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Q3753919 Português

Marque a opção que esteja em desacordo com a tirinha a seguir:


Texto IV


Imagem associada para resolução da questão



Alternativas
Q3753918 Português

Tendo em vista a correta estrutura e interdependência que os enunciados comportam, marque a alternativa que completa corretamente o fragmento a seguir:


____________, entre sociólogos e cientistas políticos, que, se o governo __________ uma política educacional digna e um real investimento na educação e se o legislativo __________ as perdas salariais dos professores, não __________ sérios problemas a serem resolvidos e, quando os pais e alunos __________, estará resolvido o déficit na educação do Brasil.

Alternativas
Q3753917 Português

De acordo com as flexões dos verbos fazer, haver e existir, complete corretamente as lacunas da afirmação a seguir:

_______ 25 anos que o Brasil obtém nota muito abaixo da média. ________ muitos implicativos para este fato, ________muitas nuances que necessitam de um olhar bem apurado neste caso.

Alternativas
Q3753916 Português

Marque a opção que preenche corretamente os parenteses sobre gêneros do discurso em sala de aula: 


( ) A publicação do Parâmetro Curricular Nacional de Língua Portuguesa – PCN tem acarretado muito debate para o ensino dos gêneros discursivos.


( ) O viés enunciativo-discursivo possui base teórica e ideais pautados em Bakhtin; seus fundamentos coadunam com a didatização ou escolarização dos gêneros do discurso.


( ) Bakhtin defende que os gêneros discursivos resultam em formas-padrão “relativamente estáveis” de um determinado enunciado; essas formas seriam determinadas sócio-historicamente.


( ) Os gêneros sofrem modificações de acordo e em consequência do momento histórico no qual estão inseridos; assim, podemos compreender que cada situação social dá origem a um gênero com suas próprias peculiaridades.


( ) A habilidade linguística de uso dos diversos gêneros depende do domínio da língua. A facilidade de reconhecer e empregar os gêneros perpassa pelo treino, pela observação dos aspectos formais e pelas regras fixas neles existentes.

Alternativas
Q3753915 Português

Dado o fragmento: A humanidade não tem lado de fora. O que está fora da humanidade é desumano, pois ela nada mais é que a relação entre os homens. O termo destacado é considerado:

Alternativas
Q3753914 Português

Observe as conjunções destacadas nos exemplos e, em seguida, estabeleça a relação de sentido existente:


1. ... professores relataram enfrentar “barulho perturbador e desordem” durante a aula.

2. Nem olhei os resultados da OCDE, porque estava cansada.

3. Estudei muito para o concurso, logo, cheguei cansado na prova.

4. Estava tranquila na minha profissão, então apareceu este resultado.

5. Minha sala de aula era muito boa, mas muito boa!


a. Conclusão.
b. Adição.
c. Tempo.
d. Intensidade.
e. Explicação.

Alternativas
Q3753913 Português
Veja o excerto (Texto III) e, em seguida, marque a opção que apresenta divergência das características nele existentes:

Professores brasileiros gastam mais de 20% do tempo de aula para manter a ordem em sala – acima da média internacional de 16%. O dado faz parte da nova edição do Talis, a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Teaching and Learning International Survey, na sigla em inglês), divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na segunda-feira (6).

Mais de 50% dos professores relataram enfrentar “barulho perturbador e desordem” durante a aula. Nesse caso, o índice representa mais que o dobro da média entre os países avaliados pela OCDE, que é de 20% – ou um em cada cinco professores.(...)


(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/10/07/brasil-tem-indisciplina-escolar-acima-da-media)

Alternativas
Q3753912 Português

Dado o fragmento a seguir, marque a opção que classifica sintaticamente o termo em destaque: As enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país.

Alternativas
Q3753911 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
O descumprimento da meta de alfabetização do país. Segue a mesma regra de acentuação da palavra em destaque:
Alternativas
Q3753910 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Sem cobrar resultados das instituições. Segue a mesma regra da palavra destacada o plural de:
Alternativas
Q3753909 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)

Observe a utilização da vírgula nas frases, em seguida estabeleça as devidas relações e depois marque a opção correta.


1. O Brasil, país continental, obteve resultados preocupantes no PISA.

2. O PISA avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências.

3. O acesso à educação de qualidade é destinado aos ricos, nada, aos pobres.

4. O país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado.

5. Entorpecidos, assistimos à educação apresentar índices muito abaixo da média.


        a. Omissão da palavra na chamada “elipse”.
        b. Separa o aposto.
        c. Separa termos explicativos.
        d. Separa termos de mesma função sintática.
        e. Separa termos deslocados.

Alternativas
Q3753908 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Ainda sobre os textos, é correto afirmar, exceto:
Alternativas
Q3753907 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Leia o fragmento de uma notícia veiculada nos principais veículos de comunicação e, em seguida, estabeleça relações com o primeiro texto e marque a opção correta:
Alternativas
Q3753906 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024
De acordo com as ideias do texto, é correto inferir, exceto:
Alternativas
Q3751705 Linguística
"Na perspectiva da _________, o foco da análise linguística desloca-se da ideia de correção normativa para a compreensão dos usos reais da língua por diferentes grupos sociais, considerando os condicionamentos históricos, regionais, situacionais e estilísticos que influenciam a produção linguística."

Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3751704 Português
Considerando os estudos da Linguística Textual e da Análise do Discurso, analise as proposições abaixo a respeito da intertextualidade no ensino de leitura e produção textual. Assinale a alternativa que reflete uma compreensão teórica adequada às perspectivas contemporâneas sobre linguagem e texto.
Alternativas
Q3751703 Português
No âmbito dos estudos gramaticais aplicados ao ensino da língua e da produção textual, observa-se que os desdobramentos da gramática normativa em fonologia, morfologia, sintaxe e semântica dialogam, de forma interdependente, com os mecanismos de textualidade. Considerando essa articulação, assinale a alternativa que apresenta uma afirmativa correta e compatível com uma abordagem linguístico-textual consistente com a tradição normativa e com a análise da coesão e da coerência:
Alternativas
Q3751702 Português
A teoria das funções da linguagem descreve diferentes possibilidades de atuação da linguagem em função dos elementos constitutivos do ato comunicativo. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma análise conceitualmente consistente com os fundamentos teóricos dessa proposta funcional:
Alternativas
Q3751701 Linguística
A partir dos pressupostos teóricos sobre linguagem, discurso e enunciado, identifique a alternativa que apresenta um posicionamento compatível com os estudos da linguagem sob uma perspectiva enunciativa e discursiva:
Alternativas
Q3751700 Português
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no componente curricular de Língua Portuguesa, e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A BNCC parte do princípio de que o ensino de Língua Portuguesa deve contemplar a análise metalinguística em articulação com as práticas discursivas, considerando o texto como unidade de ensino e objeto de reflexão linguística.
(__) A BNCC concebe a leitura e a produção de textos como atividades autônomas e independentes, nas quais a competência linguística se desenvolve pela prática reiterada, sem necessidade de integração entre diferentes campos de atuação.
(__) A proposta da BNCC reconhece que a aprendizagem linguística é indissociável das práticas sociais de linguagem, prevendo o desenvolvimento de competências específicas que envolvem o domínio de gêneros discursivos e o uso ético e responsável da língua.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Respostas
3761: B
3762: C
3763: D
3764: A
3765: A
3766: D
3767: D
3768: E
3769: A
3770: B
3771: E
3772: E
3773: B
3774: C
3775: A
3776: B
3777: C
3778: E
3779: D
3780: E