Questões de Concurso Para professor - educação infantil

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Q4278917 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma-padrão quanto à concordância e à regência.
Alternativas
Q4278916 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

Sobre a estrutura dos períodos empregados no texto, analise as afirmativas:

I – No trecho “Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como ‘evolução de pensamento’”, a oração iniciada por “que” é subordinada substantiva objetiva direta.

II – No período “Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase”, a oração iniciada por “quando” é subordinada adjetiva restritiva.

III – No período “Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto”, a segunda oração é coordenada sindética aditiva e possui o mesmo sujeito elíptico da primeira.

IV – No segmento “embora tivesse solicitado a retirada de uma”, a conjunção introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.

V – Na pergunta elíptica “E se me fizerem perguntas?”, a conjunção “se” introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Estão corretas, apenas, as afirmativas: 
Alternativas
Q4278915 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

Na oração “Considerava o esforço incompatível com a vida moderna”, assinale a alternativa que apresenta a análise sintática correta. 
Alternativas
Q4278914 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

No período “Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente”, assinale a alternativa correta sobre a classificação gramatical das formas empregadas. 
Alternativas
Q4278913 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

Depois de publicar “Ainda não sei o suficiente para pensar”, Octávio recebe interpretações divergentes, e sua frase chega a ser considerada uma nova corrente de pensamento. Assinale a alternativa correta sobre o efeito desse desfecho. 
Alternativas
Q4278912 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

A pergunta de Mauro — “O senhor quer uma opinião ou uma autorização?” — provoca um deslocamento decisivo no diálogo. Assinale a alternativa correta sobre o sentido dessa pergunta no texto. 
Alternativas
Q4278911 Português

Leia o texto e responda à questão


O especialista em convicções


Octávio Brandão não sofria de falta de opinião. Sofria do excesso delas. Todos os dias, antes das nove da manhã, precisava decidir o que pensar sobre educação, inteligência artificial, política urbana, cinema estrangeiro e o novo uniforme da empresa. Considerava o esforço incompatível com a vida moderna. Opinar exigia leitura, comparação, dúvida e, em casos extremos, mudança de ideia.


Foi então que contratou Mauro Figueira, consultor de convicções.


Mauro trabalhava num escritório discreto, cuja placa prometia: “Posicionamentos sólidos para pessoas ocupadas”. Na primeira reunião, explicou o método.


— O senhor envia o tema e o contexto. Eu devolvo uma opinião pronta, com argumentos e uma frase de efeito.


— E se me fizerem perguntas?


— Há um plano adicional com respostas para objeções. 


Octávio assinou o pacote completo.


O serviço funcionou admiravelmente. Sobre um filme que não vira, recebeu uma crítica equilibrada. Sobre um livro abandonado na página quinze, ganhou uma análise sobre “a tensão entre memória individual e violência institucional”. Numa reunião de condomínio, defendeu a preservação das árvores, embora tivesse solicitado a retirada de uma que sujava seu carro. Mauro explicou que contradições podiam ser reclassificadas como “evolução de pensamento”.


Aos poucos, Octávio se tornou conhecido pela lucidez. Os colegas esperavam seus comentários. Os parentes silenciavam quando ele começava uma frase com “A questão central é mais complexa”. Ninguém suspeitava de que a complexidade chegava por mensagem, acompanhada de um aviso: “Evite aprofundar se houver especialistas presentes”.


O problema surgiu num jantar. Clara, sua filha, perguntou:


— Pai, você acha que eu devo aceitar um trabalho em outra cidade?


Octávio pediu licença e foi ao banheiro. Enviou a pergunta a Mauro.


A resposta dizia: “Considere autonomia, vínculos afetivos e projeto de vida. Apoie a decisão dela, mas manifeste disponibilidade”.


Octávio voltou à mesa e repetiu quase tudo.


Clara o observou. 


— Isso é o que você pensa?


Ele poderia ter dito que sim. Era uma opinião adquirida legalmente, paga em dia e adaptada ao cliente. Contudo, percebeu que não sabia se sentiria falta da filha, se temia a distância ou se desejava protegê-la. Tinha terceirizado o argumento e, sem notar, também adiara o afeto.


 — Ainda estou pensando — respondeu.


Foi sua primeira frase original em muitos meses.


No dia seguinte, Octávio procurou Mauro para cancelar o contrato.


— Certas opiniões precisam nascer de quem assumirá as consequências — justificou.


 — Interessante. Posso usar essa frase com outros clientes?


Octávio recusou. Mauro anotou a recusa com evidente admiração.


Antes de sair, Octávio hesitou.


— Você acha que estou fazendo a coisa certa?


Mauro fechou o caderno.


— O senhor quer uma opinião ou uma autorização?


A pergunta permaneceu entre os dois, precisa demais para ser confortável.


Na recepção, Octávio encontrou um comentarista famoso por opiniões rápidas sobre assuntos variados.


— Primeira consulta? — perguntou.


— Renovação de contrato — respondeu o homem. — O público anda exigindo espontaneidade.


Na rua, Octávio abriu o celular. Havia mensagens pedindo sua posição sobre uma crise recente. Pela primeira vez, não procurou Mauro nem escolheu a resposta mais segura. Escreveu: “Ainda não sei o suficiente para pensar”.


Publicou a frase e recebeu críticas imediatas. Alguns o acusaram de covardia. Outros elogiaram sua prudência. Um terceiro grupo afirmou que ele havia inaugurado uma nova corrente de pensamento.


Mauro, que ainda o seguia nas redes, enviou uma única mensagem:


“Excelente posicionamento. Posso oferecer exclusividade?”


Fonte: Banca Elaboradora 

A sátira construída no texto alcança a esfera pública e a relação familiar de Octávio. Assinale a alternativa correta sobre o núcleo crítico da narrativa. 
Alternativas
Q4277920 Pedagogia
A relação entre a apropriação do sistema alfabético e a participação em práticas sociais de leitura e escrita orienta decisões curriculares sobre o que cabe à Educação Infantil. Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. O trabalho com a linguagem escrita deve ser adiado até que a criança conclua a Educação Infantil e ingresse no Ensino Fundamental.

PORQUE

II. A imersão da criança em experiências de narrativa, de apreciação e de convívio com diferentes suportes e gêneros textuais integra as experiências previstas para a Educação Infantil pelas diretrizes curriculares nacionais e pela Base Nacional Comum Curricular vigentes.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4277919 Pedagogia
Ao observar uma criança do primeiro ano, a professora registra que ela corre, salta com os dois pés e sobe escadas alternando os apoios com desenvoltura, porém recorta fora do traçado e segura o lápis com preensão instável. Considerando a distinção entre coordenação motora ampla e coordenação motora fina, é CORRETO afirmar que o encaminhamento pedagógico pertinente é:
Alternativas
Q4277918 Pedagogia
Com base no Parecer CNE/CEB nº 5/2009 e na literatura sobre documentação pedagógica, uma equipe de Educação Infantil organiza o acompanhamento do desenvolvimento das crianças em um ciclo no qual cada fase depende do resultado da fase anterior. Numere os parênteses de 1 a 5, ordenando as fases desse ciclo, da primeira à última:

(__) Comunicação documentada às famílias.
(__) Observação crítica das brincadeiras e interações no cotidiano.
(__) Replanejamento das propostas a partir da documentação socializada.
(__) Registro múltiplo em relatórios, fotografias e desenhos.
(__) Interpretação do material reunido pela equipe docente.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4277917 Pedagogia
O trabalho intencional com a convivência em grupo supõe que o professor distinga as competências socioemocionais mobilizadas em cada situação, a fim de planejar mediações compatíveis com o que a criança precisa desenvolver. Associe as colunas abaixo, relacionando as competências às condutas que as evidenciam:

Coluna 1:

1. Autoconhecimento.
2. Autogestão.
3. Consciência social.
4. Habilidades de relacionamento.

Coluna 2:

(__) Reconhecer a perspectiva do colega e identificar o que ele sente diante de uma situação do grupo.
(__) Estabelecer vínculos cooperativos, negociando papéis e resolvendo desacordos junto com os colegas.
(__) Regular a própria reação diante da frustração, adiando a resposta imediata ao que causou incômodo.
(__) Identificar e nomear as próprias emoções, relacionando-as às situações que as desencadearam.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4277916 Pedagogia
A configuração da sala e a disposição dos materiais comunicam às crianças o que ali se espera delas, de modo que as decisões sobre o espaço integram o planejamento e não o antecedem como mera providência material. Com base no texto e na literatura da área, analise as sentenças abaixo:

I. A disposição do mobiliário e dos materiais ao alcance das crianças amplia as possibilidades de escolha e de autonomia no cotidiano.
II. A organização do espaço constitui decisão de natureza administrativa, sem repercussão sobre as intenções pedagógicas do professor.
III. A previsão de áreas distintas para movimento amplo, repouso e atividades de concentração acolhe a diversidade de ritmos do grupo.
IV. A exposição das produções das crianças em altura acessível ao olhar delas favorece o reconhecimento da autoria no ambiente.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4277915 Pedagogia
Ao trabalhar a germinação de sementes com uma turma dos anos iniciais, um professor comunica antecipadamente o resultado que será obtido, executa sozinho o procedimento diante do grupo e solicita que as crianças copiem a conclusão no caderno. À luz da perspectiva de alfabetização científica indicada no texto, é CORRETO afirmar que a reformulação pertinente da atividade consiste em:
Alternativas
Q4277914 Pedagogia
A articulação entre a instituição, as famílias e os próprios docentes constitui condição do trabalho pedagógico e encontra previsão na legislação educacional e nas diretrizes da etapa. Sobre esse tema, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

(__) A participação da família cumpre sua função quando se restringe ao comparecimento às reuniões de entrega de resultados.
(__) A documentação que permite às famílias conhecer os processos de desenvolvimento da criança integra as garantias previstas nas diretrizes.
(__) A transferência à família da responsabilidade pelas aprendizagens escolares corresponde à parceria descrita na literatura da área.
(__) O trabalho colaborativo entre os docentes amplia a coerência das propostas vividas pela criança ao longo da jornada na instituição.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4277913 Artes Visuais
Em uma turma de pré-escola, a professora distribui folhas com figuras impressas para que as crianças pintem sem ultrapassar o contorno e avalia os trabalhos pela ausência de borrões. Considerando a compreensão do desenho como linguagem expressiva e comunicativa apresentada no texto, é CORRETO afirmar que a prática descrita: 
Alternativas
Q4277912 Pedagogia
Uma criança do segundo ano executa a primeira parte de um comando composto por três instruções encadeadas e, ao concluí-la, não consegue retomar as demais, embora compreenda cada instrução quando apresentada isoladamente. Considerando o funcionamento da memória de trabalho, é CORRETO afirmar que o ajuste didático pertinente consiste em:
Alternativas
Q4277911 Pedagogia
As três matrizes teóricas que sustentam a compreensão do desenvolvimento infantil descrevem, com categorias próprias, o modo como a criança se constitui na relação consigo, com o outro e com o objeto de conhecimento. Com base no texto e nessas formulações, analise as sentenças abaixo:

I. No personalismo walloniano predomina a orientação da criança para o mundo exterior, com ênfase na exploração dos objetos.
II. Em Wallon, o desenvolvimento alterna momentos de predomínio afetivo e de predomínio cognitivo, sem que um suprima o outro.
III. Em Vigotski, a internalização converte processos vividos no plano das relações sociais em processos do próprio sujeito.
IV. Em Piaget, o egocentrismo do período pré-operatório designa a conduta moralmente egoísta da criança diante dos colegas.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4277910 Pedagogia
A construção das primeiras noções matemáticas pela criança envolve relações que ela estabelece entre os objetos e não se confunde com o desempenho verbal na recitação da série numérica. Sobre esse processo, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

(__) A recitação oral da sequência numérica pode ocorrer sem que a criança tenha construído a correspondência entre cada termo e um objeto.
(__) A conservação de quantidade se manifesta quando a criança julga a quantidade pela configuração espacial dos objetos dispostos diante dela.
(__) O reconhecimento de figuras geométricas por seus atributos, e não pela posição em que aparecem, indica avanço na percepção espacial.
(__) O número resulta de relações que a criança estabelece entre os objetos, e não de propriedade observável em cada objeto isolado.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4277909 Pedagogia
Analise a afirmativa abaixo:

Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, os princípios que orientam as práticas pedagógicas são denominados eixos norteadores; na Base Nacional Comum Curricular, são denominados eixos estruturantes. Nessa etapa, as práticas pedagógicas devem ter como eixos _______________________, em torno dos quais se organizam os cinco campos de experiência e se asseguram os seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento.

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna:
Alternativas
Q4277908 Pedagogia
Ao encerrar cada contação de histórias, um professor projeta imediatamente a versão animada do mesmo conto e solicita às crianças que digam qual foi a lição moral apresentada. Considerando a finalidade da narração, é CORRETO afirmar que a reorientação pertinente dessa prática consiste em:
Alternativas
Respostas
381: E
382: C
383: B
384: D
385: E
386: A
387: C
388: C
389: A
390: E
391: A
392: D
393: C
394: C
395: C
396: D
397: A
398: A
399: D
400: D