster a Supportive Culture: Make sure ure employees see audits as opportunities for growth, not something to fear.


(Adapted from https://www.linkedin.com/pulse/why-audits-fail-story-missteps-lessons-learned-morfa-itil-cobit-5-1rghe/)
Um subtítulo adequado para a primeira circunstância que pode impedir uma boa auditoria é
Alternativas
Q3954851 Inglês
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


Why Audits Fail: A Story of Missteps and Lessons Learned

24 January 2025


Let's look at three common reasons why audits fall apart and see what we can learn from them.


1. ______[subtítulo]_____


Picture an auditor walking into a company with a checklist and a laptop, ready to make sense of the chaos. But instead of finding clarity, they're handed a series of false assumptions. Maybe management paints an overly rosy picture of their processes. Or worse, the evidence provided is incomplete or outright fabricated. Imagine the frustration of trying to solve a puzzle when pieces are deliberately hidden or swapped out.

Sometimes it's not malicious -management might not even realize their statements are misleading. But the result is the same: the auditor can't do their job, and critical issues go unnoticed. 


2. ALack of Skilled Resources


Now imagine the audit team itself. Maybe they're new, overwhelmed, or simply don't have the expertise needed to navigate the complexities of this organization. Instead of spotting red flags, they miss them - or worse, don't even know where to look. Auditing isn't easy. It takes specialized knowledge to dig into systems, spot gaps in controls, and interpret what the data is really saying. Without skilled resources, even the most thorough audit plan can fall apart.


3. No Support from the Organization


Finally, imagine the company itself. The audit team asks for access to critical systems but gets stuck waiting for approval. Employees avoid answering questions because they're either too busy or worried about saying the wrong thing. The systems in place are outdated, making it impossible to track down reliable data. At this point, it's like the auditor is running a race with their shoelaces tied together.

Auditors can't succeed without support. They need access to systems, cooperation from employees, and tools that make their job easier -not harder. When the organization doesn't provide this support, even the most well-intentioned audit is doomed.


How to Avoid a Failed Audit


So, how can we change the ending to this story? It comes down to preparation and collaboration. Here are a few things every organization can do:

- Be Transparent: Don't hide problems. Audits are there to help, not punish.

Invest in Skills: Train your audit team and give them the tools they need to succeed.

Foster a Supportive Culture: Make sure ure employees see audits as opportunities for growth, not something to fear.


(Adapted from https://www.linkedin.com/pulse/why-audits-fail-story-missteps-lessons-learned-morfa-itil-cobit-5-1rghe/)
Segundo o texto,
Alternativas
Q3954850 Inglês
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


Big Techs


When tax bills are in the millions or even billions, some individuals will go to any lengths to avoid paying up

RS, HMRC, FTS or CRA: whatever you like to call him, there's no hiding from the taxman. No individual or institution is immune from the annual tax deadline, although many aim to reduce what they pay as much as possible through regulatory loopholes and profit redistribution schemes.

When that tips over into illegal territory, though, it becomes a major problem. The International Monetary Fund (IMF) estimates that over $600bn is lost every year due to tax avoidance, with the US, China and Japan named as the greatest culprits.

Multinational technology companies including Google, Apple and Amazon have been slapped with multiple allegations in recent years regarding non-payment of taxes in Europe. In 2016, Apple was ordered to pay $15.4bn in back taxes to Ireland after it was revealed that the company paid just one percent tax on its European profits in 2003, down to 0.005 percent in 2014. That same year Google was accused of using two regulatory loopholes, nicknamed the 'double Irish', allowing it to pay just six percent corporation tax rather than the required 19.3 percent.

The Double Irish arrangement was a base erosion and profit shifting (BEPS) corporate tax avoidance tool used mainly by United States multinationals since the late 1980s to avoid corporate taxation on non-US profits. (The US was one of a small number of countries that did not usea "territorial" tax system, and taxed corporations on all profits, no matter whether the profit was made outside the US or not, in contrast to "territorial" tax systems which tax only profits made within that country.) It was the largest tax avoidance tool in history. By 2010, it was shielding US$100 billion annually in US multinational foreign profits from taxation, and was the main tool by which US multinationals built up untaxed offshore reserves of US$1 trillion from 2004 to 2018.

Despite US knowledge of the Double Irish fora decade, it was the European Commission that in October 2014 forced Ireland to close the scheme, starting in January 2015. However, users of existing schemes, such as Apple, Google, Facebook and Pfizer, were given until January 2020 to close them.

At the announcement of the closure, it was known that multinationals had replacement BEPS tools in Ireland, the Single Malt (2014). and Capital Allowances for Intangible Assets (CAIA) (2009):

- Single malt is almost identical to the Double Irish, and was identified with Microsoft (Linkedin), and Allergan in 2017;

CAIA can provide up to twice the tax shield of Single Malt, or Double Irish, and was identified with Apple in the 2015 leprechaun economics affair, i.e., a huge statistical distortion in Ireland's GDP caused by Apple's tax restructuring. The company transferred intangible assets to its Irish subsidiary, which artificially inflated the country's GDP by more than 26.3% in a single year (later revised to 24.6%), an absurd leap for a relatively small economy. This growth did not reflect real production, but rather Apple's tax inversion of about US$ 300 billion of its intangible assets (mainly intellectual property) to Ireland.


(Adapted from https://www.worldfinance.com/wealth-management/top-5-tax-scandals)



De acordo com o texto,
Alternativas
Q3954848 Inglês
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


Big Techs


When tax bills are in the millions or even billions, some individuals will go to any lengths to avoid paying up

RS, HMRC, FTS or CRA: whatever you like to call him, there's no hiding from the taxman. No individual or institution is immune from the annual tax deadline, although many aim to reduce what they pay as much as possible through regulatory loopholes and profit redistribution schemes.

When that tips over into illegal territory, though, it becomes a major problem. The International Monetary Fund (IMF) estimates that over $600bn is lost every year due to tax avoidance, with the US, China and Japan named as the greatest culprits.

Multinational technology companies including Google, Apple and Amazon have been slapped with multiple allegations in recent years regarding non-payment of taxes in Europe. In 2016, Apple was ordered to pay $15.4bn in back taxes to Ireland after it was revealed that the company paid just one percent tax on its European profits in 2003, down to 0.005 percent in 2014. That same year Google was accused of using two regulatory loopholes, nicknamed the 'double Irish', allowing it to pay just six percent corporation tax rather than the required 19.3 percent.

The Double Irish arrangement was a base erosion and profit shifting (BEPS) corporate tax avoidance tool used mainly by United States multinationals since the late 1980s to avoid corporate taxation on non-US profits. (The US was one of a small number of countries that did not usea "territorial" tax system, and taxed corporations on all profits, no matter whether the profit was made outside the US or not, in contrast to "territorial" tax systems which tax only profits made within that country.) It was the largest tax avoidance tool in history. By 2010, it was shielding US$100 billion annually in US multinational foreign profits from taxation, and was the main tool by which US multinationals built up untaxed offshore reserves of US$1 trillion from 2004 to 2018.

Despite US knowledge of the Double Irish fora decade, it was the European Commission that in October 2014 forced Ireland to close the scheme, starting in January 2015. However, users of existing schemes, such as Apple, Google, Facebook and Pfizer, were given until January 2020 to close them.

At the announcement of the closure, it was known that multinationals had replacement BEPS tools in Ireland, the Single Malt (2014). and Capital Allowances for Intangible Assets (CAIA) (2009):

- Single malt is almost identical to the Double Irish, and was identified with Microsoft (Linkedin), and Allergan in 2017;

CAIA can provide up to twice the tax shield of Single Malt, or Double Irish, and was identified with Apple in the 2015 leprechaun economics affair, i.e., a huge statistical distortion in Ireland's GDP caused by Apple's tax restructuring. The company transferred intangible assets to its Irish subsidiary, which artificially inflated the country's GDP by more than 26.3% in a single year (later revised to 24.6%), an absurd leap for a relatively small economy. This growth did not reflect real production, but rather Apple's tax inversion of about US$ 300 billion of its intangible assets (mainly intellectual property) to Ireland.


(Adapted from https://www.worldfinance.com/wealth-management/top-5-tax-scandals)



De acordo com o texto,
Alternativas
Q3954846 Inglês

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.



Artificial Intelligence in Accounting and Auditing


Federica De Santis


27 October 2024



   The labor-intensive and repetitive nature of auditing tasks, combined with strict compliance requirements, make auditing an ideal area for the integration of digital technologies like artificial intelligence (Al). Al offers significant potential for auditors, enabling them to accelerate auditing tasks, minimize human errors and bias, overcome sampling limitations, examine entire transaction populations, and lower audit costs. Nonetheless. similar to any innovation in professional practices, the adoption of Al in auditing poses unique challenges for both professionals and policymakers. These challenges mainly pertain to auditors' readiness for technological advancements, their willingness to adapt their approach to audit tasks, and the ethical considerations of utilizing Al in their work.



(Adapted from https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-71371-2_9)

Segundo o texto,
Alternativas
Q3954845 Inglês

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.



Artificial Intelligence in Accounting and Auditing


Federica De Santis


27 October 2024



   The labor-intensive and repetitive nature of auditing tasks, combined with strict compliance requirements, make auditing an ideal area for the integration of digital technologies like artificial intelligence (Al). Al offers significant potential for auditors, enabling them to accelerate auditing tasks, minimize human errors and bias, overcome sampling limitations, examine entire transaction populations, and lower audit costs. Nonetheless. similar to any innovation in professional practices, the adoption of Al in auditing poses unique challenges for both professionals and policymakers. These challenges mainly pertain to auditors' readiness for technological advancements, their willingness to adapt their approach to audit tasks, and the ethical considerations of utilizing Al in their work.



(Adapted from https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-71371-2_9)

Um sinônimo para Nonetheless, conforme empregado no texto, é 
Alternativas
Q3954844 Inglês

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.



Defining the Role of a Tax Auditor



    The core function of a tax auditor is to examine financial records and supporting documentation against the figures reported on official returns, whether for individuals or corporations. This examination seeks to verify every line item, from gross receipts and reported income to specific deductions claimed for ordinary and necessary business expenses. A primary goal is to confirm that the taxpayer's stated liability aligns precisely with the relevant federal or state tax law.


    The auditor works to identify discrepancies or misapplications of the law that may lead to an underpayment of taxes due. They scrutinize documentation that supports deductions, such as receipts for depreciation claimed or substantiation for charitable contributions. The auditor ultimately determines if the taxpayer owes additional tax, is duea refund, or if the return is accurate as filed.



(Adapted from https://egalclarity.org/what-is-a-tax-auditor-and-what-do-they-do/)

O significado de supporting, conforme empregado no texto, é
Alternativas
Q3954841 Português

Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.



   Mas o grande perigo da crítica é um dedutivismo ingênuo que, partindo de uma pré-noção, acha no seu campo de pesquisas apenas aquilo que procura. Veja-se, por exemplo, o caso de Taine. Já Edmond Schérer, num dos seus "estudos" mais felizes, apontava os lados fracos da interpretação tainiana da arte ou da história literária. Em vez de proceder por indução, Taine deduz forçosamente de uma ideia preconcebida as componentes que deverão formar o caráter de uma época ou o espírito de uma literatura.


  Sem dúvida, o crítico não pode prescindir de uma hipótese, como o cientista, para abrir uma picada no mato virgem dos fatos. Mas também não deve esquecer que, além da clareira mensurável, começa a exuberância das probabilidades, como uma floresta de interrogações. Respeitar o outro lado provável das coisas, admitir em tudo a parte do indeterminado é uma boa tática para quem não gosta de tropeçar em surpresas irônicas.



(Adaptado de: MEYER, Augusto, "Mas...", Machado de Assis (1935-1958). Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 2008, p. 65)

Considere o seguinte trecho da Ética a Nicômacos, de Aristóteles:

Nossa discussão será apropriada se tiver tanta clareza quanto comporta o assunto, pois não se deve exigir a precisão em todos os raciocínios por igual [...]. E é dentro do mesmo espírito que cada proposição deverá ser recebida, pois é próprio do homem culto buscar a precisão, em cada gênero de coisas, apenas na medida em que a admite a natureza do assunto.

(Adaptado de: Aristóteles. Ética a Nicômacos. Brasilia: Editora UnB, 3.ed., 1992, p.18)

Confrontando o trecho acima com o texto de Augusto Meyer, considere as seguintes afirmativas:

I. Enquanto Aristóteles demonstra conhecer seu objeto o suficiente para estimar o teor de suas proposições, Augusto Meyer considera, em sua abordagem, a possibilidade do novo.
II. Em ambos os textos, busca-se uma adequação entre método e objeto a ser analisado, a qual tem como ponto de partida a consideração das características do objeto.
III. Aristóteles, ao dizer que não se deve exigir a precisão em todos os raciocínios por igual assemelha-se, quanto ao método, a Taine, que, segundo Augusto Meyer, deduz forçosamente de uma ideia preconcebida as componentes que deverão formar o caráter de uma épоca.

Está correto o que se afirma em
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Respostas
14301: B
14302: A
14303: C
14304: D
14305: E
14306: C
14307: D
14308: E
14309: B
14310: A
14311: B
14312: A
14313: C
14314: D
14315: C
14316: D
14317: B
14318: A
14319: A
14320: B