Questões de Concurso Público ABGF 2026 para Especialistas: Análise e Caracterização de Sinistros; Análise de Risco de Crédito e Aplicação/Operação com Fundos

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Q4433677 Português

Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


        Quando a tecnologia serve para concentrar controle, ela amplia desigualdades; quando é desenhada para distribuir oportunidades, ela promove bem-estar e crescimento. O progresso não é linear nem neutro: é produto de decisões humanas e institucionais.


        A IA generativa redefine tarefas e papéis, mas também desafia o significado do trabalho. Ao automatizar o que antes expressava o talento humano, pode corroer o senso de competência. Ao impor processos padronizados, reduz a autonomia. E ao substituir interações humanas por algoritmos fragiliza o pertencimento.


        São três dimensões que, segundo a psicologia do trabalho, sustentam o bem-estar e a produtividade. A IA pode encurtar o árdпo percurso do aprendizado, aquele que desenvolve instinto, julgamento e experiência. A eficiência não deve substituir o amadurecimento. As evidências são eloquentes. Pesquisas de Puntoni e outros autores mostram que trabalhadores avaliados por algoritmos demonstram menos empatia. Segundo testes estatísticos, consumidores, por sua vez, valorizam mais produtos quando percebem participação humana em sua criação.


        Mas a IA também pode abrir um novo ciclo de oportunidades. Como nos mostrou o prof. Christian Terwiesch, a IA generativa pode transformar o próprio processo de inovação. Em vez de restringir decisões a poucos, ela permite que mais pessoas criem, testem e proponham soluções apoiadas por IA; o que ele chama de "torneios de inovação". O papel humano, nesse contexto, seria o de curador, não de executor.


        A GenAl ajuda a criar mais e melhores ideias, e mais rápido, mas continua precisando de gente para dar direção, propósito e juízo de valor. Empresas que souberem equilibrar as forças entre a velocidade da máquina e o discernimento humano abrirão novos horizontes de vantagem competitiva.


        O futuro da inovação, portanto, não pertence apenas à tecnologia, mas à cultura que a cerca.


        Mas, em última instância, essas escolhas não se farão no vácuo. Elas serão moldadas pelos incentivos econômicos, pelas políticas públicas e pela forma como os mercados valorizam – ou não – o investimento em pessoas.


        Se o sistema recompensar apenas ganhos de produtividade de curto prazo, o uso da IA tenderá à substituição e à concentração. Se, ao contrário, premiar a criação de valor humano e a difusão do conhecimento, o avanço tecnológico poderá se tornar um novo motor de prosperidade compartilhada. O equilíbrio econômico dessa nova era estará em unir produtividade com desenvolvimento humano; eficiência com aprendizado.


        O desafio, portanto, não é apenas das empresas, mas também da regulação: fazer com que o progresso técnico caminhe ао lado do progresso econômico e social. A inteligência artificial pode gerar abundância ou desigualdade. O que determinará o resultado não é o algoritmo, mas o conjunto de escolhas, incentivos e valores construídos em torno dele.


(VESCOVI, Ana Paula. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-paula-vescovi/2025/10/o-poder-e-o-progresso-na-erada-inteligencia-artificial.shtml. Adaptado)

A autora elabora uma hipótese seguida de um possível desdobramento em:
Alternativas
Q4433678 Português

Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


        Quando a tecnologia serve para concentrar controle, ela amplia desigualdades; quando é desenhada para distribuir oportunidades, ela promove bem-estar e crescimento. O progresso não é linear nem neutro: é produto de decisões humanas e institucionais.


        A IA generativa redefine tarefas e papéis, mas também desafia o significado do trabalho. Ao automatizar o que antes expressava o talento humano, pode corroer o senso de competência. Ao impor processos padronizados, reduz a autonomia. E ao substituir interações humanas por algoritmos fragiliza o pertencimento.


        São três dimensões que, segundo a psicologia do trabalho, sustentam o bem-estar e a produtividade. A IA pode encurtar o árdпo percurso do aprendizado, aquele que desenvolve instinto, julgamento e experiência. A eficiência não deve substituir o amadurecimento. As evidências são eloquentes. Pesquisas de Puntoni e outros autores mostram que trabalhadores avaliados por algoritmos demonstram menos empatia. Segundo testes estatísticos, consumidores, por sua vez, valorizam mais produtos quando percebem participação humana em sua criação.


        Mas a IA também pode abrir um novo ciclo de oportunidades. Como nos mostrou o prof. Christian Terwiesch, a IA generativa pode transformar o próprio processo de inovação. Em vez de restringir decisões a poucos, ela permite que mais pessoas criem, testem e proponham soluções apoiadas por IA; o que ele chama de "torneios de inovação". O papel humano, nesse contexto, seria o de curador, não de executor.


        A GenAl ajuda a criar mais e melhores ideias, e mais rápido, mas continua precisando de gente para dar direção, propósito e juízo de valor. Empresas que souberem equilibrar as forças entre a velocidade da máquina e o discernimento humano abrirão novos horizontes de vantagem competitiva.


        O futuro da inovação, portanto, não pertence apenas à tecnologia, mas à cultura que a cerca.


        Mas, em última instância, essas escolhas não se farão no vácuo. Elas serão moldadas pelos incentivos econômicos, pelas políticas públicas e pela forma como os mercados valorizam – ou não – o investimento em pessoas.


        Se o sistema recompensar apenas ganhos de produtividade de curto prazo, o uso da IA tenderá à substituição e à concentração. Se, ao contrário, premiar a criação de valor humano e a difusão do conhecimento, o avanço tecnológico poderá se tornar um novo motor de prosperidade compartilhada. O equilíbrio econômico dessa nova era estará em unir produtividade com desenvolvimento humano; eficiência com aprendizado.


        O desafio, portanto, não é apenas das empresas, mas também da regulação: fazer com que o progresso técnico caminhe ао lado do progresso econômico e social. A inteligência artificial pode gerar abundância ou desigualdade. O que determinará o resultado não é o algoritmo, mas o conjunto de escolhas, incentivos e valores construídos em torno dele.


(VESCOVI, Ana Paula. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-paula-vescovi/2025/10/o-poder-e-o-progresso-na-erada-inteligencia-artificial.shtml. Adaptado)

Respeitando as normas de concordância verbal, uma redação alternativa para um trecho do texto está em:
Alternativas
Q4433679 Português

Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


        Quando a tecnologia serve para concentrar controle, ela amplia desigualdades; quando é desenhada para distribuir oportunidades, ela promove bem-estar e crescimento. O progresso não é linear nem neutro: é produto de decisões humanas e institucionais.


        A IA generativa redefine tarefas e papéis, mas também desafia o significado do trabalho. Ao automatizar o que antes expressava o talento humano, pode corroer o senso de competência. Ao impor processos padronizados, reduz a autonomia. E ao substituir interações humanas por algoritmos fragiliza o pertencimento.


        São três dimensões que, segundo a psicologia do trabalho, sustentam o bem-estar e a produtividade. A IA pode encurtar o árdпo percurso do aprendizado, aquele que desenvolve instinto, julgamento e experiência. A eficiência não deve substituir o amadurecimento. As evidências são eloquentes. Pesquisas de Puntoni e outros autores mostram que trabalhadores avaliados por algoritmos demonstram menos empatia. Segundo testes estatísticos, consumidores, por sua vez, valorizam mais produtos quando percebem participação humana em sua criação.


        Mas a IA também pode abrir um novo ciclo de oportunidades. Como nos mostrou o prof. Christian Terwiesch, a IA generativa pode transformar o próprio processo de inovação. Em vez de restringir decisões a poucos, ela permite que mais pessoas criem, testem e proponham soluções apoiadas por IA; o que ele chama de "torneios de inovação". O papel humano, nesse contexto, seria o de curador, não de executor.


        A GenAl ajuda a criar mais e melhores ideias, e mais rápido, mas continua precisando de gente para dar direção, propósito e juízo de valor. Empresas que souberem equilibrar as forças entre a velocidade da máquina e o discernimento humano abrirão novos horizontes de vantagem competitiva.


        O futuro da inovação, portanto, não pertence apenas à tecnologia, mas à cultura que a cerca.


        Mas, em última instância, essas escolhas não se farão no vácuo. Elas serão moldadas pelos incentivos econômicos, pelas políticas públicas e pela forma como os mercados valorizam – ou não – o investimento em pessoas.


        Se o sistema recompensar apenas ganhos de produtividade de curto prazo, o uso da IA tenderá à substituição e à concentração. Se, ao contrário, premiar a criação de valor humano e a difusão do conhecimento, o avanço tecnológico poderá se tornar um novo motor de prosperidade compartilhada. O equilíbrio econômico dessa nova era estará em unir produtividade com desenvolvimento humano; eficiência com aprendizado.


        O desafio, portanto, não é apenas das empresas, mas também da regulação: fazer com que o progresso técnico caminhe ао lado do progresso econômico e social. A inteligência artificial pode gerar abundância ou desigualdade. O que determinará o resultado não é o algoritmo, mas o conjunto de escolhas, incentivos e valores construídos em torno dele.


(VESCOVI, Ana Paula. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-paula-vescovi/2025/10/o-poder-e-o-progresso-na-erada-inteligencia-artificial.shtml. Adaptado)

Empresas que souberem equilibrar as forças entre a velocidade da máquina e o discernimento humano abrirão novos horizontes de vantagem competitiva.

Ao se transpor a frase acima para a voz passiva, o verbo "abrir" deverá assumir a seguinte forma:
Alternativas
Q4433680 Português

Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


        Quando a tecnologia serve para concentrar controle, ela amplia desigualdades; quando é desenhada para distribuir oportunidades, ela promove bem-estar e crescimento. O progresso não é linear nem neutro: é produto de decisões humanas e institucionais.


        A IA generativa redefine tarefas e papéis, mas também desafia o significado do trabalho. Ao automatizar o que antes expressava o talento humano, pode corroer o senso de competência. Ao impor processos padronizados, reduz a autonomia. E ao substituir interações humanas por algoritmos fragiliza o pertencimento.


        São três dimensões que, segundo a psicologia do trabalho, sustentam o bem-estar e a produtividade. A IA pode encurtar o árdпo percurso do aprendizado, aquele que desenvolve instinto, julgamento e experiência. A eficiência não deve substituir o amadurecimento. As evidências são eloquentes. Pesquisas de Puntoni e outros autores mostram que trabalhadores avaliados por algoritmos demonstram menos empatia. Segundo testes estatísticos, consumidores, por sua vez, valorizam mais produtos quando percebem participação humana em sua criação.


        Mas a IA também pode abrir um novo ciclo de oportunidades. Como nos mostrou o prof. Christian Terwiesch, a IA generativa pode transformar o próprio processo de inovação. Em vez de restringir decisões a poucos, ela permite que mais pessoas criem, testem e proponham soluções apoiadas por IA; o que ele chama de "torneios de inovação". O papel humano, nesse contexto, seria o de curador, não de executor.


        A GenAl ajuda a criar mais e melhores ideias, e mais rápido, mas continua precisando de gente para dar direção, propósito e juízo de valor. Empresas que souberem equilibrar as forças entre a velocidade da máquina e o discernimento humano abrirão novos horizontes de vantagem competitiva.


        O futuro da inovação, portanto, não pertence apenas à tecnologia, mas à cultura que a cerca.


        Mas, em última instância, essas escolhas não se farão no vácuo. Elas serão moldadas pelos incentivos econômicos, pelas políticas públicas e pela forma como os mercados valorizam – ou não – o investimento em pessoas.


        Se o sistema recompensar apenas ganhos de produtividade de curto prazo, o uso da IA tenderá à substituição e à concentração. Se, ao contrário, premiar a criação de valor humano e a difusão do conhecimento, o avanço tecnológico poderá se tornar um novo motor de prosperidade compartilhada. O equilíbrio econômico dessa nova era estará em unir produtividade com desenvolvimento humano; eficiência com aprendizado.


        O desafio, portanto, não é apenas das empresas, mas também da regulação: fazer com que o progresso técnico caminhe ао lado do progresso econômico e social. A inteligência artificial pode gerar abundância ou desigualdade. O que determinará o resultado não é o algoritmo, mas o conjunto de escolhas, incentivos e valores construídos em torno dele.


(VESCOVI, Ana Paula. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-paula-vescovi/2025/10/o-poder-e-o-progresso-na-erada-inteligencia-artificial.shtml. Adaptado)

O termo empregado para retomar uma palavra anteriormente usada no texto está sublinhado em:
Alternativas
Q4433681 Inglês

China's domestic economy has faltered and is being sustained largely by a record trade surplus and strong exports from the technology and clean energy sectors.


Consumer spending remains weak, while much of the housing market is still in crisis. A five-year nationwide decline in apartment prices has wiped out much of the middle class's savings in a country where households typically hold about three-quarters of their assets in real estate.



(Disponível em: https://www.nytimes.com/2026/07/30/business/china-economy-politburo.html)

Without change in meaning, the word that could replace "wiped out" (underlined in the second paragraph) is:
Alternativas
Q4433682 Inglês

A five-year nationwide decline in apartment prices has wiped out much of the middle class's savings in a country where households typically hold about three-quarters of their assets in real estate.



The pronoun "their", underlined in the excerpt, refers to

Alternativas
Q4433683 Matemática
Em uma empresa pública federal, formam-se duplas entre programadores e assistentes. Há, no máximo, 50 pessoas nessa empresa. Em certo momento, 3/4 dos programadores trabalham em parceria com dos 4/5 assistentes. O número total de pessoas nessa empresa é:
Alternativas
Q4433684 Raciocínio Lógico
Ana, Bruno, Célia, Dario e Ênio são colegas de trabalho. Um deles quebrou a impressora. Ao questioná-los, o gerente teve as seguintes respostas:
Ana: "Eu não quebrei a impressora."
Bruno: "Eu quebrei a impressora."
Célia: "Ênio não quebrou a impressora."
Dario: "Eu não quebrei a impressora."
Ênio: "Ana quebrou a impressora."

Se apenas um dos colegas não está falando a verdade, quem quebrou a impressora foi
Alternativas
Q4433685 Direito Constitucional

Considere:



I. Proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas.


II. Legislar sobre trânsito e transporte.


III. Legislar sobre seguridade social.



Com base na Constituição Federal de 1988, é competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios o constante APENAS em

Alternativas
Q4433686 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nº 13.303/2016.
Alternativas
Q4433687 Legislação Federal
Uma empresa pública na forma de sociedade de economia mista federal contratou determinado fornecedor para a prestação de serviços de manutenção predial. Posteriormente, apurou-se que um preposto desse fornecedor ofereceu vantagem indevida a empregado público para obter tratamento favorecido em processo de licenciamento de interesse da contratante. A luz da Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), é correto afirmar que a empresa
Alternativas
Q4433688 Auditoria
O modelo das três linhas de defesa é amplamente adotado por organizações, inclusive empresas estatais, para estruturar a governança de riscos e dos controles internos. Considerando esse modelo, é correto afirmar que, ao promover avaliação independente e objetiva sobre a eficácia da governança, da gestão de riscos e dos controles internos, a auditoria interna posiciona-se na
Alternativas
Q4433689 Direito Digital
Uma Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores mantém dados pessoais de representantes e beneficiários relacionados às operações dos fundos e contrata uma empresa especializada em tecnologia para hospedar e processar parte dessas informações. Durante a execução dos serviços, a agência identifica um incidente de segurança que possibilitou acesso não autorizado a dados pessoais armazenados pela empresa contratada. Considerando as disposições da LGPD, a
Alternativas
Q4433690 Segurança da Informação
Uma Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores identificou duas ocorrências durante suas atividades. Na primeira, alguns colaboradores receberam uma mensagem personalizada, encaminhada por uma instituição parceira, informando sobre uma suposta atualização cadastral, que direcionava a pessoa para uma página visualmente semelhante ao portal institucional, onde eram solicitados usuário e senha. Na segunda, um sistema utilizado para consulta de informações permaneceu inacessível durante determinado período após receber requisições provenientes de grande quantidade de dispositivos conectados à Internet. Considerando as características específicas dos ataques descritos, a primeira ocorrência corresponde
Alternativas
Q4433691 Direito Financeiro
O Fundo de Garantia à Exportação (FGE), instituído pela Lei nº 9.818/1999, constitui um dos principais instrumentos de apoio oficial às exportações brasileiras. A respeito da natureza e do funcionamento desse fundo, é correto afirmar que o FGE
Alternativas
Q4433692 Conhecimentos Bancários
Considere a seguinte situação hipotética: uma seguradora, ao ceder parte de seus riscos a um ressegurador, estabelece contratualmente que reterá, para cada sinistro individualmente considerado, um valor fixo de até R$ 2 milhões, ficando o ressegurador responsável pelo montante excedente a esse limite, até o teto contratado, independentemente da proporção que o risco cedido representa em relação ao risco total assumido pela seguradora. Essa modalidade de resseguro é denominada
Alternativas
Q4433693 Conhecimentos Bancários
For institutions subject to the Brazilian PRSAC regulatory framework, it correctly describes the Social, Environmental and Climate Responsibility Policy (PRSAC) and the actions aimed at its effectiveness:
Alternativas
Q4433694 Economia
A financial institution is developing a methodology to classify investments and financing linked to economic activities within the scope of the Brazilian Sustainable Taxonomy (TSB). The operations may involve green bonds, sovereign green bonds, carbon credits or blended finance.
The basis of assessment that the institution use to determine whether the underlying economic activity is aligned with the TSB is:
Alternativas
Q4433695 Administração Geral
Tanto Ishikawa como Cinco Porquês são metodologias que podem ser utilizadas na análise e identificação de causas-raiz, mas não têm exatamente a mesma função nem operam da mesma forma. Uma distinção relevante é:
Alternativas
Q4433696 Administração Geral
No que concerne aos diferentes tipos indicadores de desempenho, tem-se que um leading indicator distingue-se de um lagging indicator na medida em que
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: C
4: A
5: B
6: E
7: C
8: A
9: C
10: B
11: A
12: B
13: D
14: B
15: E
16: B
17: A
18: C
19: E
20: B