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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509680 Terapia Ocupacional
Em terapia ocupacional, o uso da atividade humana como recurso terapêutico pode ser denominado de Atividade=Exercício, Atividade=Produção, Atividade=Expressão e Atividade=Criação, Transformação. É/São entendida(s) como expressões que definem o uso da Atividade=Expressão: 
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509679 Terapia Ocupacional
De acordo com a Associação Americana de Terapia Ocupacional (AOTA), as Atividades da Vida Diária incluem:  
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509678 Terapia Ocupacional
Uma paciente de 65 anos de idade, viúva e professora aposentada, foi diagnosticada com diabetes e hipertensão arterial há quinze anos. Além disso, sofreu um AVC há cinco anos, tendo como sequela um quadro de hemiplegia. Agora, sofreu uma queda em seu domicílio, o que resultou em fraturas em membro superior e membro inferior. A terapeuta ocupacional, com base no Diagnóstico Terapêutico Ocupacional de Dependência Funcional em Atividades da Vida Diária, prescreveu procedimentos de treino para o uso de órtese e prótese, de estímulo ao uso de recursos para a vida diária e de adaptações na casa. Considerando a relação entre Estrutura Primária de Referência (EPR), Estruturas Aplicadas de Referência (EAR) e Abordagens, é correto afirmar que a prescrição dos procedimentos está baseada na relação:  
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509677 Terapia Ocupacional
De acordo com a Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais e com o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), faz(em) parte do Grupo de Procedimentos – Aplicação de Atividades Terapêuticas Ocupacionais: 
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509676 Terapia Ocupacional
De acordo com a Lista de Procedimentos da Terapia Ocupacional (LPTO), o procedimento que inclui a coleta de dados e o contrato terapêutico ocupacional e que antecede os demais procedimentos chama-se: 
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509675 Terapia Ocupacional
De acordo com a Associação Americana de Terapia Ocupacional (AOTA), no que diz respeito ao processo da terapia ocupacional, são considerados procedimentos de avaliação:  
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509674 Serviço Social
Uma terapeuta ocupacional que atua na área da Assistência Social está desenvolvendo um projeto destinado a adolescentes em situação de conflito com a lei, visando reduzir a reincidência da prática do ato infracional. De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, é correto afirmar que essa profissional atua em um serviço de proteção social relacionado à/ao: 
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509673 Terapia Ocupacional
Uma terapeuta ocupacional que compõe a equipe de consultório na rua está estruturando seu plano de trabalho para atenção integral às pessoas em situação de rua de um determinado território. Nesse contexto, é esperado que guie seu planejamento de acordo com a:  
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509672 Terapia Ocupacional
São considerados modelos teóricos da terapia ocupacional:  
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509671 Terapia Ocupacional
É considerado como marco histórico da fundação da terapia ocupacional:  
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Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Terapeuta Ocupacional |
Q3509670 Terapia Ocupacional
De acordo com a literatura acerca da história da terapia ocupacional, assinale a alternativa que aponta fatos históricos centrais para a constituição da terapia ocupacional no mundo. 
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Q3505485 Direito Constitucional
De acordo com o disposto na Constituição da República, assinale a alternativa correta sobre os servidores públicos.  
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Q3505484 Direito Administrativo
Com base no artigo 133 da Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990, o processo administrativo disciplinar é iniciado com a instauração, por meio da:
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Q3505483 Direito Civil
Com base no Código Civil, assinale a alternativa correta com relação às pessoas jurídicas.
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Q3505482 Direito Penal
Qual das alternativas a seguir indica um crime contra a Administração Pública praticado por funcionário público, de acordo com o Título XI, Capítulo I do Código Penal? 
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Q3505481 Direito Administrativo
Com base na Lei n.º 9.784, de 29 de janeiro de 1999, é correto afirmar que a intimação para a comunicação dos atos: 
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Q3505480 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

De acordo com o texto, o medo de que uma IA consciente destrua os humanos é um delírio porque: 
Alternativas
Q3505479 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

A locução “em linha com”, no quinto parágrafo do texto, pode ser substituída sem prejuízos sintáticos e semânticos pelas seguintes possibilidades, EXCETO: 
Alternativas
Q3505478 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

A palavra “assim”, conforme empregada no quarto parágrafo do texto, implica que: 
Alternativas
Q3505477 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

A palavra “complexidade”, destacada no segundo parágrafo do texto, refere-se a:  
Alternativas
Respostas
3781: D
3782: C
3783: E
3784: A
3785: B
3786: E
3787: C
3788: A
3789: C
3790: B
3791: D
3792: E
3793: C
3794: B
3795: A
3796: D
3797: B
3798: D
3799: A
3800: C