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Q3880920 Português
        Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.

(O único país autossuficiente em alimentos.
https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)
No trecho “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis.”, a expressão destacada pode ser substituída, mantendo- -se a norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, por:
Alternativas
Q3880919 Português
        Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.

(O único país autossuficiente em alimentos.
https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)
A partir de informações presentes no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3880918 Português
A palavra destacada pode ser substituída por “os”, mantendo-se a norma-padrão de emprego e colocação pronominal.
Alternativas
Q3880917 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto alterado mantém a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3880916 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
No trecho “… os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.” (1º parágrafo), as vírgulas foram empregadas pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q3880915 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
Duas palavras empregadas com o mesmo sentido no texto estão destacadas em:
Alternativas
Q3880914 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3880913 Português
A regência nominal e verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3880912 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão:

(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 12.11.2025. Adaptado)
No trecho “Isso é antinatural e doentio!”, o garoto emprega a palavra
Alternativas
Q3880911 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão:

(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 12.11.2025. Adaptado)
A partir da leitura da tira, é possível afirmar que
Alternativas
Q3880910 Noções de Informática
A planilha a seguir foi elaborada por meio do MS-Excel 2016, em sua configuração padrão:
Imagem associada para resolução da questão
O usuário digitou os valores nas colunas A a C, preencheu o cabeçalho na célula D1 para a coluna D, adicionou uma fórmula em D2 e, por fim, arrastando a alça de preenchimento de D2 até D6, preencheu o restante da planilha, conforme a imagem.
Assinale a alternativa que apresenta a fórmula preenchida na célula D2 que corresponde aos procedimentos descritos no enunciado e aos valores exibidos na imagem.
Alternativas
Q3880909 Direito Urbanístico
O plano diretor é obrigatório para municípios com mais de vinte mil habitantes, deve ser aprovado por lei municipal e configura-se como o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana.
A lei que instituir o plano diretor deverá ser revista, pelo menos, a cada
Alternativas
Q3880908 Administração Financeira e Orçamentária
O Orçamento Participativo (OP) é um processo que
Alternativas
Q3880907 Direito Constitucional
No que diz respeito às suas funções fiscalizadoras e representativas, é correto afirmar que o poder Legislativo municipal
Alternativas
Q3880906 Economia
Diversos são os indicadores socioeconômicos municipais, sendo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) um dos principais.
Em relação ao IDHM, é correto afirmar:
Alternativas
Q3880905 Direito Constitucional
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trouxe, por meio do Censo de 2022, que a população do município de Matão corresponde a 79.033 pessoas.
Com base na Constituição Federal brasileira de 1988, em municípios com mais de 50.000 habitantes até 80.000 habitantes, a exemplo do município de Matão, deve ser observado o limite máximo de
Alternativas
Q3880904 Regimento Interno
Considere que os Membros da Câmara de Matão rejeitaram hoje o parecer prévio do Tribunal de Contas e, consequentemente, aprovaram as contas municipais.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Regimento Interno da Câmara Municipal de Matão, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3880903 Direito Tributário
De acordo com o Código Tributário do Município de Matão, considera-se sujeito passivo da obrigação tributária:
Alternativas
Q3880902 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Considere que Luana é proprietária de um bar localizado no Município de Matão e, descumprindo conscientemente as regras, ela ocupou com mesas e cadeiras o canteiro central da via, além de ter instalado caixas de som nos postes e na arborização pública. João, servidor público responsável por fiscalizar o cumprimento do Código de Posturas do Município, durante uma fiscalização rotineira, constatou as infrações à legislação e imediatamente lavrou Auto de Infração, sem a presença de testemunhas. Luana, inconformada com a autuação, rejeitou-se a assinar o Auto de Infração.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Código de Posturas do Município de Matão, é correto afirmar que
Alternativas
Q3880901 Administração Pública
De acordo com o Plano Diretor do Município de Matão, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
41: A
42: B
43: E
44: B
45: B
46: E
47: D
48: C
49: E
50: D
51: B
52: C
53: E
54: A
55: B
56: D
57: A
58: D
59: C
60: E