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Q3411287 Pedagogia
Qual dos seguintes objetivos constitui a finalidade primordial da BNCC para o ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, conforme as diretrizes estipuladas? 
Alternativas
Q3411286 Pedagogia
No contexto do ensino de literatura no Ensino Fundamental, qual das seguintes abordagens pedagógicas incentiva os alunos a explorar textos literários a partir de suas próprias perspectivas e experiências pessoais, promovendo uma conexão emocional e interpretativa com as obras? 
Alternativas
Q3411285 Pedagogia
Qual dos seguintes métodos de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental foca principalmente na capacidade dos alunos de compreender e produzir textos, utilizando situações reais de comunicação? 
Alternativas
Q3411284 Literatura
Considerando a evolução dos gêneros literários desde a Antiguidade até o Renascimento, qual das opções abaixo descreve corretamente a transformação ocorrida no gênero épico? 
Alternativas
Q3411283 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
No contexto de assistência técnica, qual desafio é apresentado pelo texto para proprietários de carros elétricos? 
Alternativas
Q3411282 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
Qual situação o texto descreve como uma vantagem potencial do uso de carros elétricos para quem possui células fotovoltaicas em casa?
Alternativas
Q3411281 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
De acordo com o texto, qual é a desvantagem relacionada ao valor de revenda dos carros elétricos? 
Alternativas
Q3411280 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
O autor menciona que a produção e uso de carros elétricos não contribuem tanto para a descarbonização quanto se pensa. Qual é a principal razão para isso? 
Alternativas
Q3411279 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
Segundo o texto, qual é um dos principais problemas dos carros elétricos que persiste desde sa invenção? 
Alternativas
Q3411214 Legislação dos Municípios do Estado do Maranhão
Não apresenta um objetivo do Plano Municipal de Educação do Município de Magalhães de Almeida MA. 
Alternativas
Q3411213 Pedagogia
De acordo com a Lei nº 9.394/96, A educação escolar compõe-se de, exceto: 
Alternativas
Q3411209 Pedagogia
Qual alternativa não apresenta um dos princípios básicos que irá basear o ensino, de acordo com a Lei nº 9.394/96? 
Alternativas
Q3411205 Raciocínio Lógico
Observe os seguintes conjuntos A, B e C, considerando-os como conjuntos quaisquer e assinale a alternativa correta classificando-os como (V) verdadeiro ou (F) falso. 

27.png (148×80)
Alternativas
Q3411112 História
 Assinale corretamente a principal característica política administrativa do Império Carolíngio. 
Alternativas
Q3411109 História
A civilização Egípcia se destacou como uma das principais civilizações da região do: 
Alternativas
Q3411077 Pedagogia
De acordo com a Lei nº 400/2010, o processo de desenvolvimento na Carreira ocorrerá, conforme condições oferecidas aos ocupantes de Cargos do Grupo Ocupacional do Magistério, mediante, exceto. 
Alternativas
Q3411068 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Ao adolescente empregado, aprendiz, em regime familiar de trabalho, aluno de escola técnica, assistido em entidade governamental ou não-governamental, é permitido trabalho: 
Alternativas
Q3411067 Pedagogia
Levando em consideração o Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer, o Estatuto da Criança e do Adolescente, marque a alternativa que não apresenta uma seguridade desse tema: 
Alternativas
Q3411066 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Valendo-se do Estatuto da Criança e do Adolescente, qual assertiva se encontra em desacordo sobre o tema adoção? 
Alternativas
Q3411065 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Qual alternativa não representa um aspecto do direito à liberdade, considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente? 
Alternativas
Respostas
61: B
62: D
63: E
64: C
65: E
66: C
67: B
68: A
69: D
70: C
71: E
72: E
73: B
74: A
75: A
76: D
77: D
78: C
79: B
80: B