Questões de Concurso
Para fiscal de posturas
Foram encontradas 4.386 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Não existiria som se não houvesse o silêncio Não haveria luz se não fosse a escuridão A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim
Disponível em: https://www.letras.mus.br/lulu-santos/35063/Acesso em: 25 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
Segundo a Lei Orgânica do Município de Pindamonhangaba, a cassação de alvarás, licenças e autorização de funcionamento de bares, hotéis, restaurantes, escolas e outros estabelecimentos cujos proprietários, sócios, gerentes, administradores ou prepostos tenham sido condenados por crime de racismo, respeitado o direito de defesa, é de competência
Com relação à proteção da vida, do meio ambiente e das condições de trabalho de seus servidores, a Lei Orgânica do Município determina que os órgãos de administração direta e indireta sejam obrigados a
Pelo Código de Defesa do Consumidor, as competências para fiscalização da produção, industrialização, distribuição e publicidade de produtos e serviços e para fiscalização do mercado de consumo são
A conduta de um estabelecimento foi considerada contrária às disposições do Código de Posturas de Pindamonhangaba, tendo-se constatado que um fiscal da Prefeitura, podendo autuar o estabelecimento, deixou de fazê-lo. A conduta do estabelecimento e o fiscal serão considerados, nos termos do referido código,
Organizações – inclusive órgãos públicos – em que haja pessoal contratado pela CLT devem, para lidar com a presença de atividades insalubres e perigosas, evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho; identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde; avaliar os riscos ocupacionais indicando o nível de risco; classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção; implementar medidas de prevenção; e acompanhar o controle dos riscos ocupacionais. Tais providências devem, nos termos da regulamentação aplicável, constituir
Um loteamento com infraestrutura precária e população de baixa renda, situado em área urbana de um município brasileiro, é formado por lotes de 7 000 m², que originalmente seriam chácaras de recreio, que foram ocupados no ano de 2015 por, no mínimo, 30 famílias por lote, que utilizam-nos desde então, sem interrupção, para fins de moradia própria. Embora a área seja de propriedade particular, não houve oposição dos proprietários dos lotes – cujo paradeiro se desconhece – nem posterior ação de reintegração de posse. Já foi verificado que nenhuma das famílias possui outro imóvel urbano ou rural. O instrumento de regularização fundiária, previsto no Estatuto da Cidade, que é adequado a essa regularização é a
A Assembleia Legislativa de um estado brasileiro reconheceu situação de calamidade pública em conjunto de municípios atingidos por evento climático extremo. Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, nessas condições, dentre outras medidas,
Em um município brasileiro, a remuneração ou subsídio de servidores públicos municipais, incluindo-se vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal
Nos termos do ordenamento legal do município de Pindamonhangaba, a fiscalização de posturas, como parte do sistema de fiscalização, integra
Uma casa de shows situada no município de Pindamonhangaba atrasou o início do espetáculo programado e, em função do atraso, declarou que o programa não seria executado integralmente. O Código de Posturas do Município
Um morador da cidade de Pindamonhangaba, considerado incapaz devido a interdição judicial, infringiu o Código de Posturas do Município, apresentando conduta passível de multa, nos termos daquele diploma legal. A penalização correspondente será aplicada