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Q3839965 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
De acordo com o texto, o mesmo conjunto de informações coletadas sobre o usuário
Alternativas
Q3839964 Noções de Informática
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho em que o autor menciona que “esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países”, evidencia-se que 
Alternativas
Q3839963 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Quando o autor afirma que, ao clicar em “aceito”, “parece que nada mudou”, mas “é justamente ali que muita coisa começa”, pretende alerta que
Alternativas
Q3839962 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
 O tema desenvolvido pelo autor ao longo do texto é: 
Alternativas
Q3839961 Psicologia
Na rede de ensino, laudos e relatórios psicológicos são solicitados para diferentes finalidades, como adaptação curricular ou acompanhamento de estudantes. Assinale a afirmação que diferencia essas modalidades de forma alinhada à prática em educação. 
Alternativas
Q3839960 Psicologia
A produção de parecer psicológico em diretoria de ensino, diante de estudante encaminhado para análise de necessidade de apoio educacional especializado, exige clareza e rigor. Assinale a afirmação que apresenta características de um parecer psicológico.
Alternativas
Q3839959 Psicologia
Em uma turma marcada por laços fortes entre os estudantes, e também por episódios de exclusão de alguns colegas, o psicólogo observa fenômenos de grupo relacionados à comunicação, às atitudes e à socialização. Assinale a afirmativa que apresenta uma análise fundamentada desses processos.
Alternativas
Q3839958 Psicologia

Agravos sociais na área da educação envolvem experiências de violência, discriminação e desigualdade que atravessam trajetórias escolares. Assinale a afirmativa que apresenta análise aprofundada desse tema.

Alternativas
Q3839957 Psicologia
Resoluções do Conselho Federal de Psicologia sobre avaliação psicológica e documentos escritos estabelecem parâmetros para a atuação em escolas e secretarias de educação. Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q3839956 Psicologia
Considerando o Código de Ética Profissional do Psicólogo em atividade educacional, analise as afirmativas.

I. O Código destaca compromisso com dignidade, liberdade e igualdade, reafirma defesa de direitos humanos e orienta intervenções que consideram impactos das práticas sobre pessoas e grupos.
II. As normas éticas indicam cuidado com sigilo profissional, com uso responsável de informações e com limites de divulgação de dados psicológicos em documentos e reuniões.
III. A atuação em instituições educacionais implica atenção a situações de discriminação, violência e violação de direitos, em articulação com redes de proteção e políticas públicas.
IV. O Código autoriza divulgação de serviços psicológicos com garantias de cura e promessas de resultado, desde que o profissional declare formação e tempo de atuação.
V. A Ética Profissional destaca respeito à autonomia do usuário, à qualidade técnica da intervenção e à participação em processos de controle social de políticas públicas.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3839955 Psicologia
Em avaliação para readaptação de servidor da educação, com queixas relacionadas à saúde mental, o psicólogo precisa emitir documento que auxilie decisões da gestão. Assinale a afirmação que apresenta uma leitura CORRETA dessa atuação. 
Alternativas
Q3839954 Psicologia
Psicodiagnóstico em contexto educacional aparece em demandas de readaptação de estudantes, encaminhamentos para serviços especializados e decisões sobre apoios. Assinale a afirmativa que descreve de maneira refinada esse processo, considerando que, nesse contexto, o psicólogo deve 
Alternativas
Q3839953 Psicologia
Na seleção para ingresso de crianças em programa educacional específico, o psicólogo precisa definir testes e procedimentos. Nessa escolha, o psicólogo prioriza
Alternativas
Q3839952 Psicologia
Analise as afirmativas sobre métodos e técnicas de avaliação psicológica na área da educação.

I. Processos de avaliação em escolas articulam entrevistas, observação em diferentes contextos, análise de produção escolar e uso de instrumentos psicológicos em sintonia com a demanda.
II. Resultados de testes adquirem sentido quando lidos em conjunto com informações de história de vida, trajetórias educacionais e relatos de docentes e responsáveis.
III. Instrumentos aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia passam por análise de validade, fidedignidade e normas, visando à população para a qual foram construídos.
IV. Relatórios de avaliação em ambiente escolar podem explicitar procedimentos, hipóteses e recomendações em linguagem que permita compreensão por equipes e responsáveis.
V. Registros relativos à avaliação psicológica carecem de critérios de guarda, já que essa responsabilidade recai por completo sobre a instituição contratante.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3839951 Psicologia
Em uma escola de tempo escolar integral, um grupo de estudantes relata sensação de sobrecarga com estudos, práticas esportivas e tarefas domésticas. O psicólogo organiza encontros breves de aconselhamento em grupo. Nessa intervenção, o psicólogo deve
Alternativas
Q3839950 Psicologia
Em encontros de orientação psicossocial com famílias de estudantes em situação de vulnerabilidade, a equipe de psicologia da escola procura integrar recursos internos e externos ao território. Nessa ação, a equipe de psicologia deve
Alternativas
Q3839949 Psicologia
Observando técnicas de aconselhamento e orientação psicossocial na área da educação, analise as afirmativas.
I. Processos de aconselhamento com estudantes consideram escuta ativa, devolução sobre o que foi relatado e negociação conjunta de alternativas relacionadas à convivência escolar.
II. A orientação psicossocial leva em conta história de vida, redes de apoio formais e informais, inserção comunitária e vínculos com políticas públicas presentes no território.
III. Em encontros de aconselhamento, o psicólogo pode construir, com o estudante, metas graduais para lidar com episódios de conflito, em sintonia com a equipe pedagógica.
IV. Modelos rígidos de resposta, apresentados em listas de condutas padronizadas, constituem eixo principal do aconselhamento em escolas, independentemente das trajetórias individuais.
V. Em diálogo com responsáveis, a orientação psicossocial abre espaço para compreensão de desafios cotidianos e para planos que articulam cuidado familiar e ações da escola.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS. 
Alternativas
Q3839948 Psicologia
Em uma escola que organiza planos educacionais individualizados para estudantes com deficiência, o psicólogo atua em diálogo com a equipe pedagógica e com a família. Nesse contexto, o psicólogo deve 
Alternativas
Q3839947 Psicologia
Em uma rede de ensino com elevado número de afastamentos de docentes por adoecimento mental, a gestão solicita apoio da psicologia para análise da situação. Indique uma função CORRETA do psicólogo nesse cenário.
Alternativas
Q3839946 Psicologia
 Em um grupo terapêutico com adolescentes que vivenciam humilhações e exclusões na escola, o psicólogo decide incorporar recursos do psicodrama em parceria com a equipe pedagógica. Essa abordagem
Alternativas
Respostas
81: A
82: B
83: C
84: D
85: A
86: E
87: D
88: A
89: C
90: B
91: B
92: D
93: E
94: B
95: A
96: A
97: D
98: C
99: E
100: A