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Agente público é toda pessoa física que presta serviços ao Estado e às pessoas jurídicas da Administração Indireta. Perante a Constituição de 1988, com as alterações introduzidas pela Emenda Constitucional n. 18/98, pode-se dizer que são quatro as categorias de agentes públicos: agentes políticos, servidores públicos, militares e particulares em colaboração com o Poder Público.
Pietro, Maria Sylvia Zanella D. Direito Administrativo. 39. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2026. E-book. ISBN 9788530998660.
Com relação aos agentes públicos, é correto afirmar:
Se você pensa que a palavra “burocracia” tem conotação negativa, pense novamente. Essa conotação negativa decorre das disfunções das burocracias — ineficiência, corrupção, lentidão, etc. Em sentido ideal, a burocracia é o oposto desses defeitos — é a organização profissional, baseada em regras legalmente definidas, operadas por funcionários recrutados e preparados para desempenhar tarefas descritas com exatidão. Quem definiu a burocracia desse modo — como máquina profissionalizada — foi o cientista social alemão Max Weber.
Maximiano, Antonio Cesar A.; Terentim, Gino. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à era da Agilidade Organizacional. 9. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2024.
Segundo Weber, as organizações formais ou burocráticas apresentam três características principais:
Frederick Winslow Taylor foi o criador e participante mais destacado do movimento da administração científica, cujo objetivo era o aumento da eficiência. Nos primórdios da industrialização, as empresas eram naturalmente ineficientes. Todos perdiam com isso: empresários, funcionários, consumidores, a sociedade. Começou, então, nos Estados Unidos, um movimento para enfrentar esses problemas: o movimento da administração científica, liderado por Taylor. Historicamente, esse movimento é dividido em três fases.
Maximiano, Antonio Cesar A.; Terentim, Gino. Teoria Geral da Administração: Da Revolução Urbana à era da Agilidade Organizacional. 9. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2024.
Sobre o movimento da administração científica de Taylor, assinale a alternativa correta
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
Leia o trecho da letra a seguir:
Deslocado
Conto os dias para mim / Com a mala arrumada
Já quase não cabia a saudade acumulada
Do azul, vejo o jardim / Mesmo por trás da asa
Mãe, olha à janela, que eu tou a chegar a casa
Por mais que possa parecer
Eu nunca vou pertencer àquela cidade
O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão
Não me provoca nada / Não me convoca casa
Disponível em: https://www.letras.mus.br/napa/deslocado/print.html.
Considerando os aspectos comuns às letras de “Deslocado” e “Voando Pro Pará”, o eu lírico de cada canção expressa:
1. Relação afetiva com um lugar de pertencimento.
2. Desejo de retorno a um lugar significativo.
3. Valorização do distanciamento como forma de liberdade pessoal.
4. Valorização de experiências ligadas à memória afetiva.
Assinale a alternativa correta.
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
Considere o seguinte trecho da música:
“E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir (...)”
O termo “point”, grifado no texto, é classificado como:
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
O texto a seguir é referência para a questão.
Lojas de conveniência para combater a solidão? Em Seul, tem
Quando se pensa numa loja de conveniência, a imagem que logo vem à cabeça é a de um quebra-galho para comer um sanduíche ou comprar algum item de emergência de madrugada. No entanto, em Seul, capital da Coreia do Sul, foi criada uma nova modalidade: as “lojas de conveniência para a mente”. O país enfrenta uma severa epidemia de solidão e está investindo num programa de locais acolhedores para quem se sente muito só.
Seul tem perto de dez milhões de habitantes e, nas últimas duas décadas, o número de lares com apenas um morador passou de 16% para 40% dos domicílios da cidade. Em 2022, uma pesquisa revelou que 62% se queixavam do isolamento e, mesmo entre os jovens, o índice era bastante alto. Em todo o país, foram computadas 3.600 “mortes solitárias” em 2023 – quando as pessoas morrem e ninguém se dá conta do ocorrido por semanas e até meses.
Para utilizar o espaço, os visitantes precisam apenas preencher um questionário com cinco perguntas. Ali, é possível fazer uma massagem nos pés, tomar uma sopa de noodles, assistir a um filme, ou simplesmente passar um tempo na companhia de outras pessoas. Ninguém é obrigado a conversar ou interagir. Para os idealizadores do projeto, estar próximo de outros seres humanos é o suficiente. Assistentes sociais estão disponíveis para quem precisa de um apoio maior.
No ano passado, o prefeito da cidade lançou “Seul sem solidão”, um programa com cinco anos de duração ao qual foram destinados 1.8 bilhão de reais. Em março, foram abertas as primeiras quatro lojas de conveniência para a mente. Em abril, foi disponibilizada uma linha direta que, em julho, já tinha recebido mais dez mil chamadas – o triplo do previsto. Desse total, 63% eram de gente de meia-idade; 31%, jovens adultos; e apenas 5% idosos.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/07/24/lojas-de-conveniencia-para-combater-a-solidao-em-seultem.ghtml. Adaptado.