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Texto para a questão
Homem, 55 anos de idade, assintomático. Durante ultrassom cervical de check-up foi identificada massa cervical que se comunicava com o mediastino. Refere HAS e tabagismo de charuto. Prosseguiu na investigação com tomografia cervical e de tórax, que visualizou a formação expansiva de aspecto sólido-cístico, com septações de permeio, comprometendo a região do mediastino e com extensão para região cervical à esquerda, apresentando íntimo contato com contorno inferior do lobo tireoidiano esquerdo. A lesão mede, em sua totalidade, aproximadamente 11,7 x 8,7 x 5,9 cm nos maiores eixos, conforme imagens apresentadas a seguir:

O paciente foi submetido à biopsia transtorácica que confirmou Timoma B2.
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Homem, 55 anos de idade, assintomático. Durante ultrassom cervical de check-up foi identificada massa cervical que se comunicava com o mediastino. Refere HAS e tabagismo de charuto. Prosseguiu na investigação com tomografia cervical e de tórax, que visualizou a formação expansiva de aspecto sólido-cístico, com septações de permeio, comprometendo a região do mediastino e com extensão para região cervical à esquerda, apresentando íntimo contato com contorno inferior do lobo tireoidiano esquerdo. A lesão mede, em sua totalidade, aproximadamente 11,7 x 8,7 x 5,9 cm nos maiores eixos, conforme imagens apresentadas a seguir:

O paciente foi submetido à biopsia transtorácica que confirmou Timoma B2.
Texto para a questão
Mulher, 47 anos de idade, com antecedente de neoplasia de mama direita, é tratada com quadrantectomia e esvaziamento axilar seguido por quimioterapia e radioterapia adjuvantes. Há 3 anos, ao término do tratamento, encontra-se em seguimento com oncologista, desde então, sem outras comorbidades. Há 4 semanas, refere tosse seca e dor pleurítica leve em hemitórax esquerdo. Há 10 dias, apresenta dispneia com aumento progressivo, chegando aos pequenos esforços nos últimos 2 dias. Nega febre e emagrecimento no período. Ao exame físico, apresenta ausculta diminuída nos 2/3 inferiores do hemitórax esquerdo. A radiografia de tórax PA e perfil confirma o diagnóstico de derrame pleural.
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Mulher, 47 anos de idade, com antecedente de neoplasia de mama direita, é tratada com quadrantectomia e esvaziamento axilar seguido por quimioterapia e radioterapia adjuvantes. Há 3 anos, ao término do tratamento, encontra-se em seguimento com oncologista, desde então, sem outras comorbidades. Há 4 semanas, refere tosse seca e dor pleurítica leve em hemitórax esquerdo. Há 10 dias, apresenta dispneia com aumento progressivo, chegando aos pequenos esforços nos últimos 2 dias. Nega febre e emagrecimento no período. Ao exame físico, apresenta ausculta diminuída nos 2/3 inferiores do hemitórax esquerdo. A radiografia de tórax PA e perfil confirma o diagnóstico de derrame pleural.
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Mulher, 71 anos de idade, assintomática, tabagista passiva (marido), sem outras comorbidades. Na tomografia de tórax, foi observado a presença de opacidade irregular subsólida, predominantemente vidro fosco, localizada no segmento apicoposterior do lobo superior esquerdo, medindo 2,4 cm no maior eixo e com área invasiva de 1,5 cm no maior eixo, conforme a imagem a seguir:

Ausência de linfonodomegalias em hilo ou mediastino. Foi submetida à biópsia por agulha guiada por tomografia de tórax que confirmou tratar-se de adenocarcinoma primário do pulmão. O PET-FDG mostrou captação suspeita para neoplasia apenas no nódulo pulmonar (SUVmax 2,7).
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Mulher, 71 anos de idade, assintomática, tabagista passiva (marido), sem outras comorbidades. Na tomografia de tórax, foi observado a presença de opacidade irregular subsólida, predominantemente vidro fosco, localizada no segmento apicoposterior do lobo superior esquerdo, medindo 2,4 cm no maior eixo e com área invasiva de 1,5 cm no maior eixo, conforme a imagem a seguir:

Ausência de linfonodomegalias em hilo ou mediastino. Foi submetida à biópsia por agulha guiada por tomografia de tórax que confirmou tratar-se de adenocarcinoma primário do pulmão. O PET-FDG mostrou captação suspeita para neoplasia apenas no nódulo pulmonar (SUVmax 2,7).
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Ausência de linfonodomegalias em hilo ou mediastino. Foi submetida à biópsia por agulha guiada por tomografia de tórax que confirmou tratar-se de adenocarcinoma primário do pulmão. O PET-FDG mostrou captação suspeita para neoplasia apenas no nódulo pulmonar (SUVmax 2,7).
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Mulher, 71 anos de idade, assintomática, tabagista passiva (marido), sem outras comorbidades. Na tomografia de tórax, foi observado a presença de opacidade irregular subsólida, predominantemente vidro fosco, localizada no segmento apicoposterior do lobo superior esquerdo, medindo 2,4 cm no maior eixo e com área invasiva de 1,5 cm no maior eixo, conforme a imagem a seguir:

Ausência de linfonodomegalias em hilo ou mediastino. Foi submetida à biópsia por agulha guiada por tomografia de tórax que confirmou tratar-se de adenocarcinoma primário do pulmão. O PET-FDG mostrou captação suspeita para neoplasia apenas no nódulo pulmonar (SUVmax 2,7).
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Mulher, 71 anos de idade, assintomática, tabagista passiva (marido), sem outras comorbidades. Na tomografia de tórax, foi observado a presença de opacidade irregular subsólida, predominantemente vidro fosco, localizada no segmento apicoposterior do lobo superior esquerdo, medindo 2,4 cm no maior eixo e com área invasiva de 1,5 cm no maior eixo, conforme a imagem a seguir:

Ausência de linfonodomegalias em hilo ou mediastino. Foi submetida à biópsia por agulha guiada por tomografia de tórax que confirmou tratar-se de adenocarcinoma primário do pulmão. O PET-FDG mostrou captação suspeita para neoplasia apenas no nódulo pulmonar (SUVmax 2,7).
Note e adote:
Ao = pressão aórtica (mmHg);
DC = débito cardíaco (litros/minuto);
AP = pressão da artéria pulmonar;
PCP = pressão de oclusão da artéria pulmonar (pressão capilar pulmonar);
AD= pressão atrial direita;
VD = pressão do ventrículo direito;
RVS = resistência vascular sistêmica (em dynes·s·cm-5).