Questões Discursivas

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Q3872200 Português
Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q3872199 Português
Classifique as palavras destacas na frase: “Embora os professores ajudassem bastante, poucos eram reconhecidos.” (Embora, bastante e poucos)
Alternativas
Q3872198 Português
Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3872197 Português
Leia as afirmações a seguir, sobre os substantivos, adjetivos e suas flexões:

I. Assim como os substantivos, os adjetivos variam em gênero, número e grau.
II. Na frase “Sou tão bonito quanto você”, há um exemplo de adjetivo comparativo se superioridade.
III. Existem substantivos comuns de dois gêneros. Um exemplo é a palavra “colega”.

É (são) correta(s) as afirmações: 
Alternativas
Q3872196 Português
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa correta quanto à classificação da voz verbal:

I. O candidato defendeu a tese em inglês.
II. Deitou-se assim que anoiteceu.
III. Concluíram-se as tarefas.
Alternativas
Q3872195 Português
Leia atentamente o poema O engenheiro, de João Cabral de Melo Neto, escritor brasileiro, para responder à questão.


O engenheiro

A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.

O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.

(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)

A água, o vento, a claridade
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
A figura de linguagem presente no verso “ganhava um pulmão de cimento e vidro.” é: 
Alternativas
Q3872194 Português
Leia atentamente o poema O engenheiro, de João Cabral de Melo Neto, escritor brasileiro, para responder à questão.


O engenheiro

A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.

O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.

(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)

A água, o vento, a claridade
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
Ao comparar a cidade a “um jornal que todos liam”, o autor:
Alternativas
Q3872193 Português
Leia atentamente o poema O engenheiro, de João Cabral de Melo Neto, escritor brasileiro, para responder à questão.


O engenheiro

A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.

O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.

(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)

A água, o vento, a claridade
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
Na última estrofe, o edifício é descrito como: 
Alternativas
Q3872192 Português
Leia atentamente o poema O engenheiro, de João Cabral de Melo Neto, escritor brasileiro, para responder à questão.


O engenheiro

A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.

O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.

(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)

A água, o vento, a claridade
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
No verso “o engenheiro pensa o mundo justo, mundo que nenhum véu cobre”, o poeta:
Alternativas
Q3872191 Português
Leia atentamente o poema O engenheiro, de João Cabral de Melo Neto, escritor brasileiro, para responder à questão.


O engenheiro

A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.

O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.

(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)

A água, o vento, a claridade
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – É possível afirmar que o poema apresenta a visão do engenheiro sobre o mundo, a qual é criticada pelo poeta.
II – O uso de termos como “lápis”, “esquadro”, “papel” apenas representam a importância do trabalho do engenheiro.
III– Uma figura de linguagem bastante utilizada no poema é a enumeração, com a finalidade para demonstrar a subjetividade do engenheiro.

É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões): 
Alternativas
Q3825526 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
O texto 5A2-1 afirma que a filosofia é útil porque ajuda a abandonar ingenuidades e preconceitos do senso comum. No ensino de filosofia, isso significa que o professor deve
Alternativas
Q3825525 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC indica que o ensino de filosofia deve desenvolver a capacidade de analisar argumentos, interpretar discursos e compreender contextos sociopolíticos. De acordo com o texto 5A2-I, a abordagem pedagógica que atende adequadamente a tais competências seria(m)
Alternativas
Q3825524 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC propõe que a filosofia ajude os estudantes a compreender práticas sociais, valores e a organização política. Essa orientação converge com o apresentado no texto 5A2-I porque
Alternativas
Q3825523 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
Segundo a BNCC, o ensino de filosofia deve promover autonomia intelectual e capacidade de argumentação. Essa afirmação se alinha ao exposto no texto 5A2-I porque ambos
Alternativas
Q3825522 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
Com base no texto 5A2-I, assinale a opção que apresenta o recurso didático adequado ao processo de formação crítica dos alunos.
Alternativas
Q3825521 Filosofia
Acerca do uso pedagógico de obras de arte no ensino médio, assinale a opção que apresenta a assertiva alinhada às perspectivas de Heidegger e Gadamer sobre arte e sentido. 
Alternativas
Q3825520 Filosofia
        Considerando a perspectiva crítica de Benjamin, Adorno e Horkheimer sobre arte e capitalismo, um professor decidiu analisar com a turma uma música amplamente difundida pela indústria cultural, discutindo sua estrutura repetitiva, seu apelo comercial e a forma como é consumida pelos jovens.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade. 
Alternativas
Q3825519 Filosofia
Imagem associada para resolução da questão Cândido Portinari. O lavrador de café. Internet:<www.commons.wikimedia.org>
        Em uma aula interdisciplinar, o professor utilizou uma imagem da pintura O lavrador de café, de Cândido Portinari, mostrada acima, para trabalhar simultaneamente conteúdos de filosofia e história. A atividade consistia na seguinte sequência.
1) Analisar a figura do trabalhador rural representado na obra, discutindo conceitos filosóficos como alienação, trabalho e dignidade humana (por exemplo, no pensamento de Marx e outras teorias críticas do trabalho).
2) Relacionar a imagem ao contexto histórico da economia cafeeira no Brasil, abordando desigualdade social, concentração fundiária e o papel do café no processo de modernização brasileira no início do século XX.
3) Debater como a arte pode funcionar como documento histórico e, ao mesmo tempo, como interpretação crítica da realidade social.

Assinale a opção que apresenta um motivo pelo qual essa proposta didática representa uma boa estratégia de seleção e articulação de conteúdos.
Alternativas
Q3825518 Filosofia
Imagem associada para resolução da questão Edvard Munch. O grito. Internet:<www.commons.wikimedia.org>
         Durante uma aula, um professor mostra uma imagem da obra O grito (exibida acima), de Edvard Munch, e pede aos alunos que discutam como a arte pode afirmar a vida e expressar vitalidade. Assinale a opção que apresenta o teórico cuja perspectiva filosófica se aplica adequadamente à ideia de afirmação da vida expressa pela pintura.
Alternativas
Q3825517 Filosofia
Vênus de Milo. Internet:<www.commons.wikimedia.org>

         As tradições filosóficas oferecem diferentes caminhos interpretativos para as obras de arte: em Hegel, a arte expressa o absoluto e revela a historicidade das ideias; em Nietzsche, ela afirma a vida e as potências criadoras; Benjamin, Adorno e Horkheimer permitem compreender a relação entre arte, capitalismo e indústria cultural.

        Tendo isso como premissa, considere a seguinte situação hipotética: um professor propõe que os alunos analisem uma imagem da escultura Vênus de Milo — uma célebre obra da antiguidade grega, ilustrada na figura acima —, discutindo como forma e conteúdo expressam ideias universais e culturais.
Nessa situação, a atividade em questão está adequadamente alinhada com a filosofia e a experiência estética de(a)
Alternativas
Respostas
241: B
242: D
243: C
244: A
245: A
246: C
247: D
248: A
249: D
250: C
251: D
252: C
253: A
254: E
255: E
256: E
257: E
258: A
259: D
260: A