Na abordagem freudiana, a regra que alude à necessidade de o psicanalista renunciar a qualquer tipo de atividade que não seja
a de interpretar, e que, portanto, inclui a proibição de qualquer tipo de gratificação externa, sexual ou social, a um mesmo tempo
que o terapeuta deveria preservar ao máximo o seu anonimato para o paciente, é denominada de