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Q4132014 Português

Leia o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Coca-Cola, 2025. Publicidade veiculada em diferentes mídias.



A publicidade apresenta a imagem de uma garrafa de Coca-Cola de vidro acompanhada do texto: “Porque é mais difícil de abrir e tudo o que é mais difícil é mais gostoso.” Considerando estratégias argumentativas típicas da linguagem publicitária, o anúncio


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Q4132013 Linguística
Em sua obra Retórica, Aristóteles discorre sobre os três gêneros oratórios (deliberativo, judicial e epidítico), cuja tipologia passa por critérios funcionais, tais como o assunto de que se fala, quem fala, para quem fala, de onde se fala, e o fim (a finalidade) para o qual se fala. Esses elementos foram recepcionados - e eventualmente atualizados - em teorias linguístico-textuais posteriores, contemporâneas, como aquelas que descrevem os sete fatores pragmáticos de textualidade: intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade, intertextualidade, coesão e coerência. Considerando tais fatores, quais podemos destacar estarem já presentes no núcleo da proposta teórica aristotélica?
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Q4132012 Português
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 foi um projeto elaborado pelos países lusófonos com o objetivo de unificar a ortografia do português. Até então, Brasil e Portugal (além dos demais países africanos de língua portuguesa) seguiam regras diferentes de escrita, o que dificultava a produção editorial comum, a circulação de textos, o ensino e a padronização internacional da língua. O acordo foi assinado em 1990 pelos países membros da CPLP, mas enfrentou longos anos de debates e revisões até entrar efetivamente em vigor. No Brasil, sua implementação começou em 2009, tornando-se obrigatória a partir de 2016. Entre as mudanças mais conhecidas, compreende-se que passa a ser
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Q4132011 Português
Um texto pode ser considerado como uma malha de tecido (não à toa, falamos de sua tessitura), cujas linhas estruturantes amarram o tecido de tal forma que o tornam um todo significante, uma unidade de sentido. Dito de outra maneira, falamos de 
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Q4132010 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Becos da minha terra...

Amo tua paisagem triste, ausente e suja.

Teu ar sombrio.

Tua velha umidade andrajosa.

Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.

E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia,

e semeias polmes dourados no teu lixo pobre,

calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo.

Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,

Descendo de quintais escusos sem pressa,

e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.

Amo a avenca delicada que renasce

Na frincha de teus muros empenados,

e a plantinha desvalida de caule mole

que se defende, viceja e floresce

no agasalho de tua sombra úmida e calada [...]


Trecho do poema “Becos de Goiás” de Cora Coralina. In: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 23ª ed. São Paulo: Global, 2014, p. 92.
Considerando o trecho do poema de Cora Coralina — “E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia e semeias polmes dourados no teu lixo pobre, calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo” —, as relações sintáticas entre as estruturas oracionais permitem perceber que 
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Q4132009 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Becos da minha terra...

Amo tua paisagem triste, ausente e suja.

Teu ar sombrio.

Tua velha umidade andrajosa.

Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.

E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia,

e semeias polmes dourados no teu lixo pobre,

calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo.

Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,

Descendo de quintais escusos sem pressa,

e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.

Amo a avenca delicada que renasce

Na frincha de teus muros empenados,

e a plantinha desvalida de caule mole

que se defende, viceja e floresce

no agasalho de tua sombra úmida e calada [...]


Trecho do poema “Becos de Goiás” de Cora Coralina. In: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 23ª ed. São Paulo: Global, 2014, p. 92.
Considere o verso “Amo tua paisagem triste, ausente e suja.” Com base no emprego da conjunção destacada no trecho anterior, e observando as regras de pontuação da língua portuguesa, compreende-se que
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Q4132008 Literatura
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Becos da minha terra...

Amo tua paisagem triste, ausente e suja.

Teu ar sombrio.

Tua velha umidade andrajosa.

Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.

E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia,

e semeias polmes dourados no teu lixo pobre,

calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo.

Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,

Descendo de quintais escusos sem pressa,

e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.

Amo a avenca delicada que renasce

Na frincha de teus muros empenados,

e a plantinha desvalida de caule mole

que se defende, viceja e floresce

no agasalho de tua sombra úmida e calada [...]


Trecho do poema “Becos de Goiás” de Cora Coralina. In: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 23ª ed. São Paulo: Global, 2014, p. 92.
No trecho do poema “Becos de Goiás”, de Cora Coralina, o eu lírico descreve um cenário marcado por imagens de degradação — “paisagem triste, ausente e suja”, “velha umidade andrajosa”, “lodo negro, esverdeado, escorregadio”, “lixo pobre”. Ainda assim, a voz poética declara reiteradamente: “Amo…”. Qual efeito de sentido característico da obra da autora é gerado pelo contraste?
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Q4132007 Português
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Texto 1


Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância – Benauro Roberto de Oliveira, um paulista estudioso da história natural e social –, conta e reconta em suas competentes e concorridas aulas uma das lendárias manifestações que cercam a personalidade de Jacques-Yves Cousteau, o francês que se tornou o maior dos oceanógrafos do século 20.

Dizem que um jovem jornalista entrevistava Cousteau sobre o nosso temor aos tubarões e desejava saber quais as chances de um de nós escapar no enfrentamento direto com um desses estupendos animais. O cientista respondeu que as probabilidades de sair ileso eram nulas. O jornalista não se satisfez e perguntou, em sequência, se o tubarão atacaria se já estivesse alimentado, se fosse de noite, se estivéssemos numa jaula, se fôssemos muitos, se carregássemos um arpão, se entregássemos alguma isca etc.; a cada pergunta, a resposta de Cousteau era a mesma: o bicho atacará de qualquer modo. Irritado, o jovem bradou: mas isso não tem lógica! Com paciência, o genial pesquisador dos mares retrucou: Tem sim, mas é a lógica do tubarão...

É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos (e que muitos preferem chamar de “nosso” planeta, com uma dissimulada satisfação de dono): não somos proprietários, e sim usuários compartilhantes. Podemos, em alguns momentos da nossa história, imaginar que controlamos, dominamos e possuímos sem restrições tudo que nesta terra está, com uma ilusão fugaz de invulnerável soberania [...].


CORTELLA, M. S. Não espere pelo Epitáfio!: Provações filosóficas. 16 ed. Petrópolis/RJ: Vozes Nobilis, 2014, p. 31. 
O modo de organização do discurso e a natureza do raciocínio empreendido pelo filósofo Mário Sérgio Cortella, valendo-se da voz do estudioso Benauro Robert de Oliveira diante da experiência vivida por Jacques-Yves Cousteau, consistem em um raciocínio
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Q4132006 Português
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Texto 1


Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância – Benauro Roberto de Oliveira, um paulista estudioso da história natural e social –, conta e reconta em suas competentes e concorridas aulas uma das lendárias manifestações que cercam a personalidade de Jacques-Yves Cousteau, o francês que se tornou o maior dos oceanógrafos do século 20.

Dizem que um jovem jornalista entrevistava Cousteau sobre o nosso temor aos tubarões e desejava saber quais as chances de um de nós escapar no enfrentamento direto com um desses estupendos animais. O cientista respondeu que as probabilidades de sair ileso eram nulas. O jornalista não se satisfez e perguntou, em sequência, se o tubarão atacaria se já estivesse alimentado, se fosse de noite, se estivéssemos numa jaula, se fôssemos muitos, se carregássemos um arpão, se entregássemos alguma isca etc.; a cada pergunta, a resposta de Cousteau era a mesma: o bicho atacará de qualquer modo. Irritado, o jovem bradou: mas isso não tem lógica! Com paciência, o genial pesquisador dos mares retrucou: Tem sim, mas é a lógica do tubarão...

É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos (e que muitos preferem chamar de “nosso” planeta, com uma dissimulada satisfação de dono): não somos proprietários, e sim usuários compartilhantes. Podemos, em alguns momentos da nossa história, imaginar que controlamos, dominamos e possuímos sem restrições tudo que nesta terra está, com uma ilusão fugaz de invulnerável soberania [...].


CORTELLA, M. S. Não espere pelo Epitáfio!: Provações filosóficas. 16 ed. Petrópolis/RJ: Vozes Nobilis, 2014, p. 31. 
A crase é um fenômeno linguístico que marca, por meio do acento grave, uma fusão de vogais idênticas e contíguas (a + a = à). Em geral, trata-se de uma relação de regência que demanda uma preposição a + o artigo definido feminino a, podendo ocorrer também, no entanto, com pronomes demonstrativos (àquele, àquela, àquilo) e, ainda, com pronomes relativos (à qual, às quais). A respeito do caso de sua ocorrência no trecho “Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância […]”, e em observância às regras de uso obrigatório e facultativo, a crase, nesse caso, é 
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Q4132005 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância – Benauro Roberto de Oliveira, um paulista estudioso da história natural e social –, conta e reconta em suas competentes e concorridas aulas uma das lendárias manifestações que cercam a personalidade de Jacques-Yves Cousteau, o francês que se tornou o maior dos oceanógrafos do século 20.

Dizem que um jovem jornalista entrevistava Cousteau sobre o nosso temor aos tubarões e desejava saber quais as chances de um de nós escapar no enfrentamento direto com um desses estupendos animais. O cientista respondeu que as probabilidades de sair ileso eram nulas. O jornalista não se satisfez e perguntou, em sequência, se o tubarão atacaria se já estivesse alimentado, se fosse de noite, se estivéssemos numa jaula, se fôssemos muitos, se carregássemos um arpão, se entregássemos alguma isca etc.; a cada pergunta, a resposta de Cousteau era a mesma: o bicho atacará de qualquer modo. Irritado, o jovem bradou: mas isso não tem lógica! Com paciência, o genial pesquisador dos mares retrucou: Tem sim, mas é a lógica do tubarão...

É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos (e que muitos preferem chamar de “nosso” planeta, com uma dissimulada satisfação de dono): não somos proprietários, e sim usuários compartilhantes. Podemos, em alguns momentos da nossa história, imaginar que controlamos, dominamos e possuímos sem restrições tudo que nesta terra está, com uma ilusão fugaz de invulnerável soberania [...].


CORTELLA, M. S. Não espere pelo Epitáfio!: Provações filosóficas. 16 ed. Petrópolis/RJ: Vozes Nobilis, 2014, p. 31. 
No trecho, “É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos […]”, a expressão em destaque
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Q4127323 Artes Cênicas
O teatro apresenta formas estéticas distintas ao longo da história e entre diferentes povos, desdobrando-se em gêneros, espacialidades e linguagens variadas. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O teatro de arena, difundido no Brasil por José Renato e Augusto Boal, organiza-se com a plateia disposta em torno do palco, estreitando a relação entre ator e espectador.
(__)O teatro épico, desenvolvido por Bertolt Brecht, vale-se do efeito de distanciamento como recurso para estimular a reflexão crítica do espectador sobre a cena apresentada.
(__)A commedia dell'arte italiana fundamenta-se em textos dramáticos integralmente decorados pelos atores, com cenografia fixa e encenação rigorosamente predefinida em todos os detalhes.
(__)O teatro de formas animadas, que inclui manifestações como o mamulengo, é expressão introduzida no Brasil pelos movimentos modernistas do século XX, distante das tradições populares nordestinas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4127322 Português
A Bossa Nova consolidou-se no final da década de 1950, no Rio de Janeiro, e é reconhecida como um dos marcos da canção popular brasileira, projetando internacionalmente compositores e intérpretes como Tom Jobim, Vinicius de Moraes e João Gilberto. Considerando as características estético-musicais associadas ao movimento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4127321 Música
A música urbana contemporânea brasileira incorporou gêneros originados em contextos periféricos, que articulam expressão estética e crítica social, ampliando o repertório sonoro nacional e consolidando novos circuitos de produção, difusão e consumo musical. Considerando essa produção urbana contemporânea, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4127320 Museologia
Os museus contemporâneos ampliaram suas funções ao longo das últimas décadas, incorporando ações educativas, curatoriais e comunitárias que extrapolam a preservação e a exibição de acervos. Nesse contexto, a articulação entre museu e escola constitui campo relevante para a formação estética dos estudantes. Considerando esse cenário, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4127319 Educação Artística
As danças populares brasileiras apresentam ampla diversidade regional, refletindo distintas matrizes culturais e expressando ciclos rituais, festivos ou laborais das comunidades nas quais se realizam. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O Jongo, praticado por comunidades negras do Sudeste brasileiro, articula canto, percussão de tambores e dança em roda, com vínculos reconhecidos em relação às tradições bantu.
(__)O Maracatu de Baque Virado, de Pernambuco, deriva dos salões aristocráticos lusitanos do século XVIII e organiza-se a partir de instrumentação de cordas europeia e repertório cortesão.
(__)O Carimbó paraense constitui manifestação cultural de origem germânica trazida pelos imigrantes do sul do Brasil, caracterizando-se por passos acrobáticos e instrumentação de sopros.
(__)O Frevo pernambucano constitui dança sagrada do candomblé baiano, executada em rituais de terreiro durante as cerimônias litúrgicas dedicadas aos orixás nas nações tradicionais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4127318 Artes Visuais
As artes visuais no Brasil reúnem tradições que percorrem desde a produção indígena pré-colonial até as experimentações da arte contemporânea. Dado o contexto, analise as afirmativas a seguir:

I.A cerâmica Marajoara, produzida no litoral do Nordeste brasileiro em período pós-colonial, caracteriza-se pela predominância de superfícies lisas monocromáticas em peças de uso doméstico, com grafismos figurativos.
II.As esculturas atribuídas a Aleijadinho, no período colonial mineiro do século XVIII, dialogam com o barroco europeu e incorporam elementos estéticos ligados ao contexto cultural brasileiro da época.
III.A obra de Cildo Meireles, no campo da arte contemporânea, recorre a instalações que convocam a participação corporal e a leitura crítica do espectador, articulando espaço, linguagem e política.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4127317 Pedagogia
A pluralidade cultural atravessa o ensino de Arte na educação básica, apoiando-se em marcos legais e em referenciais pedagógicos que reconhecem a diversidade  matrizes estéticas e culturais da sociedade brasileira. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A Lei nº 10.639/2003 alterou a LDB e incluiu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio do país.
(__)A Lei nº 11.645/2008 ampliou essa obrigatoriedade, incorporando também o ensino de História e Cultura dos Povos Indígenas ao currículo da educação básica brasileira.
(__)Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte sustentam o tratamento homogêneo da produção artística, afastando das aulas as temáticas relacionadas a grupos étnicos do território brasileiro.
(__)O reconhecimento da pluralidade cultural no ensino de Arte articula-se à valorização dos saberes estéticos próprios dos diferentes grupos sociais presentes no território brasileiro.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4127316 Educação Artística
No ensino e aprendizagem em Arte, o trabalho pedagógico articula três dimensões complementares que estruturam a experiência do estudante com a linguagem artística em sala de aula. Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.O fazer artístico na escola compreende a experimentação com materiais, procedimentos e poéticas, abrangendo processos que vão da proposição inicial à elaboração de produções pelos estudantes.
II.A apreciação estética configura, no contexto escolar, atividade de contemplação passiva do estudante diante da obra, operando sem a construção de repertório sensível e conceitual ao longo do processo formativo.
III.A contextualização histórica integra o processo de ensino ao situar a produção artística em relação ao tempo, ao espaço e à cultura nos quais a obra foi realizada pelo artista.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4127315 Sociologia
A cultura brasileira constitui-se pelo entrelaçamento de matrizes indígenas, africanas e europeias, às quais se somaram, ao longo do tempo, contribuições de diferentes povos imigrantes. Essa pluralidade manifesta-se nas festas populares, nos ritmos, nas culinárias e nas expressões artísticas do país. Considerando o repertório das manifestações populares brasileiras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4127314 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, fixadas pela Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009, orientam a elaboração das propostas pedagógicas das instituições que atendem crianças de zero a cinco anos e estabelecem referenciais para o trabalho com as diferentes linguagens, entre elas as artísticas. Considerando o disposto na referida resolução quanto à organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
361: A
362: B
363: D
364: C
365: B
366: A
367: D
368: A
369: C
370: C
371: C
372: C
373: C
374: D
375: B
376: A
377: C
378: A
379: B
380: D