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Q4030507 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Da renda à ciência, desigualdade racial segue

moldando o Brasil


    Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".


    Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.


    Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.


    O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.


    Mas há camadas que resistem.


    Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.


    Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes. 


    E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.


    Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.


    Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.


    São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.


    Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.


    Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.


    Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.


    E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.


Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-

noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-

moldando-o-brasil (adaptado).

Ao afirmar que há camadas que resistem, o texto passa a desenvolver a ideia de que:
Alternativas
Q4030506 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Da renda à ciência, desigualdade racial segue

moldando o Brasil


    Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".


    Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.


    Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.


    O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.


    Mas há camadas que resistem.


    Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.


    Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes. 


    E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.


    Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.


    Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.


    São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.


    Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.


    Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.


    Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.


    E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.


Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-

noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-

moldando-o-brasil (adaptado).

Ao mobilizar os dados do estudo sobre os impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação, o texto sustenta que:
Alternativas
Q4030482 Farmácia
“O farmacêutico é corresponsável pela promoção do uso racional de medicamentos, pela segurança do paciente e pela garantia da qualidade em todas as etapas do ciclo da assistência farmacêutica.” (Charles Hepler).

Leia atentamente o caso a seguir e responda a questão.

Em hospital público terciário integrante da Rede de Atenção à Saúde, a farmácia hospitalar passou por auditoria após aumento significativo de eventos adversos relacionados a antimicrobianos de amplo espectro e anticoagulantes. O levantamento preliminar identificou falhas na conciliação medicamentosa na admissão, ausência de revisão sistemática de prescrições em pacientes idosos com insuficiência renal e inconsistências na documentação de intervenções farmacêuticas. Durante inspeção da Vigilância Sanitária, verificou-se ausência de registros contínuos de temperatura na câmara fria destinada a medicamentos termolábeis, além de lote de heparina armazenado fora da faixa recomendada. Simultaneamente, paciente oncológica submetida a quimioterapia manipulada na unidade apresentou reação adversa grave. A investigação apontou lacuna na rastreabilidade do lote do diluente utilizado, bem como ausência de validação periódica do fluxo unidirecional da cabine de segurança biológica. No setor de medicamentos sujeitos a controle especial, constatou-se divergência entre estoque físico e escrituração no livro específico. O farmacêutico responsável técnico alegou déficit de pessoal, sobrecarga assistencial e inexistência de atualização recente dos Procedimentos Operacionais Padrão (POPs). A direção hospitalar instaurou comissão interna para apuração de responsabilidade técnica, ética e sanitária, além de possível responsabilidade civil diante de ação judicial movida por familiar da paciente oncológica. O caso passou a ser discutido também na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e no Núcleo de Segurança do Paciente, considerando impacto sistêmico na qualidade assistencial.
À luz da RDC nº 430/2020, identifique a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4030481 Farmácia
“O farmacêutico é corresponsável pela promoção do uso racional de medicamentos, pela segurança do paciente e pela garantia da qualidade em todas as etapas do ciclo da assistência farmacêutica.” (Charles Hepler).

Leia atentamente o caso a seguir e responda a questão.

Em hospital público terciário integrante da Rede de Atenção à Saúde, a farmácia hospitalar passou por auditoria após aumento significativo de eventos adversos relacionados a antimicrobianos de amplo espectro e anticoagulantes. O levantamento preliminar identificou falhas na conciliação medicamentosa na admissão, ausência de revisão sistemática de prescrições em pacientes idosos com insuficiência renal e inconsistências na documentação de intervenções farmacêuticas. Durante inspeção da Vigilância Sanitária, verificou-se ausência de registros contínuos de temperatura na câmara fria destinada a medicamentos termolábeis, além de lote de heparina armazenado fora da faixa recomendada. Simultaneamente, paciente oncológica submetida a quimioterapia manipulada na unidade apresentou reação adversa grave. A investigação apontou lacuna na rastreabilidade do lote do diluente utilizado, bem como ausência de validação periódica do fluxo unidirecional da cabine de segurança biológica. No setor de medicamentos sujeitos a controle especial, constatou-se divergência entre estoque físico e escrituração no livro específico. O farmacêutico responsável técnico alegou déficit de pessoal, sobrecarga assistencial e inexistência de atualização recente dos Procedimentos Operacionais Padrão (POPs). A direção hospitalar instaurou comissão interna para apuração de responsabilidade técnica, ética e sanitária, além de possível responsabilidade civil diante de ação judicial movida por familiar da paciente oncológica. O caso passou a ser discutido também na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e no Núcleo de Segurança do Paciente, considerando impacto sistêmico na qualidade assistencial.
Considerando o ciclo da assistência farmacêutica, indique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4030480 Farmácia
À luz da Portaria nº 344/1998, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4030475 Direito Sanitário
Considerando a Portaria nº 344/1998, analise as assertivas abaixo:
I. A escrituração de medicamentos controlados deve ser precisa e atualizada.
II. Divergências no livro de registro podem configurar infração sanitária.
III. O controle documental é exigido apenas em farmácias comerciais.
IV. O farmacêutico pode responder administrativamente por falhas no controle especial.
Aponte a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4030473 Farmácia
Com base na RDC nº 430/2020, analise as assertivas abaixo:
I. O controle de temperatura deve ser monitorado e registrado sistematicamente.
II. Medicamentos armazenados fora das condições especificadas podem ter comprometimento de estabilidade e eficácia.
III. A rastreabilidade é dispensável em ambiente hospitalar fechado.
IV. A responsabilidade técnica pelo armazenamento adequado é atribuída ao farmacêutico.
Aponte a alternatva CORRETA:
Alternativas
Q4030469 Farmácia
“A assistência farmacêutica no SUS deve garantir acesso e uso racional de medicamentos, promovendo segurança, eficácia e qualidade.” (Portaria GM/MS nº 3.916/1998).

Leia atentamente o caso abaixo e responda a questão.

Em hospital público de médio porte, o farmacêutico responsável técnico identificou aumento de reações adversas relacionadas ao uso de anticoagulante oral em pacientes idosos. Durante auditoria interna, constatou-se falha na conciliação medicamentosa na admissão hospitalar, ausência de registro sistemático de interações medicamentosas e estoque de medicamento com lote próximo ao vencimento armazenado em temperatura inadequada.
Simultaneamente, uma paciente oncológica recebeu quimioterápico manipulado na farmácia hospitalar e evoluiu com reação adversa grave. A investigação apontou possível falha na validação do processo de manipulação estéril e ausência de registro completo de rastreabilidade.
No mesmo período, a Vigilância Sanitária realizou inspeção e solicitou documentação referente às Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem. Foi identificado ainda que um medicamento sujeito a controle especial estava com inconsistência no lançamento no livro específico. O caso foi encaminhado para apuração administrativa, podendo envolver responsabilidade ética, civil e sanitária do farmacêutico.
Com base na Portaria nº 344/1998, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4030465 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com as medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, a “realização de tarefas gratuitas de interesse geral, por período não excedente a seis meses, junto a entidades assistenciais, hospitais, escolas e outros estabelecimentos congêneres” corresponde a que medida? 
Alternativas
Q4030462 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
De acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa, Lei nº 10.741/2003, entidades governamentais e não governamentais de assistência à pessoa idosa ficam sujeitas à inscrição de seus programas perante os órgãos competentes de quais iniciativas? 
Alternativas
Q4030450 Direito Constitucional
Em uma empresa sob controle do Estado do Rio Grande do Sul, os empregados questionaram se teriam direito à representação na diretoria da empresa. Sobre o tema e considerando as disposições da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4030449 Direito Constitucional
Durante uma fiscalização do TCE-RS, verificou-se que determinado órgão estadual deixou de publicar informações obrigatórias previstas na Constituição Estadual. Com base na Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, qual das informações abaixo deve ser publicada mensalmente pelo Estado?
Alternativas
Q4030448 Direito Constitucional
Com base na Constituição Federal, assinale a alternativa que expressa corretamente a regra quanto à participação de juízes em atividades político-partidárias. 
Alternativas
Q4030447 Direito Constitucional
Com base nas prerrogativas de que gozam os juízes, assinale a alternativa que melhor resume o sistema de vitaliciedade para juízes de primeiro grau, estabelecido na Constituição Federal. 
Alternativas
Q4030446 Direito Penal
Durante uma palestra sobre violência doméstica e medidas protetivas de urgência, o advogado Peterson afirmou que é possível submeter o agressor à monitoração eletrônica com um dispositivo que alerte a vítima sobre sua aproximação. Considerando a situação apresentada e as disposições da Lei Maria da Penha, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4030445 Direitos Humanos
Durante uma dinâmica em grupo sobre boas práticas no atendimento à mulher vítima de violência doméstica, o mediador solicita que os participantes identifiquem uma situação que infringe diretamente uma das prerrogativas asseguradas pela Lei Maria da Penha. Assinale a alternativa que indica corretamente a situação mencionada pelo mediador. 
Alternativas
Q4030443 Direito Administrativo
André, servidor público do Município de Bom Jesus, encontrava-se em serviço, conduzindo veículo oficial da Prefeitura, quando, por imprudência, colidiu com o veículo de um cidadão. Considerando a situação apresentada e as disposições da Lei Orgânica Municipal, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4030442 Direito do Trabalho
Sobre o direito à amamentação ao qual faz jus a servidora lactante, conforme o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Bom Jesus, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4030441 Legislação Municipal
O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Bom Jesus prevê gratificação ao servidor lotado em escola de difícil acesso. Considerando as disposições do Estatuto, a classificação dessas escolas será feita por meio de:
Alternativas
Q4030440 Direito Digital
Em março de 2026, o Governo Federal sancionou decretos com o objetivo de regulamentar uma nova legislação voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual. Essa norma abrange redes sociais, aplicativos, jogos e plataformas digitais, além de prever a atuação de órgãos como a Polícia Federal e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Como é denominada essa legislação?
Alternativas
Respostas
2401: C
2402: D
2403: E
2404: A
2405: D
2406: A
2407: D
2408: A
2409: C
2410: D
2411: A
2412: A
2413: C
2414: B
2415: B
2416: D
2417: B
2418: D
2419: C
2420: A