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Q3416588 Fonoaudiologia
Na perda auditiva de grau marcado, de acordo com Davis (1970), a habilidade para compreender a fala é assim apontada: 
Alternativas
Q3416587 Fonoaudiologia
Para Lloyd e Kaplan (1978), a audição normal apresenta média tonal menor que: 
Alternativas
Q3416586 Fonoaudiologia
Para a classificação da perda auditiva quanto ao grau, são encontradas diversas recomendações na literatura. Alguns autores classificam a perda auditiva com base na média dos limiares auditivos para as frequências de 500, 1.000 e 2.000 Hz, eles são:
Alternativas
Q3416585 Fonoaudiologia
Das causas da respiração oral exclui-se:
Alternativas
Q3416584 Fonoaudiologia
Durante a inspiração, o ar entra pela cavidade oral e cavidade nasal. Durante o seu trajeto, o ar é aquecido, umidificado e filtrado pelas células e estruturas anexas da mucosa de revestimento do nariz (Aniceto et al., 2015). Isto ocorre de forma automática e voluntária e abrange três funções, sendo elas:
Alternativas
Q3416583 Fonoaudiologia
As vias aéreas estão divididas em vias superiores e inferiores, as superiores não incluem a:
Alternativas
Q3416582 Fonoaudiologia
O respirador oral apresenta alterações musculoesqueléticas das quais, é incorreta a citada em: 
Alternativas
Q3412874 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão.


Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Os verbos “ouvira”, “anunciara” e “encontrara”, que ocorrem no excerto apresentado, estão conjugados no tempo: 
Alternativas
Q3412873 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão.


Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Dentre todas as palavras que ocorrem no excerto apresentado, pertencem à classe gramatical das preposições: 
Alternativas
Q3412872 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão.


Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

No contexto apresentado, em relação à classe gramatical, os vocábulos “que” em destaque atuam, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3412870 Português

Leia o texto para responder à questão.


Omelete 


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bemfeita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.


 — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...


— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.


Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. 


Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.


— Precisamos conversar.


— Está bem.


— Aqui.


— Certo.


— Outra coisa.


— O quê?


— Não coma nada antes.


Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?


— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.


E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.





VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antolÛgico — meio sÈculo de crÙnicas, ou coisa parecida. S„o Paulo: Objetiva, 2020

Das associações sobre as personagens propostas nas alternativas a seguir, aquela que pode ser depreendida corretamente do texto é:
Alternativas
Q3412868 Português

Leia o texto para responder à questão.


Omelete 


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bemfeita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.


 — Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...


— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.


Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.” Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha. 


Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.


— Precisamos conversar.


— Está bem.


— Aqui.


— Certo.


— Outra coisa.


— O quê?


— Não coma nada antes.


Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?


— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.


E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.





VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antolÛgico — meio sÈculo de crÙnicas, ou coisa parecida. S„o Paulo: Objetiva, 2020

De acordo com o texto, conclui-se que:
Alternativas
Q3412792 Fonoaudiologia
Por meio da Portaria n.º 2.488/2011, aprovou-se a Política Nacional de Atenção Básica, a qual estabelece a revisão das diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e para o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). A ESF é a principal estratégia da Atenção Básica e as suas ações são realizadas por meio das Unidades Básicas de Saúde.
Os municípios podem implantar a ESF, com a equipe mínima, composta por um médico, um enfermeiro, um técnico de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde; ou com a equipe ampliada, por meio da inserção do fonoaudiólogo e outros profissionais de saúde.
Marque a alternativa que apresenta a ação do fonoaudiólogo inserido na ESF, após análise das necessidades de cada território.
Alternativas
Q3412791 Fonoaudiologia
O fonoaudiólogo, em parceria com a Educação, a partir de seus conhecimentos específicos relacionados à aquisição da leitura e escrita, linguagem oral, voz e audição, auxilia a comunidade educacional no processo educativo. Nesse contexto, o fonoaudiólogo pode atuar em redes públicas e no setor privado de ensino, em todos os níveis e modalidades, inclusive nas esferas administrativas.
Um dos principais objetivos da atuação do fonoaudiólogo educacional é colaborar com o processo educativo. Para isso, as ações podem ser divididas em cinco eixos: acolhimento da demanda, análise da situação institucional, proposição de estratégias, implantação das propostas e monitoramento das ações.
Marque a alternativa que apresenta uma ação de proposição de estratégias. 
Alternativas
Q3412789 Fonoaudiologia
Alterações na fala podem ser identificadas, tais como: substituições, omissões e/ou distorções dos sons, as quais podem estar relacionadas às dificuldades da língua (o que caracterizaria uma dificuldade cognitivo-linguística), à percepção auditiva dos sons e/ou à produção deles.
Caso clínico: Após avaliação de fala de uma criança de 8 anos, encontraram-se as seguintes características: demorou a começar a falar, apresenta fala “embolada”, inconsistência/variabilidade nos erros em fonemas, erros atípicos, maior incidência de erros em vogais do que o esperado (distorções, substituições e omissões), uso predominante de palavras com estruturas simples e aumento dos erros das sílabas conforme a complexidade de sua estrutura aumenta (por exemplo, em palavras polissilábicas e frases).
Diante do exposto, qual o diagnóstico CORRETO para esse paciente? 
Alternativas
Q3412788 Fonoaudiologia
O Teste da Orelhinha faz parte de um conjunto de ações que devem ser realizadas para a atenção integral à saúde auditiva na infância: triagem, monitoramento e acompanhamento do desenvolvimento da audição e da linguagem, diagnóstico e (re)habilitação.
Caso clínico: E. G. S., 1 mês e 27 dias, foi trazido pelos seus pais para a realização do Teste da Orelhinha no ambulatório do HCMR. A gestação foi de 35 semanas, o bebê nasceu cansadinho, precisou de suporte ventilatório na UTI, ficou internado 12 dias e recebeu alta sem nenhuma outra intercorrência. Ao realizar os exames, obteve o seguinte resultado: reflexo palpebral presente por meio de estímulo do agogô, EOA presentes bilateralmente. Os pais relatam preocupação com o desenvolvimento da linguagem e da audição do filho, uma vez que há caso na família de deficiência auditiva.
Marque a alternativa que estabelece a conduta adequada para esse paciente.
Alternativas
Q3412787 Fonoaudiologia
Afasia pode ser definida, de forma simples, como uma alteração adquirida da linguagem devida a uma lesão cerebral focal. Essa definição, por simplicidade, não abrange todo o espectro de possibilidades clínicas, razão pela qual se deve falar em afasias, já que elas se manifestam através de diferentes tipos de alterações da linguagem oral (expressão e compreensão), leitura e escrita.
Caso clínico: F. H. P., 67 anos, sofreu um AVC hemorrágico no hemisfério esquerdo do cérebro há um mês, que afetou a região de encontro do lodos parietal e temporal, manifestando alterações na comunicação. Por esse motivo, ele foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica, a qual identificou: expressão normal, com rica prosódia, com algumas parafasias verbais e esporádicas anomias; compreensão com alteração importante, falhas em tarefas simples, sem conseguir repeti-las; escrita com grafismo e automatismo preservados, ditado muito alterado e leitura um pouco reduzida.
Diante do caso clínico apresentado, marque a alternativa que apresenta a classificação CORRETA do tipo de afasia desse paciente.
Alternativas
Q3412786 Fonoaudiologia
A voz é um instrumento fundamental na vida profissional do professor. Como elemento que deve convencer e influenciar o auditório, a voz requer uma adaptação precisa dos órgãos da fonação, sob pena do surgimento de sintomas disfônicos, mais ou menos precoces, prejudiciais ao prosseguimento do magistério.
A disfonia é um sintoma muito frequente em professores, profissionais para os quais a voz é elemento indispensável. Alguns sintomas são comumente relatados por essa classe, como: rouquidão, fadiga vocal, dificuldade em manter a voz com perda de eficiência e resistência, falta de volume e projeção vocal, ardor e dor na região da garganta e pescoço, associados ao esforço para falar. A grande maioria desses profissionais apresenta uso incorreto ou abusivo da voz, bem como hábitos inadequados. Partindo desse relato, a seguir são indicados alguns objetivos a serem trabalhados com os pacientes que apresentam os sintomas relatados.  

I. Orientar sobre saúde vocal. II. Promover a psicodinâmica vocal. III. Realizar treinamento vocal voltado ao adequado uso profissional da voz. IV. Melhorar a mobilidade e a propriocepção dos órgãos fonoarticulatórios e das funções do sistema estomatognático. V. Orientar sobre posturas, gestos e expressões faciais favoráveis à comunicação.

Estão CORRETOS os objetivos 
Alternativas
Q3412785 Fonoaudiologia
A dislexia pode ser definida como um transtorno específico da aprendizagem da leitura que ocorre, apesar da inteligência normal, de ausência de problemas sensoriais ou neurológicos, com instrução escolar adequada e oportunidade sociocultural eficiente.
Um programa de intervenção envolvendo as habilidades fonológicas, para escolares em processo de alfabetização com risco para dislexia, deve ser traçado buscando apresentar a atividade, praticar, ampliar e retomar as diversas tarefas fonológicas propostas a fim de que, por meio de memorização e de um trabalho direcionado, a criança consiga sistematizar a relação letra-som, além de desenvolver uma ampliação lexical, com acesso rápido à informação por meio do processamento auditivo e/ou visual dessa informação.
Marque a alternativa que apresenta uma estratégia fonológica de intervenção precoce. 
Alternativas
Q3412784 Fonoaudiologia
O teste da linguinha é um exame padronizado que possibilita diagnosticar e indicar o tratamento precoce das limitações dos movimentos da língua causadas pela língua presa (anquiloglossia), que podem comprometer as funções nas quais a língua participa: sugar, engolir, mastigar, respirar e falar.
Caso clínico: O recém-nascido (RN) de M. L. S., 2 meses e 2 dias, foi encaminhado pela neuropediatra para a realização do teste da linguinha, pois já realizou outras avaliações que geraram dúvidas. O paciente, então, foi submetido, juntamente com os pais, ao Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em Bebê (Martineli, 2013).
Segundo os pais, a gestação ocorreu sem intercorrências, 39 semanas 2 dias, parto cesáreo sem intercorrências. Em antecedentes familiares (irmão da mãe e sobrinho da mãe), negaram problemas de saúde. A criança teve dificuldade de pega no peito. Ela foi amamentada nos dois primeiros dias por meio de fórmula, e até 15º dia, na mamadeira com leite materno. Após esse período, conseguiu mamar no peito, com dificuldade de pega correta, cansaço e sonolência. Atualmente, a amamentação ocorre entre 1 e 1 hora e meia, duração de 20 minutos; sem dor ou ferimento em mamilo. A criança tem dificuldade para sugar e apresenta som de estalo de língua durante amamentação. SIC – Pais.
Na avaliação anatomofuncional, observaram-se lábios fechados em repouso. Durante o choro, a língua tendeu a ficar em linha média com bordas ligeiramente elevadas, e a ponta, quando se elevou, formou ligeira fenda no ápice; a fixação do frênulo em parte ventral da língua foi entre o plano médio e ápice, no assoalho, a partir da crista alveolar inferior.
Na avaliação das funções orofaciais, embora a sucção fosse forte, apresentou-se incoordenada (movimentado limitado anteroposterior) e o canolamento aproximado, e, além de estalos de língua durante a amamentação, houve pequenos episódios de engasgos.
Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
5161: C
5162: A
5163: B
5164: E
5165: A
5166: B
5167: E
5168: C
5169: E
5170: A
5171: A
5172: D
5173: D
5174: C
5175: C
5176: E
5177: A
5178: E
5179: B
5180: B