Questões de Concurso Comentadas para professor - educação infantil

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Q3764518 Pedagogia
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama – Lei Municipal nº 710, de 28 de maio de 2015, assinale a alternativa correta sobre a função da Educação Infantil.
Alternativas
Q3764517 Pedagogia
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama – Lei Municipal nº 710, de 28 de maio de 2015, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:

A função __________________ das creches e pré-escolas implica assumir a responsabilidade de torná-las espaços privilegiados de convivência, de construção de identidades coletivas e de ampliação de saberes e conhecimentos de diferentes naturezas, por meio de práticas que atuam como recursos de promoção da equidade de oportunidades educacionais entre as crianças de diferentes classes sociais (...)
Alternativas
Q3764516 Português
Analise as frases a seguir e a justificativa para o uso da vírgula em cada uma delas. Assinale a alternativa em que o uso da vírgula e a explicação correspondem e estão corretos:
Alternativas
Q3764515 Português
Verifique a colocação dos pronomes destacados nas frases abaixo. Assinale a alternativa em que ocorre ênclise:
Alternativas
Q3764514 Português
Analise as afirmativas a seguir em relação às regras de crase e, em seguida, assinale a alternativa correta:

I. Um exemplo de caso obrigatório de crase é “Eu fiz um favor à minha irmã”, pois o termo “minha” é um pronome possesivo.
II. A locução feminina “às vezes” representa uma situação obrigatória de crase, como na frase “Minha prima às vezes vai para São Paulo”.
III. Um dos casos em que não ocorre a crase é diante de verbos, por isso a seguinte frase está correta: “Isaías começou a praticar esportes por recomendação médica”.
Alternativas
Q3764513 Português
Analise os itens a seguir sobre os pronomes demonstrativos e assinale a alternativa correta:

I. Na frase “Ganhei este caderno”, o pronome “este” indica que o caderno está longe da pessoa que fala.
II. Pronomes demonstrativos são os que indicam o lugar, a posição ou a identidade dos seres, relativamente às pessoas do discurso.
Alternativas
Q3764512 Português
Analise a concordância nas frases a seguir e assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3764511 Português
Com relação à ortografia, analise as afirmativas a seguir:

I. Depois dos ditongos au, ei, oi e ou é correto utilizar as letras c e ç, como em “calabouço”.
II. Grafam-se com s substantivos abstratos em - esa, como em “pobresa”.
III. As palavras "náuzea" e "louza" são exemplos de palavras corretamente escritas com a letra z.
IV. As palavras "ameixa" e "desleixo" são corretamente grafadas com x em vez de ch.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3764510 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
Assinale a alternativa que nomeia corretamente a figura de linguagem que ocorre no trecho: “O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito.”:
Alternativas
Q3764509 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
No primeiro parágrafo, o termo “papou”, no trecho “Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia”, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por qual dos termos a seguir?
Alternativas
Q3764508 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO é um elemento de coesão referente ao elemento indicado no fim de cada alternativa:
Alternativas
Q3764507 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
O autor da crônica, relata ter ocorrido um nevoeiro na Zona Sul do Rio de Janeiro. A respeito desse nevoeiro, ele afirma que:
Alternativas
Q3761999 Pedagogia
Considerando as concepções contemporâneas de infância e as orientações da BNCC para a Educação Infantil, analise as assertivas a seguir sobre a organização dos espaços, tempos e materiais na prática pedagógica com crianças pequenas:

I. A oferta de materiais não estruturados ou “materiais soltos” (loose parts), combinada à reorganização intencional e periódica dos espaços, potencializa a construção da autonomia e da curiosidade investigativa, pois amplia o protagonismo das crianças na produção de sentidos.
II. A disposição espacial uniforme do mobiliário, com mesas e cadeiras em formato linear, favorece a gestão da rotina e fortalece a cooperação infantil na organização do espaço.
III. A alternância entre tempos de brincadeira livre e tempos de brincadeira orientada, quando articulada a uma escuta sensível e à observação do educador, constitui estratégia pedagógica coerente com a perspectiva de criança como sujeito produtor de cultura.
 IV. A eliminação de materiais que envolvam desafios motores e físicos de maior risco, ainda que sob supervisão, está de acordo com a concepção de ambiente educativo seguro e, portanto, deve ser adotada como princípio ético da docência na Educação Infantil.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3761998 Pedagogia
Ao planejar o projeto “Alimentação e Território” com um grupo de crianças de 5 anos, uma professora da Educação Infantil pretende integrar experiências que envolvam o corpo, os sentidos e a cultura alimentar de sua comunidade. Considerando as competências gerais da BNCC e os campos de experiências da Educação Infantil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761997 Pedagogia
Em relação à avaliação na Educação Infantil, segundo as DCNEIs, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A avaliação na Educação Infantil deve ser usada como instrumento de promoção das crianças entre as turmas, de acordo com seus avanços e níveis de aprendizagem.
( ) O processo avaliativo na Educação Infantil tem caráter formativo, devendo acompanhar o desenvolvimento das crianças por meio da observação.
( ) Os registros de avaliação (como portfólios, anotações, desenhos, fotos e vídeos) auxiliam no replanejamento das práticas pedagógicas.
( ) A avaliação na Educação Infantil deve considerar a singularidade de cada criança, valorizando seus tempos, ritmos e modos próprios de aprender e se expressar.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3761996 Pedagogia
Em uma escola municipal, professores da Educação Infantil observaram que as crianças de 4 e 5 anos pouco exploravam o pátio e o jardim da instituição. Diante disso, a equipe pedagógica propôs uma intervenção denominada “Zona de Descobertas”, a ser realizada por três semanas, com a oferta de materiais soltos e naturais (caixas, tecidos, tampas, conchas) e a organização de registros coletivos das experiências das crianças. Com base na BNCC e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEIs), qual é o objetivo principal dessa intervenção pedagógica? 
Alternativas
Q3761860 Pedagogia
Considerando seu papel na organização da sala de aula, qual ação está mais alinhada à perspectiva do Projeto Político-Pedagógico?
Alternativas
Q3761859 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem na educação básica deve ser um processo contínuo e coletivo. Considerando essa concepção, é uma forma correta de avaliação:
Alternativas
Q3761858 Pedagogia
No contexto da gestão democrática escolar, o planejamento participativo deve ser entendido como:
Alternativas
Q3761856 Pedagogia
Em uma prática pedagógica orientada pela aprendizagem baseada em jogos, qual ação está mais alinhada às finalidades formativas como metodologia ativa de acordo com Bacich e Moran (2017)? 
Alternativas
Respostas
2301: D
2302: B
2303: C
2304: D
2305: C
2306: A
2307: B
2308: E
2309: D
2310: A
2311: E
2312: D
2313: B
2314: E
2315: B
2316: A
2317: A
2318: C
2319: B
2320: E