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( ) Os dentes terceiros molares ou dentes do siso correspondem aos número 58, 68, 78 e 88.
( ) Os incisivos centrais inferiores são os menores dentes nas arcadas dentárias e correspondem ao números 31 e 41.
( ) O segundo molar inferior decíduo é maior que o primeiro molar inferior decíduo.
( ) A eminência canina apresenta um importante valor estético, que é a crista óssea sobre a porção vestibular das raízes dos caninos que forma o contorno facial.
( ) Normalmente de fluoreto de sódio, para ser bochechada diária (NaF a 0,05%), semanal ou quinzenalmente (NaF a 0,2%).
( ) Gel de flúor-fosfato acidulado (FFA) com concentração de 1,23% de fluoreto em ácido ortofosfórico a 0,1 M durante 20 minutos.
( ) Dois tipos de compostos fluoretados são comumente utilizados nos dentifrícios: fluoreto de sódio (NaF) ou monofluorfosfato de sódio (MFP, Na2PO3F).
( ) As ações de escovação dental supervisionada são um importante meio para obtenção coletiva de flúor, em várias localidades brasileiras.
( ) A desmineralização ocorre quando o cálcio e o fosfato dos cristais de hidroxiapatita do esmalte se dissolvem.
( ) A cárie rampante normalmente ocorre após ingestão excessiva e frequente de sacarose ou após xerostomia.
( ) Na remineralização, cálcio e fosfato são redepositados nas áreas previamente desmineralizadas.
( ) Cárie incipiente ou lesões incipientes, ocorre quando a cárie começa a desenvolver uma cavidade ou orifício.
“____________ é um espaço triangular situado perto da gengiva e entre as superfícies proximais de dois dentes adjacentes.”
( ) Não se deve desligar o motor do veículo nas descidas, pois isso causa o mau funcionamento dos freios e também pode ser causa de travamento do volante.
( ) Em trechos escorregadios, deve-se evitar alterações de velocidade e frenagens bruscas, que tornam mais difícil o controle do veículo.
( ) Em cruzamentos de vias, onde se possui preferência de passagem, não é necessário diminuir a velocidade, desde que sinalize com os faróis.
( ) Na direção, é recomendado apoiar bem o corpo no assento e no encosto do banco, o mais próximo possível de um ângulo de 90 graus.
I. Ao carregar a máquina para a carroceria de transporte, deve-se manter o motor em baixa rotação, trafegar em baixa velocidade, operando lentamente.
II. Deve-se utilizar rampas de largura, comprimento, espessura e resistência amplos o bastante e observar um ângulo máximo de inclinação de 15 graus.
III. Calços devem ser colocados na frente e atrás das rodas da máquina e esta deve ser presa por meio de correntes ou cabos de aço.
IV. Para descarregar a máquina acionar o freio e desligar o interruptor de freio de estacionamento e sair lentamente da carroceria usando o freio.
( ) Comete infração gravíssima, o condutor envolvido em acidente com vítima que deixar de preservar o local, de forma a facilitar os trabalhos da polícia e da perícia.
( ) Comete infração grave, fazer ou deixar que se faça reparo em veículo em vias de trânsito rápido, salvo nos casos de impedimento absoluto de sua remoção e em que o veículo esteja devidamente sinalizado.
( ) Comete infração média, deixar o condutor, envolvido em acidente sem vítima, de adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito.
( ) Comete infração leve, estacionar o veículo nos acostamentos, salvo motivo de força maior.
I. Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não sinalizado, terá preferência de passagem, no caso de apenas um fluxo ser proveniente de rodovia, aquele que estiver circulando por ela.
II. Os veículos de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, além de prioridade no trânsito, gozam sempre de livre circulação, estacionamento e parada.
III. Os veículos prestadores de serviços de utilidade pública, sempre gozam de livre parada e estacionamento no local da prestação de serviço.
IV. Os veículos que se deslocam sobre trilhos terão preferência de passagem sobre os demais, respeitadas as normas de circulação.
Do ponto de vista clínico-terapêutico, os surdos são vistos como deficientes, e para que seja constatada a perda (total ou parcial) auditiva faz-se necessário um exame detalhado, denominado________________, realizado por profissional capacitado, como por exemplo, o fonoaudiólogo. O diagnóstico clínico da perda auditiva classifica a surdez de acordo com a intensidade medida em decibéis (dB), sendo classificadas em: perda leve (25 a 40dB), perda moderada (41 a 70 dB), perda severa (71 a 90dB), perda profunda (acima de 90dB) e os sujeitos diagnosticados com audição normal possuem de 0 a 25 decibéis, segundo Aragon & Santos (2015). Para se aprofundar no diagnóstico sobre a perda auditiva, seguindo as orientações do Manual de Procedimentos em Audiometria Tonal, Logoaudiometria e Medidas de Limitância Acústica (2013, p. 12), faz-se necessário, conhecer também, o tipo de perda auditiva que está associada à localização das estruturas prejudicadas do aparelho auditivo.