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Q3545520 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
        “Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável.”
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo sinônimo da palavra destacada no trecho. 
Alternativas
Q3545519 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A partir análise dos recursos utilizados na construção do texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3545518 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Analise as afirmações feitas a respeito do texto lido e assinale a alternativa correta.
I – Brasília se diferencia da maioria das grandes cidades brasileiras por, entre outros fatores, não seguir a tendência histórica de se construírem cidades em regiões litorâneas ou próximas a grandes fontes de água.
II – Segundo o autor, a posição geográfica de Brasília configura-se uma vantagem para a população local, já que a distância do mar protege a cidade da hecatombe iminente no século.
III – É possível inferir que o “favelamento” é um sinal de exclusão da população mais carente, que não possui acesso a serviços e bens de consumo na região em que residem.
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Q3544986 Direito Constitucional
A Constituição Federal prevê, em seu Art. 206, que o ensino será ministrado com base em alguns princípios, entre eles:

I. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber.
II. Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
III. Garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida.


Quais estão corretos?
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Q3544982 Direito Administrativo
Com base na Lei de Improbidade Administrativa, Lei nº 8.429/1992, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1
1. Ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.
2. Ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito.
3. Ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário.
Coluna 2
( ) Permitir ou facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem ou serviço por preço superior ao de mercado.
( ) Deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo, desde que disponha das condições para isso, com vistas a ocultar irregularidades.
( ) Perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q3543677 Psicologia
De acordo com as Referências Técnicas para atuação de Psicólogas (os) na Educação Básica (2013) e o Código de Ética do profissional em Psicologia (2022), cabe a (o) Psicóloga (o), exceto:
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Q3543676 Psicologia
No relatório psicológico no âmbito escolar deve-se constar a descrição das demandas, observações comportamentais, orientações quanto as possibilidades de apoio emocional e de aprendizado, necessidades educacionais, assim como, análises e resultados das avaliações psicológicas realizadas.
Com base no documento descrito, o (a) profissional de Psicologia garante:

I. Demonstrar os transtornos de aprendizagem e diagnóstico definido de cada estudante avaliado junto as devidas recomendações para intervenções.
II. De forma fidedigna explicitar a demanda apresentada, relatar os procedimentos realizados, raciocínio e métodos técnico-científicos utilizados.
III. Manter o relatório psicológico de forma confidencial com foco restrito na equipe escolar da referida instituição.
IV. Registrar o desempenho da pessoa estudante e as atividades realizadas em sala de aula junto ao professor conforme solicitações.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3543675 Psicologia
O conceito de saúde é amplamente discutido em diversas áreas do conhecimento e considera-se que a saúde é um fenômeno multideterminado e relaciona-se com a qualidade de vida, contudo, é um conceito com diversas reformulações e atualizações. No que tange os determinantes de saúde em um paradigma biopsicossocial, classifique como verdadeiro ou falso as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

( ) O modelo de Dahlgren e Whitehead desintegra a habitação como fator relacionado aos determinantes sociais da saúde com enfoque nas condições sociais e econômicos.
( ) O conceito de saúde deixou de ser entendido pelo viés curativista e assistencial, atribuindo a saúde ao estado de bem-estar físico e mental.
( ) A saúde e a doença são fatores em constante equilíbrio dinâmico e podem ser determinados por aspectos sociais, psicológicos, biológicos, econômicos e ambientais. 
Alternativas
Q3543674 Psicologia
Assinale a alternativa que manifesta as principais demandas para intervenção grupal no âmbito escolar e educacional partindo da prática psicológica:
Alternativas
Q3543673 Psicologia
No contexto brasileiro, a Escala de Habilidade de Adaptação à Carreira (CAAS-Brasil) pode ser aplicada com o objetivo de avaliar as dimensões envoltas na adaptabilidade de carreira (SALVADOR; AMBIEL; MARTINS, 2023). A adaptabilidade de carreira diz respeito a capacidade individual de lidar com mudanças e/ou desafios na trajetória educacional e profissional. Posto isso, assinale a alternativa que corresponde as dimensões a serem avaliadas com a CAAS-Brasil:
Alternativas
Q3543672 Psicologia
Um aluno do 3º ano do ensino fundamental no decorrer dos 3 primeiros meses letivos apresenta dificuldades em seguir regras e limites da escola, não fica em contato com outras crianças nas atividades propostas em sala e nos intervalos das aulas, apresenta dificuldades de concentração, controle de impulsos e linguagem, tal como, sempre chora ao chegar na escola. O profissional de Psicologia ao se deparar com a solicitação de avaliação psicológica desse aluno, deverá:
Alternativas
Q3543671 Psicologia
Sobre o uso de testes psicológicos como método de avaliação psicológica, assinale a alternativa correta:

I. Para realizar avaliação psicológica em crianças na educação básica é indispensável o uso de testes psicológicos a fim de garantir o cumprimento do objetivo de avaliação proposta.
II. A escolha do teste psicológico a ser utilizado se dá a partir da análise das necessidades do avaliando comparando com outros possíveis métodos de avaliação a fim de garantir o cumprimento do objetivo de avaliação proposta.
III. Conferir no Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos a qualidade técnico-científica do instrumento a ser utilizado a fim de garantir o cumprimento do objetivo de avaliação proposta.

Está correto o que se
Alternativas
Q3543670 Psicologia
No A autoeficácia é considerada a percepção de controle sobre o ambiente e seu próprio funcionamento, crença em si mesmo, sentimentos de competências, da mesma forma que, não é considerada um conceito global. Ainda, varia de acordo com as situações e depende de fatores ambientais, comportamentais e cognitivos (SCHULTZ; SCHULTZ, 2021). Dado a abordagem da aprendizagem social de Albert Bandura, marque a alternativa que compõe as quatro fontes que contribuem para a alteração da autoeficácia:
Alternativas
Q3543669 Psicologia
Diversos profissionais da educação são acometidos por intensas e demasiadas responsabilidades no âmbito laboral, desvalorização da profissão, fatores estressantes diários, esgotamento físico e mental, muitas vezes situações de violência em sala de aula e acometimentos que possibilitam o desenvolvimento da síndrome de Burnout (ALVES; RIBAS; CÓRDULA, 2017). O Burnout está relacionado a exaustão, despersonalização e baixa realização profissional (MAMERI-TRÉS; RIGONATTI, 2023). Sobre a síndrome de burnout, assinale a afirmativa verdadeira:
Alternativas
Q3543668 Psicologia
O bullying considerado como fenômeno grupal e manifestado através de relações em grupo, na terapia cognitivo-comportamental em grupo com foco em crianças e adolescentes (NEUFELD, 2015), é compreendido através da teoria de processamento de informação social que discorre sobre o déficit no processamento de informação social e comportamento emitido e através da teoria da dominância social que aborda a hierarquia de dominação nas relações grupais e diferenciação de poder. Como práticas de intervenção ao bullying com enfoque de tratamento grupal, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3543667 Psicologia
O processo de avaliação psicológica com enfoque na inteligência exige o entendimento das diferentes fases do desenvolvimento e se propõe a possibilitar processos de aprendizagem dentro da realidade manifestada levando em consideração a subjetividade examinada (HUTZ; BANDEIRA; TRENTINI, 2018). Dentre os testes psicológicos utilizados para avaliação da inteligência, qual dos testes abaixo não seria aplicável?
Alternativas
Q3543666 Psicologia
Leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:

I. Considerando a perspectiva cognitiva de Jean Piaget (1986-1980) no desenvolvimento psicológico humano, os padrões de pensamentos e comportamentos são esquemas oriundos da zona de desenvolvimento proximal que demonstram a capacidade da criança realizar atividades sozinha (nível real) e o processo de aprendizagem a partir das orientações de uma terceira pessoa (potencial).

II. Os níveis de raciocínio moral de Lawrence Kohlberg (1927-1987) são divididos em seis estágios e considera-se necessário um certo grau de desenvolvimento cognitivo gerando possibilidade de resolução de problemas, enfrentamentos e autopercepção, contudo, não garante o exercício da atividade moral.
Alternativas
Q3543665 Psicologia
O código de ética profissional do Psicólogo (2022) oferece princípios e responsabilidades fundamentais que norteiam e fortalecem a Psicologia como ciência e profissão. Pautada nos deveres éticos destacados no referente documento, a prática profissional não consiste em: 
Alternativas
Q3543664 Psicologia
O contexto escolar proporciona aquisição de novos conhecimentos, desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais, tendo a autoconfiança, motivação, suporte familiar e qualidade do ensino como fatores influenciadores no desempenho escolar (PAPALIA, 2021). Uma das principais teorias que discorrem sobre a motivação, é a hierarquia das necessidades de Maslow com cinco níveis a serem satisfeitos (FEIST; FEIST; ROBERTS, 2015). Diante disso, elenque as afirmativas abaixo de acordo com a hierarquia das necessidades exposta pelo teórico referido a partir de práticas desenvolvidas pelo profissional de Psicologia Escolar e Educacional que contribuem para esse desenvolvimento:

I. O profissional de Psicologia Escolar e Educacional promove programas de integração entre os alunos e professores através de eventos sociais na instituição escolar com enfoque em relações interpessoais e interação comunitária escolar.

II. O profissional de Psicologia Escolar e Educacional em parceria com profissionais de nutrição e direção pedagógica contribuem com recursos e orientações acerca de alimentação saudável que promovem saúde e bem-estar ao público escolar.

III. O profissional de Psicologia Escolar e Educacional propõe em planejamentos mensais campanhas e ações de sensibilização e combate ao bullying escolar contemplando desde a infância e adolescência.

IV.O profissional de Psicologia Escolar e Educacional junto com o corpo docente da instituição escolar proporcionam práticas que reconhecem os esforços e atividades bem desempenhadas pelos alunos no decorrer de cada bimestre.

V. O profissional de Psicologia Escolar e Educacional facilita o processo de estabelecimento de metas educacionais, incentiva o desenvolvimento pessoal e profissional e oferece oportunidades para a autodescoberta e identificação. 

( ) Necessidades Fisiológicas ( ) Necessidades de Segurança ( ) Necessidades de Pertencimento ( ) Necessidades de Estima ( ) Necessidades de Autorrealização
Alternativas
Q3543663 Psicologia
Em 2019, o Conselho Federal de Psicologia premiou profissionais da área que propuseram práticas inéditas e sob embasamento teórico e científico de avaliações psicológicas realizadas em pessoas com deficiência, com o objetivo de incentivar os demais profissionais da categoria a buscarem maiores ações de inclusão de avaliação psicológica em diversos campos de atuação. No contexto escolar e educacional, o profissional de Psicologia ao se deparar com demandas para realização de avaliação psicológica, precisa:
Alternativas
Respostas
15001: A
15002: C
15003: B
15004: E
15005: D
15006: D
15007: B
15008: C
15009: A
15010: B
15011: B
15012: D
15013: B
15014: A
15015: C
15016: C
15017: A
15018: A
15019: C
15020: A