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Questões de Concurso Comentadas para ibam

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Q3952109 Noções de Primeiros Socorros
Após a ocorrência de um desastre, o agente de defesa civil deve realizar a avaliação dos danos e prejuízos. No que se refere aos danos humanos, as pessoas que apresentam ferimentos leves e não necessitam de internação hospitalar prolongada são consideradas:
Alternativas
Q3952108 Administração Pública
A gestão de proteção e defesa civil é composta por um conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e recuperativas. De acordo com a doutrina nacional, a fase que compreende o conjunto de medidas destinadas a reduzir a ocorrência de desastres ou a minimizar a sua intensidade é denominada: 
Alternativas
Q3952107 Administração Pública
A criação de uma Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) é um passo fundamental para que o Município de Arraial do Cabo possa integrar o sistema nacional e gerir riscos locais. A existência formal desse órgão no organograma municipal é um fator determinante para a captação de recursos e execução de políticas públicas de segurança. Com relação à organização e à importância legal das coordenadorias municipais, podemos corretamente afirmar que:
Alternativas
Q3952106 Administração Pública
Os protocolos de “O que fazer em caso de emergências” são essenciais para reduzir danos humanos e materiais. Em situações de chuvas intensas ou deslizamentos, o agente de defesa civil deve orientar a população sobre procedimentos de segurança que priorizem a integridade física. Diante de um cenário de risco iminente de desastre, a orientação correta a ser fornecida pelo agente é a seguinte:
Alternativas
Q3952105 Direito Administrativo
As ações de defesa civil são classificadas em etapas que visam desde a mitigação de riscos até o retorno à normalidade. Para que um Município como Arraial do Cabo receba recursos estaduais ou federais destinados à reconstrução, é necessária a formalização da situação adversa perante os órgãos competentes. Nesse contexto, é uma informação verdadeira sobre o repasse de recursos para ações de defesa civil: 
Alternativas
Q3952104 Administração Pública
No Estado do Rio de Janeiro, o Sistema Estadual de Defesa Civil (SIEDEC) organiza-se para oferecer suporte técnico e operacional aos Municípios. As Coordenadorias Regionais de Defesa Civil (REDECs) desempenham um papel intermediário fundamental na articulação das ações de proteção em todo o território fluminense. Sobre as REDECs, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3952103 Administração Pública
O Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) define conceitos precisos para classificar a situação das pessoas afetadas por desastres, o que orienta o tipo de assistência a ser prestada. A correta distinção entre os grupos afetados permite o emprego eficiente dos recursos logísticos e humanitários. Uma definição correta de um dos conceitos presentes no SINPDEC está apresentada na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3952102 Legislação Federal
Conforme a Lei nº 12.608/2012, os Municípios possuem responsabilidades específicas na execução da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), especialmente por estarem na linha de frente do atendimento à população. Uma dessas atribuições envolve a organização técnica e o mapeamento das condições de segurança do território local. Sobre essa temática, é correta a seguinte afirmativa:  
Alternativas
Q3952101 Administração Pública
A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC) estabelece diretrizes para a atuação dos entes federados, priorizando ações que visem à redução de desastres. No contexto da gestão de riscos, a identificação antecipada de ameaças e a análise de vulnerabilidades em áreas suscetíveis são fundamentais para o planejamento municipal. Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma definição correta sobre as fases que compõem a gestão de proteção e defesa civil é a seguinte: 
Alternativas
Q3952100 Direito Administrativo
No âmbito da Administração Municipal de Arraial do Cabo, a organização dos serviços públicos deve seguir princípios de eficiência e descentralização para melhor atender à população. Sobre a estrutura e o funcionamento do Poder Executivo, o modelo de gestão prevê a delegação de tarefas e a responsabilidade dos agentes públicos. Considerando a organização do Poder Executivo Municipal e o provimento de seus cargos de confiança, é verdadeira a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3952099 Direito Administrativo
O Prefeito Municipal de Arraial do Cabo, como chefe do Poder Executivo, possui atribuições específicas quanto à iniciativa das leis, visando o planejamento e a gestão eficiente da máquina pública municipal. No que se refere à competência privativa do Prefeito para deflagrar o processo legislativo, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3952098 Direito Constitucional
O Município de Arraial do Cabo, no exercício de sua autonomia, detém competências para organizar a administração local e prover as necessidades de sua população. Nesse contexto, a criação, a organização e a supressão de distritos, observada a legislação estadual, dependem de ato específico do ente municipal. Sobre o tema, é correta a seguinte afirmativa:  
Alternativas
Q3939730 Direito Tributário
O Código Tributário define o fato gerador de determinada taxa como decorrente do exercício do poder de polícia em ações de controle, vigilância e fiscalização de atividades que possam trazer impacto ambiental. Essa definição corresponde à seguinte taxa: 
Alternativas
Q3939728 Direito Administrativo
A Lei de Estrutura da Prefeitura estabelece que determinados cargos de confiança somente terão direito a remuneração fixada em parcela única, sem qualquer acréscimo. Essa norma aplica-se aos cargos identificados na referida lei como: 
Alternativas
Q3939725 Direito Administrativo
O período de 24 meses em que o servidor nomeado ficará sob observação corresponde ao que se denomina: 
Alternativas
Q3939724 Direito Administrativo
A aceitação expressa do cargo, formalizada com a assinatura do termo, ocorre quando o servidor recebe: 
Alternativas
Q3939721 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z


      Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.

     Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.

     Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.

      A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.

   Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil. 

    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.

  O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.

   “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil. 


Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
“Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos” (5º parágrafo). Nesse trecho, o elemento em destaque introduz uma oração subordinada:
Alternativas
Q3939714 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z


      Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.

     Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.

     Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.

      A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.

   Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil. 

    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.

  O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.

   “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil. 


Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
Segundo o texto, a principal diferença entre a internet Millennial e a internet dominada por plataformas algorítmicas está: 
Alternativas
Q3939712 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z


      Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.

     Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.

     Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.

      A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.

   Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil. 

    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.

  O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.

   “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil. 


Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
A afirmação de que a “internet Millennial está morta” deve ser compreendida, no texto, como: 
Alternativas
Q3939711 Direito Administrativo
Nos aditivos de contratos de obras celebrados com a Administração Pública, alterações unilaterais pelo órgão público devem obedecer aos requisitos da legislação. Assim, a seguinte afirmativa é compatível com os regulamentos da Lei no 14.133/2021: 
Alternativas
Respostas
601: C
602: A
603: B
604: D
605: D
606: A
607: C
608: B
609: C
610: B
611: D
612: A
613: C
614: D
615: C
616: B
617: A
618: B
619: C
620: D