Questões de Concurso Público IBICT 2024 para Tecnologista - Museu
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Não é necessário monitorar constantemente o ambiente de reserva técnica, uma vez que um sistema hermético é capaz de garantir a manutenção dos níveis ideais de temperatura e umidade.
A luz visível é extremamente nociva aos objetos, e seu efeito é cumulativo, sendo fundamental avaliar as condições de armazenamento e de exposição das peças para regular o tipo e a intensidade da luz.
Para economizar energia, é recomendável que as medidas de controle de luz e de umidade sejam relaxadas durante períodos em que o museu estiver fechado ao público.
Não é recomendado o uso de inseticida na rotina de higienização dos espaços do museu, mesmo que haja infestação, pois sua aplicação pode ser nociva ao acervo.
O poder público deve promover e proteger o patrimônio cultural brasileiro com a colaboração da comunidade, utilizando medidas como inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação.
Os bens de patrimônio cultural brasileiro não incluem criações tecnológicas.
Não existem medidas específicas como inventários ou registros mencionadas na Constituição para a proteção do patrimônio cultural.
A responsabilidade pela proteção do patrimônio cultural brasileiro recai, exclusivamente, sobre o governo federal, sem envolvimento dos estados ou dos municípios.
Todos os museus devem, automaticamente, incluir bibliotecas, arquivos e centros de documentação como parte de suas operações, segundo o Estatuto dos Museus.
Os museus não podem ter filiais ou seccionais e, também, devem operar unicamente a partir de uma localização central.
A criação de museus no Brasil é livre, independentemente do regime jurídico, e deve seguir as regulamentações estabelecidas na legislação.
O Estado detém, em princípio, a posse e a salvaguarda dos bens encontrados em escavações, conforme estabelece a legislação sobre patrimônio arqueológico no Brasil.
O proprietário do terreno no qual ocorreu a escavação arqueológica detém a posse e a salvaguarda dos bens encontrados.
O Estatuto dos Museus proíbe totalmente a extinção de museus, uma vez que são estabelecidos.
Ao receber um objeto para doação, o museu deve emitir um termo de recibo do objeto, realizar um registro provisório e providenciar um armazenamento temporário adequado.
É importante que o museu avalie o estado de conservação do objeto e verifique se a aquisição está alinhada à política de acervo da instituição, se há recursos suficientes e se há espaço na reserva técnica para acondicioná‑lo.
A etapa de análise do objeto é, também, seu processo de musealização, ou seja, ele deixará de ter uma função cotidiana e passará a ter uma função simbólica.
Caso esse objeto se caracterize como restos humanos e(ou) na categoria de objetos sagrados, ele poderá ser exposto, desde que respeite as normas profissionais e considere os interesses e as crenças das comunidades e dos grupos religiosos ou étnicos de origem, com cuidado e respeito à dignidade humana.
O tombamento é um dos primeiros passos imediatos a serem tomados ao receber um objeto para doação.
O tombamento e a atribuição de um número de inventário encerram os procedimentos que formalizam a inclusão de um objeto no acervo permanente.