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I. Estudos recentes mostram que a morfologia digestiva dos primatas não humanos tem sido caracterizada por um baixo sinal filogenético. Consequentemente, isso sugere uma baixa similaridade de características morfológicas digestivas entre espécies relacionadas. Assim, se o consumo de frutas é generalizado em platirrinos, sua morfologia digestiva tem sido comumente considerada pouco especializada.
II. O desempenho digestivo dos cebídeos é semelhante ao esperado para os ancestrais platirrinos. Assim, observa-se baixa capacidade de fermentativa, limitando suas dietas a itens vegetais e matéria animal de fácil digestibilidade.
III. Os gêneros Alouatta e Leontocebus possuem desenvolvimento cecocólico evidente. Assim, nesses indivíduos observa-se simbiose com organismos celulolíticos, que podem explicar o aumento da necessidade do consumo de alimentos de origem vegetal.
IV. O intestino delgado é a principal porção do TGI responsável pela absorção de nutrientes. Assim, primatas que possuem um duodeno maior, adquirem uma área maior para a absorção de nutrientes, especialmente em dietas compostas por itens altamente de fácil digestibilidade. Comparativamente, os cebídeos possuem intestino delgado maior e intestino grosso menor em comparação a grupos taxonômicos de primatas, sugerindo que possuem a menor capacidade fermentativa entre os primatas estudados.
Das afirmativas acima estão corretas apenas:
I. O manejo do ambiente possui grande relevância, devendo estar adequado de acordo com cada espécie de primata da criação. Dados relativos à temperatura, umidade e iluminação devem ser criteriosamente aferidos, pois, caso estejam inadequados, podem gerar desequilíbrio homeostático e favorecer o surgimento de diversas doenças.
II. Todos os recintos da criação devem ser protegidos de possíveis ruídos. O excesso de barulho pode causar danos à saúde do animal. Entretanto, variações da temperatura ambiental não devem ser uma preocupação nas criações de primatas do Velho Mundo, pois são naturalmente adaptados a elevadas temperaturas nos seus locais de origem. Chimpanzés, babuínos e os macacos japoneses podem se aclimatar bem a temperaturas acima de 40 ºC, por exemplo.
III. Primatas do Novo Mundo não devem ser mantidos em temperatura entre 22 ºC e 26 ºC, pois isso pode gerar hipotermia nesses indivíduos. Portanto, deve-se aumentar essa faixa de temperatura, principalmente durante a noite, para simular o ambiente da selva. A umidade relativa do ar deve ser mantida entre 45% e 60% para a maioria dessas espécies, devendo ser maior do que 60% para espécies neotropicais.
IV. A iluminação deve ser controlada em instalações que não possuem janelas ou outro tipo de iluminação externa. Assim, deve haver possibilidade de controle do tempo de iluminação durante as 24h do dia. Isso possibilitará um melhor controle do ciclo circadiano para os indivíduos da criação.
Das afirmativas acima estão corretas apenas:
I. O acesso de viatura do Corpo de Bombeiros à edificação, a sinalização de emergência, o alarme de incêndio, os extintores e a brigada de incêndio são considerados requisitos básicos de segurança contra incêndio.
II. O uso sistema de hidrantes e mangotinhos deve ser avaliado em função da altura, da área, dos serviços ou de outras características particulares dos EAS, conforme classificação da edificação.
III. Para fins de dimensionamento das rotas de fuga e saídas de emergência, deve-se considerar o número de pessoas que por ela transitem na eventual ocorrência de um sinistro, sendo a largura mínima igual ou superior a 1,50 metro, onde não há circulação de pacientes.
IV. Edificações muito baixas, com altura entre 3,00 e 12,00 metros, devem possuir ao menos uma escada de emergência.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. A aplicação do PLS limita-se às contratações não abrangidas pela lei 14133/2021.
II. A elaboração e a implementação do PLS são obrigatórias para todos os órgãos e entidades no âmbito da Administração pública federal.
III. O PLS deve ser desenvolvido em de 4 fases: preparação, elaboração/revisão, execução e avaliação.
IV. As ações do PLS são organizadas a partir de eixos temáticos, como racionalização da ocupação dos espaços físicos e fomento à inovação no mercado.