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I. As fraturas da cabeça dos metacarpianos sem desvios significantes podem ser tratadas com imobilização gessada por três semanas. Aquelas que comprometem a integridade articular devem ser reduzidas e fixadas com fios de Kirschner ou parafusos, tomando-se o cuidado de manter a vascularização, preservando as partes moles presas aos fragmentos da fratura.
II. A fratura de Rolando é uma fratura intra-articular da base do primeiro metacarpiano em que o componente maior da articulação sofre luxação radial e dorsalmente pela tração do músculo abdutor longo do polegar. O tratamento preconizado é a redução e a fixação com um ou dois fios de Kirschner. Se a redução incruenta não for possível, indica-se a redução aberta e a fixação também com fio de Kirschner.
III. As falanges média e proximal são revestidas dorsalmente pelo aparelho extensor e ventralmente pelos tendões flexores, o que favorece a aderência desses no foco da fratura, dificultando seu deslizamento e limitando a movimentação.
Estão corretos os itens:
I. A articulação glenoumeral é a mais móvel e mais facilmente luxada dentre as grandes articulações. A maioria das luxações ocorre entre 10 e 20 anos.
II. As luxações glenoumerais podem ser classificadas de acordo com a direção da luxação. Assim, tem-se a luxação anterior, a luxação posterior, a luxação superior e a luxação inferior, a qual é a mais comum.
III. O tratamento das fraturas da clavícula deve ter como objetivo a consolidação com mínima deformidade residual, propiciando o retorno funcional total. O método de escolha deverá ter a menor morbidade possível, evitando sequelas com perda de movimento da articulação do ombro.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
I. O calcâneo é um osso esponjoso que atua como um braço da alavanca do pé. Articula-se superiormente com o Tálus por 3 facetas articulares e anteriormente com o navicular. Em sua tuberosidade posterior está inserido o tendão calcâneo (principal propulsor da marcha), cujos movimentos principais são inversão e eversão do pé.
II. A fratura do calcâneo acomete, sobretudo, adultos jovens e do sexo masculino em fase economicamente ativa. Essa fratura tem grande morbidade e repercussão socioeconômica, porque pode causar incapacidade funcional total do paciente por até três anos e incapacidade parcial por até cinco.
III. O paciente com fratura do Tálus normalmente é um jovem vítima de algum traumatismo de alta energia no pé. Apresenta-se com quadro de dor, edema, grande hematoma e, quando associada com luxação, nota-se deformidade do retropé, mais frequentemente em varo.
IV. A fratura da base do V metatarso é uma lesão comum dos metatarsos. Ela ocorre em virtude da força de arrancamento exercida pelo tendão do músculo fibular curto que se insere nesse local e contrai durante a entorse em inversão do pé.
Estão corretos os itens:
( ) Há sempre uma proporção entre o grau de energia envolvida na fratura e o dano de partes moles, de tal maneira que um trauma de menor intensidade em geral produz uma fratura fechada com menor dano de partes moles, caracteristicamente provocando fraturas no jovem. Já a fratura no idoso é com frequência exposta e cominutiva, sendo causada por trauma de alta energia cinética, com grande lesão de partes moles.
( ) Na fratura de tornozelo, por se tratar de uma fratura articular, a reconstituição da anatomia, para permitir a mobilização precoce, é fundamental, sendo em geral conseguida cirurgicamente com o princípio da fixação rígida.
( ) O pé, a cada dia, torna-se mais vulnerável a traumatismos, principalmente com o aumento da velocidade dos meios de transporte (automóveis, motocicletas, etc.), em acidentes de trabalho (construção civil, atividade agrícola), com destaque para os traumas de alta energia, o que pode produzir lesões graves.
( ) As fraturas do Tálus podem ser divididas de acordo com o sítio anatômico (as do colo são as mais comuns), estando na maioria das vezes, associadas com luxação do corpo do tálus. As fraturas da cabeça são menos comuns e as do corpo são, em geral, cominutivas.
1. Osteossarcoma 2. Condroblastoma 3. Tumor de células gigantes 4. Osteoma Osteóide
( ) É um tumor benigno agressivo, caracterizado por um tecido muito vascularizado constituído por um estroma de células fusiformes ou Ovoides e pela presença de numerosas células gigantes do tipo osteoblástico, uniformemente distribuídas por todo o tecido neoplásico.
( ) É uma lesão Osteoblástica, frequentemente benigna e ativa, caracterizada pelo seu pequeno tamanho (em geral, menos de 1,5cm), com bordos claramente delimitados e a presença frequente, mas não constante, de uma zona periférica de neoformação óssea reativa.
( ) Tumor maligno formador de osso com presença de um estroma francamente Sarcomatoso e formação de Osteóide neoplásico e osso pelos osteoblastos malignos.
( ) Tumor maligno no qual as células neoplásicas formam cartilagem (Condróide), mas não Osteóide.
Assinale a alternativa que corresponde à Neoplasia descrita acima.