Questões de Concurso Comentadas para agente de orientação e fiscalização

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Q3739709 Noções de Informática
O buscador Google oferece operadores para refinar e otimizar os resultados de pesquisas.

Sobre esses recursos é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3739708 Noções de Informática

Uma das principais vantagens da computação em nuvem é a escalabilidade.


Esse conceito refere-se à/ao:

Alternativas
Q3739707 Noções de Informática
No Microsoft Word, o uso do recurso Estilos oferece diversas vantagens relacionadas à padronização e formatação de documentos. Considerando esse recurso, analise as afirmativas sobre suas funcionalidades.

I- Permite criar sumários automáticos.
II- É o recurso primário utilizado para marcar palavras e termos que serão incluídos no índice remissivo do documento.
III- Facilita alterar rapidamente um conjunto de formatações em todo o documento.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3739706 Noções de Informática
Em uma planilha do Microsoft Excel, a célula A1 contém o nome e a célula B1 contém o sobrenome. Deseja-se unir essas duas informações em uma única célula, separando-as por um espaço em branco.

Marque a alternativa que apresenta a fórmula CORRETApara realizar essa operação.
Alternativas
Q3739704 Matemática

Considere a pista de corrida na figura.



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: CPCon.



Pode-se observar que a pista é construída da seguinte forma:



· Raio da curva na borda interna: 11,0 m;


· Reta interna entre as curvas: 108,0 m;


· 5 raias, cada uma com 1,2 m de largura;


· Sabe-se que o corredor sempre permanece no meio da raia central.



Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que um atleta percorre, em metros, em uma volta exatamente (use π = 3,14): 

Alternativas
Q3739694 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I - A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde

Por Paula Felix - Atualizado em 4 jun 2024


   “Tanto o sono quanto a insônia, quando imoderados, são ruins”, ensina um dos aforismos hipocráticos apresentados no Corpus Hipocraticum, o fabuloso compêndio de tratados sobre a saúde cuja autoria foi atribuída a Hipócrates, o estudioso grego que, cerca de 400 anos antes de Cristo, criou as bases da medicina ocidental. A coleção foi a cartilha das faculdades médicas até o fim do século XVIII, quando informações obtidas por meio dos métodos científicos que começavam a surgir deram início à substituição de ensinamentos baseados somente em evidências empíricas. Contudo, muito do conhecimento registrado na obra resistiu ao escrutínio, permanecendo entre os pilares do que se sabe atualmente a respeito do corpo humano. Aimportância do sono é um deles — e a ciência sabe cada vez mais a respeito dessa relevância.

   No entanto, até agora a recomendação de dormir bem não integrava a lista oficial de hábitos a serem adotados para uma vida saudável, juntando-se à boa alimentação e à prática de exercícios físicos. Embora tenha se tornado mais conhecida, a orientação figurava entre os itens complementares, não essenciais. Isso mudou completamente na semana passada, quando a Associação Americana do Coração divulgou a atualização das sete métricas que determinam os parâmetros para preservar ou melhorar a saúde do coração e do cérebro, o Life's Essential 7. Pela primeira vez, a principal entidade do mundo da cardiologia incluiu o sono nessa lista. Ter um descanso noturno de qualidade ganhou a mesma importância que a alimentação saudável, a realização de exercícios físicos e do controle do peso, da pressão arterial, da concentração de gorduras e açúcar no sangue e de manter-se longe do cigarro. E o Life's Essential 7 virou Life's Essential 8. O sono de boa qualidade, definiu a entidade, deve ocorrer sem interrupções e durar, em média, de sete a nove horas por noite. “A inclusão do sono reflete os achados das pesquisas mais recentes, que confirmam seu impacto para a saúde em geral”, diz Donald M. Lloyd-Jones, presidente da associação.

   Dormir é um processo fisiológico essencial para a sobrevivência porque está envolvido nas funções biológicas vitais. Atítulo de exemplo: déficits de sono perturbam terrivelmente delicados mecanismos que permitem o funcionamento correto do metabolismo, processo pelo qual são atendidas todas as necessidades energéticas e estruturais de um ser vivo. Por isso, o impacto negativo no desempenho de funções como o uso e armazenamento de gordura e a concentração de açúcar e colesterol no sangue é brutal. Além disso, o sono contribui para preservar a integridade cerebral, mantendo seguras a capacidade de aprendizado, de memória, de cognição, de regulação emocional e a habilidade de o cérebro se adaptar a circunstâncias diferentes. Daí sua importância no tratamento de sequelas deixadas por acidente vascular cerebral ou lesões de outra origem e na prevenção da doença de Alzheimer. Uma das características da enfermidade é o depósito de uma proteína sobre os neurônios, levando-os à morte. Quando o repouso é de qualidade, esse risco diminui porque o cérebro passa por uma limpeza. “Mas, se dormimos pouco, esse sistema não funciona”, explica a neurologista Márcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Talvez por um capricho de Hipnos, o deus do sono na mitologia grega, todo esse espetacular avanço no entendimento do papel do descanso na saúde acontece no momento em que a humanidade nunca esteve tão insone. Insônia não é um problema novo, claro, mas a eclosão da Covid-19 agravou demais a situação. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira do Sono entre novembro de 2020 e abril de 2021 apontou que nada menos do que 70% dos entrevistados relataram sintomas do problema.

   Na verdade, o que se viu nos últimos dois anos foi uma combinação de elementos associada à perda do sono. Estresse, ansiedade e depressão, em primeiro lugar, uniram-se ao que a ciência batizou de procrastinação por vingança na hora de dormir. Pessoas que se viam sobrecarregadas pelas tarefas, sem momentos de lazer e isoladas socialmente, começaram a adiar o momento de ir para a cama, tentando achar um tempo de lazer. Assim, noites e madrugadas foram ocupadas na frente da televisão, em jogos de videogame e redes sociais. As poucas pesquisas disponíveis apontam o perfil dos que mais usam a estratégia: estudantes, mulheres e os que têm o hábito de adiar tudo, segundo a entidade americana Sleep Foundation.

   Fazer frente a esse roubo do sono pela vida moderna é desafiador. Há métodos consagrados, como a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a detectar o que está errado no seu entendimento e treiná-lo para mudar o comportamento derivado do equívoco. Um exemplo simples é corrigir o pensamento de que a cama pode ser também um lugar para trabalhar, associando a ao ato de dormir.

Contudo, é preciso abrir novos caminhos. Um deles está surgindo da adequação da dieta à noite, evitando o que sabidamente faz mal, como o consumo de alimentos industrializados, e buscando opções que fazem bem. Nesse quesito, a ciência vem garimpando ótimos achados, como a constatação dos benefícios do kiwi e do arroz. Investe-se, ainda, na investigação do potencial dos aplicativos que prometem noites tranquilas. Eles ainda não contam com a chancela científica, mas análises iniciais indicam conclusões promissoras. Uma delas, feita na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, testou a eficácia do Insomnia Coach, mostrando que 28% dos participantes dormiram melhor em seis semanas de uso. No grupo de controle, o índice foi de 4%.

   A saída pela tecnologia é uma avenida a ser pavimentada. O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique explora o recurso com competência. Recentemente, a instituição apresentou um dispositivo capaz de prolongar, por meio de estimulação sonora, a etapa do sono profundo, a mais restauradora. O SleepLoop, uma espécie de capacete que a pessoa usa para dormir, mostrou-se eficaz em testes. Aos poucos, o conhecimento impulsiona invenções dessa ordem, talhadas para promover o reencontro do ser humano com o sono de Hipnos. Hipócrates dormiria tranquilo.


Fonte: FÉLIX, Paula. A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde. In: Revista Veja. Edição nº 2797. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/a-ciencia-comprova-o-sono-de-qualidade-e-essencial-para-a-saude/ Acesso em 22 de set. de 2025. [adaptado]
No Texto I, observe as assertivas sobre o uso de sinônimos.

I- O uso de sinônimos como sono, repouso e descanso contribui para a coesão lexical, evitando repetições excessivas.
II- A sinonímia colabora com a compreensão do texto, pois permite retomar ideias já apresentadas de forma variada, sem alterar o sentido principal.
III- O emprego de sinônimos prejudica a objetividade de textos de divulgação científica, que deveriam repetir sempre a mesma palavra para não gerar ambiguidades.
IV- A presença de sinônimos ocorre apenas em textos literários, sendo inadequada em textos jornalísticos e científicos.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3739693 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I - A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde

Por Paula Felix - Atualizado em 4 jun 2024


   “Tanto o sono quanto a insônia, quando imoderados, são ruins”, ensina um dos aforismos hipocráticos apresentados no Corpus Hipocraticum, o fabuloso compêndio de tratados sobre a saúde cuja autoria foi atribuída a Hipócrates, o estudioso grego que, cerca de 400 anos antes de Cristo, criou as bases da medicina ocidental. A coleção foi a cartilha das faculdades médicas até o fim do século XVIII, quando informações obtidas por meio dos métodos científicos que começavam a surgir deram início à substituição de ensinamentos baseados somente em evidências empíricas. Contudo, muito do conhecimento registrado na obra resistiu ao escrutínio, permanecendo entre os pilares do que se sabe atualmente a respeito do corpo humano. Aimportância do sono é um deles — e a ciência sabe cada vez mais a respeito dessa relevância.

   No entanto, até agora a recomendação de dormir bem não integrava a lista oficial de hábitos a serem adotados para uma vida saudável, juntando-se à boa alimentação e à prática de exercícios físicos. Embora tenha se tornado mais conhecida, a orientação figurava entre os itens complementares, não essenciais. Isso mudou completamente na semana passada, quando a Associação Americana do Coração divulgou a atualização das sete métricas que determinam os parâmetros para preservar ou melhorar a saúde do coração e do cérebro, o Life's Essential 7. Pela primeira vez, a principal entidade do mundo da cardiologia incluiu o sono nessa lista. Ter um descanso noturno de qualidade ganhou a mesma importância que a alimentação saudável, a realização de exercícios físicos e do controle do peso, da pressão arterial, da concentração de gorduras e açúcar no sangue e de manter-se longe do cigarro. E o Life's Essential 7 virou Life's Essential 8. O sono de boa qualidade, definiu a entidade, deve ocorrer sem interrupções e durar, em média, de sete a nove horas por noite. “A inclusão do sono reflete os achados das pesquisas mais recentes, que confirmam seu impacto para a saúde em geral”, diz Donald M. Lloyd-Jones, presidente da associação.

   Dormir é um processo fisiológico essencial para a sobrevivência porque está envolvido nas funções biológicas vitais. Atítulo de exemplo: déficits de sono perturbam terrivelmente delicados mecanismos que permitem o funcionamento correto do metabolismo, processo pelo qual são atendidas todas as necessidades energéticas e estruturais de um ser vivo. Por isso, o impacto negativo no desempenho de funções como o uso e armazenamento de gordura e a concentração de açúcar e colesterol no sangue é brutal. Além disso, o sono contribui para preservar a integridade cerebral, mantendo seguras a capacidade de aprendizado, de memória, de cognição, de regulação emocional e a habilidade de o cérebro se adaptar a circunstâncias diferentes. Daí sua importância no tratamento de sequelas deixadas por acidente vascular cerebral ou lesões de outra origem e na prevenção da doença de Alzheimer. Uma das características da enfermidade é o depósito de uma proteína sobre os neurônios, levando-os à morte. Quando o repouso é de qualidade, esse risco diminui porque o cérebro passa por uma limpeza. “Mas, se dormimos pouco, esse sistema não funciona”, explica a neurologista Márcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Talvez por um capricho de Hipnos, o deus do sono na mitologia grega, todo esse espetacular avanço no entendimento do papel do descanso na saúde acontece no momento em que a humanidade nunca esteve tão insone. Insônia não é um problema novo, claro, mas a eclosão da Covid-19 agravou demais a situação. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira do Sono entre novembro de 2020 e abril de 2021 apontou que nada menos do que 70% dos entrevistados relataram sintomas do problema.

   Na verdade, o que se viu nos últimos dois anos foi uma combinação de elementos associada à perda do sono. Estresse, ansiedade e depressão, em primeiro lugar, uniram-se ao que a ciência batizou de procrastinação por vingança na hora de dormir. Pessoas que se viam sobrecarregadas pelas tarefas, sem momentos de lazer e isoladas socialmente, começaram a adiar o momento de ir para a cama, tentando achar um tempo de lazer. Assim, noites e madrugadas foram ocupadas na frente da televisão, em jogos de videogame e redes sociais. As poucas pesquisas disponíveis apontam o perfil dos que mais usam a estratégia: estudantes, mulheres e os que têm o hábito de adiar tudo, segundo a entidade americana Sleep Foundation.

   Fazer frente a esse roubo do sono pela vida moderna é desafiador. Há métodos consagrados, como a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a detectar o que está errado no seu entendimento e treiná-lo para mudar o comportamento derivado do equívoco. Um exemplo simples é corrigir o pensamento de que a cama pode ser também um lugar para trabalhar, associando a ao ato de dormir.

Contudo, é preciso abrir novos caminhos. Um deles está surgindo da adequação da dieta à noite, evitando o que sabidamente faz mal, como o consumo de alimentos industrializados, e buscando opções que fazem bem. Nesse quesito, a ciência vem garimpando ótimos achados, como a constatação dos benefícios do kiwi e do arroz. Investe-se, ainda, na investigação do potencial dos aplicativos que prometem noites tranquilas. Eles ainda não contam com a chancela científica, mas análises iniciais indicam conclusões promissoras. Uma delas, feita na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, testou a eficácia do Insomnia Coach, mostrando que 28% dos participantes dormiram melhor em seis semanas de uso. No grupo de controle, o índice foi de 4%.

   A saída pela tecnologia é uma avenida a ser pavimentada. O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique explora o recurso com competência. Recentemente, a instituição apresentou um dispositivo capaz de prolongar, por meio de estimulação sonora, a etapa do sono profundo, a mais restauradora. O SleepLoop, uma espécie de capacete que a pessoa usa para dormir, mostrou-se eficaz em testes. Aos poucos, o conhecimento impulsiona invenções dessa ordem, talhadas para promover o reencontro do ser humano com o sono de Hipnos. Hipócrates dormiria tranquilo.


Fonte: FÉLIX, Paula. A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde. In: Revista Veja. Edição nº 2797. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/a-ciencia-comprova-o-sono-de-qualidade-e-essencial-para-a-saude/ Acesso em 22 de set. de 2025. [adaptado]
No que se refere às dimensões semânticas, pragmáticas e discursivas do Texto I, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3739692 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I - A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde

Por Paula Felix - Atualizado em 4 jun 2024


   “Tanto o sono quanto a insônia, quando imoderados, são ruins”, ensina um dos aforismos hipocráticos apresentados no Corpus Hipocraticum, o fabuloso compêndio de tratados sobre a saúde cuja autoria foi atribuída a Hipócrates, o estudioso grego que, cerca de 400 anos antes de Cristo, criou as bases da medicina ocidental. A coleção foi a cartilha das faculdades médicas até o fim do século XVIII, quando informações obtidas por meio dos métodos científicos que começavam a surgir deram início à substituição de ensinamentos baseados somente em evidências empíricas. Contudo, muito do conhecimento registrado na obra resistiu ao escrutínio, permanecendo entre os pilares do que se sabe atualmente a respeito do corpo humano. Aimportância do sono é um deles — e a ciência sabe cada vez mais a respeito dessa relevância.

   No entanto, até agora a recomendação de dormir bem não integrava a lista oficial de hábitos a serem adotados para uma vida saudável, juntando-se à boa alimentação e à prática de exercícios físicos. Embora tenha se tornado mais conhecida, a orientação figurava entre os itens complementares, não essenciais. Isso mudou completamente na semana passada, quando a Associação Americana do Coração divulgou a atualização das sete métricas que determinam os parâmetros para preservar ou melhorar a saúde do coração e do cérebro, o Life's Essential 7. Pela primeira vez, a principal entidade do mundo da cardiologia incluiu o sono nessa lista. Ter um descanso noturno de qualidade ganhou a mesma importância que a alimentação saudável, a realização de exercícios físicos e do controle do peso, da pressão arterial, da concentração de gorduras e açúcar no sangue e de manter-se longe do cigarro. E o Life's Essential 7 virou Life's Essential 8. O sono de boa qualidade, definiu a entidade, deve ocorrer sem interrupções e durar, em média, de sete a nove horas por noite. “A inclusão do sono reflete os achados das pesquisas mais recentes, que confirmam seu impacto para a saúde em geral”, diz Donald M. Lloyd-Jones, presidente da associação.

   Dormir é um processo fisiológico essencial para a sobrevivência porque está envolvido nas funções biológicas vitais. Atítulo de exemplo: déficits de sono perturbam terrivelmente delicados mecanismos que permitem o funcionamento correto do metabolismo, processo pelo qual são atendidas todas as necessidades energéticas e estruturais de um ser vivo. Por isso, o impacto negativo no desempenho de funções como o uso e armazenamento de gordura e a concentração de açúcar e colesterol no sangue é brutal. Além disso, o sono contribui para preservar a integridade cerebral, mantendo seguras a capacidade de aprendizado, de memória, de cognição, de regulação emocional e a habilidade de o cérebro se adaptar a circunstâncias diferentes. Daí sua importância no tratamento de sequelas deixadas por acidente vascular cerebral ou lesões de outra origem e na prevenção da doença de Alzheimer. Uma das características da enfermidade é o depósito de uma proteína sobre os neurônios, levando-os à morte. Quando o repouso é de qualidade, esse risco diminui porque o cérebro passa por uma limpeza. “Mas, se dormimos pouco, esse sistema não funciona”, explica a neurologista Márcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Talvez por um capricho de Hipnos, o deus do sono na mitologia grega, todo esse espetacular avanço no entendimento do papel do descanso na saúde acontece no momento em que a humanidade nunca esteve tão insone. Insônia não é um problema novo, claro, mas a eclosão da Covid-19 agravou demais a situação. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira do Sono entre novembro de 2020 e abril de 2021 apontou que nada menos do que 70% dos entrevistados relataram sintomas do problema.

   Na verdade, o que se viu nos últimos dois anos foi uma combinação de elementos associada à perda do sono. Estresse, ansiedade e depressão, em primeiro lugar, uniram-se ao que a ciência batizou de procrastinação por vingança na hora de dormir. Pessoas que se viam sobrecarregadas pelas tarefas, sem momentos de lazer e isoladas socialmente, começaram a adiar o momento de ir para a cama, tentando achar um tempo de lazer. Assim, noites e madrugadas foram ocupadas na frente da televisão, em jogos de videogame e redes sociais. As poucas pesquisas disponíveis apontam o perfil dos que mais usam a estratégia: estudantes, mulheres e os que têm o hábito de adiar tudo, segundo a entidade americana Sleep Foundation.

   Fazer frente a esse roubo do sono pela vida moderna é desafiador. Há métodos consagrados, como a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a detectar o que está errado no seu entendimento e treiná-lo para mudar o comportamento derivado do equívoco. Um exemplo simples é corrigir o pensamento de que a cama pode ser também um lugar para trabalhar, associando a ao ato de dormir.

Contudo, é preciso abrir novos caminhos. Um deles está surgindo da adequação da dieta à noite, evitando o que sabidamente faz mal, como o consumo de alimentos industrializados, e buscando opções que fazem bem. Nesse quesito, a ciência vem garimpando ótimos achados, como a constatação dos benefícios do kiwi e do arroz. Investe-se, ainda, na investigação do potencial dos aplicativos que prometem noites tranquilas. Eles ainda não contam com a chancela científica, mas análises iniciais indicam conclusões promissoras. Uma delas, feita na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, testou a eficácia do Insomnia Coach, mostrando que 28% dos participantes dormiram melhor em seis semanas de uso. No grupo de controle, o índice foi de 4%.

   A saída pela tecnologia é uma avenida a ser pavimentada. O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique explora o recurso com competência. Recentemente, a instituição apresentou um dispositivo capaz de prolongar, por meio de estimulação sonora, a etapa do sono profundo, a mais restauradora. O SleepLoop, uma espécie de capacete que a pessoa usa para dormir, mostrou-se eficaz em testes. Aos poucos, o conhecimento impulsiona invenções dessa ordem, talhadas para promover o reencontro do ser humano com o sono de Hipnos. Hipócrates dormiria tranquilo.


Fonte: FÉLIX, Paula. A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde. In: Revista Veja. Edição nº 2797. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/a-ciencia-comprova-o-sono-de-qualidade-e-essencial-para-a-saude/ Acesso em 22 de set. de 2025. [adaptado]
Considerando os elementos da situação sociocomunicativa observadas no Texto “A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde”, publicado na Revista Veja, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3739691 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I - A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde

Por Paula Felix - Atualizado em 4 jun 2024


   “Tanto o sono quanto a insônia, quando imoderados, são ruins”, ensina um dos aforismos hipocráticos apresentados no Corpus Hipocraticum, o fabuloso compêndio de tratados sobre a saúde cuja autoria foi atribuída a Hipócrates, o estudioso grego que, cerca de 400 anos antes de Cristo, criou as bases da medicina ocidental. A coleção foi a cartilha das faculdades médicas até o fim do século XVIII, quando informações obtidas por meio dos métodos científicos que começavam a surgir deram início à substituição de ensinamentos baseados somente em evidências empíricas. Contudo, muito do conhecimento registrado na obra resistiu ao escrutínio, permanecendo entre os pilares do que se sabe atualmente a respeito do corpo humano. Aimportância do sono é um deles — e a ciência sabe cada vez mais a respeito dessa relevância.

   No entanto, até agora a recomendação de dormir bem não integrava a lista oficial de hábitos a serem adotados para uma vida saudável, juntando-se à boa alimentação e à prática de exercícios físicos. Embora tenha se tornado mais conhecida, a orientação figurava entre os itens complementares, não essenciais. Isso mudou completamente na semana passada, quando a Associação Americana do Coração divulgou a atualização das sete métricas que determinam os parâmetros para preservar ou melhorar a saúde do coração e do cérebro, o Life's Essential 7. Pela primeira vez, a principal entidade do mundo da cardiologia incluiu o sono nessa lista. Ter um descanso noturno de qualidade ganhou a mesma importância que a alimentação saudável, a realização de exercícios físicos e do controle do peso, da pressão arterial, da concentração de gorduras e açúcar no sangue e de manter-se longe do cigarro. E o Life's Essential 7 virou Life's Essential 8. O sono de boa qualidade, definiu a entidade, deve ocorrer sem interrupções e durar, em média, de sete a nove horas por noite. “A inclusão do sono reflete os achados das pesquisas mais recentes, que confirmam seu impacto para a saúde em geral”, diz Donald M. Lloyd-Jones, presidente da associação.

   Dormir é um processo fisiológico essencial para a sobrevivência porque está envolvido nas funções biológicas vitais. Atítulo de exemplo: déficits de sono perturbam terrivelmente delicados mecanismos que permitem o funcionamento correto do metabolismo, processo pelo qual são atendidas todas as necessidades energéticas e estruturais de um ser vivo. Por isso, o impacto negativo no desempenho de funções como o uso e armazenamento de gordura e a concentração de açúcar e colesterol no sangue é brutal. Além disso, o sono contribui para preservar a integridade cerebral, mantendo seguras a capacidade de aprendizado, de memória, de cognição, de regulação emocional e a habilidade de o cérebro se adaptar a circunstâncias diferentes. Daí sua importância no tratamento de sequelas deixadas por acidente vascular cerebral ou lesões de outra origem e na prevenção da doença de Alzheimer. Uma das características da enfermidade é o depósito de uma proteína sobre os neurônios, levando-os à morte. Quando o repouso é de qualidade, esse risco diminui porque o cérebro passa por uma limpeza. “Mas, se dormimos pouco, esse sistema não funciona”, explica a neurologista Márcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Talvez por um capricho de Hipnos, o deus do sono na mitologia grega, todo esse espetacular avanço no entendimento do papel do descanso na saúde acontece no momento em que a humanidade nunca esteve tão insone. Insônia não é um problema novo, claro, mas a eclosão da Covid-19 agravou demais a situação. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira do Sono entre novembro de 2020 e abril de 2021 apontou que nada menos do que 70% dos entrevistados relataram sintomas do problema.

   Na verdade, o que se viu nos últimos dois anos foi uma combinação de elementos associada à perda do sono. Estresse, ansiedade e depressão, em primeiro lugar, uniram-se ao que a ciência batizou de procrastinação por vingança na hora de dormir. Pessoas que se viam sobrecarregadas pelas tarefas, sem momentos de lazer e isoladas socialmente, começaram a adiar o momento de ir para a cama, tentando achar um tempo de lazer. Assim, noites e madrugadas foram ocupadas na frente da televisão, em jogos de videogame e redes sociais. As poucas pesquisas disponíveis apontam o perfil dos que mais usam a estratégia: estudantes, mulheres e os que têm o hábito de adiar tudo, segundo a entidade americana Sleep Foundation.

   Fazer frente a esse roubo do sono pela vida moderna é desafiador. Há métodos consagrados, como a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a detectar o que está errado no seu entendimento e treiná-lo para mudar o comportamento derivado do equívoco. Um exemplo simples é corrigir o pensamento de que a cama pode ser também um lugar para trabalhar, associando a ao ato de dormir.

Contudo, é preciso abrir novos caminhos. Um deles está surgindo da adequação da dieta à noite, evitando o que sabidamente faz mal, como o consumo de alimentos industrializados, e buscando opções que fazem bem. Nesse quesito, a ciência vem garimpando ótimos achados, como a constatação dos benefícios do kiwi e do arroz. Investe-se, ainda, na investigação do potencial dos aplicativos que prometem noites tranquilas. Eles ainda não contam com a chancela científica, mas análises iniciais indicam conclusões promissoras. Uma delas, feita na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, testou a eficácia do Insomnia Coach, mostrando que 28% dos participantes dormiram melhor em seis semanas de uso. No grupo de controle, o índice foi de 4%.

   A saída pela tecnologia é uma avenida a ser pavimentada. O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique explora o recurso com competência. Recentemente, a instituição apresentou um dispositivo capaz de prolongar, por meio de estimulação sonora, a etapa do sono profundo, a mais restauradora. O SleepLoop, uma espécie de capacete que a pessoa usa para dormir, mostrou-se eficaz em testes. Aos poucos, o conhecimento impulsiona invenções dessa ordem, talhadas para promover o reencontro do ser humano com o sono de Hipnos. Hipócrates dormiria tranquilo.


Fonte: FÉLIX, Paula. A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde. In: Revista Veja. Edição nº 2797. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/a-ciencia-comprova-o-sono-de-qualidade-e-essencial-para-a-saude/ Acesso em 22 de set. de 2025. [adaptado]
Apartir do contexto apresentado no Texto I, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- O sono de qualidade é um fator essencial para a manutenção da saúde física e mental, pois influencia o metabolismo, a memória, a cognição, a regulação emocional e até a prevenção de doenças como o Alzheimer.

PORQUE

II- O sono colabora com a preservação da saúde do coração e do cérebro, a ciência reconhece-o como um hábito tão importante quanto a prática de exercícios físicos e a boa alimentação.

Arespeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3576339 Educação Física
De acordo com a Resolução CONFEF n.º 582 / 2025, para as Pessoas Jurídicas registradas que funcionem sem Responsável Técnico presente no estabelecimento no horário constante na documentação entregue ao CREF, aplicar-se-á a seguinte natureza de infração e sanção, respectivamente: 
Alternativas
Q3576338 Educação Física

De acordo com as normativas que tratam da Carteira de Identidade Profissional dos registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física, considere as afirmativas abaixo.



I- A validade da Carteira de Identidade Profissional será informação obrigatória na parte frontal da carteira.


II- É facultada a identificação da área de atuação do profissional na Carteira de Identidade Profissional.


III- As Carteiras de Identidade Profissional serão confeccionadas em cores distintas para cada categoria, sendo na cor verde para os profissionais graduados e na cor vermelha para os não graduados.


IV- A Carteira de Identidade Profissional na versão física e digital fará prova de todos os dados nela incluídos, dispensando a apresentação dos documentos que lhe deram origem ou que nela tenham sido mencionados.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576337 Educação Física

Em conformidade com as Normas e Procedimentos de Orientação e Fiscalização do CREF 10/PB, analise as assertivas abaixo.



I- A Câmara de Fiscalização e o Departamento de Orientação e Fiscalização integram a estrutura de fiscalização do CREF10/PB, cabendo ao Agente de Orientação e Fiscalização propor representação às autoridades competentes e entidades de classe sobre os fatos que forem apurados e cuja solução ou repreensão não seja da Fiscalização do CREF10/PB.


II- O Auto de Infração de pessoa física ou jurídica deverá ser praticado de forma presencial quando identificado o descumprimento à legislação regulamentadora da Educação Física.


III- Realizar palestras na área de circunscrição do Conselho Regional ou fora dela, quando designado pelo Diretor do Departamento de Orientação e Fiscalização ou Diretoria do CREF 10/PB, é uma das competências do Agente de Orientação e Fiscalização.


IV- Roteiro Semanal de Fiscalização, Termo de Visita de Fiscalização, Auto de Infração de Pessoa Física, Auto de Infração de Pessoa Jurídica são documentos usados pelo Agente de Orientação e Fiscalização do CREF10/PB, no exercício de suas atividades.


V- O Termo de Ajustamento de Conduta – TAC viabiliza a oportunidade de o Profissional de Educação Física ou pessoa jurídica registrada junto ao Sistema CONFEF / CREFs corrigir eventual conduta praticada, excetuando-se nos casos de reincidência de conduta que já tenha sido objeto de TAC nos últimos 02 (dois) anos.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3576336 Educação Física

Os serviços de atividades físicas e do desporto prestados por Profissional de Educação Física à distância através dos meios de Tecnologia da Informação e da Comunicação encontram-se regulamentados pelo CONFEF. Nesta perspectiva, analise as afirmativas que seguem.



I- A atuação por Profissional de Educação Física à distância através dos meios de Tecnologia da Informação e da Comunicação poderá ser procedida de duas formas, ou seja, personalizada ou coletiva.


II- ATeleaula poderá ser adotada após a Teleconsulta ou no seu equivalente de modo presencial.


III- Na oferta da prestação de serviços via internet, o Profissional de Educação Física e a Pessoa Jurídica deverão informar de forma visível no mínimo o número de registro no Sistema CONFEF / CREFs.


IV- É dever do Profissional de Educação Física devidamente habilitado na prestação de serviços por Telessaúde colher o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido do beneficiário ou de seu representante legal.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3576335 Educação Física

De acordo com os procedimentos referentes às pessoas jurídicas estabelecidas pelo CREF 10 / PB, considere as seguintes afirmativas.



I- O requerimento de registro junto ao CREF 10 / PB será feito com base no preenchimento de forma obrigatória apenas com os seguintes dados: Nome Empresarial, Nome Fantasia, Endereço completo da Pessoa Jurídica, Nome e CPF do Responsável Técnico.


II- O registro de Pessoa Jurídica deverá ser atualizado no CREF 10 / PB, a contar da data do fato, no prazo de até 05 (cinco) dias quando ocorrer a alteração do Responsável Técnico.


III- O Certificado Digital de Registro de Funcionamento emitido pelo CREF 10 / PB terá a validade de 01 (um) ano.


IV- A Responsabilidade Técnica poderá ser exercida por Profissional de Educação Física no máximo em 03 (três) estabelecimentos, em horários / turnos compatíveis.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576334 Educação Física

O Sistema CONFEF / CREFs orienta e apresenta diretrizes no campo da fiscalização. Desse modo, analise as assertivas a seguir.



I- As sanções às infrações ético-disciplinares aos profissionais de Educação Física, sem prejuízo das sanções de natureza civil ou penal, são: advertência escrita, aplicação de multa, censura pública, suspensão do exercício da profissão, cancelamento do registro profissional e divulgação do fato nos meios de comunicação oficiais do CONFEF e do CREF.


II- As ações de fiscalização do CREF compreendem as seguintes etapas: inspeção, autuação e aplicação de sanção.


III- O cronograma das ações de fiscalização do CREF se restringirá à fiscalização de rotina, atendimento de denúncias e diligências requisitadas pelos órgãos internos do CREF.


IV- No caso em que a infração, objeto de autuação, configurar também infração penal pela pessoa fiscalizada, uma vez finalizada a lavratura e entrega do Registro de Fiscalização ao fiscalizado, deverá ser realizado imediatamente o registro de ocorrência junto à autoridade policial.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576333 Direito do Trabalho
Assédio sexual no trabalho, denominado Assédio Sexual Ambiental, ocorre na seguinte condição: 
Alternativas
Q3576332 Direito do Trabalho
Entende-se por Assédio Moral Vertical Descendente: 
Alternativas
Q3576331 Direito Administrativo

Com base na composição, organização e funcionamento do CREF 10 / PB, considere as assertivas a seguir.



I- Em sua organização, o CREF 10 / PB é constituído pelos Órgãos: Plenário, Presidência, Diretoria e Câmaras Permanentes.


II- O Plenário é a instância máxima do CREF 10 / PB e é constituído por 28 (vinte e oito) membros titulares.


III- As Câmaras Permanentes são formadas pelas Câmara de Normatização, de Fiscalização e Julgamento, e pela Câmara de Orientação e Ética Profissional.


IV- Será declarada a vacância do cargo de Conselheiro do CREF 10 / PB em caso de renúncia, falecimento e perda do mandato.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576330 Educação Física
São as finalidades do CREF 10 / PB: 
Alternativas
Q3576329 Educação Física

Com base no Regimento do Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região, analise as afirmativas abaixo.



I- O CREF 10/PB é mantido essencialmente pelos Profissionais de Educação Física e pelas Pessoas Jurídicas que oferecem serviços no âmbito da saúde.


II- O CREF 10/PB se organiza de forma federativa com o Conselho Federal de Educação Física – CONFEF e demais Conselhos Regionais de Educação Física – CREFs como Sistema CONFEF / CREFs, com uma sede em cada mesorregião da Paraíba.


III- O CREF 10/PB possui autonomia administrativa, financeira, patrimonial, orçamentária e política.


IV- O CREF 10/PB é dotado de personalidade jurídica de direito privado e possui autonomia administrativa, financeira e patrimonial.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Respostas
41: D
42: E
43: D
44: A
45: B
46: A
47: E
48: C
49: C
50: C
51: D
52: B
53: B
54: C
55: E
56: A
57: D
58: D
59: A
60: E