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Q3454178 Legislação Federal
A Lei de Migração adota como fundamento o princípio da reciprocidade de tratamento em relação aos nacionais de outros países, permitindo discriminação baseada na nacionalidade, desde que amparada em normas internacionais ou em medidas de retaliação diplomática.
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Q3454176 Direitos Humanos
A Convenção impõe aos Estados-Partes a obrigação de tomar medidas destinadas a modificar padrões socioculturais de conduta com o objetivo de eliminar preconceitos baseados na ideia de superioridade de um sexo sobre o outro, incluindo práticas consuetudinárias e estereótipos de gênero. 
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Q3454174 Direitos Humanos
Embora os três eixos de proteção internacional dos direitos humanos atuem com foco na dignidade humana, apenas o Direito Internacional dos Humanos (DIDH) possui aplicação em tempos de paz e de guerra, ao passo que o Direito Internacional Humanitário (DIH) e o Direito dos Refugiados são aplicáveis exclusivamente em cenários de conflitos armados, sendo, por isso, considerados segmentos excepcionais e transitórios da proteção internacional.
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Q3454168 Direito Processual Penal

Julgue o item a seguir a respeito das características do Inquérito Policial.


A respeito da prisão em flagrante, a comunicação de prisão em flagrante deve ser realizada pela autoridade policial no prazo de 24 horas a contar do momento em que o agente é detido, sob pena de nulidade do ato. 

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Q3454167 Direito Processual Penal
Julgue o item a seguir a respeito das características do Inquérito Policial.
A indisponibilidade do inquérito policial significa que o delegado de polícia, uma vez instaurado o procedimento investigativo, não pode arquivá-lo por sua própria iniciativa, ainda que entenda não haver elementos mínimos de autoria e materialidade. 
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Q3454165 Direito Administrativo

Acerca dos Poderes da Administração Pública julgue o próximo item. A atuação do agente público acima mencionado está amparada pelo exercício do poder de polícia, que confere à Administração Pública a prerrogativa de restringir direitos individuais em prol do interesse público, independentemente de autorização judicial prévia. 


Durante fiscalização de rotina, agentes da Polícia Federal interceptaram um caminhão transportando grande quantidade de cocaína e comprimidos de ecstasy. O motorista foi preso em flagrante, e a investigação prosseguiu com o objetivo de identificar os demais integrantes da organização responsável pelo tráfico. 

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Q3454160 Redação Oficial

Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com base no Manual de Redação da Presidência da República. 


A redação oficial deve atender sempre ao interesse pessoal dos cidadãos. 

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Q3454153 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Em “Dentre as atividades em curso destacam-se as ações” (segundo período do quarto parágrafo), o agente da ação de destacar não está determinado na oração.
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Q3454149 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
No segmento “o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal” (segundo parágrafo), cada um dos três termos preposicionados é empregado sintaticamente para completar o sentido do substantivo imediatamente anterior. 
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Q3454148 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
Mantém a correção gramatical e a coerência a troca da expressão “se refere às” (primeiro período do sexto parágrafo) por trata-se das. 
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Q3451698 Conhecimentos Bancários
Nos últimos anos, a pauta da sustentabilidade tem ganhado grande relevância no mundo dos investimentos, levando ao crescimento dos chamados investimentos ESG (Environmental, Social and Governance). O conceito de ESG (Ambiental, Social e Governança) representa um conjunto de práticas adotadas por empresas para minimizar impactos ambientais, promover responsabilidade social e garantir uma gestão corporativa ética e transparente. Investidores estão cada vez mais priorizando ativos alinhados a esses princípios, pois empresas sustentáveis tendem a ser mais resilientes a riscos e mais atrativas a longo prazo. Dessa forma, fundos e produtos financeiros baseados em ESG avaliam não apenas o desempenho financeiro, mas também fatores como emissões de carbono, diversidade no quadro de funcionários e transparência na gestão. No entanto, apesar do crescimento desse mercado, desafios como o greenwashing (práticas enganosas de sustentabilidade) ainda são um obstáculo para investidores.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
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Q3451697 Conhecimentos Bancários
Nos últimos anos, as criptomoedas revolucionaram o setor financeiro, trazendo novos conceitos como descentralização, blockchain e finanças digitais. Diferente das moedas tradicionais (como o real ou o dólar), as criptomoedas não são emitidas por bancos centrais, mas sim registradas em redes descentralizadas, baseadas em tecnologia blockchain, garantindo segurança, transparência e imutabilidade das transações. Além disso, a inovação financeira impulsionada por esses ativos trouxe novas oportunidades, como contratos inteligentes, tokens digitais e finanças descentralizadas (DeFi), permitindo que usuários realizem transações sem a necessidade de intermediários, como bancos e corretoras. Entretanto, devido à sua alta volatilidade, regulação incerta e riscos tecnológicos, as criptomoedas ainda são vistas com cautela por parte de governos e investidores tradicionais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta:
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Q3451696 Conhecimentos Bancários
O mercado de ações é um dos principais ambientes para captação de recursos por empresas e para investidores que buscam rentabilidade a longo prazo. Ao comprar ações, um investidor se torna sócio da empresa e pode lucrar com a valorização dos papéis e com a distribuição de dividendos. Além das ações, existem diversos ativos de risco, como criptomoedas, fundos imobiliários e derivativos, que apresentam maior volatilidade e incerteza, mas também podem proporcionar retornos mais elevados. O desempenho desses ativos é influenciado por fatores como política monetária, crescimento econômico, resultados corporativos e eventos globais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta: 
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Q3451694 Conhecimentos Bancários
A política monetária é um dos principais instrumentos utilizados pelos Bancos Centrais para regular a economia de um país. Por meio do controle da oferta de moeda e das taxas de juros, busca-se equilibrar fatores como inflação, crescimento econômico e estabilidade financeira. No Brasil, essa função é desempenhada pelo Banco Central, que define a Taxa Selic como referência para os juros da economia. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta sobre a relação entre política monetária e taxas de juros: 
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Q3451693 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
From paragraph 8, one can conclude that
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Q3451692 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the fragment of paragraph 7 “While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks.” (paragraph 7), the word “while” indicates: 
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Q3451691 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the excerpt of paragraph 3 “and harness machine learning and natural language processing to automate”, the term harness can be replaced, with no change in meaning, by
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Q3451690 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
In the sentence of paragraph 1 “For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.”, the pronoun it refers to
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Q3451689 Inglês
Unlocking The AI Growth Multiplier

    For companies across industries, AI can be a powerful growth tool by unlocking insights, capabilities, and productivity. For financial services, it could go even further by transforming how institutions and individuals interact with their financial services providers.
    AI’s contribution to the global economy is currently estimated to be $19.9 trillion through 2030, driving 3.5% of global GDP. Many practical uses of AI are already embedded in industries like financial services, with the technology beginning to transform the way products and services are offered, opening the door to innovation, new operating models, and inspiring how organizations reimagine growth.
    Advancements in AI have enabled financial institutions to leverage large datasets to generate market insights, use generative AI to help improve decision-making and enhance client experience, and harness machine learning and natural language processing to automate. AI is also being used to develop sophisticated trading algorithms, detect fraud and cyber threats, and enhance personalized financial planning.
    AI can increase productivity by 40% through automation of repetitive tasks and optimization of workflows, enabling businesses to achieve more in less time and reallocate time saved to more strategic work. Organizations aim to evolve from utilizing AI for basic automation to autonomous operations, focusing on increasing operating leverage through AI-driven processes with appropriate controls and human oversight. This could help streamline operations, enhance efficiencies, and improve risk management and compliance, helping to scale operations and minimize proportional cost increases.
    AI can also be an important tool for mitigating certain types of risks, as it can help detect anomalies and fraud by continuously monitoring transactions and identifying suspicious activities. AI-enabled scenario creation, analysis, and anomaly detection can help supercharge risk management and control mitigation processes.
     The next phase of AI for financial institutions involves creating new value streams through AI capabilities, preparing for the evolution of financial market infrastructure, and helping other market participants and clients through their transformation journeys. Companies can share best practices for responsible AI, partner with AI companies for continued innovation, and find ways to facilitate interaction between humans and AI.
    While AI can clearly be a growth multiplier, it is imperative to prioritize the responsible development and usage of this technology given the potential risks. Appropriate use of AI within the financial sector relies on comprehensive risk management, governance checks and balances at multiple stages of development, maintaining human involvement through validation, continuous education, and collaborative discourse.
    The responsible and ethical use of AI is not solely achieved through technical safeguards, governance, advanced models, and knowledge sharing, but also through democratization. Organizations must empower their workforce with knowledge and tools to thrive in an AI-driven world. Providing opportunities for upskilling and encouraging collaboration can help employees harness AI responsibly.

Michael Demissie, Christopher Martin and Saed Shonnar. Unlocking The AI Growth Multiplier. Available at: https://www.bny.com/corporate/global/en/insight s/unlocking-the-ai-growth-multiplier.html. Retrieved on: January 28, 2025. Adapted.
The main purpose of the text is to: 
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Q3451683 Direito Penal
A conduta denominada de "lavagem de dinheiro" ou "lavagem de capitais" é tipificada pela Ordem Jurídica Brasileira e encontra previsão detalhada na Lei nº 9.613/1998. Segundo previsão expressa deste Diploma Legal, são efeitos da condenação, além dos previstos no Código Penal: 
Alternativas
Respostas
1281: E
1282: C
1283: E
1284: E
1285: C
1286: C
1287: E
1288: C
1289: E
1290: E
1291: C
1292: B
1293: C
1294: C
1295: E
1296: C
1297: A
1298: C
1299: B
1300: C