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Q3991345 Direito do Trabalho
Acerca de equipamentos de proteção individual (EPIs), cabe ao empregador  
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Q3991344 Direito Penal
A falta de observação das medidas de precaução e segurança necessárias para evitar ocorrência indesejável configura-se como
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Q3990735 História e Geografia de Estados e Municípios
Com 400 anos de povoamento, Estância ocupa posição de destaque no cenário turístico e cultural de Sergipe. Nesse sentido, o município de Estância é conhecido por 
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Q3990734 História e Geografia de Estados e Municípios

Com o objetivo de valorizar e preservar um relevante aspecto da cultura estanciana, o Memorial da Cultura de Estância tem uma exposição permanente acerca 

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Q3990732 Geografia

Estância é um dos 75 municípios do estado de Sergipe, na região Nordeste do país. O município possui 69.184 habitantes, 85,02% localizados em área urbana e 14,98% em área rural. Em 2019, o salário médio mensal era de 2.2 salários mínimos. A proporção de pessoas que possuem emprego e renda em relação à população total era de 15.3%.


Internet: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/se/estancia/panorama (com adaptações).


A respeito da temática do texto e seus aspectos econômicos, marque a opção correta.  

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Q3990729 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica Municipal de Estância, cabe ao município 
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Q3990728 Legislação Municipal
Assinale a opção que correspondente a um dos princípios fundamentais estabelecidos pela Lei Orgânica Municipal de Estância. 
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Q3990727 Legislação Municipal
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Estância (Lei n.º 16/2007), o servidor que, em razão do cargo, desempenhar atividades em zonas distantes do município poderá receber  
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Q3990726 Legislação dos Municípios do Estado de Sergipe
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Estância (Lei n.º 16/2007), assinale a opção que corresponde à idade mínima que é considerada requisito básico para investidura em cargo público. 
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Q3990725 Direito Administrativo
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Estância (Lei n.º 16/2007), assinale a opção que indica o nome dado ao conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades do servidor público, criado por lei, com denominação própria, número certo e vencimento a ser pago pelos cofres públicos. 
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Q3990719 Português

Texto CG4A2-I


Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.

Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.

No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!



Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).

No texto CG4A2-I, é um adjetivo a palavra 
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Q3990718 Português

Texto CG4A2-I


Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.

Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.

No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!



Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).

A correção gramatical do último parágrafo do texto CG4A2-I seria mantida se 
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Q3990717 Português

Texto CG4A2-I


Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.

Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.

No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!



Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).

No trecho “Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer”, do último parágrafo do texto CG4A2-I, o adjetivo “arrancados” se refere ao termo 
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Q3990716 Português

Texto CG4A2-I


Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.

Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.

No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!



Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).

Assinale a opção correta, de acordo com as ideias do texto CG4A2-I.  
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Q3990715 Português

Texto CG4A1


 As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.

As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.

No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.


Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce. Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet: (com adaptações)

Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita do trecho “No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos.”, do texto CG4A1. Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.  
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Q3990714 Português

Texto CG4A1


 As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.

As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.

No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.


Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce. Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet: (com adaptações)

A correção gramatical do segundo parágrafo do texto CG4A1 seria preservada caso a palavra "inundações" fosse substituída por 
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Q3990713 Português

Texto CG4A1


 As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.

As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.

No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.


Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce. Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet: (com adaptações)

Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do trecho “As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos”, do texto CG4A1, a palavra “amorteçam” poderia ser substituída por 
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Q3990712 Português

Texto CG4A1


 As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.

As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.

No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.


Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce. Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet: (com adaptações)

O texto CG4A1 apresenta como tema central 
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Respostas
163: B
164: B
165: C
166: A
167: A
168: D
169: D
170: B
171: C
172: D
173: B
174: A
175: D
176: B
177: A
178: A
179: C
180: D