Questões de Concurso Para técnico administrativo

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Q931422 Matemática
Uma camisa custa R$ 180,00 e está sendo vendida com 12,5% de desconto para pagamento à vista. Assim, é CORRETO afirmar que, caso seja vendida à vista, o cliente pagará
Alternativas
Q931421 Português

                                         Segredos


      Sempre me chamou a atenção, aquela senhora. Ela almoça no mesmo restaurante que eu. Todos os dias, à mesma hora, vejo-a entrar, sozinha, elegante em sua roupa escura, quase sempre de gola rolê, os cabelos muito brancos presos num coque. Pisa o chão de lajotas com passos incertos, o corpo muito magro um pouco encurvado, como se carregasse um peso invisível – ou um segredo. Sim, porque os segredos vergam as costas, pesam como fardos. E, ao olhar para ela, desde a primeira vez, fui tomada pela sensação de que tinha algo a esconder.

      Outro dia – um dia de sol, de primavera, com o ar impregnado de luz – ela chegou à porta do restaurante com um andar diferente. Passos mais rápidos. E, antes mesmo que entrasse, notei, através do vidro, que se dera alguma transformação. Fiquei observando. Entrou e passou com seu andar mais leve. Sentou-se a poucos metros de mim, mas num ângulo que não me permitia ver seu rosto, apenas o perfil e as mãos. Estavam trêmulas, mais do que de costume. E, enquanto esperava a chegada do garçom, ela tirou da bolsa alguma coisa que seus dedos nervosos trouxeram para cima da mesa. Inclinei-me para a frente e pude ver: era uma carta.

      Nesse instante, ela se virou e, ainda com o envelope nas mãos, olhou o dia lá fora. Vi então, com toda a clareza, que seu olhar carregava um brilho novo, febril. E aquilo atiçou minha imaginação. Sem dúvida, a carta a transtornara. E eu poderia jurar que tinha alguma relação com seu segredo – fosse qual fosse. Os olhos traem, revelam. Nas mulheres muito velhas, são eles que exibem as marcas de antigas paixões. Por trás dos cabelos brancos, das rugas, da pele ressecada, cintila muitas vezes, nos olhos, um brilho traiçoeiro – porque é ali que os desejos cavam sua última trincheira.

                                              * * *

      Muitas semanas se passaram. Todos os dias, à mesma hora, ela continua chegando para almoçar, os olhos novamente apagados, o passo outra vez mais lento, o tremor das mãos apaziguado. Parece que o efeito da carta passou. Sei que nunca saberei o que estava escrito ali. Sei que a velha senhora nunca falará comigo, nem com ninguém. Mas há pelo menos um segredo de seu passado que já conheço. Por mero acaso. Aconteceu ontem. Ela se sentou na mesa ao lado da minha. Nunca antes isso acontecera. Era a chance para observá-la bem de perto. Vestia, como de costume, uma blusa de mangas compridas, de malha de lã, escura. E, sob o facho de luz que incidia sobre sua mesa, pegou o cardápio. Ao fazê-lo, a manga da blusa franziu-se um pouco em direção ao cotovelo, deixando à mostra uma parte do antebraço. E foi então que eu vi, no pulso muito branco, a cicatriz.

      Um dia, ela quis morrer. E tenho certeza de que foi por amor.

                                                                     Heloísa seixas, Contos mínimos

Qual o segredo do passado da senhora que, de acordo com o texto, a narradora já conhece?
Alternativas
Q931420 Português

                                         Segredos


      Sempre me chamou a atenção, aquela senhora. Ela almoça no mesmo restaurante que eu. Todos os dias, à mesma hora, vejo-a entrar, sozinha, elegante em sua roupa escura, quase sempre de gola rolê, os cabelos muito brancos presos num coque. Pisa o chão de lajotas com passos incertos, o corpo muito magro um pouco encurvado, como se carregasse um peso invisível – ou um segredo. Sim, porque os segredos vergam as costas, pesam como fardos. E, ao olhar para ela, desde a primeira vez, fui tomada pela sensação de que tinha algo a esconder.

      Outro dia – um dia de sol, de primavera, com o ar impregnado de luz – ela chegou à porta do restaurante com um andar diferente. Passos mais rápidos. E, antes mesmo que entrasse, notei, através do vidro, que se dera alguma transformação. Fiquei observando. Entrou e passou com seu andar mais leve. Sentou-se a poucos metros de mim, mas num ângulo que não me permitia ver seu rosto, apenas o perfil e as mãos. Estavam trêmulas, mais do que de costume. E, enquanto esperava a chegada do garçom, ela tirou da bolsa alguma coisa que seus dedos nervosos trouxeram para cima da mesa. Inclinei-me para a frente e pude ver: era uma carta.

      Nesse instante, ela se virou e, ainda com o envelope nas mãos, olhou o dia lá fora. Vi então, com toda a clareza, que seu olhar carregava um brilho novo, febril. E aquilo atiçou minha imaginação. Sem dúvida, a carta a transtornara. E eu poderia jurar que tinha alguma relação com seu segredo – fosse qual fosse. Os olhos traem, revelam. Nas mulheres muito velhas, são eles que exibem as marcas de antigas paixões. Por trás dos cabelos brancos, das rugas, da pele ressecada, cintila muitas vezes, nos olhos, um brilho traiçoeiro – porque é ali que os desejos cavam sua última trincheira.

                                              * * *

      Muitas semanas se passaram. Todos os dias, à mesma hora, ela continua chegando para almoçar, os olhos novamente apagados, o passo outra vez mais lento, o tremor das mãos apaziguado. Parece que o efeito da carta passou. Sei que nunca saberei o que estava escrito ali. Sei que a velha senhora nunca falará comigo, nem com ninguém. Mas há pelo menos um segredo de seu passado que já conheço. Por mero acaso. Aconteceu ontem. Ela se sentou na mesa ao lado da minha. Nunca antes isso acontecera. Era a chance para observá-la bem de perto. Vestia, como de costume, uma blusa de mangas compridas, de malha de lã, escura. E, sob o facho de luz que incidia sobre sua mesa, pegou o cardápio. Ao fazê-lo, a manga da blusa franziu-se um pouco em direção ao cotovelo, deixando à mostra uma parte do antebraço. E foi então que eu vi, no pulso muito branco, a cicatriz.

      Um dia, ela quis morrer. E tenho certeza de que foi por amor.

                                                                     Heloísa seixas, Contos mínimos

De acordo com o texto, os segredos
Alternativas
Q931419 Português

                                         Segredos


      Sempre me chamou a atenção, aquela senhora. Ela almoça no mesmo restaurante que eu. Todos os dias, à mesma hora, vejo-a entrar, sozinha, elegante em sua roupa escura, quase sempre de gola rolê, os cabelos muito brancos presos num coque. Pisa o chão de lajotas com passos incertos, o corpo muito magro um pouco encurvado, como se carregasse um peso invisível – ou um segredo. Sim, porque os segredos vergam as costas, pesam como fardos. E, ao olhar para ela, desde a primeira vez, fui tomada pela sensação de que tinha algo a esconder.

      Outro dia – um dia de sol, de primavera, com o ar impregnado de luz – ela chegou à porta do restaurante com um andar diferente. Passos mais rápidos. E, antes mesmo que entrasse, notei, através do vidro, que se dera alguma transformação. Fiquei observando. Entrou e passou com seu andar mais leve. Sentou-se a poucos metros de mim, mas num ângulo que não me permitia ver seu rosto, apenas o perfil e as mãos. Estavam trêmulas, mais do que de costume. E, enquanto esperava a chegada do garçom, ela tirou da bolsa alguma coisa que seus dedos nervosos trouxeram para cima da mesa. Inclinei-me para a frente e pude ver: era uma carta.

      Nesse instante, ela se virou e, ainda com o envelope nas mãos, olhou o dia lá fora. Vi então, com toda a clareza, que seu olhar carregava um brilho novo, febril. E aquilo atiçou minha imaginação. Sem dúvida, a carta a transtornara. E eu poderia jurar que tinha alguma relação com seu segredo – fosse qual fosse. Os olhos traem, revelam. Nas mulheres muito velhas, são eles que exibem as marcas de antigas paixões. Por trás dos cabelos brancos, das rugas, da pele ressecada, cintila muitas vezes, nos olhos, um brilho traiçoeiro – porque é ali que os desejos cavam sua última trincheira.

                                              * * *

      Muitas semanas se passaram. Todos os dias, à mesma hora, ela continua chegando para almoçar, os olhos novamente apagados, o passo outra vez mais lento, o tremor das mãos apaziguado. Parece que o efeito da carta passou. Sei que nunca saberei o que estava escrito ali. Sei que a velha senhora nunca falará comigo, nem com ninguém. Mas há pelo menos um segredo de seu passado que já conheço. Por mero acaso. Aconteceu ontem. Ela se sentou na mesa ao lado da minha. Nunca antes isso acontecera. Era a chance para observá-la bem de perto. Vestia, como de costume, uma blusa de mangas compridas, de malha de lã, escura. E, sob o facho de luz que incidia sobre sua mesa, pegou o cardápio. Ao fazê-lo, a manga da blusa franziu-se um pouco em direção ao cotovelo, deixando à mostra uma parte do antebraço. E foi então que eu vi, no pulso muito branco, a cicatriz.

      Um dia, ela quis morrer. E tenho certeza de que foi por amor.

                                                                     Heloísa seixas, Contos mínimos

Dizem que os olhos são o espelho da alma. NÃO é possível afirmar, de acordo com o texto, que
Alternativas
Q931418 Português

                                         Segredos


      Sempre me chamou a atenção, aquela senhora. Ela almoça no mesmo restaurante que eu. Todos os dias, à mesma hora, vejo-a entrar, sozinha, elegante em sua roupa escura, quase sempre de gola rolê, os cabelos muito brancos presos num coque. Pisa o chão de lajotas com passos incertos, o corpo muito magro um pouco encurvado, como se carregasse um peso invisível – ou um segredo. Sim, porque os segredos vergam as costas, pesam como fardos. E, ao olhar para ela, desde a primeira vez, fui tomada pela sensação de que tinha algo a esconder.

      Outro dia – um dia de sol, de primavera, com o ar impregnado de luz – ela chegou à porta do restaurante com um andar diferente. Passos mais rápidos. E, antes mesmo que entrasse, notei, através do vidro, que se dera alguma transformação. Fiquei observando. Entrou e passou com seu andar mais leve. Sentou-se a poucos metros de mim, mas num ângulo que não me permitia ver seu rosto, apenas o perfil e as mãos. Estavam trêmulas, mais do que de costume. E, enquanto esperava a chegada do garçom, ela tirou da bolsa alguma coisa que seus dedos nervosos trouxeram para cima da mesa. Inclinei-me para a frente e pude ver: era uma carta.

      Nesse instante, ela se virou e, ainda com o envelope nas mãos, olhou o dia lá fora. Vi então, com toda a clareza, que seu olhar carregava um brilho novo, febril. E aquilo atiçou minha imaginação. Sem dúvida, a carta a transtornara. E eu poderia jurar que tinha alguma relação com seu segredo – fosse qual fosse. Os olhos traem, revelam. Nas mulheres muito velhas, são eles que exibem as marcas de antigas paixões. Por trás dos cabelos brancos, das rugas, da pele ressecada, cintila muitas vezes, nos olhos, um brilho traiçoeiro – porque é ali que os desejos cavam sua última trincheira.

                                              * * *

      Muitas semanas se passaram. Todos os dias, à mesma hora, ela continua chegando para almoçar, os olhos novamente apagados, o passo outra vez mais lento, o tremor das mãos apaziguado. Parece que o efeito da carta passou. Sei que nunca saberei o que estava escrito ali. Sei que a velha senhora nunca falará comigo, nem com ninguém. Mas há pelo menos um segredo de seu passado que já conheço. Por mero acaso. Aconteceu ontem. Ela se sentou na mesa ao lado da minha. Nunca antes isso acontecera. Era a chance para observá-la bem de perto. Vestia, como de costume, uma blusa de mangas compridas, de malha de lã, escura. E, sob o facho de luz que incidia sobre sua mesa, pegou o cardápio. Ao fazê-lo, a manga da blusa franziu-se um pouco em direção ao cotovelo, deixando à mostra uma parte do antebraço. E foi então que eu vi, no pulso muito branco, a cicatriz.

      Um dia, ela quis morrer. E tenho certeza de que foi por amor.

                                                                     Heloísa seixas, Contos mínimos

Há, no texto, diversas menções à elegância, às características físicas, à aparência da senhora. Marque a alternativa cuja referência seja apenas a uma característica psicológica dessa senhora.
Alternativas
Q931417 Português

                                         Segredos


      Sempre me chamou a atenção, aquela senhora. Ela almoça no mesmo restaurante que eu. Todos os dias, à mesma hora, vejo-a entrar, sozinha, elegante em sua roupa escura, quase sempre de gola rolê, os cabelos muito brancos presos num coque. Pisa o chão de lajotas com passos incertos, o corpo muito magro um pouco encurvado, como se carregasse um peso invisível – ou um segredo. Sim, porque os segredos vergam as costas, pesam como fardos. E, ao olhar para ela, desde a primeira vez, fui tomada pela sensação de que tinha algo a esconder.

      Outro dia – um dia de sol, de primavera, com o ar impregnado de luz – ela chegou à porta do restaurante com um andar diferente. Passos mais rápidos. E, antes mesmo que entrasse, notei, através do vidro, que se dera alguma transformação. Fiquei observando. Entrou e passou com seu andar mais leve. Sentou-se a poucos metros de mim, mas num ângulo que não me permitia ver seu rosto, apenas o perfil e as mãos. Estavam trêmulas, mais do que de costume. E, enquanto esperava a chegada do garçom, ela tirou da bolsa alguma coisa que seus dedos nervosos trouxeram para cima da mesa. Inclinei-me para a frente e pude ver: era uma carta.

      Nesse instante, ela se virou e, ainda com o envelope nas mãos, olhou o dia lá fora. Vi então, com toda a clareza, que seu olhar carregava um brilho novo, febril. E aquilo atiçou minha imaginação. Sem dúvida, a carta a transtornara. E eu poderia jurar que tinha alguma relação com seu segredo – fosse qual fosse. Os olhos traem, revelam. Nas mulheres muito velhas, são eles que exibem as marcas de antigas paixões. Por trás dos cabelos brancos, das rugas, da pele ressecada, cintila muitas vezes, nos olhos, um brilho traiçoeiro – porque é ali que os desejos cavam sua última trincheira.

                                              * * *

      Muitas semanas se passaram. Todos os dias, à mesma hora, ela continua chegando para almoçar, os olhos novamente apagados, o passo outra vez mais lento, o tremor das mãos apaziguado. Parece que o efeito da carta passou. Sei que nunca saberei o que estava escrito ali. Sei que a velha senhora nunca falará comigo, nem com ninguém. Mas há pelo menos um segredo de seu passado que já conheço. Por mero acaso. Aconteceu ontem. Ela se sentou na mesa ao lado da minha. Nunca antes isso acontecera. Era a chance para observá-la bem de perto. Vestia, como de costume, uma blusa de mangas compridas, de malha de lã, escura. E, sob o facho de luz que incidia sobre sua mesa, pegou o cardápio. Ao fazê-lo, a manga da blusa franziu-se um pouco em direção ao cotovelo, deixando à mostra uma parte do antebraço. E foi então que eu vi, no pulso muito branco, a cicatriz.

      Um dia, ela quis morrer. E tenho certeza de que foi por amor.

                                                                     Heloísa seixas, Contos mínimos

No quarto parágrafo, o advérbio ali refere-se à/ao
Alternativas
Q900131 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Sem prejuízo de outras medidas e resguardando os direitos individuais previstos nos artigos 106, parágrafo único, e 107 do Estatuto da Criança e do Adolescente, qual é a providência que a autoridade policial deverá tomar em caso de flagrante de ato infracional cometido mediante grave ameaça à vítima?
Alternativas
Q900130 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, obrigatoriamente e sem constrangimento, para onde devem ser encaminhadas as gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900129 Matemática
Em uma partida de vôlei, Marcela marcou o triplo de pontos que Joice. Se as duas juntas marcaram 28 pontos, quantos pontos Marcela marcou?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900128 Matemática
Jorge realizou uma viagem de carro de Porto Alegre a Manaus e levou 110 horas e 45 minutos para chegar ao destino. Se Jorge saiu de Porto Alegre às 14 horas e 30 minutos do dia 3 de março de 2018, em que dia e a que horas Jorge chegou em Manaus?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900127 Matemática
Um atacado vende cada calça por R$ 80 reais. Na compra de 6 peças ou mais, cada calça tem um desconto de 20%. Se Antônio comprou 10 calças e revendeu cada uma por R$ 90 reais, qual foi o ganho de Antônio?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900126 Matemática
João comprou 1kg de bombons e deu 6 bombons a cada filho, restando 2 bombons. Se cada bombom pesa 20g, quantos filhos João tem?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900125 Matemática
Luiz corre a uma velocidade de 6km/h e percorre certa distância em 5 minutos. Se ele corresse a 10km/h, a mesma distância seria percorrida em quanto tempo?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900124 Matemática
José tomou emprestado R$ 1.000,00 a serem pagos em 6 meses a juros simples de 5% ao mês. Qual é o montante a ser pago por José?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900123 Matemática
Carlos encheu o tanque de combustível de seu carro com capacidade de 60 litros e realizou uma viagem. Quando chegou ao destino, ele verificou um gasto de 42 litros de combustível. Qual a porcentagem da quantidade original de combustível ainda restou no tanque?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900122 Matemática
A área de um quadrado mais o seu perímetro é igual 21. Qual é a medida do lado deste quadrado?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900121 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Considerando o Regimento Geral da Universidade Estadual de Maringá, assinale a alternativa correta em relação aos cursos de graduação.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900120 Legislação Federal
Assinale a alternativa correta em relação ao Estatuto da Universidade Estadual de Maringá.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900119 Legislação Estadual
A Constituição do Estado do Paraná trouxe garantias e direitos aos servidores públicos estaduais. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2018 - UEM - Técnico Administrativo |
Q900118 Legislação Estadual
Assinale a alternativa que não representa um princípio previsto, de forma expressa, no caput do artigo 27 da Constituição do Estado do Paraná.
Alternativas
Respostas
8761: D
8762: C
8763: C
8764: B
8765: A
8766: A
8767: D
8768: E
8769: E
8770: C
8771: C
8772: B
8773: D
8774: D
8775: D
8776: A
8777: E
8778: A
8779: B
8780: D