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Considerando como referência os locais com porcentagem de
residências atingidas pelas inundações entre 0 e 0,1%, o risco
de leptospirose na população é: S1: Dor abdominal em cólica e diarreia malcheirosa há cerca de 20 dias, sem sangue ou muco. Em uso de analgésico e anti-espasmódico com controle dos sintomas. Sem febre, perda de 1 kg nesse período, nega viagens recentes. S2: Renovação de prescrição de PrEP para HIV (profilaxia pré-exposição). Uso diário há 2 anos, esquece de tomar menos de 1 vez por semana; últimos exames há cerca de 4 meses sem alterações. Relações sexuais anais receptivas e insertivas, uso irregular de preservativo. O: Abdome timpânico, sem dor à palpação e sem massas; hidratado, anictérico.
Exames realizados há 4 meses: sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C: negativo; pesquisa clamídia e gonorreia retal e urinária negativas; creatinina 0,8 mg/dL. Para esse paciente, a conduta mais indicada seria pesquisa nas fezes de:
Considerando os dados da tabela, é necessário tratar:
Com base na tabela e considerando a categoria exposição solar “baixa” como referência, qual a provável conclusão em relação à exposição solar e ao câncer de mama neste estudo?
1. Se a frequência de TEPT é maior em mulheres atendidas em serviços públicos do que privados; 2. Se há relação causal entre história de abuso na infância e TEPT; 3. Se TEPT aumenta o risco de ideação suicida anos após o parto.
Assinale a alternativa que contempla os tipos de estudos apropriados para os objetivos 1, 2 e 3, respectivamente.
O gráfico a seguir mostra a mortalidade ajustada por idade por COVID-19 no município de São Paulo, tomando como população padrão o total de habitantes na cidade no período de março a dezembro de 2020, identificando as diferenças segundo raça e sexo.

Neste estudo, qual o principal motivo para padronizar as taxas de mortalidade por idade?
Considere as seguintes informações referentes a uma mulher de 22 anos de idade:
SUBJETIVO: Paciente comparece a segunda consulta prénatal, relatando que ainda mantém náuseas e vômitos. Não queria engravidar agora, tomou um susto com a gravidez e ainda está buscando aceitá-la. Tem faltado no trabalho, por conta do mal-estar da gravidez, e demonstra preocupação com isso. O supervisor a tem pressionado, dizendo que talvez seja melhor ela se demitir. Fazia academia de ginástica 3 vezes por semana e parou por receio de fazer mal à criança. Está usando ácido fólico, sulfato ferroso e carbonato de cálcio. É a sua primeira gestação e não tem nenhuma comorbidade.
OBJETIVO: Idade gestacional de 12 semanas compatível com o primeiro USG feito com 8 semanas de gestação. Vacinação prévia: 3 doses de hepatite B, 3 doses com reforço de DPT, 3 doses da vacina de COVID-19 e influenza sazonal. PA de 102×60 mmHg. Ausculta (sonar): BCF presente. IMC de 24,2 kg/m2 . Exames de primeiro trimestre sem alterações significativas.
AVALIAÇÃO: Primigesta de risco habitual, no primeiro trimestre gestacional. Eutrofia, com risco nutricional pelos vômitos. Risco psicossocial.
Em relação ao PLANO para esta consulta, qual é a alternativa mais adequada?

Com base nos dados fornecidos na tabela apresentada, qual população tem maior risco de morte?
Além de estimular, orientar e corrigir o aleitamento materno,
qual conduta deverá ser realizada após RN completar
48 horas de vida?