O antebraço é formado pelos ossos rádio e ulna, que estão u...
Gabarito comentado
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Tema central: As fraturas do antebraço (ossos rádio e ulna), suas classificações e abordagens segundo fundamentos da Ortopedia e Traumatologia. Saber diferenciar os tipos, padrões e estratégias de tratamento é fundamental para o manejo adequado, respaldado por protocolos e diretrizes atuais.
Justificativa da alternativa correta (C): Segundo os manuais de Ortopedia, como o Tratado de Ortopedia e Traumatologia da SBOT, fraturas dos ossos do antebraço devem ser classificadas de acordo com:
- Localização anatômica: terço proximal, médio ou distal;
- Aspecto da linha de fratura: transversal, oblíqua, espiralada, cominutiva, etc.;
- Exposição óssea: fechada ou aberta (exposta);
Esta divisão facilita na avaliação do grau de instabilidade, no risco de complicações e é determinante para o planejamento terapêutico. A alternativa C sintetiza corretamente esses critérios, corroborados pelo Protocolo Clínico da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Análise das alternativas incorretas:
Alternativa A: Incorreta. Embora acidentes de alta energia causem fraturas graves, muitos casos resultam de traumas de menor impacto. O fato dos ossos estarem cercados por músculos e tendões não reduz a gravidade. Fraturas do antebraço frequentemente são consideradas instáveis devido à função essencial da prono-supinação.
Alternativa B: Incorreta. Fratura normalmente provoca dor intensa, deformidade, edema e, em casos graves, até comprometimento neurovascular. Sinais inflamatórios sistêmicos, como febre, são raros. A apresentação clínica pode variar significativamente.
Alternativa D: Incorreta. O tratamento NÃO é sempre conservador. Fraturas desalinhadas, instáveis ou expostas podem exigir redução cirúrgica e fixação interna. Segundo o PCDT do Ministério da Saúde, fraturas de rádio e ulna “com desvio ou instabilidade são indicações clássicas para tratamento cirúrgico”.
Dicas de prova: Fique atento a termos como “sempre” e “nunca”, que geralmente tornam alternativas incorretas. Analise classificações anatômicas e nuances na abordagem terapêutica: são detalhes cobrados com frequência!
Resumo: A classificação adequada das fraturas do antebraço (localização, morfologia e exposição) é central para o manejo ideal, conforme as principais diretrizes da especialidade (SBOT, PCDT).
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