Questões de Concurso Para enfermeiro

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Q4104862 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
Releia o trecho do texto I a seguir.

“Mas essa sobrecarga não se limita ao material. O neurocientista Daniel Levitin, autor de ‘A mente organizada’, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial à vida.”

Em relação à concordância e regência verbais e nominais no trecho apresentado, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4104861 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
Com base no texto I, analise as afirmativas a seguir relativas à coesão, à coerência, à argumentação e a outros fatores de textualidade.
I. A passagem “Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas.” é construída principalmente por meio de enumeração paralela.
II. No trecho “Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse.”, a argumentação e a coerência do texto manifestam‑se ao fornecerem um dado concreto que reforça o ponto de vista da autora, mantendo a progressão temática.
III. No excerto “No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.”, a imparcialidade se mantém, pois o texto apresenta diferentes pontos de vista sem tomar partido.
IV. No fragmento “Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos.”, a escolha das palavras compromete a informatividade, pois recorre à linguagem poética e metafórica, além de contribuir para o desenvolvimento da argumentação do texto ao indicar um possível efeito negativo do consumismo.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q4104860 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
É correto afirmar que, ao longo do texto I, o ponto de vista da autora caracteriza‑se por
Alternativas
Q4104859 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
Analise as afirmativas a seguir sobre aspectos semânticos e estilísticos presentes no texto I e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

(    ) A passagem “Minimalismo não é escassez, mas intenção.” apresenta traços da paronímia ao explicar e reinterpretar o termo “minimalismo”.
(    ) As palavras “acúmulo” e “escolha”, no trecho “O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha.”, representam uma relação de antonímia, pois expressam ideias opostas no contexto.
(    ) A palavra “excesso”, utilizada repetidas vezes no texto, pode ter diferentes significados conforme o contexto em que for empregada, exemplificando um caso de sinonímia.
(    ) A função da linguagem predominante no trecho “Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você?” é a conativa ou apelativa, pois busca influenciar o leitor a refletir e agir.
(    ) O uso de perguntas como “O que realmente ganhamos ao acumular tanto?” e “O que sua casa diz sobre você?” revela a presença do dialogismo pela interlocução implícita com o receptor do texto em diferentes perspectivas.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q4104858 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
O texto I apresenta referências a autores como Thoreau, Daniel Levitin, Barry Schwartz, Steve Jobs, Dieter Rams e Dostoiévski.
Esse recurso é um exemplo de
Alternativas
Q4104857 Português
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TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
No trecho do texto I “Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial.”, o termo “clareza” pode ser entendido, no contexto, como
Alternativas
Q4104856 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
O texto “Menos é mais?”, de Alessandra Aragão, trata do minimalismo como proposta de vida e bem‑estar.
Considerando a tipologia textual e os gêneros discursivos de circulação social, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4097078 Enfermagem
No contexto da assistência domiciliar, a principal característica que torna o PTS uma ferramenta eficaz no cuidado ao paciente é:
Alternativas
Q4097077 Saúde Pública
Os Determinantes sociais de saúde impactam na construção da sociedade. Diante disso, assinale qual dos seguintes fatores é considerado um determinante social da saúde:
Alternativas
Q4097076 Psiquiatria
Os benzodiazepínicos são amplamente utilizados no manejo de transtornos mentais. Durante o acompanhamento de pacientes em uso desses medicamentos, assinale CORRETAMENTE qual efeito adverso o Enfermeiro CAPSI deve monitorar atentamente, considerando a possibilidade de intervenção precoce:
Alternativas
Q4097074 Enfermagem
De acordo com o documento do Ministério da Saúde, o fator que dificulta o reconhecimento do sofrimento mental relacionado ao trabalho entre profissionais de saúde é:
Alternativas
Q4097073 Enfermagem
Diante das alternativas abaixo, assinale CORRETAMENTE a que representa um efeito adverso potencial dos antipsicóticos atípicos que o enfermeiro deve monitorar:
Alternativas
Q4097072 Enfermagem
Pacientes que fazem uso de medicação que atua no sistema nervoso central precisam ser acompanhados de forma multidisciplinar. Diante disso, assinale CORRETAMENTE qual exame é frequentemente solicitado para monitorar efeitos colaterais em pacientes que utilizam antipsicóticos atípicos:
Alternativas
Q4097071 Enfermagem
Assinale a alternativa que corresponde a uma responsabilidade do Enfermeiro CAPSI no acompanhamento de pacientes em uso de antipsicóticos atípicos:
Alternativas
Q4097070 Enfermagem
Em uma visita domiciliar, o Enfermeiro CAPSI identifica que uma usuária com transtorno bipolar está em fase eutímica, mas apresenta baixa adesão ao tratamento e sinais de isolamento social. Assinale CORRETAMENTE a alternativa que traz a estratégia mais adequada ao modelo psicossocial de assistência com a ética e competência profissional do Enfermeiro.
Alternativas
Q4097069 Enfermagem
Durante uma reunião de equipe em um CAPS III, discute-se o caso de um usuário com esquizofrenia em crise aguda, sem rede de apoio familiar e em situação de rua. A conduta mais adequada às diretrizes da RAPS é:
Alternativas
Q4097067 Enfermagem
Os Centros de Atenção Psicossocial são centros de serviço aberto, comunitário e interdisciplinar. Sobre o assunto, assinale qual das alternativas abaixo corresponde a uma das modalidades de CAPS previstas pela Portaria n.º 3.088/2011 do Ministério da Saúde e a Portaria de Consolidação nº 3, de 28 de Setembro de 2017:
Alternativas
Q4097066 Direito Sanitário
De acordo com a Portaria n.º 3.088/2011 do Ministério da Saúde, assinale a alternativa que corresponde à principal finalidade dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS):
Alternativas
Q4097065 Enfermagem
A medida que contribui efetivamente para a redução de eventos adversos relacionados à medicação em pacientes idosos é:
Alternativas
Q4097064 Enfermagem
A atenção integral à pessoa idosa inclui uma avaliação multiprofissional. Diante disso, o papel do enfermeiro na reconciliação medicamentosa em idosos é o de:
Alternativas
Respostas
4941: D
4942: A
4943: D
4944: B
4945: D
4946: D
4947: A
4948: A
4949: C
4950: D
4951: C
4952: B
4953: C
4954: D
4955: C
4956: B
4957: B
4958: D
4959: C
4960: D