Questões de Concurso Para assistente social

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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
Q3741954 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


“Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico” (6º parágrafo). Se essa frase fosse passada à voz ativa, à luz da norma-padrão, sem alteração significativa de sentido, teríamos: 
Alternativas
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Q3741953 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Leia o trecho a seguir, correspondente ao quinto parágrafo do texto:

Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.

Nesse trecho, o emprego das aspas tem a função de:
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Q3741952 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


“Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais” (5º parágrafo). A conjunção em destaque introduz uma oração subordinada substantiva: 
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Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


No título do texto (“Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear avanço do Alzheimer”), a forma verbal em destaque está no: 
Alternativas
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Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O conector “Pois bem”, que inicia o segundo parágrafo, introduz: 
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Em relação ao tom adotado pelo autor, afirma-se que o texto se caracteriza por: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
Q3741948 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O texto afirma que o fitoterápico “conseguiu atravessar a barreira hematoencefálica e alcançar o parênquima cerebral” (4º parágrafo). Essa informação permite inferir que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
Q3741947 Português
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Em “o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D” (1º parágrafo), o termo em destaque retoma: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
Q3741946 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O trecho “Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares”, no texto, cumpre a função de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
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Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O autor afirma que “O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer” (1º parágrafo). O emprego dessa metáfora tem a função de: 
Alternativas
Q3734193 Serviço Social
De acordo com o artigo 1º, inciso VI, da Lei nº 12.288/2010, denominada Estatuto da Igualdade Racial, entende-se por ________ os programas e medidas especiais adotados pelo Estado e pela iniciativa privada para a correção das desigualdades raciais e para a promoção da igualdade de oportunidades.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Alternativas
Q3734192 Serviço Social
O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) integra o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e é desenvolvido nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), com foco na proteção social básica. Considerando suas características e objetivos, analise as afirmativas a seguir:

I. O PAIF busca fortalecer a função protetiva das famílias, prevenindo a ruptura de vínculos familiares e comunitários e promovendo o acesso a direitos e benefícios socioassistenciais.
II. O público prioritário do PAIF são as famílias em situação de vulnerabilidade social, especialmente aquelas beneficiárias de programas de transferência de renda, pessoas idosas e pessoas com deficiência.
III. O serviço pode ser ofertado em qualquer instituição pública ou privada, desde que vinculada à rede socioassistencial, não havendo obrigatoriedade de sua execução no CRAS.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3734191 Serviço Social
Sobre as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, qual delas é entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal?
Alternativas
Q3734190 Serviço Social
No contexto da tipificação nacional de serviços socioassistenciais, o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos tem como formas de acesso, EXCETO: 
Alternativas
Q3734189 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990, ao instituir o Subsistema de Acompanhamento à Mulher nos Serviços de Saúde, assegura direitos fundamentais durante o atendimento em unidades públicas e privadas. Com base no artigo 19-J e seus parágrafos, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3734188 Serviço Social
A Lei Orgânica Municipal estabelece que o dever do Município com a educação deve ser garantido por meio de ações que assegurem acesso, permanência e condições adequadas de aprendizagem. É correto afirmar que:
Alternativas
Q3734187 Serviço Social
O Município possui atribuições específicas na área da saúde, em cooperação com os demais entes federativos. Com base na Lei Orgânica Municipal, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3734184 Direito Constitucional
O mandato do Prefeito tem duração de __________ anos, permitida uma reeleição, com início em __________ do ano seguinte à eleição. O Prefeito não poderá ausentar-se do Município por período superior a __________ dias, sem licença da Câmara Municipal, sob pena de perda do mandato.

Qual das alternativas abaixo, preenche CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3733884 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu Art. 18-A, define castigo físico como "ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força física sobre a criança ou o adolescente". Diante de uma suspeita de que uma criança atendida em um serviço público está sofrendo castigos físicos em casa, analise a conduta profissional adequada à luz do ECA.
I.Acolher a criança em local seguro, realizar a escuta especializada e comunicar imediatamente o fato ao Conselho Tutelar, para que este aplique as medidas de proteção cabíveis.
II.O profissional ou a gestão do serviço devem incluir a família em programa oficial de proteção, oferecendo orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, quando necessário.
III.Ignorar o relato da criança, por entender que a aplicação de castigos físicos pelos pais é um método educativo legítimo e faz parte da autonomia familiar.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3733883 Serviço Social
A Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990) estabelece os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Um assistente social que atua em uma Unidade Básica de Saúde deve orientar sua prática por estes preceitos. Acerca da aplicação do princípio da Integralidade no cotidiano do serviço, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A integralidade pressupõe a compreensão do indivíduo como um ser total, considerando seus aspectos biológicos, psicológicos e sociais, e não apenas a doença.
(__)Garante ao indivíduo o direito a um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços de saúde, preventivos e curativos, individuais e coletivos, em todos os níveis de complexidade.
(__)O princípio da integralidade se efetiva quando o profissional de saúde atende apenas a queixa principal do usuário, sem investigar outros aspectos de sua vida que possam estar relacionados ao processo saúde-doença.
(__)A articulação da Unidade Básica de Saúde com outros serviços da rede (como CAPS, hospitais, CRAS) é uma estratégia fundamental para garantir a integralidade do cuidado.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo: 
Alternativas
Respostas
7781: A
7782: B
7783: C
7784: A
7785: B
7786: D
7787: B
7788: A
7789: C
7790: D
7791: B
7792: A
7793: A
7794: A
7795: D
7796: A
7797: D
7798: A
7799: D
7800: D