Questões de Concurso Público IF-MT 2026 para Professor EBTT - Área: Português/Espanhol

Foram encontradas 17 questões

Q4275659 Pedagogia
O Instituto Federal Alfa está estruturando um novo curso técnico na área de energias renováveis. Durante as reuniões de planejamento, sua equipe pedagógica discute como organizar o itinerário formativo, destacando que este deve ir além da simples seleção de conteúdos disciplinares, buscando configurar uma trajetória formativa consistente, alinhada às demandas do mundo do trabalho e aos fundamentos científicos e tecnológicos da área.
Com base nesta situação hipotética, e segundo as disposições das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica (Resolução CNE/CP 1, de 2021), o itinerário formativo deve contemplar a articulação de cursos e programas, configurando trajetória educacional consistente e programada, a partir de:

Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 6 jan. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/resolucoes/resolucoes-cp-2021. Acesso em: 24 abr. 2026.
Alternativas
Q4275660 Pedagogia
Durante o acompanhamento de uma turma de licenciatura, a coordenação percebeu que alguns estudantes estavam ultrapassando o limite de faltas permitido. Ao orientar os docentes, destacou-se a exigência mínima de frequência prevista no Regulamento Didático do IFMT. Nesse sentido, de acordo com a Resolução CONSUP/IFMT 81, de 2020, a frequência mínima exigida para a aprovação no referido curso de graduação corresponde a:

Fonte: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. Conselho Superior. Resolução CONSUP/IFMT nº 81, de 26 de novembro de 2020. Aprova o Regulamento Didático do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso. Cuiabá: IFMT, 2020. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/17ETcl0UM4w_0YCxezYifQ_N7w-sFdyhX/view. Acesso em: 24 abr. 2026. 
Alternativas
Q4275661 Pedagogia
Um estudante do curso técnico integrado de nível médio do IFMT, ao final do semestre, não atingiu a média mínima para aprovação em um componente curricular. Diante disso, o professor deste componente curricular explicou ao estudante que haveria a possibilidade de realizar atividades específicas para recuperar a aprendizagem, nos termos do Regulamento Didático da Instituição. Para tanto, segundo a Resolução CONSUP/IFMT 81, de 2020, os estudos de recuperação processual deverão ocorrer:

Fonte: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. Conselho Superior. Resolução CONSUP/IFMT nº 81, de 26 de novembro de 2020. Aprova o Regulamento Didático do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso. Cuiabá: IFMT, 2020. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/17ETcl0UM4w_0YCxezYifQ_N7w-sFdyhX/view. Acesso em: 24 abr. 2026.
Alternativas
Q4275664 Pedagogia
Durante a elaboração de seu plano de expansão, o Instituto Federal Beta destacou a necessidade de alinhar suas metas institucionais ao Plano Nacional de Educação – PNE (Lei Federal 15.388, de 2026). No que se refere à educação profissional, o Objetivo 12 do PNE busca:

Fonte: BRASIL. Lei nº 15.388, de 14 de abril de 2026. Aprova o Plano Nacional de Educação (PNE). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 15 abr. 2026. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15388.htm. Acesso em: 24 abr. 2026.
Alternativas
Q4275669 Pedagogia
A um professor de Língua Portuguesa foi solicitado criar um plano de aula de 50 minutos sobre a obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, para uma turma do 3º ano do ensino médio. O plano deve ser detalhado, incluindo objetivos de aprendizagem, metodologia, recursos didáticos e uma atividade de avaliação. Para otimizar o tempo, ele decide utilizar uma ferramenta de IA generativa (como ChatGPT, Gemini ou Claude). De acordo com boas práticas documentadas de engenharia de prompt — como fornecer instruções claras, contexto suficiente e especificar explicitamente a estrutura da saída, qual alternativa atende integralmente a essas diretrizes para o objetivo proposto? 
Alternativas
Q4275670 Pedagogia
Um professor de Física utiliza o Google Sala de Aula para gerenciar sua disciplina. Ele deseja estruturar o conteúdo do curso de forma organizada e progressiva, garantindo que: i) as atividades sejam agrupadas por unidade temática; ii) os materiais de apoio fiquem associados a cada unidade; iii) os alunos visualizem, de forma clara e sequencial, os conteúdos e as tarefas. Considerando-se os recursos nativos da plataforma para organização pedagógica do conteúdo, qual alternativa atende integralmente a esses requisitos?
Alternativas
Q4275671 Pedagogia
Uma professora de Artes precisa criar um roteiro de vídeo para uma aula on-line sobre o movimento artístico Expressionismo Alemão, com duração de 5 a 7 minutos. O roteiro deve incluir: i) introdução contextualizada; ii) apresentação de 3 a 4 artistas com exemplos visuais; iii) conclusão reflexiva. Ela decide utilizar uma ferramenta de IA generativa. Considerando-se boas práticas documentadas de engenharia de prompt — incluindo uso de persona, contextualização, estruturação da saída e uso de exemplos (few-shot prompting), qual alternativa atende integralmente a esses critérios?
Alternativas
Q4275672 Pedagogia
Um professor de História, utilizando o ambiente virtual de aprendizagem Moodle (versão 5), deseja configurar o fluxo pedagógico de sua disciplina de forma condicional e automatizada. Ele pretende: i) disponibilizar o conteúdo da unidade “Idade Média” apenas após a conclusão de atividades prévias; ii) exibir a nota de um questionário somente quando o aluno atingir um critério mínimo de desempenho (≥ 70%). Considerando os mecanismos nativos de controle condicional e avaliação no Moodle, qual configuração atende integralmente a esses requisitos?
Alternativas
Q4275689 Pedagogia
Lea el texto siguiente y escoja la opción cuya recomendación completa correctamente el raciocinio acerca de la perspectiva de la formación docente y los métodos de enseñanza.
Resumen: El presente artículo investiga los procesos de construcción de sentido en las historietas digitales a partir de un enfoque multimodal, fundamentado en los estudios de Bajtín (1997) sobre los géneros discursivos y en las contribuciones de Marcuschi (2005, 2008) acerca de los géneros textuales en la contemporaneidad. Tomando como corpus dos tiras del universo online, el análisis articula la teoría de la referencia textual de Koch y Elias (2015) con los principios de la semiótica social de Kress y Van Leeuwen (1996), con el objetivo de examinar la interacción entre recursos verbales y visuales en la producción de efectos de humor y crítica social. Los resultados indican que la recategorización de referentes (Koch, 2011), en combinación con elementos visuales, favorece la construcción de dobles sentidos, mientras que la ironía emerge de la tensión entre texto e imagen, conforme a los principios de multimodalidad propuestos por Dionísio (2011). La caracterización de los personajes, a la luz de Ramos (2016, 2017), intensifica la crítica a cuestiones sociales contemporáneas. Se concluye que las historietas digitales, en tanto géneros atravesados por la hibridación semiótica (Teno y Bueno, 2023), exigen enfoques pedagógicos que consideren su complejidad multimodal para la promoción de la competencia lectora en el siglo XXI.

Fuente: OJEDA, Rosely Brum. Géneros discursivos en movimiento: una lectura de las tiras digitales y sus recursos multimodales. Open Mind Internacional Journal. Dossier - Enseñanza, Lengua(s) y Lengua(s): estudios, investigaciones, prácticas en las confluencias de la educación Vol. 6 Núm. 2 (2025). Vol. 6 Núm. 2 (2025). Disponible en https://www.openmindsjournal.com/index.php/openminds/es/article/ view/408. Acceso el 2 de mayo de 2026.
Alternativas
Q4275694 Pedagogia
Con el Proyecto de Ley 5.230/2023, que modificó la Ley 13.415/2017, - Reforma de la Educación Secundaria [en Brasil] - la Lengua Española dejó de ser una asignatura obligatoria y pasó a ser optativa, lo que supuso su eliminación del currículo en muchos centros educativos públicos y privados. En consecuencia, el Programa Nacional de Libros Didácticos (PNLD) dejó de ofrecer libros de esta asignatura en su catálogo.
      En el PNLD de 2026, se reincorporó la oferta de libros de Lengua Española. Esta reintroducción, desde la perspectiva de la integración sudamericana y el derecho a la diversidad lingüística, representa

Fuente: Nota pública sobre a retirada do espanhol do currículo do Ensino Médio. ABRALIN. Publicado el 25 de julio de 2024. Disponible en https://abralin.org/nota-publica-sobre-a-retirada-do-espanhol-do-curriculo-do-ensino-medio/. Acceso el 23 de abril de 2026
Alternativas
Q4275695 Pedagogia
En el IFMT, los cursos técnicos se integran con el bachillerato. El profesorado se guía, entre otros aspectos, por el Proyecto Pedagógico del Curso (PPC). Tomando como ejemplo el PPC del Curso Técnico en Inteligencia Artificial del campus de Barra do Garças, a partir de 2025:
- El componente curricular de Biología, en segundo curso, incluye la siguiente indicación de integración: «(...) Lengua Extranjera – Español: Estudio y análisis de textos y artículos de divulgación científica en lengua extranjera – Español» (p. 55);
- El componente curricular de Geografía, en segundo curso, incluye la siguiente indicación de integración: «(...) Lengua Extranjera – Español: Panorama turístico y cultural de los países que tienen el español como lengua oficial, así como las variaciones lingüísticas de estos territorios» (p. 59). - El componente de Lengua Extranjera – Español, en el segundo año, con una carga de trabajo de 68 horas, tiene el siguiente programa: “Presentaciones, saludos y despedidas: Escenario turístico y cultural de países que tienen el español como idioma oficial, así como las variaciones lingüísticas de estos territorios; Alfabeto español y pronunciación de las letras; Principales categorías gramaticales necesarias para la producción escrita y oral; Nociones verbales: distinción y comparación entre tiempos y modos; Vocabulario básico variado: cuerpo humano, horas, ropa, familia, meses, estaciones, comida, marcadores temporales, palabras heterosemánticas, heterogenéricas y heterotónicas; Vocabulario específico: términos técnicos relacionados con el curso; Vocabulario relacionado con Temas Transversales: temas como diversidad lingüística y cultural, literatura, consumo responsable, medio ambiente y ciudadanía, trato con clientes en transacciones comerciales relacionadas con el curso técnico en cuestión, Lectura y comprensión de textos de diversos géneros, incluyendo preguntas de los exámenes ENEM, Producción escrita en la lengua meta, Comprensión auditiva y expresión oral.” (págs. 61-62)
     Entre las páginas 62 y 63, se indican los componentes curriculares de Historia, Geografía, Biología y Lengua Portuguesa como posibles opciones de integración.
Considerando este contexto, analice las siguientes afirmaciones:

I. Con una carga de trabajo anual reducida, resulta contraproducente conciliar satisfactoriamente la planificación del propio componente curricular con las demandas de otros docentes con objetivos diferentes.
II. Si bien el curso es integrado, resulta inviable trabajar con docentes de otros componentes curriculares, ya que las habilidades que se trabajan difieren de la secuencia prevista para el desarrollo del programa específico de enseñanza del idioma.
III. El programa de Lengua Española incluye vocabulario y gramática, pero no se limita a la enseñanza funcional, permitiendo el análisis de temas y el estudio aplicado de géneros discursivos y textuales.
IV. Mediante la propuesta de los componentes curriculares destacados, se puede verificar el carácter interdisciplinario que los caracteriza, de modo que el profesor de Lengua Española pueda movilizar las habilidades y conocimientos del alumnado de este componente para trabajar conceptos de otras áreas.
V. La lectura y comprensión de textos en español pueden utilizarse pedagógicamente para el tipo de enseñanza y aprendizaje que se espera de las instituciones federales.

La alternativa que presenta únicamente información correcta es:

Fuente: Projeto Pedagógico do curso. IFMT Barra do Garças. 2025. Disponible en:https://drive.google.com/file/d/1L4UzhB2b5Mue3ipuwubHdKHDoukI88sU/view Acceso el 24 de abril de 2026.
Alternativas
Q4275698 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En una práctica de lectura con estudiantes de secundaria de nivel A1, un(a) profesor(a) de español organiza sus clases teniendo en cuenta el texto I, con énfasis a las palabras específicas “edadismo”, “autoinfligido”, “institucional” y “estandarizada”. Elige la alternativa que describa la forma más adecuada de abordar el léxico seleccionado, basándose en las Orientaciones Curriculares para la Educación Secundaria:

Fonte: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Aquisição de Segunda Língua, São Paulo: Parábola, 2020. CONSELHO DA EUROPA. Marco Común Europeo de Referencia para las Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Tradução: Instituto Cervantes. Madrid: Secretaría General Técnica del MECD, Anaya e Instituto Cervantes, 2002.
Alternativas
Q4275699 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Basándose en el Enfoque Comunicativo, un(a) profesor(a) de español de educación básica organiza una secuencia didáctica a partir del texto 1, destacando la expresión de que las personas mayores de España constituyen “un grupo muy heterogéneo”. Marca la alternativa que, en teoría, sea la más indicada para la enseñanza del español como L2.
Alternativas
Q4275700 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Para un grupo heterogéneo de secundaria, de nivel intermedio, teniendo como apoyo el texto I, “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: ....”, el(la) profesor(a) articula lectura y producción oral con el objetivo de desarrollar la competencia discursiva. Analiza las alternativas e indica las decisiones pedagógicas más adecuadas para la propuesta:

I. De manera clara y objetiva, corregir de inmediato los errores morfológicos y sintácticos que cometa el estudiante durante la exposición oral, evitando que estos errores se arraiguen.
II. Como forma de retroalimentación correctiva, reformular y pedir a los estudiantes que aclaren sobre los errores, negociando el significado sin interrumpir el proceso comunicativo, son estrategias que se consideran adecuadas para la adquisición de la L2.
III. Tras la fase de preparación, proponer una producción oral, que tenga en cuenta el vocabulario temático del texto, siempre y cuando en la evaluación priorice la fluidez y la adecuación pragmática.
IV. El enfoque más eficaz es dar prioridad a la homogeneización del grupo, dividiéndolo por nivel de dominio, y evitar proponer actividades que superen el nivel lingüístico de los estudiantes.

Fuente: ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas, 1993. CANALE, M., SWAIN, M. Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing, 1980.

Las afirmaciones correctas se encuentran en:
Alternativas
Q4275701 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En el contexto pedagógico de enseñanza de español como lengua adicional, un profesor o profesora reflexiona sobre el texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades”, que pone de relieve que la población de edad avanzada constituye un segmento demográficamente heterogéneo, con características biopsicosociales peculiares que son ignoradas por las políticas públicas de carácter uniformizador. El/La docente comprometido/a con una educación inclusiva y atento/a a los procesos de adquisición de una lengua adicional en la educación básica debe:  

Fuente: PRATA, Andréa Moreno N.; LESSA, Angela B.C.T. Espanhol como língua estrangeira em uma escola inclusiva: A atividade social na educação inclusiva. Novas Edições Acadêmicas, 2015.
Alternativas
Q4275703 Pedagogia

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

Un profesor de español utilizará el texto II como material de referencia para elaborar una secuencia didáctica destinada a una clase de secundaria integrada, compuesta por alumnos con diferentes perfiles socioculturales y cognitivos, entre los que se incluyen dos estudiantes, uno con dislexia y otro sordo. Teniendo en cuenta los aspectos teóricos y pedagógicos, marca la afirmación que describe la secuencia didáctica más adecuada para este contexto.

Fuente: DA SILVA, Caroline Veloso; CAIADO, Katia Regina Moreno. O professor de língua espanhola em contexto de educação inclusiva: desafios e perspectivas no ensino para deficientes visuais. Educação e Fronteiras, Dourados, v. 5, n. 14, p. 109-124, 2016. Disponible en: https://ojs. ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/view/3777. Acceso el: 29 abr. 2026.
RETORTA, M.S., & TONELLI, J.R.A. (2023). O ensino de línguas adicionais para alunos com dificuldades específicas de aprendizagem: desafios e possibilidades de engajamento. Raído, 17 (44), 63-82. Disponible en: https://ojs.ufgd.edu.br/Raido/article/view/17042 . Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275704 Pedagogia

Texto III




Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.

Para el uso del texto III en las clases de español, en consonancia con los supuestos teórico-metodológicos del Enfoque Comunicativo y las aportaciones de los estudios sobre multimodalidad, analiza e indica la opción en la que el uso de este tipo de material en la educación básica se ajusta a las perspectivas mencionadas.

Fuente: RIBEIRO, Ana Elisa. Multimodalidade, textos e tecnologias: provocações para a sala de aula. 1. Ed. São Paulo: Parábola, 2021.
FREITAS, M.S.; ORTALE, F.L (Orgs.). Estudos de abordagem no ensino de línguas e formação docente. Campinas, SP: Pontes Editores, 2020.
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: A
4: B
5: D
6: B
7: E
8: B
9: C
10: A
11: E
12: A
13: D
14: D
15: B
16: D
17: C