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Q4394894 Matemática
Para responder a questão, considere o seguinte trecho de reportagem:


   A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (6) que vai demitir cerca de 4.800 funcionários, o equivalente a aproximadamente 2,1% de sua força de trabalho global. Os cortes vão atingir principalmente a divisão responsável pelo Xbox, escreveu Amy Coleman, diretora de recursos humanos da Microsoft, em um e-mail aos funcionários, (…) onde afirmou que os funcionários demitidos não serão substituídos por inteligência artificial, mas não disse se os cortes têm relação com os investimentos da empresa nessa tecnologia.

    Vale lembrar que, em abril deste ano, a Microsoft anunciou seu primeiro plano de demissão voluntária (PDV) nos Estados Unidos (EUA), (…) voltado a funcionários mais antigos, cuja soma da idade com o tempo de casa chega a 70 anos ou mais, ocasião na qual a Microsoft tinha cerca de 125 mil funcionários nos EUA, e cerca de 8 mil seriam elegíveis ao programa. Coleman encerra o e-mail afirmando que “haverá mais mudanças pela frente”, sem confirmar novas demissões. Ela diz, porém, que outras áreas da empresa “precisarão fazer ajustes semelhantes”.


(G1, 09.07.2026. Disponível em: https://g1.globo.com/tecnologia/ noticia/2026/07/06/microsoft-anuncia-demissao-equipe-doxbox-tambem-e-atingida.ghtml. Adaptado)
Considere o segundo parágrafo do texto, que apresenta informações sobre o plano de demissão voluntária (PDV) da Microsoft nos Estados Unidos. Partindo da relação entre “125 mil funcionários nos EUA” e “8 mil funcionários elegíveis ao programa”, é correto afirmar que, para cada 240 funcionários elegíveis ao programa, haveria, de funcionários não elegíveis,
Alternativas
Q4394893 Matemática
Para responder a questão, considere o seguinte trecho de reportagem:


   A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (6) que vai demitir cerca de 4.800 funcionários, o equivalente a aproximadamente 2,1% de sua força de trabalho global. Os cortes vão atingir principalmente a divisão responsável pelo Xbox, escreveu Amy Coleman, diretora de recursos humanos da Microsoft, em um e-mail aos funcionários, (…) onde afirmou que os funcionários demitidos não serão substituídos por inteligência artificial, mas não disse se os cortes têm relação com os investimentos da empresa nessa tecnologia.

    Vale lembrar que, em abril deste ano, a Microsoft anunciou seu primeiro plano de demissão voluntária (PDV) nos Estados Unidos (EUA), (…) voltado a funcionários mais antigos, cuja soma da idade com o tempo de casa chega a 70 anos ou mais, ocasião na qual a Microsoft tinha cerca de 125 mil funcionários nos EUA, e cerca de 8 mil seriam elegíveis ao programa. Coleman encerra o e-mail afirmando que “haverá mais mudanças pela frente”, sem confirmar novas demissões. Ela diz, porém, que outras áreas da empresa “precisarão fazer ajustes semelhantes”.


(G1, 09.07.2026. Disponível em: https://g1.globo.com/tecnologia/ noticia/2026/07/06/microsoft-anuncia-demissao-equipe-doxbox-tambem-e-atingida.ghtml. Adaptado)
Considere o primeiro parágrafo do texto, que fala a respeito do número de funcionários demitidos e do percentual que esse número representa em relação à força de trabalho global da Microsoft, e suponha que seja desconhecido o número total N de funcionários que compõem a força de trabalho da Microsoft, em todo o mundo, antes da ocorrência das demissões. Se quisermos estimar N como sendo o número inteiro mais próximo do valor obtido por meio do cálculo baseado na relação entre “4.800 funcionários demitidos” e “2,1% da força de trabalho da empresa”, obteremos, para N, o valor de 
Alternativas
Q4394892 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
Considere as passagens do texto a seguir:

•  Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação. (4o parágrafo)
•  ... sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento. (7o parágrafo)

De acordo com a norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q4394891 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
A concordância nominal e a concordância verbal estão de acordo com a norma-padrão em: 
Alternativas
Q4394890 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
Considere o 6° parágrafo do texto reproduzido a seguir:

Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

No contexto em que estão empregados, os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentidos de:
Alternativas
Q4394889 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q4394888 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
Considere as informações do texto:

•  Uma tragédia de múltiplas faces (título)
•  ... 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. (2o parágrafo)
•  ... quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete. (3o parágrafo)
•  Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário... (6o parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q4394887 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
No que diz respeito ao domínio de habilidades digitais, o editorial permite concluir corretamente que a maioria da população 
Alternativas
Q4394886 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
A boa notícia referida ao final do 1o parágrafo diz respeito ao fato de 
Alternativas
Q4394885 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma tragédia de múltiplas faces


     A taxa de analfabetismo entre brasileiros com mais de 15 anos caiu abaixo de 5% pela primeira vez na série histórica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o indicador ficou em 4,9%. A boa notícia acaba aí.

    Segundo dados do módulo de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2025, nada menos do que 8,4 milhões de pessoas em todo o país ainda não sabiam ler e escrever. Uma verdadeira tragédia. Mais da metade dessas pessoas, 4,8 milhões, está concentrada no Nordeste.

     No Brasil, o analfabetismo é também mais frequente entre os cidadãos mais velhos e entre pretos e pardos. Na faixa etária acima dos 60 anos, quase 5 milhões de pessoas não sabiam ler ou escrever um simples bilhete.

    Cerca de 2,8% da população branca com 15 anos ou mais era analfabeta; entre pretos e pardos na mesma faixa etária, o porcentual foi de 6,5%. Entre os maiores de 60 anos, a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos chegou a 20,6% no ano passado – quase o triplo da verificada entre os brancos (7,3%). Os números são o retrato das dificuldades históricas que esse grupo enfrenta no acesso à educação.

  Um estudo divulgado no ano passado pela organização Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social revelou que o analfabetismo funcional entre a população de 15 a 64 anos ficou em 29% em 2024, o mesmo patamar registrado em 2018. O levantamento também apontou que apenas um em cada quatro brasileiros nessa faixa etária – o equivalente a 23% da população – tinha nível elevado de habilidade digital.

    Numa era em que dominar aplicativos de celular é tão essencial quanto saber o abecedário, a maioria dos brasileiros tem dificuldade para executar tarefas básicas por meios digitais, como inscrever-se num evento pela internet ou localizar um filme numa plataforma de streaming.

   O país tem diante de si a tarefa urgente de repensar como educa seus cidadãos, dos pequenos aos universitários, sem esquecer os responsáveis por transmitir esse conhecimento.


(Editorial, 28.06.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
O editorial analisa a situação do analfabetismo no Brasil, destacando que o país 
Alternativas
Q4394884 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:





(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”, 27.05.2026. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)

Sem prejuízo de sentido ao texto e em conformidade com a norma-padrão, as passagens do 3° quadrinho “Comer ele?” e “o tempo todo” podem ser substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q4394883 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:





(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”, 27.05.2026. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)

O efeito de humor da tira decorre do fato de Haroldo 
Alternativas
Q4393863 Direito Processual Penal
A respeito das regras processuais penais previstas na Lei nº 11.340/2006, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393862 Direito Processual Penal

Em ação penal submetida ao procedimento comum, durante a oitiva de uma testemunha, o juiz formulou inicialmente suas perguntas e, em seguida, concedeu a palavra ao Ministério Público e à defesa. O defensor participou do ato, formulou as perguntas que considerou pertinentes e não registrou nenhuma objeção, tampouco suscitou a questão nas alegações finais. Após a prolação de sentença condenatória, pretende impugnar o procedimento, sem indicar prejuízo concreto decorrente da inversão da ordem da inquirição.


Diante dessa situação, é correto afirmar que caberá

Alternativas
Q4393861 Direito Processual Penal
A respeito da prisão preventiva, da prisão domiciliar, das medidas cautelares diversas da prisão, da liberdade provisória e da fiança, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393860 Direito Processual Penal
A respeito da disciplina da prova no processo penal brasileiro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393859 Direito Processual Penal

Carlos, residente em Jundiaí, praticou e consumou integralmente um crime de furto na cidade de Campinas. A vítima reside na capital paulista, e o acusado foi localizado e preso posteriormente em Sorocaba. Não há conexão, continência ou regra especial de competência aplicável ao caso.



De acordo com a regra geral do Código de Processo Penal, a ação penal deverá tramitar perante o juízo da comarca de

Alternativas
Q4393858 Direito Processual Penal
A respeito da ação penal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393857 Direito Processual Penal
A respeito do juiz, do Ministério Público, do acusado e seu defensor, do assistente de acusação e dos auxiliares da Justiça, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393856 Direito Processual Penal

A autoridade competente tomou conhecimento da suposta prática de crime cuja pena máxima é de um ano, submetido ao regime da Lei nº 9.099/1995. A ocorrência não apresenta complexidade nem exige diligências investigativas adicionais.



Considerando a disciplina do termo circunstanciado e do inquérito policial, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
521: B
522: B
523: E
524: A
525: B
526: E
527: C
528: B
529: D
530: D
531: A
532: C
533: A
534: C
535: D
536: D
537: D
538: C
539: E
540: C