Questões de Concurso Comentadas para técnico de enfermagem do trabalho

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Q907642 Enfermagem
Uma técnica de enfermagem trabalha no setor de Clínica Médica de um Hospital Universitário há 2 anos. Ao realizar uma punção venosa em um paciente com suspeita de hepatite B (HBV), ela acabou se perfurando com uma agulha contaminada. Diante desse caso, assinale a alternativa correta que apresenta os critérios necessários que devem ser avaliados quanto ao potencial de transmissão da HBV durante a exposição ocupacional a material biológico.
Alternativas
Q907641 Segurança e Saúde no Trabalho
Em relação à NR-6, que apresenta as normas relacionadas ao Equipamento de Proteção Individual (EPI), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q907640 Segurança e Saúde no Trabalho
O fiscal da Delegacia Regional do Trabalho realizou uma visita técnica em uma fábrica de móveis. Durante essa visita, ele identificou que todos os colaboradores estavam regidos pela CLT, mas a empresa não tinha um SESMT. Diante dessa fiscalização, o empregador foi cobrado para organizar com urgência um SESMT. Assinale a alternativa que apresenta as informação necessárias que o empregador deve saber para dimensionar o SESMT e com base em qual Norma Regulamentadora, respectivamente?
Alternativas
Q907639 Segurança e Saúde no Trabalho

De acordo com a organização da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, apresentada pela NR-5, analise as assertiva e assinale a alternativa que aponta as corretas.


I. A CIPA será composta por representantes do empregador e dos empregados.

II. Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical, exclusivamente os empregados interessados.

III. Os profissionais que deverão constituir a CIPA serão Engenheiro de Segurança do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Médico do Trabalho e Técnico de Segurança do Trabalho.

IV. O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, não sendo permitida a reeleição.

V. O empregador designará, entre seus representantes, o Presidente da CIPA e os representantes dos empregados escolherão, entre os titulares, o vicepresidente.

Alternativas
Q907638 Segurança e Saúde no Trabalho

Sobre a NR-16, preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.


O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de __________%, incidente sobre o salário, sem acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa.

Alternativas
Q907637 Enfermagem
Uma técnica de enfermagem, 51 anos e casada, de um hospital de grande porte, há mais de 15 anos, muito dedicada e envolvida com a instituição e com os pacientes durante a assistência direta, atualmente, demonstra desinteresse pelo trabalho e insensibilidade emocional frente às situações vivenciadas pelos seus pacientes. Com base nesse caso, qual é o transtorno mental relacionado ao trabalho que essa técnica pode estar apresentado?
Alternativas
Q907635 Enfermagem
Paciente, 38 anos, sexo feminino, auxiliar de cozinha há 9 anos, relatou ao médico do trabalho, que está apresentando uma sensação de formigamento, dormência, dor muscular constante e limitações na amplitude dos movimentos do membro superior direito. Qual tipo de doença ocupacional é caracterizada por essa sintomatologia?
Alternativas
Q907632 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinale a alternativa correta em relação às doenças do trabalho e ao acidente do trabalho.
Alternativas
Q907631 Direito Previdenciário

De acordo com o art. 11. da Lei n.º 8.213/1991, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.


1. Empregado.

2. Empregado doméstico.

3. Contribuinte Individual.

4. Segurado especial.


( ) Aquele que presta serviço de natureza contínua à pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividades sem fins lucrativos.

( ) Pessoa física que exerce, por conta própria, atividade econômica de natureza urbana, com fins lucrativos ou não.

( ) A pessoa física residente no imóvel rural ou em aglomerado urbano ou rural próximo a ele que, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com o auxílio eventual de terceiros, na condição de produtor, seja proprietário, usufrutuário, possuidor, assentado, parceiro ou meeiro outorgados, comodatário ou arrendatário rurais, que explore atividade de agropecuária e de seringueiro ou extrativista vegetal que exerça suas atividades nos termos da legislação específica, e faça dessas atividades o principal meio de vida.

( ) Contratado por empresa de trabalho temporário, definida em legislação específica, presta serviço para atender à necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços de outras empresas.

Alternativas
Q907630 Direito Sanitário
De acordo com o que estabelece a Lei nº 8.142/90, o Conselho de Saúde
Alternativas
Q907629 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, o Sistema Único de Saúde será financiado
Alternativas
Q907628 Direito Sanitário
De acordo com os conceitos estabelecidos no Decreto Presidencial nº 7.508, de 28 de junho de 2011, as “instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS” são consideradas
Alternativas
Q907625 Legislação Federal
Referente aos comitês e às comissões previstos no Regimento Interno da EBSERH, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q907624 Legislação Federal
De acordo com o Regimento Interno da EBSERH, é um órgão de apoio à Presidência da EBSERH
Alternativas
Q907623 Legislação Federal
Nos termos do Decreto n ° 7.661/2011, assinale a alternativa correta em relação à Diretoria Executiva da EBSERH.
Alternativas
Q907622 Legislação Federal
São recursos da EBSERH, conforme a Lei nº 12.550/2011, EXCETO
Alternativas
Q907621 Legislação Federal
A respeito da estrutura e organização jurídica da EBSERH, conforme a Lei n° 12.550/2011, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q907611 Português

                                                     Texto 1


                    Pessoas que têm pesadelos são mais criativas,

                                                 diz estudo


              É hora de repensar o papel do pesadelo na nossa sociedade


      A origem etimológica da palavra “pesadelo” diz muito sobre o sentimento que temos ao despertar de um sonho apavorante. Em português, é derivada da palavra “pesado”, ou seja, remete àquela sensação de peso sobre o peito que só um pesadelo dos bons pode causar. Em inglês, a origem da palavra é ainda mais interessante: é uma conjunção de “night” (noite) e “mare”, que faz referência a espíritos malignos que, para os antigos, possuíam as pessoas durante o sono. Por muito tempo, foi assim que a ciência encarou os pesadelos: como algo negativo, assombroso e estranho criado pelo cérebro. Mas estudos recentes vêm mostrando que é hora de repensar o papel dos pesadelos na nossa sociedade.

      Em um estudo recente publicado na New Scientist, a pesquisadora Michelle Carr, que estuda sonhos na Universidade de Montreal, explica que existem duas teorias dominantes para o surgimento dos pesadelos. Uma é que eles são uma reação a experiências negativas que acontecem enquanto estamos acordados. A outra é a “teoria de simulação de risco”, a ideia de que usamos os pesadelos para “treinar” adversidades, de forma que estejamos mais preparados quando coisas ruins realmente acontecerem. Seja como for, os pesadelos trazem realmente alguns benefícios reais. Um estudo de 2013, por exemplo, descobriu que pessoas que sofrem com pesadelos de forma recorrente são, em geral, mais empáticas. Elas também demonstraram mais tendência a bocejar quando outra pessoa boceja na frente delas, o que é um indicador de empatia.

      Além disso, Carr descobriu que pessoas que têm pesadelos constantes costumam pensar mais “fora da caixa” em tarefas de associação de palavras. Essa é mais uma pesquisa que relaciona sonhos ruins à criatividade; durante os anos 80, o pesquisador do sono Ernest Hartmann, que trabalhou como psiquiatra em uma universidade de medicina em Boston, descobriu que pessoas que buscavam ajuda para ter noites mais tranquilas não eram necessariamente mais assustadiças ou ansiosas, mas tinham maior sensibilidade emocional em geral. Segundo o Science of Us, ele concluiu que sensibilidade é a força motriz por trás de sonhos intensos. Uma sensibilidade mais alta a ameaças ou medo durante o dia pode resultar em sonhos ruins, enquanto paixão e empolgação causarão sonhos mais felizes. E ambos os casos acabam criando impacto na vida real, seja aumentando níveis de estresse após um pesadelo ou criando laços sociais mais fortes após um sonho positivo com alguém que você conhece.

      Mas os efeitos vão além. O estudo de Hartmann aponta que a sensibilidade influencia percepções e pensamentos acordados. Pessoas que têm muitos pesadelos passam a ter pensamentos mais parecidos com sonhos, fazendo conexões inesperadas. É aí que entra a criatividade: estudos anteriores mostram que essas pessoas têm mais aptidão para a criatividade e a expressão artística. Para comprovar isso, Carr realizou o teste com uma série de voluntários, entre eles uma pintora e um músico. Batata: ambos tiraram notas altas no teste de criatividade e, curiosamente, revelaram que sonham constantemente. Para Carr, “a riqueza da imaginação não fica confinada ao sono, mas permeia o pensamento e os sonhos acordados”. 

      Outra conclusão de Carr é que pessoas que têm mais pesadelos acabam tendo mais sonhos positivos que a média geral. Seria uma compensação do cérebro? Só mais pesquisa dirá.

Retirado e adaptado de <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/05/pessoas-que-tem-pesadelos-sao-mais-criativas-diz-estudo.html> 

Em “[...] ele concluiu que sensibilidade é a força motriz [...], o trecho em destaque exerce a mesma função sintática que o excerto destacado em qual alternativa?
Alternativas
Q907610 Português

                                                     Texto 1


                    Pessoas que têm pesadelos são mais criativas,

                                                 diz estudo


              É hora de repensar o papel do pesadelo na nossa sociedade


      A origem etimológica da palavra “pesadelo” diz muito sobre o sentimento que temos ao despertar de um sonho apavorante. Em português, é derivada da palavra “pesado”, ou seja, remete àquela sensação de peso sobre o peito que só um pesadelo dos bons pode causar. Em inglês, a origem da palavra é ainda mais interessante: é uma conjunção de “night” (noite) e “mare”, que faz referência a espíritos malignos que, para os antigos, possuíam as pessoas durante o sono. Por muito tempo, foi assim que a ciência encarou os pesadelos: como algo negativo, assombroso e estranho criado pelo cérebro. Mas estudos recentes vêm mostrando que é hora de repensar o papel dos pesadelos na nossa sociedade.

      Em um estudo recente publicado na New Scientist, a pesquisadora Michelle Carr, que estuda sonhos na Universidade de Montreal, explica que existem duas teorias dominantes para o surgimento dos pesadelos. Uma é que eles são uma reação a experiências negativas que acontecem enquanto estamos acordados. A outra é a “teoria de simulação de risco”, a ideia de que usamos os pesadelos para “treinar” adversidades, de forma que estejamos mais preparados quando coisas ruins realmente acontecerem. Seja como for, os pesadelos trazem realmente alguns benefícios reais. Um estudo de 2013, por exemplo, descobriu que pessoas que sofrem com pesadelos de forma recorrente são, em geral, mais empáticas. Elas também demonstraram mais tendência a bocejar quando outra pessoa boceja na frente delas, o que é um indicador de empatia.

      Além disso, Carr descobriu que pessoas que têm pesadelos constantes costumam pensar mais “fora da caixa” em tarefas de associação de palavras. Essa é mais uma pesquisa que relaciona sonhos ruins à criatividade; durante os anos 80, o pesquisador do sono Ernest Hartmann, que trabalhou como psiquiatra em uma universidade de medicina em Boston, descobriu que pessoas que buscavam ajuda para ter noites mais tranquilas não eram necessariamente mais assustadiças ou ansiosas, mas tinham maior sensibilidade emocional em geral. Segundo o Science of Us, ele concluiu que sensibilidade é a força motriz por trás de sonhos intensos. Uma sensibilidade mais alta a ameaças ou medo durante o dia pode resultar em sonhos ruins, enquanto paixão e empolgação causarão sonhos mais felizes. E ambos os casos acabam criando impacto na vida real, seja aumentando níveis de estresse após um pesadelo ou criando laços sociais mais fortes após um sonho positivo com alguém que você conhece.

      Mas os efeitos vão além. O estudo de Hartmann aponta que a sensibilidade influencia percepções e pensamentos acordados. Pessoas que têm muitos pesadelos passam a ter pensamentos mais parecidos com sonhos, fazendo conexões inesperadas. É aí que entra a criatividade: estudos anteriores mostram que essas pessoas têm mais aptidão para a criatividade e a expressão artística. Para comprovar isso, Carr realizou o teste com uma série de voluntários, entre eles uma pintora e um músico. Batata: ambos tiraram notas altas no teste de criatividade e, curiosamente, revelaram que sonham constantemente. Para Carr, “a riqueza da imaginação não fica confinada ao sono, mas permeia o pensamento e os sonhos acordados”. 

      Outra conclusão de Carr é que pessoas que têm mais pesadelos acabam tendo mais sonhos positivos que a média geral. Seria uma compensação do cérebro? Só mais pesquisa dirá.

Retirado e adaptado de <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/05/pessoas-que-tem-pesadelos-sao-mais-criativas-diz-estudo.html> 

Assinale a alternativa em que o termo em destaque é uma conjunção integrante.
Alternativas
Q907609 Português

                                                     Texto 1


                    Pessoas que têm pesadelos são mais criativas,

                                                 diz estudo


              É hora de repensar o papel do pesadelo na nossa sociedade


      A origem etimológica da palavra “pesadelo” diz muito sobre o sentimento que temos ao despertar de um sonho apavorante. Em português, é derivada da palavra “pesado”, ou seja, remete àquela sensação de peso sobre o peito que só um pesadelo dos bons pode causar. Em inglês, a origem da palavra é ainda mais interessante: é uma conjunção de “night” (noite) e “mare”, que faz referência a espíritos malignos que, para os antigos, possuíam as pessoas durante o sono. Por muito tempo, foi assim que a ciência encarou os pesadelos: como algo negativo, assombroso e estranho criado pelo cérebro. Mas estudos recentes vêm mostrando que é hora de repensar o papel dos pesadelos na nossa sociedade.

      Em um estudo recente publicado na New Scientist, a pesquisadora Michelle Carr, que estuda sonhos na Universidade de Montreal, explica que existem duas teorias dominantes para o surgimento dos pesadelos. Uma é que eles são uma reação a experiências negativas que acontecem enquanto estamos acordados. A outra é a “teoria de simulação de risco”, a ideia de que usamos os pesadelos para “treinar” adversidades, de forma que estejamos mais preparados quando coisas ruins realmente acontecerem. Seja como for, os pesadelos trazem realmente alguns benefícios reais. Um estudo de 2013, por exemplo, descobriu que pessoas que sofrem com pesadelos de forma recorrente são, em geral, mais empáticas. Elas também demonstraram mais tendência a bocejar quando outra pessoa boceja na frente delas, o que é um indicador de empatia.

      Além disso, Carr descobriu que pessoas que têm pesadelos constantes costumam pensar mais “fora da caixa” em tarefas de associação de palavras. Essa é mais uma pesquisa que relaciona sonhos ruins à criatividade; durante os anos 80, o pesquisador do sono Ernest Hartmann, que trabalhou como psiquiatra em uma universidade de medicina em Boston, descobriu que pessoas que buscavam ajuda para ter noites mais tranquilas não eram necessariamente mais assustadiças ou ansiosas, mas tinham maior sensibilidade emocional em geral. Segundo o Science of Us, ele concluiu que sensibilidade é a força motriz por trás de sonhos intensos. Uma sensibilidade mais alta a ameaças ou medo durante o dia pode resultar em sonhos ruins, enquanto paixão e empolgação causarão sonhos mais felizes. E ambos os casos acabam criando impacto na vida real, seja aumentando níveis de estresse após um pesadelo ou criando laços sociais mais fortes após um sonho positivo com alguém que você conhece.

      Mas os efeitos vão além. O estudo de Hartmann aponta que a sensibilidade influencia percepções e pensamentos acordados. Pessoas que têm muitos pesadelos passam a ter pensamentos mais parecidos com sonhos, fazendo conexões inesperadas. É aí que entra a criatividade: estudos anteriores mostram que essas pessoas têm mais aptidão para a criatividade e a expressão artística. Para comprovar isso, Carr realizou o teste com uma série de voluntários, entre eles uma pintora e um músico. Batata: ambos tiraram notas altas no teste de criatividade e, curiosamente, revelaram que sonham constantemente. Para Carr, “a riqueza da imaginação não fica confinada ao sono, mas permeia o pensamento e os sonhos acordados”. 

      Outra conclusão de Carr é que pessoas que têm mais pesadelos acabam tendo mais sonhos positivos que a média geral. Seria uma compensação do cérebro? Só mais pesquisa dirá.

Retirado e adaptado de <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/05/pessoas-que-tem-pesadelos-sao-mais-criativas-diz-estudo.html> 

Assinale a alternativa correta a respeito dos verbos destacados em “[...] a ideia de que usamos os pesadelos para ‘treinar’ adversidades, de forma que estejamos mais preparados quando coisas ruins realmente acontecerem.”.
Alternativas
Respostas
1241: E
1242: C
1243: E
1244: B
1245: D
1246: B
1247: E
1248: C
1249: A
1250: E
1251: B
1252: D
1253: A
1254: C
1255: D
1256: A
1257: B
1258: D
1259: C
1260: D