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Read the text to answer question.
The Tipping Point.
Last week at my neighborhood coffee shop, the barista flipped that dreaded tablet toward me. Three tip options glared back: 18%. 22%. 25%. For a $3.50 latte I was picking up. That took thirty seconds to make. I’ve hit my breaking point with tipping culture.
Growing up, tipping was simple: 15–20% for sitdown restaurants, maybe your hairdresser. Now it’s an expected tax on every transaction. The frozen yogurt shop where I serve myself wants 20%. Self-checkout kiosks are asking for tips. This is insane.
When I traveled Europe last summer, I paid exactly what was on the menu. No guilt, no calculations, no awkward pressure. Servers were paid living wages and the service was excellent.
Meanwhile, I’m expected to subsidize corporate America’s refusal to pay fair wages while their CEOs pocket millions in bonuses.
It’s 2025, and American tipping culture has spiraled out of control. It’s hurting workers, stressing customers, and letting profitable businesses guilt-trip their own customers into covering payroll. When I worked retail years ago, my employer paid my full wage. I didn’t expect customers to subsidize my paycheck because my boss decided to pocket the difference. Yet somehow in 2025, we’ve normalized corporations outsourcing their payroll responsibility to guilt-ridden customers. 72% of U.S. adults say tipping is expected in more places today than it was five years ago. But even as Americans say they’re being asked to tip more often, only about a third say it’s extremely or very easy to know whether (34%) or how much (33%) to tip for various services.
[...] The confusion is real and it’s intentional. Companies benefit from our uncertainty because confused customers tend to over-tip rather than risk social judgment.
Murdock, Jeff. Why Is Tipping Culture Out of Control in 2025? Medium. 16 Jun. 2025. Disponível em:<https://medium.com/@frat1309/why-is-tipping-cultureout-of-control-in-2025-im-done-subsidizing-corporategreed-76ba74887b82>
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The Tipping Point.
Last week at my neighborhood coffee shop, the barista flipped that dreaded tablet toward me. Three tip options glared back: 18%. 22%. 25%. For a $3.50 latte I was picking up. That took thirty seconds to make. I’ve hit my breaking point with tipping culture.
Growing up, tipping was simple: 15–20% for sitdown restaurants, maybe your hairdresser. Now it’s an expected tax on every transaction. The frozen yogurt shop where I serve myself wants 20%. Self-checkout kiosks are asking for tips. This is insane.
When I traveled Europe last summer, I paid exactly what was on the menu. No guilt, no calculations, no awkward pressure. Servers were paid living wages and the service was excellent.
Meanwhile, I’m expected to subsidize corporate America’s refusal to pay fair wages while their CEOs pocket millions in bonuses.
It’s 2025, and American tipping culture has spiraled out of control. It’s hurting workers, stressing customers, and letting profitable businesses guilt-trip their own customers into covering payroll. When I worked retail years ago, my employer paid my full wage. I didn’t expect customers to subsidize my paycheck because my boss decided to pocket the difference. Yet somehow in 2025, we’ve normalized corporations outsourcing their payroll responsibility to guilt-ridden customers. 72% of U.S. adults say tipping is expected in more places today than it was five years ago. But even as Americans say they’re being asked to tip more often, only about a third say it’s extremely or very easy to know whether (34%) or how much (33%) to tip for various services.
[...] The confusion is real and it’s intentional. Companies benefit from our uncertainty because confused customers tend to over-tip rather than risk social judgment.
Murdock, Jeff. Why Is Tipping Culture Out of Control in 2025? Medium. 16 Jun. 2025. Disponível em:<https://medium.com/@frat1309/why-is-tipping-cultureout-of-control-in-2025-im-done-subsidizing-corporategreed-76ba74887b82>
Em uma aula do 6º ano, o professor observa que os estudantes costumam brincar de “lutar” imitando personagens de desenhos e jogos digitais. Para transformar essa manifestação espontânea em conteúdo educativo, o professor decide orientar as atividades com base nos elementos pedagógicos presentes no ensino das lutas.
Segundo o trecho fornecido, qual compreensão é necessária para orientar essa prática de forma positiva?
Durante um curso de formação continuada, professores estudam os níveis do planejamento na educação, buscando compreender como cada nível se articula com a prática pedagógica. Para consolidar o aprendizado, a formadora propõe a associação entre as descrições e os níveis correspondentes.
Coluna A – Níveis de Planejamento
1. Planejamento da Escola
2. Planejamento de Ensino
3. Planejamento de Aula
Coluna B – Características
A. Documento de autoria do professor, que organiza objetivos, conteúdos, procedimentos, recursos e avaliação de uma disciplina.
B. Define objetivos e ações específicas de cada aula, considerando faixa etária, ritmo interno da turma e recursos disponíveis.
C. Expressa o posicionamento político e pedagógico da instituição, descrevendo diagnóstico, diretrizes e ações gerais.
Assinale a alternativa que contempla a sequência correta:
Sobre as práticas corporais de aventura, avalie as afirmações:
I. Exigem interação direta com diferentes ambientes, naturais ou construídos.
II. Envolvem níveis variados de risco, podendo estimular autonomia e tomada de decisão.
III. São atividades restritas historicamente ao público masculino, sem mudanças recentes.
Assinale a alternativa CORRETA:
Em discussões pedagógicas, gestores enfatizam que a educação inclusiva deve ser compreendida como um processo contínuo, não podendo ser reduzida a decisões administrativas que declaram escolas “inclusivas” por decreto.
Complete corretamente a frase abaixo:
A inclusão deve ser entendida como __________ e não como __________.
Em uma sala de educação infantil, uma professora observa que crianças de 2 anos demonstram dificuldade em permanecer imóveis durante atividades de desenho e fala. Ela percebe que, ao impedir que gesticulem, elas parecem ter mais dificuldade de organizar o pensamento.
A partir da teoria do desenvolvimento proposta por Wallon, qual interpretação melhor explica essa situação?
Durante a elaboração de um projeto de práticas corporais na comunidade, um grupo de professores afirma que o lazer pode favorecer tanto o desenvolvimento pessoal quanto social dos participantes.
Asserção (A): O lazer contribui para a expressão humana, para o desenvolvimento de atitudes críticas e para o fortalecimento da sociabilidade.
Razão (R): Isso ocorre porque o lazer, quando vivido de forma significativa, estimula criatividade, participação cultural e reflexão sobre a realidade.
Assinale a alternativa correta:
Em atividades pedagógicas mediadas pelo jogo, crianças podem aprender por diferentes mecanismos cognitivos, dependendo da relação estabelecida com o outro. Três tipos de processos são frequentemente observados:
• A aprendizagem orientada por alguém mais experiente.
• A realização de tarefas em parceria com outro sujeito de capacidades semelhantes.
• A adoção do comportamento de outra pessoa como referência para a ação.
Associe a Coluna A aos processos descritos na Coluna B:
Coluna A
1.Tutela
2. Coconstrução
3. Imitação
Coluna B
A. Tomada de decisões feitas em parceria, com funções equivalentes entre os envolvidos.
B. Ação baseada em observar e reproduzir o comportamento de outra pessoa.
C. Auxílio de alguém mais capaz, que orienta e fornece informações para a execução da tarefa.
Assinale a alternativa correta:
Em uma aula sobre jogos tradicionais brasileiros, o professor observa que alguns estudantes demonstram resistência a jogar com colegas de outras turmas, argumentando que “não gostam” deles. Para ampliar o repertório de convivência e reduzir conflitos, o professor reorganiza os grupos, promove rodas de conversa e propõe desafios cooperativos.
Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para Educação Física nos anos finais, essa postura docente está articulada principalmente a qual objetivo?
Um município implementa um programa voltado a idosos sedentários, com atividades de intensidade moderada, acompanhamento técnico e duração prolongada.
Analise a relação entre a asserção e a razão:
Asserção (A) – Intervenções voltadas à promoção da atividade física devem respeitar as condições e o contexto de vida dos participantes.
Razão (R) – Programas padronizados, com foco no alto desempenho e pouca adaptação individual, são os mais indicados para populações inativas.
Assinale a alternativa correta:
Um professor dos anos finais pretende trabalhar a ginástica com seus alunos de modo a superar a visão elitista da modalidade. Para isso, inicia o processo a partir de movimentos populares, como “estrelinha” e “plantar bananeira”, evoluindo gradualmente para formas mais complexas. Sobre essa prática didático-metodológica, considere:
I. A proposta parte do concreto para o abstrato, respeitando o nível de desenvolvimento dos alunos.
II. O professor busca desmistificar a ginástica como prática restrita a alunos com habilidades especiais.
III. O trabalho prioriza o desempenho técnico em detrimento da compreensão conceitual.
Assinale a alternativa CORRETA: