Questões de Concurso
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As PICS são definidas por Lima e colaboradores (2025) como
Assinale a alternativa que apresenta corretamente essas 3 categorias.
Especificamente com relação ao câncer, Ramallo (2018) afirma que o exercício físico
De acordo com Ramallo (2018), o profissional de Educação Física deve saber que, para pessoas com essa doença,
De acordo com Pitanga e cols. (2019), essa avaliação deve ser composta por uma anamnese cuidadosa e pela aplicação do questionário PAR-Q (Physical Activity Readiness).
Tendo isso em mente, analise a seguinte situação decorrente de uma avaliação pré-participação:
I. anamnese com poucos relatos de saúde importante;
II. PAR-Q com uma resposta positiva a uma das questões; III. risco cardiovascular classificado com médio habitual.
De acordo com os autores citados, diante desses dados, qual deve ser a conduta do profissional de Educação Física?
Do ponto de vista fisiológico, esse acréscimo de força depende
De acordo com Charro, João e Figueira Jr. (2018), oferecer programas predeterminados
No que se refere ao trabalho com idosos, compete ao profissional de Educação Física
De acordo com esse autor, a ética
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de utilização dessas estratégias.
Essa Resolução estabelece que a orientação e a fiscalização, direta e imediata, sejam realizadas por profissionais de Educação Física graduados, registrados, devidamente credenciados como Agentes de Orientação e Fiscalização, que
O trabalho de classificação desportiva dos atletas paralímpicos é realizado por
Segundo Castellani Filho et al. (Metodologia do Ensino de Educação Física, 2014), em escolas nas quais a orientação pedagógica é reprodutivista (predominante na década de 1980), de manutenção do status quo da sociedade, a avaliação possui caráter
Cabral et al. (Leis de incentivo ao esporte: novas perspectivas para o desporto brasileiro, 2019), nesse contexto, afirmam que a definição de incentivo fiscal é o uso de dinheiro público para estimular investimento privado. Se, por um lado, essas leis geram recursos para investir no esporte, por outro lado, criam perversões como
Analise o diagrama a seguir, que possui elementos em todas as suas regiões:

A partir dessa distribuição de elementos, é logicamente verdadeiro afirmar que
A tabela a seguir mostra o preço de fechamento de um ativo nos últimos cinco dias:

Para mostrar com mais ênfase a fase de declínio desse preço, um analista calculou a média aritmética simples dos preços de fechamento e comparou com a média aritmética desses preços, ponderada pelos pesos atribuídos a cada dia.
A diferença absoluta entre as duas médias foi de quantos reais (R$)?
Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.
Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?
O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.
Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.
Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?
A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.
Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.
Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.
(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.
Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?
O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.
Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.
Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?
A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.
Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.
Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.
(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)
• “Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados?”
• “Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão...”
Considerando o sentido com que foram empregadas no texto, as palavras em destaque têm como sinônimos, correta e respectivamente,